29 de abril de 2011

Schumi diz que cumprirá contrato e anuncia nova aposentadoria para 2012

Alemão nega que sairá da Fórmula 1 em 2011 para dar lugar a Paul di Resta


Após sua péssima temporada de retorno em 2010, Michael Schumacher desmentiu os boatos de que não cumprirá o contrato de três anos com a Mercedes. Após o bom início de ano do escocês Paul di Resta, que também é piloto da marca alemã, na Force India, foi cogitada uma mudança já no fim de 2011. Mas o alemão disse que cumprirá o compromisso e se aposentará no fim de 2012.

Aos 42 anos, Schumacher avaliaria seu futuro na Fórmula 1 ao fim deste ano, mas ele nega. Em entrevista à revista alemã "Bunte", o heptacampeão disse que tem uma missão pela Mercedes: colocar a equipe no alto do pódio. Mas ele admite que está frustrado por lutar pelo décimo lugar. Após 2010, a ideia de Schumi é continuar na equipe como embaixador da montadora alemã.

- Estaremos em uma posição muito melhor em breve. É por isso que estou lutando com a Mercedes. Vou cumprir meus três anos de contrato com a Mercedes e, depois, trabalharei como embaixador da Mercedes - diz Schumacher, que ficou três anos parado.

As críticas a Schumacher não encontram voz dentro da equipe. Em entrevista ao jornal alemão "Bild", Nico Rosberg, de 25 anos, defendeu o companheiro de Mercedes.

- Michael está andando em um alto nível, ele é forte. Seus resultados atuais não refletem o quão bom ele é. Para batê-lo, tudo precisa dar certo, ele está mais próximos neste ano.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Ferrari tem maior orçamento da F1. Com R$ 79 mi, HRT é a mais pobre

De acordo com o 'Business Book GP', publicação francesa anual que detalha as finanças da F1, a média de gastos das equipes caiu das temporadas 2009 a 2011


A Ferrari não conquista um título da F1 desde 2008, mas, ao menos nos altos gastos, pode se sentir campeã. Segundo o 'Business Book GP', livro francês que anualmente destrincha questões financeiras da categoria, a equipe italiana tem o maior gasto por temporada, enquanto a Hispania, como era de se esperar, tem o menor. Ainda assim, a publicação afirma que houve sucesso em reduzir os custos por meio do Acordo de Restrição de Recursos (RRA, em inglês)

De acordo com o 'Business Book GP', a média de dinheiro gasto pelas equipes caiu de € 209 milhões em 2009 para € 119 mi em 2010, muito por conta da saída de montadoras que investiam bastante na F1, como BMW e Toyota, e que foram substituídas por times pequenos. A previsão é de leve queda para esta temporada: € 113 milhões — R$ 264 mi.

Embora tenha à disposição menos do que no ano passado, a Ferrari tem € 199 milhões, com o maior orçamento, enquanto a Hispania entrou no Mundial podendo gastar apenas € 34 mi. Embora a média de gastos continue diminuindo, pela força do Acordo de Restrição de Recursos, várias equipes aumentaram seus orçamentos foi o caso da Lotus, que o fez de maneira mais intensa, mas também de Virgin, por conta do contrato com a Marussia, da Sauber e da Red Bull.

Além da Ferrari, outros times grandes e médios gastam menos neste ano do que em 2010, com os patrocinadores bancando mais de 50% dos seus orçamentos: McLaren, Mercedes e Renault.


Fonte: Warm Up

28 de abril de 2011

Vettel aposta em Red Bull forte na Turquia, mas prega respeito aos rivais

Sebastian Vettel acredita que a Red Bull deve apresentar bom desempenho no GP da Turquia, mas pregou respeito às equipes adversárias. O time de Milton Keynes jamais venceu em Istambul

Força dominante na abertura da temporada 2011, a Red Bull, que venceu duas das três primeiras corridas do Mundial Austrália e Malásia , deve apresentar bom desempenho também na Turquia. Essa é a expectativa de Sebastian Vettel, líder do campeonato com 68 pontos. Entretanto, após a vitória do rival Lewis Hamilton na China, o alemão pregou respeito aos adversários e disse que nada está garantido para a prova do próximo domingo (8) em Istambul.

O time de Woking já conquistou a corrida no país otomano em duas oportunidades: Kimi Räikkönen em 2005, e Hamilton, no ano passado. Por sua vez, a Red Bull jamais subiu no degrau mais alto do pódio do GP turco.

O atual campeão do mundo citou as dificuldades que poderá enfrentar em Istambul, principalmente, quanto à temperatura. Vettel, porém, lembrou que sua primeira oportunidade para treinar em um fim de semana de GP aconteceu justamente na Turquia, em 2006, quando pilotou o F1.06 da BMW.

“A Turquia é uma pista dura para os pneus, e geralmente é quente lá, mas eu especialmente gosto do lugar, já que foi lá que fiz meu primeiro treino de F1”, lembrou o piloto, que foi o oitavo melhor colocado na sessão.

Cinco anos depois da primeira experiência em um treino livre, Vettel, já campeão do mundo, acredita que poderá ter obter bom desempenho do RB7 em Istambul, mas pediu respeito aos rivais. “Nosso carro deve ser forte lá, mas é claro que nós temos de respeitar nossos adversários e nunca podemos garantir nada. O pessoal está lutando, mas nós estamos lutando ainda mais para permanecermos fortes”, acrescentou o dono da Red Bull de número 1.

Sebastian falou também sobre a famosa Curva 8, que na verdade, é uma sequência de quatro pequenas curvas à esquerda, sempre percorridas em alta velocidade. “É uma curva maravilhosa, tentamos fazê-la de pé em baixo ano após ano. É rápida e extremamente ondulada, de modo que dificilmente se pode ver para onde você está indo, você vira e espera o melhor”, encerrou o piloto de 23 anos.

Fonte: Grande Prêmio

Button espera encerrar carreira pela McLaren, que sugere renovação

Jenson Button declarou que deseja terminar sua carreira na F1 pela McLaren, sem se ver em outra equipe. Martin Whitmarsh, chefe do time, respondeu que abre portas para a renovação de contrato

Se a McLaren tem ficado às voltas com as declarações ameaçadoras de Lewis Hamilton sobre uma possível saída do time se não receber um carro vencedor, a equipe de Woking não tem motivos para interromper a paz no trato com Jenson Button. O veterano inglês declarou à revista 'Autosport' que pretende encerrar a carreira na F1 nos carros prateados.

"Quando eu parar de correr na McLaren, não vou estar mais correndo na F1. Sou muito feliz aqui. Estou aproveitando muito meu período aqui. Não consigo ver razão para estar em qualquer outro lugar", declarou. "Eu piloto por uma das melhores equipes do mundo. É uma posição em que a maioria dos pilotos gostaria de estar, pela qual trabalhei muito forte."

Sem certeza de quanto tempo continuaria até encerrar sua passagem pela categoria, Button tem carta branca de Martin Whitmarsh, chefe da McLaren, para apresentar sua proposta de renovação seu contrato expira no fim de 2012. "Se Jenson diz que está totalmente comprometido e quer ficar mais X anos, suspeito que poderemos chegar rapidamente a um acordo. Ele é um imenso ativo da equipe. Espero que seja uma conversa rápida e fácil", disse.

Em três etapas do campeonato de 2011, Button marcou 38 pontos, ficando na terceira posição, nove pontos atrás de Hamilton e com 30 de desvantagem para Vettel. A McLaren está em segundo no Mundial de Construtores, 20 pontos abaixo da Red Bull.


Fonte: Warm Up

25 de abril de 2011

Massa recebe parabéns de Alonso e dirigentes da Ferrari por aniversário

Felipe Massa recebeu os parabéns de Luca di Montezemolo, Stefano Domenicali e Fernando Alonso pelos 30 anos completados neste dia 25 de abril

Felipe Massa completou 30 anos nesta segunda-feira (25). A Ferrari, então, parabenizar o brasileiro por meio de um comunicado com os cumprimentos de Luca di Montezemolo, presidente da empresa, Stefano Domenicali, chefe da equipe, e Fernando Alonso, companheiro do vice-campeão da temporada 2008.

A Domenicali couberam as palavras mais emocionadas. "Querido amigo, eu te mando um abraço afetuoso não só meu, mas de todos os homens e mulheres da Ferrari pelo seu trigésimo aniversário. Nós nos conhecemos há muito tempo e dividimos grandes momentos juntos, assim como momentos dramáticos, e passamos por todos eles. Sempre estivemos unidos, e isso é o que torna nosso relacionamento especial", disse.

"Quando você chegou a Maranello, você era um garoto e, aqui, você se tornou um homem", acrescentou Domenicali. "Ainda temos uma longa estrada para passar juntos, e espero que seja plena de sucesso merecido. Um presente? Todos nós estamos trabalhando direto aqui em Maranello, sem pausa para respirar. Você sabe do que eu estou falando..."

Montezemolo, por sua vez, fez o papel de chefe e não esqueceu do trabalho em seus desejos de parabéns. "Querido Felipe, eu te desejo tudo de melhor em seu trigésimo aniversário. É um dia especial para você e também para todos nós, pois você faz parte da nossa família há dez anos e sabemos que, hoje, você vive e respira a Ferrari."

"Seu talento e sua boa natureza dão significado à admiração que sentimos por você como piloto, mas ainda mais como pessoa. Aproveite o dia com sua família adorável, sabendo que podemos esperar que as próximas semanas serão cruciais para as nossas chances no campeonato", emendou o dirigente máximo da Ferrari.

Alonso, então, falou do bom relacionamento que tem com o brasileiro, sem esquecer das questões de pista. "Você nasceu alguns meses antes de mim, já que, em julho, vai ser minha vez de fazer 30 anos. Então, você vai poder me dizer se há algo de especial em chegar a essa idade. Brincadeiras à parte, quero te dizer que estou feliz em estar ao seu lado na Ferrari. Acho que fazemos uma boa dupla, respeitando um ao outro e trabalhando bem juntos, sabendo que os interesses da equipe vêm antes dos individuais. Agora, espero que tenhamos um carro bom o suficiente para que lutemos pelas primeiras posições. A partir daí, vai caber a nós tentar vencer", falou o companheiro.

Fonte: Warm Up

24 de abril de 2011

Vídeo: Alonso descreve seu terceiro ano na F1 (2003)

Esta é uma reportagem feita pela TV La Sexta em homengem a Fernando Alonso, mostrando o que aconteceu com o piloto espanhol durante o ano de 2003, onde se destaca sua primeira vitória no GP da Hungria




Alonso descreve seu primeiro ano na F1 (2001)



Fonte: phipe18

Kubica deixa hospital após quase 3 meses e inicia fase de reabilitação

Robert Kubica deixou o hospital Santa Corona, na Itália, após passar dois meses e 18 dias internado por causa do grave acidente que sofreu no Rali Ronde di Andora

Robert Kubica deixou o hospital Santa Corona, na Itália, neste domingo (24) depois de passar dois meses e 18 dias internado por causa do grave acidente que sofreu no dia 6 de fevereiro durante o Rali Ronde di Andora. Em nota, o hospital informou que o polonês vai dar início a uma nova fase do tratamento de recuperação.

“Robert Kubica não está mais no Hospital Santa Corona em Pietra Ligure. Sua condição é boa, e o piloto pode começar uma nova fase de reabilitação fora do hospital. Ele vai continuar sendo monitorado pelos médicos do Santa Corona”, declarou o hospital.

Durante o Rali Ronde di Andora, o piloto da Renault perdeu o controle do seu Skoda Fábia e bateu no muro de uma igreja, sofrendo múltiplas fraturas do lado direito do corpo. Kubica chegou a correr riscos de ter a mão direita amputada, passando por uma cirurgia de sete horas para recuperar os movimentos.

Ao todo, o piloto sofreu quatro cirurgias nos membros superiores e inferiores do lado direito. Logo após receber alta médica, na terça-feira, Kubica afirmou que ia descansar antes de começar a reabilitação.

“Assim que eu sair do hospital, vou direto para a minha casa, em Mônaco, e ficar lá por um curto período de descanso. Depois, vou passar para as instalações do Dr. (Riccardo) Ceccarelli, na Itália, onde vou começar um profundo programa de reabilitação e um preliminar programa de treinamento. Os dois programas serão gradualmente atravessados com base na velocidade da minha recuperação”, afirmou o polonês.

O Dr. Ceccarelli acredita que só será possível saber quando Kubica vai voltar às pistas em agosto. Até lá, a Renault segue com Nick Heidfeld no lugar do polonês, além do russo Vitaly Petrov.

Fonte: Grande Prêmio

23 de abril de 2011

Alonso crê em reação da Ferrari em 2011 e diz que lema é "jamais desistir"

Fernando Alonso reconhece que o rendimento atual da Ferrari não é bom o suficiente após três provas disputadas, mas deu diversos exemplos de reação no passado e aposta em nova reviravolta na atual temporada

Após três corridas disputadas na temporada 2011, Fernando Alonso não passou do quinto lugar no grid de largada e teve como melhor resultado a quarta colocação no GP da Austrália, somando 26 pontos, 42 a menos que o líder Sebastian Vettel. O atual quadro levou o bicampeão do mundo a fazer um balanço negativo de começo de campeonato, mas aposta no histórico recente de reações da Ferrari para dar mais uma reviravolta e disputar o tri no fim do ano. Fernando deixou claro que apesar das dificuldades, jamais vai desistir de lutar.

“Definitivamente, não foi o começo de temporada que esperávamos, tanto nós, quanto nossos fãs”, contou o piloto em seu blog oficial no site da Ferrari, acreditando que a realidade atual pode ser meramente passageira. “Sabemos que nosso desempenho não é bom o suficiente no momento, mas estamos conscientes que tudo pode mudar muito rapidamente.”

Na esperança de ver a reação da escuderia italiana, Alonso citou como exemplo para a dinamicidade da F1 atual a McLaren, que de equipe desacreditada na pré-temporada, passou a ser uma das favoritas ao título graças à evolução apresentada pelo MP4-26 a partir do GP da Austrália, primeira etapa do Mundial.

“A F1 sempre foi assim: em uma corrida, você luta para estar entre os cinco melhores e, em outra, você luta pela vitória. E esse ano não foge à regra. Depois do teste final em Barcelona, todo mundo contou que a McLaren estava longe, e em seguida, eles estiveram sempre no pódio, terminando com a vitória na China. Ao mesmo tempo, outros diziam que Vettel era imbatível e, em seguida, em Xangai, todos nós vimos como as coisas acabaram no final. Três corridas não são suficientes para estabelecer um julgamento definitivo”, escreveu Fernando.

“Mas isso não significa que estamos subestimando a gravidade da nossa situação, longe disso. Temos tido muito trabalho para melhorar em todas as frentes. O sucesso apenas vem quando cada elemento opera no seu melhor: o carro, a estratégia, os pit-stops, os pilotos e tudo isso junto. Fiquei em contato com os engenheiros nos últimos dias e sei que não há trégua no desenvolvimento do carro em Maranello”, complementou o piloto espanhol.

O bicampeão mundial mostrou confiança no potencial de reação da escuderia e se lembrou de duas viradas marcantes nos últimos anos, tanto como adversário, como também, como membro do time. “Eu lembro que, quando estava na Renault em 2006, que a primeira parte da temporada eu construí uma grande liderança, mas então a Ferrari fez bom trabalho ao desenvolver os carros, com [Michael] Schumacher me superando faltando duas corridas para o final.”

“Então, você tem de olhar para o ano passado: primeiro, na Turquia, e então, na Inglaterra, foi sugerido que já devêssemos olhar para o ano seguinte, mas nós não desistimos e conseguimos estar na luta pelo título até à corrida final. Parece um slogan, mas é a verdade absoluta: jamais desistir na F1”, concluiu Alonso, quinto colocado no Mundial de Pilotos.

Fonte: grande Prêmio

22 de abril de 2011

Massa é esportista mais bem pago do Brasil, revela revista. Räikkönen tem maior receita entre pilotos

Felipe Massa é apontando pela edição norte-americana da revista 'ESPN' como o atleta brasileiro mais bem pago em 2010. Segundo a publicação, o piloto da Ferrari faturou cerca de US$ 17 milhões R$ 26 milhões no ano passado

Nem Ronaldinho Gaúcho, tampouco Kaká. O atleta brasileiro mais bem pago em 2010 foi Felipe Massa. É o que diz a edição norte-americana da revista 'ESPN'. De acordo com a lista publicada na última quarta-feira (20), o piloto da Ferrari faturou exatos US$ 17.052.632, (R$ 26.602.104) na temporada passada, quando terminou o Mundial de Pilotos na sexta colocação.

A lista divulgada pela ESPN compreende os atletas mais bem pagos de 182 países, dentre os quais 114 são do futebol, 18 do basquete, 12 do beisebol e seis de esportistas ligados ao esporte a motor. Entretanto o dono da primeira posição desta classificação é um boxeador: o filipino Manny Pacquiao faturou no ano passado nada menos que US$ 32 milhões, quase R$ 50 milhões. O pugilista aparece empatado com Alex Rodriguez, que atua na liga norte-americana de beisebol pelo New York Yankees.

Entre os pilotos listados pela revista, o mais bem pago é Kimi Räikkönen, que somou US$ 26.333.333 em 2010. Embora fora da F1 no ano passado, o nórdico recebeu tal quantia por conta do contrato que ainda mantinha com a Ferrari, além do salário de piloto da Citroën Junior no WRC. A segunda maior renda do esporte a motor é de é do companheiro de Massa, Fernando Alonso. O espanhol faturou US$ 22.736.842 no último ano, superando Valentino Rossi, o terceiro da lista, que recebeu US$ 20,8 milhões em sua derradeira temporada com a Yamaha na MotoGP.

Também aparecem na relação Lewis Hamilton (US$ 18.473.684), Robert Kubica (US$ 10.657.895) e Juan Pablo Montoya (US$ 5 milhões), todos como atletas mais bem pagos de seus respectivos países, Inglaterra, Polônia e Colômbia.

Fonte: Warm Up

19 de abril de 2011

Massa faz visita ao estande da Ferrari no Salão do Automóvel de Xangai

Brasileiro mostra novo modelo da marca italiana, o FF, no mercado asiático

Após o bom desempenho no GP da China, quando chegou em sexto, Felipe Massa fez uma visita ao estande da Ferrari no Salão do Automóvel de Xangai, um dos maiores da Ásia. O brasileiro apresentou o modelo FF, lançamento da marca italiana, com foco no mercado Oriental. Além dele, estava presente Amedeo Felisa, diretor-administrativo da fábrica europeia.





Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Massa torce por reação da Ferrari nas três semanas antes do GP da Turquia

Para brasileiro, maior problema da equipe é o desempenho em classificação


Após o sexto lugar no GP da China, Felipe Massa disse que espera uma melhora da Ferrari após as três semanas de intervalo antes da corrida na Turquia, que marca o início da temporada europeia da Fórmula 1. Para o brasileiro, o maior problema da equipe italiana continua a ser o desempenho nos treinos classificatórios. Os carros do time ainda não chegaram perto de poles.

- Foi bom para a Fórmula 1 que Lewis tenha vencido a corrida em Xangai, para não termos o mesmo carro vencendo toda as vezes. Entretanto, não podemos esquecer que Sebastian ainda chegou em segundo. Agora temos três semanas para tentar reagir e chegar na próxima corrida com um melhor desempenho no treino classificatório. Estou ansioso por este intervalo um pouco mais longo que o habitual. Vou passar em casa e seguir com atenção os trabalhos em Maranello antes de ir para Istambul - diz Massa, em seu blog no site oficial da Ferrari.

O brasileiro disse também que o desempenho do modelo com pneus duros precisa evoluir. Massa perdeu algumas posições no fim da prova na China por causa do uso dos compostos.

- Precisamos conseguir nos classificar melhor para largar mais à frente, o que ajuda na corrida, mesmo com a menor importância da posição no neste ano. Na China nem foi tão ruim e ganhei uma posição logo no início, fui para quinto. A corrida foi interessante, fiz algumas ultrapassagems, mas quem optou por fazer três paradas acabou nos alcançando mais rápido do que esperávamos. Eles tinham os pneus em melhor estado e conseguiram me passar. Nosso maior problema foi o fraco desempenho com os duros, não a tática de duas paradas.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

17 de abril de 2011

Alonso afirma que independente da tática teria fraco resultado na China

Fernando Alonso disse que a estratégia da Ferrari no GP da China não foi fundamental, já que, independente disso, o carro da equipe italiana é mais lento que os das principais rivais

Apesar de ter terminado o GP da China, neste domingo (17), apenas na sétima posição, Fernando Alonso não culpou a estratégia da Ferrari em fazer duas paradas pelo resultado, mesmo depois de a tática de três idas aos boxes ter sido comprovadamente mais eficiente em Xangai.

O espanhol afirmou que mais importante que o número de paradas, nesse momento do campeonato, é ter um carro rápido. “Nós vamos ver agora qual foi a melhor estratégia. É muito fácil escolher a tática quando você tem o carro mais rápido e é muito difícil, quando você está devagar. Webber mostrou que o treino classificatório não importa muito”, declarou.

Alonso disse, ainda, que outro fator importante é a economia dos pneus, que pode até mesmo determinar a tática seguida pela equipe na corrida. “A coisa mais importante é cuidar do desgaste dos pneus e ter uma boa estratégia, já que esse ano nós podemos ultrapassar. Como eu disse, a coisa mais fácil é ter um carro rápido, como a Red Bull tem. Você para duas, três, uma vez e ainda termina no pódio”, comentou.

Quanto à Ferrari, o bicampeão afirmou que o desempenho abaixo do esperado da equipe italiana fez com que a decisão do número de paradas na China se tornasse pouco importante, já que o resultado seria ruim de qualquer forma. “Nós precisamos melhorar o carro em tudo. Eu não acho que isso iria ter mudado muita coisa. Nós estamos muito mais devagar que os outros carros que estão na frente, então nós teríamos terminado com o mesmo resultado”, analisou.

Em relação ao sétimo lugar na etapa chinesa, Fernando Alonso descartou qualquer tipo de problema mecânico na Ferrari. O asturiano afirmou que faltou velocidade ao carro da Ferrari.

“Nós não tivemos nenhum problema em particular. Nós apenas não fomos rápidos em nenhum momento da corrida e perdemos posição pouco a pouco. Então nós optamos por duas paradas e isso fez parecer que estávamos em uma boa posição durante a corrida e em outras, eles estavam voando vindo de trás como balas. Nós tentamos terminar a corrida em qualquer posição”, encerrou.


Fonte: Grande Prêmio

Webber festeja recuperação na China e fim de sequência vitoriosa de Vettel

Mark Webber exaltou o fato de que Lewis Hamilton encerrou a sequência de quatro vitórias seguidas de Sebastian Vettel. Além disso, brincou com a tática que o tirou da 18ª posição para a terceira

Mark Webber não escondeu a felicidade com o fato de que alguém tenha acabado com a sequência de vitórias de Sebastian Vettel. Lewis Hamilton venceu o GP da China neste domingo (17), depois de Vettel vencer o ganhar quatro provas seguidas na F1 os GPs do Brasil e de Abu Dhabi, em 2010, e de Austrália e Malásia, neste ano.

"Parabéns a Lewis. Foi bom que alguém finalmente tenha... Claro que Seb está na mesma equipe que eu, mas ele vinha em uma sequência fenomenal. E aqui todos estamos lutando por vitórias", declarou. "Por um lado, é uma pena que a McLaren tenha vencido, mas também não podemos deixar Seb se distanciar tanto. Foi um dia para o automobilismo, acho, e um bom dia para nós [da Red Bull] em termos de pontos para a equipe", completou Webber.

O australiano destacou a estratégia elaborada pela Red Bull. Mark largou com pneus duros, fez o primeiro pit-stop na volta 12 e, de macios, fez também as duas paradas seguintes.

Webber comentou com bom humor a situação. "Foi difícil me ver em 17º depois de 15 voltas, mas depois fiquei confortável no carro. Além disso, eu tinha alguns jogos de pneus novos sobrando depois da classificação. Então, talvez, a melhor aposta seja não disputar a classificação e vir lá do fundo", riu.

"Deixando as brincadeiras de lado, foi um grande trabalho neste fim de semana. Os caras não desistiram. Esta foi uma pilotagem dedicada a todos na fábrica", encerrou.


Fonte: Grande Prêmio

Vettel vê erro em tática da Red Bull na China e diz: "Aprendemos muito hoje"

Após ver a sequência vitoriosa de quatro corridas quebrada em Xangai, Sebastian Vettel afirmou que enfrentou vários problemas na prova e reconheceu que a tática de duas paradas de boxes adotada pela Red Bull foi um erro

A superioridade demonstrada por Sebastian Vettel em praticamente todos os treinos do fim de semana em Xangai caiu por terra durante a corrida deste domingo (17). O alemão resistiu à pressão imposta por Lewis Hamilton até a volta 51, mas com os pneus mais desgastados em relação ao rival, perdeu a liderança e teve de se contentar com a segunda colocação. O atual líder da temporada reconheceu que a estratégia de duas paradas adotada pela Red Bull diferente dos três pits realizados pelo britânico e também por Mark Webber, terceiro colocado foi equivocada. Vettel disse que o resultado da corrida serviu como aprendizado.

“Cometemos alguns erros e tivemos alguns problemas, mas ainda terminamos em segundo, então estou feliz com isso. Parabéns a Lewis e à McLaren”, falou o germânico, falando com naturalidade sobre a tática adotada pela Red Bull, reconhecendo que não foi a decisão mais feliz tomada neste domingo. “Isso mostra que em uma corrida, quando você tenta algo um pouco diferente, você comete erros. Isso é natural”.

“Aprendemos muito hoje. Sou o único com duas paradas aqui, então é algo que certamente precisaremos olhar durante a noite”, acrescentou o piloto, fazendo referência a Lewis e a Webber, presentes à coletiva de imprensa dedicada ao top-3 após a prova.

Sebastian atribuiu a perda da liderança na largada ao lado sujo da pista, onde o pole ficou posicionado antes do início da prova, ficando em desvantagem em relação a Jenson Button, que tomou a ponta nos primeiros metros em Xangai. “Acho que a largada não foi a melhor que tivemos neste ano, uma vez que o lado esquerdo é pior aqui. Não foi uma largada 100% boa e eu perdi a posição”, falou.

Por fim, Vettel disse que a corrida foi cercada de dificuldades. “O rádio não deixou [a corrida] fácil. Geralmente, trocamos informações sobre os pneus, os outros caras... Fiz várias perguntas, mas não obtive qualquer resposta. Tivemos problemas com a comunicação, tivemos problemas com o Kers na corrida, não foi uma prova livre de problemas”, concluiu o atual campeão do mundo.


Fonte: Warm Up

Hamilton afirma que tática para vitória começou no treino classificatório

Lewis Hamilton destacou a importância dos pneus durante o GP da China, deste domingo, e afirmou que o trabalho de preservação dos compostos começou já no treino classificatório

Lewis Hamilton comemorou bastante a vitória no GP da China, neste domingo (17). Com o triunfo em Xangai, o piloto da McLaren encerrou um jejum que durava desde o GP da Bélgica da temporada passada sem chegar em primeiro. Por conta de todo esse tempo sem conquistas, o inglês declarou que já estava com saudade das comemorações destinadas ao vencedor de um GP.

“Eu estou muito contente. Eu me sinto como se fizesse muito que eu não estava nessa posição. Eu estou orgulhoso e agradecido por todo o trabalho duro que fiz. Eu vou continuar a acelerar para repetir isso”, disse.

Para conquistar a vitória, Hamilton explicou que o trabalho começou a ser feito ainda no sábado, quando a McLaren optou por uma tática conservadora no treino classificatório para poder poupar os pneus para a corrida.

“Eu acho que a estratégia que adotamos desde o treino definitivamente ajudou. Os nossos pneus macios estavam mais novos e duraram um pouco mais que os dos pilotos na frente. E eu penso que as coisas vieram juntas: as paradas foram fantásticas, a equipe está se esforçando para melhorar e o carro se comportou bem”, analisou.

Entretanto, o campeão da temporada 2008 da F1 acrescentou que o trabalho feito nos compostos da Pirelli não terminou no sábado. Durante a corrida, também foi necessário preservar a borracha. “Eu estava tentando cuidar dos meus pneus e ainda conseguir ritmo. Os pilotos na minha frente tiveram que fazer várias ultrapassagens”, comentou.

Com os pneus em bom estado, Hamilton pôde comemorar o bom ritmo do carro da McLaren durante a etapa chinesa. “Sinal de positivo para o pessoal da fábrica, que colocou o coração na construção do que foi este carro durante todo o final de semana. Ele foi incrível”, agradeceu à equipe.

Só que antes mesmo de a corrida começar, quase que o piloto da McLaren não teve a chance de ver o trabalho dar resultado. Isso porque um vazamento de combustível no MP4/26, instantes antes do fechamento dos boxes antes do começo da prova, quase forçou o inglês a largar do pit-lane. No entanto, a McLaren conseguiu montar o carro a tempo de liberá-lo à pista.

Sobre o dramático episódio, Hamilton disse que, concentrado na corrida, não se envolveu com o que estava acontecendo. “Eu não me lembro de ter ficado preocupado. Eu não tenho certeza do que se passou, mas nós tiramos várias peças da carenagem. Nós sabíamos que tínhamos seis minutos restantes e, então, com dois minutos felizmente tudo deu certo rapidamente”, contou.

O piloto, porém, revelou que sabendo do problema tentou passar tranquilidade à equipe para que os mecânicos não se sentissem pressionados. “Mas é claro que para mim o importante era ficar o mais calmo possível, já que isso refletia no comportamento do time na garagem. Eles liberaram o carro a tempo, o que é o mais importante”, afirmou.

Quanto ao GP da China como um todo, Lewis Hamilton comemorou a vitória e destacou que a McLaren está se esforçando para se aproximar de Sebastian Vettel. “Eu penso que, obviamente, ainda temos um longo caminho pela frente. Nós estamos trabalhando duro para diminuir a diferença para a Red Bull. No ritmo de corrida, estamos parecidos, mas no treino classificatório ainda temos muito trabalho a fazer”, concluiu.


Fonte: Grande Prêmio

Hamilton supera Vettel no fim e vence o GP da China

Em corrida marcada por disputas na pista e na estratégia, o pole Vettel foi batido pela McLaren

O GP da China foi disputado do início ao fim. Começou com Sebastian Vettel, pole position, perdendo a posição na largada para as duas McLarens Jenson Button assumiu a liderança e Lewis Hamilton ficou em segundo.

E terminou com Hamilton na ponta. O inglês passou Vettel a cinco voltas do final aproveitando-se da dificuldade do piloto da Red Bull com o rendimento dos pneus. A estratégia de apenas duas paradas não funcionou para Vettel, que foi obrigado a fazer um último stint de 25
voltas com compostos duros.

A vitória de Hamilton tem significado ainda maior se levada em conta a dificuldade do time de colocar o carro na pista para a largada. O piloto só saiu do pit a 30 segundos do fechamento dos boxes, sem parte da carenagem, por conta de um problema de vazamento no motor.

Mark Webber fez uma corrida impressionante pela Red Bull. Saiu da 18ª posição no grid para o 3º lugar no pódio. A última ultrapassagem do australiano foi feita a uma volta do fim, sobre a McLaren de Jenson Button. Webber fez ainda a volta mais rápida: 1min38s993.

Nico Rosberg, que chegou a liderar, terminou em 5º. O brasileiro Felipe Massa largou em 6º e, após as constantes alternâncias de posição durante o GP, terminou na mesma posição.


Já Rubens Barrichello fez uma corrida sem brilho, mas conseguiu terminar uma prova pela primeira vez na temporada fechando em 13º.

O GP da China teve pista seca e tempo estável, com temperatura do ar em torno de 20ºC. O asfalto menos abrasivo que o da pista da Malásia fez com que alguns times optassem por uma estratégia de duas paradas, caso da Red Bull com Sebastian Vettel, e da Ferrari com Felipe Massa e Fernando Alonso.


Confira a classificação do GP da China:

1°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), 56 voltas

2°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 5s1
3°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 7s5
4°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 10s0
5°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 13s4
6°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 15s8
7°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 30s6
8°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 31s0
9°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 57s4
10°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 1min03s2
11°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1min08s7
12°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), a 1min12s7
13°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1min30s1
14°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1min30s6
15°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1 volta
16°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), a 1 volta
17°. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 1 volta
18°. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 1 volta
19°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), a 1 volta
20°. Jérome D'Ambrosio (BEL/Virgin-Cosworth), a 2 voltas
21°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), a 2 voltas
22°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), a 2 voltas
23°. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) a 2 voltas
24°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), Abandonou


Fonte: Tazio

16 de abril de 2011

Vídeo: Entrevista com Sebastian Vettel para a BBC após a Classificação do GP da China



Fonte: FiftyBuckss

Massa aposta no ritmo de corrida da Ferrari, mas diz: 'Ainda estamos atrás'

Brasileiro da Ferrari torce por um pódio na corrida deste domingo em Xangai

Após a sexta posição no treino classificatório para o GP da China, Felipe Massa não gostou do desempenho da Ferrari neste sábado, mas ressaltou que houve uma evolução em relação à Malásia. O brasileiro deposita suas esperanças no ritmo de corrida do carro da equipe italiana, que andou muito bem em Sepang. Ele acha que pode brigar por um pódio na prova em Xangai.

- Foi um pouco melhor que na Malásia, mas ainda estamos atrás. O desempenho de Vettel não é uma surpresa, ao contrário de Webber. As McLarens também estão mais rápidas que nós e a Mercedes melhorou e será uma competidora dura nesta corrida. Mas realmente espero que vejamos uma repetição da situação na Malásia, com um salto de desempenho da classificação para a corrida. Se isto acontecer, um pódio não estará fora de alcance - diz Massa.

Após travar uma pequena disputa com Sergio Pérez na superpole, o brasileiro destacou a melhora das condições da pista. Com mais aderência, ele acha que as estratégias podem mudar.

- Após a bandeira vermelha no Q2, saí imediatamente e tentei ser o primeiro para pegar a pista limpa. (Sergio) Pérez estava na minha frente, mas passei ele na volta de aquecimento e foi bom, porque fiz uma volta tranquila e melhorei meu tempo. A pista melhorou se comparada à sexta-feira, com mais aderência. Será um fator a ser considerado na hora de decidir a estratégia.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Webber lastima eliminação no Q1 em Xangai: "É um dia muito frustrante"

Eliminado no Q1 pela primeira vez desde 2009, Mark Webber lastimou o rendimento do RB7 com pneus duros. O australiano vai largar apenas em 18º no grid do GP da China, terceira etapa da temporada

Enquanto Sebastian Vettel assegurava com muita tranquilidade sua vaga no Q2 ao fazer o melhor tempo da primeira parte do treino em Xangai, seu companheiro de Red Bull, Mark Webber, vivia situação extremamente oposta. O australiano enfrentou dificuldades com o funcionamento dos pneus duros e foi eliminado no Q1 pela primeira vez desde 2009. O piloto do carro de número 2 vai largar apenas na 18ª colocação.

“É um dia muito frustrante. Nós não tivemos um treino livre 3 tranquilo, assim como o Q1, e pagamos um preço muito caro no fim das contas. Pensamos que tínhamos o suficiente para avançar [ao Q2] com pneus duros, mas não consegui o [bom] funcionamento dos pneus na minha segunda tentativa”, explicou o veterano.

Antes deste sábado (16), o pior grid recente de Webber aconteceu no GP do Japão em 2009. Naquela oportunidade, o australiano bateu o carro na curva Degner, em Suzuka, ainda no terceiro treino livre, ficando sem tempo. Na abertura da mesma temporada, dessa vez, por conta de um desempenho ruim, o piloto conquistou a 19ª colocação do grid de largada no Bahrein, quando a F1 tinha apenas 20 carros.

Resignado com o revés enfrentado neste sábado, o australiano entende que o domingo não tem como ser pior. “Vamos ver o que nós podemos fazer hoje à noite, mas eu só posso avançar. Não me lembro da última vez que fiquei no Q1, foi há muito tempo atrás, então foi um dia ruim para nós”, concluiu o atual quarto colocado no Mundial de F1.


Fonte: Grande Prêmio

Alonso vê quinto lugar no grid em Xangai como limite atual da Ferrari

Quinto lugar no grid de largada do GP da China, Fernando Alonso entende que o atual cenário da Ferrari é ainda mais difícil após a ascensão da Mercedes apresentada neste fim de semana

Fernando Alonso deixou claro que o quinto lugar no grid de largada conquistado neste sábado (16) em Xangai foi o máximo que a Ferrari poderia ter feito. O bicampeão mundial de F1 também exibiu bastante preocupação como o crescimento da Mercedes na temporada. Nico Rosberg consolidou a evolução do time alemão e faturou a quarta colocação do treino classificatório, superando o piloto da Ferrari.

“Não esperava muito mais do que isso nesta classificação. Quinto e sexto lugares representam o máximo que podemos aspirar no momento”, comentou Fernando. “Sabemos tudo sobre a Red Bull e a McLaren, mas aqui nós vimos uma evolução da Mercedes, então a situação é ainda mais difícil agora.”

Apesar do cenário aparentemente desfavorável ao time de Maranello, o espanhol acredita que a Ferrari vai dar a volta por cima, assim como aconteceu em 2010, quando o time começou o Mundial desacreditado, mas fechou o campeonato lutando por títulos. “Estamos tentando melhorar nosso desempenho: temos uma grande equipe e sabemos como reagir”, declarou.

A nova asa dianteira desenvolvida pela Ferrari e já testada por Fernando no treino de sexta-feira (15) em Xangai não será usada na disputa da prova no domingo. A escuderia pretende ‘amadurecer’ o desenvolvimento do apêndice aerodinâmico antes de disponibilizá-lo aos pilotos, o que deve acontecer em Istambul. “Ontem nós testamos algumas peças novas, mas ainda está muito cedo para usá-las na corrida. Esperamos dar um passo significativo na Turquia”, afirmou o bicampeão do mundo.

Ciente da supremacia da Red Bull, Fernando espera que a Ferrari lute novamente pelo pódio, assim como aconteceu semana passada na Malásia. “Acho que o pódio ainda está ao nosso alcance. Há mais variáveis neste ano, como a degradação dos pneus e o uso da asa traseira móvel, que desempenham bom papel durante a corrida, como já vimos nos dois primeiros GPs. Amanhã poderá ser um pouco mais quente do que hoje, então vamos ver se alguma coisa vai mudar, embora eu não espera por isso. A estratégia será importante para determinar o resultado final”, encerrou Alonso.


Fonte: Grande Prêmio

Pole, Vettel prega cautela para corrida na China: "Amanhã é um novo dia"

Sebastian Vettel dominou praticamente toda a classificação do GP da China, assegurando a pole-position de maneira confortável. Entretanto, o alemão manteve o discurso cauteloso e previu dificuldades para a corrida

Nem mesmo todo o domínio apresentado pela Red Bull em Xangai neste fim de semana, que culminou com a pole-position conquistada neste sábado (16), parece mudar o discurso ponderado de Sebastian Vettel. Apesar de elogiar o trabalho desempenhado pelos taurinos no circuito chinês, o campeão mundial e atua líder da temporada previu dificuldades para a corrida no domingo e pregou cautela.

“Não é fácil. Vai começar tudo do zero novamente, mas as pessoas tendem a se esquecer disso”, comentou o piloto, pole com 0s7 de vantagem para Jenson Button, o segundo colocado do grid de largada em Xangai. “Estou muito feliz com a equipe nesta fase e pela forma como estamos mantendo o foco, então eu acho que fizemos um grande trabalho hoje. Estamos felizes, mas amanhã é um novo dia, então estou ansioso para isso”, acrescentou o alemão.

“Obviamente, nós fizemos [a pole] novamente, mas eu tento lembrar, tanto a mim, quanto à minha equipe, a cada vez, que está difícil. Hoje não foi tão simples quanto planejei. No Q2, não fiquei 100% confortável, mas estava confiante; no Q3, melhoramos bastante”, continuou.

Sebastian entende que a Red Bull terá trabalho para manter seu domínio na F1 durante a temporada europeia, que começa em maio na Turquia. Após três corridas disputadas fora da base da maioria dos times, a tendência é que os carros sofram muitas modificações na etapa de Istambul. “Temos de seguir passo a passo. Equipes como McLaren, Ferrari e Mercedes não estão felizes com o que eles têm, eles estão trabalhando duro para estar onde estamos, temos de acelerar mais fundo que eles para permanecer lá [no topo]”, concluiu o líder do Mundial.


Fonte: Warm Up

Hamilton revela que optou por poupar pneus no Q3 pensando na corrida

Lewis Hamilton vai largar em terceiro no GP da China e afirmou que poupou pneus pensando na corrida de domingo

Lewis Hamilton optou pela estratégia na classificação deste sábado (16), em Xangai. Terceiro colocado no grid, o inglês da McLaren explicou que procurou poupar os pneus durante o Q3 pensando no desgaste que vai sofrer na corrida. Como participou da última parte da sessão, Hamilton terá de largar com os pneus que usou.

“Nós estamos em uma posição forte quanto aos pneus. Apenas me classifiquei com os macios, tenho mais um novo jogo de macios e um de duros, além de um razoável jogo de macios também”, explicou Hamilton. “Eu só queria aumentar as chances na corrida, porque é isso que conta”, salientou.

“Os estrategistas dizem que é bastante simples, mas a corrida nunca é simples. Você tem a largada, as paradas que quer fazer e ainda tem de cuidar dos pneus. Vai ser novamente complicado, mas quero me colocar em um lugar decente. Sinto que estou em posição de ter uma boa chance na corrida. Eu não tive a melhor delas na última prova”, acrescentou Lewis.

Embora a diferença para Sebastian Vettel, que ficou mais uma vez com a pole-position, tenha sido de 0s7, Hamilton disse que estava satisfeito com o progresso da McLaren. “Estamos fazendo o melhor para alcançá-los, e estar em segundo e em terceiro é encorajador, considerando onde estávamos nos testes de inverno.”

“É claro que desde 2009 eles [Red Bull] têm um carro ridiculamente rápido, e isso é um grande trabalho da equipe e de Sebastian. Estamos pressionando o máximo que podemos para tirar a diferença. É possível, mas vai demorar várias corridas, e estou certo de que eles vão progredir muito. Esperamos que nossa taxa de desenvolvimentos seja ao menos tão boa quanto a deles”, concluiu o inglês.

Fonte: Grande Prêmio

Pela terceira vez em três GPs, Vettel larga na frente

Piloto alemão dominou treinos livres e classificatório para o GP da China

Na segunda parte do treino classificatório, as McLarens chegaram a ameaçar: Jenson Button e Lewis Hamilton foram mais velozes que a Red Bull de Sebastian Vettel.

No entanto, bastou a pista ser aberta para a disputa da pole-position para o alemão voltar ao topo da tabela de tempos.

Seu companheiro de time, Mark Webber, teve um sábado para esquecer. No terceiro treino livre, não completou mais do que cinco voltas. E no classificatório, parou no Q1. Junto com ele, foram eliminados da continuação do treino Heikki Kovalainen, Jarno Trulli, Jerome D'Ambrosio, Timo Glock, Vitantonio Liuzzi e Narain Karthikeyan.


Todas as equipes fizeram tempos abaixo do limite dos 107%, garantindo a presença dos 24 carros no grid de largada.


Confira o grid de largada do GP da China:

1º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1min33s706
2º. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 1min34s421
3º. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), 1min34s463
4º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), 1min34s670
5º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), 1min35s119
6º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1min35s145
7º. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), 1min36s158
8º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), 1min36s190
9º. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), 1min36s203
10º. Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault), sem tempo no Q3
11º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), 1min35s874
12º. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), 1min36s053
13º. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), 1min36s236
14º. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), 1min36s457
15º. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), 1min36s465
16º. Nick Heidfeld (ALE/Lotus Renault), 1min36s611
17º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), 1min36s956
18º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 1min36s468
19º. Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus-Renault), 1min37s894
20º. Jarno Trulli (ITA/Team Lotus-Renault), 1min38s318
21º. Jérôme D'Ambrosio (BEL/Marussia Virgin-Cosworth), 1min39s119
22º. Timo Glock (ALE/Marussia Virgin-Cosworth), 1min39s708
23º. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), 1min40s212
24º. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth), 1min40s445


Fonte: Tazio

15 de abril de 2011

Massa elogia desempenho da Ferrari com pneus macios nos treinos livres

Felipe Massa alcançou o sexto tempo no combinado dos treinos livres desta sexta-feira, em Xangai, e elogiou os pneus macios

Felipe Massa deixou a pista de Xangai nesta sexta-feira bastante otimista depois de ter ficado com o sexto tempo no combinado dos treinos livres. Apesar da distância de 0s8 para o líder do dia, Sebastian Vettel, o brasileiro da Ferrari ficou satisfeito com o desempenho dos pneus macios, esperando por uma classificação ainda melhor.

“Como já aconteceu nas duas primeiras corridas da temporada, hoje vimos uma Red Bull muito rápida. Fiquei razoavelmente satisfeito com o comportamento do carro em longa distância, o que produziu alguns resultados interessantes”, declarou Massa. “Estou esperando por um treino classificatório melhor, mas sabemos que isso vai ser muito difícil. Acho que a situação de corrida pode ser semelhante ao que vimos na Malásia”, acrescentou.

“Fernando (Alonso) usou algumas peças novas, mas é muito cedo para dizer se realmente representou algum progresso. Infelizmente ele teve problemas e não conseguiu fazer o que estava programado com os pneus macios, que parecem ser melhores que os duros: não só dão mais aderência, o que é normal, como também a degradação não é tão elevada”, completou Massa.


Fonte: Grande Prêmio

Alonso afirma que Ferrari apresentou melhora no aquecimento de pneus

Fernando Alonso terminou a sexta-feira (15) de treinos livres com o 14º tempo, mas destacou a melhora da Ferrari com o aquecimento de pneus

Fernando Alonso pareceu não se importar com a 14ª posição no combinado dos treinos livres desta sexta-feira (15), em Xangai, afirmando que a Ferrari mostrou progressos com o aquecimento dos pneus. O espanhol disse ainda que a equipe está preocupada em acertar o carro para classificação e corrida, amenizando a má colocação no primeiro dia de treinos na China.

“Eu acho que foi melhor aqui. Na Austrália, o aquecimento foi um problema, até mesmo na Malásia, com o pneu duro na primeira volta, mas por alguma razão aqui correu tudo bem”, declarou Alonso. “Felipe e eu achamos melhor o aquecimento dos pneus duros aqui do que nas outras etapas, então isso deve ser bom para nós em termos de classificação e corrida”, ressaltou.

“O que precisamos fazer é melhorar o carro. Quando o carro está bom, a classificação é boa e a corrida, melhor ainda. Temos de tirar mais algum tempo do carro, fazer algumas melhorias, e a classificação e o ritmo de corrida vêm juntos. Tudo se torna muito mais fácil, a estratégia funciona”, acrescentou Alonso.

Em seguida, o asturiano reconheceu que a Red Bull é a favorita na China, embora acredite que tudo pode acontecer na corrida de domingo. “Este é um esporte imprevisível, existem outros pilotos com possibilidades. Para ser franco, eu acho que a Red Bull ainda é um pouco mais rápida do que nós.”

“A McLaren está um pouco mais rápida, então eles são mais favoritos, mas vamos tentar fazer o melhor que pudermos e se, por alguma razão, pudermos lutar pela vitória, vamos fazer isso”, finalizou o ferrarista.

Fonte: Warm Up

Hamilton diz que carro da McLaren mostrou falta de equilíbrio na China

Lewis Hamilton terminou a sexta-feira (15) de treinos livres em Xangai com a segunda melhor marca, terminando o dia a apenas 0s166 de Sebastian Vettel. Ainda assim, o britânico revelou desconforto a bordo do carro da McLaren

Apesar da diferença de apenas 0s166 em relação ao tempo do líder Sebastian Vettel, que dominou as atividades desta sexta-feira (15) em Xangai, Lewis Hamilton exibiu certa preocupação com o rendimento do MP4-26 da McLaren durante a execução dos treinos livres visando o GP da China. O britânico, dono do segundo melhor tempo do dia, disse que o carro não tinha o equilíbrio necessário, causando certo desconforto à sua pilotagem.

“Foi um dia bastante cheio hoje. O carro não estava ruim no fim do treino da tarde, e eu consegui um tempo de volta aceitável, apesar de não me sentir totalmente confortável no carro”, declarou o terceiro colocado no Mundial de Pilotos.

A falha apresentada pelo carro da McLaren será objeto de estudo nas próximas horas. “Nós lutamos um pouco com o acerto [do carro]. Não sinto que o carro está desempenhando [bem] em todas as áreas, como nós esperávamos. Precisamos ver se o problema com o equilíbrio do carro tem a ver com a atualização ou se foi apenas um acerto que deixou a desejar.”

Ainda que o MP4-26 tenha apresentado problemas no começo das atividades em Xangai, Lewis entende que a McLaren pode dar mais um passo à frente na disputa pela vitória contra a Red Bull. “Parece que conseguimos encontrar algumas melhorias desde a Malásia. Vamos passar essa noite analisando os elementos do novo pacote que escolhemos para avançar durante o resto do fim de semana”, concluiu.


Fonte: Grande Prêmio

Vettel prevê disputa mais acirrada durante fim de semana em Xangai

Sebastian Vettel liderou com extrema facilidade as duas sessões de treinos livres desta sexta-feira (15) em Xangai. O alemão destacou também o dia de atividades livre de problemas no RB7

As duas sessões de treinos livres desta sexta-feira (15) em Xangai tiveram o mesmo líder. Sebastian Vettel foi soberano na primeira tomada de tempos pela manhã, abrindo mais de 0s6 perante o companheiro de Red Bull, Mark Webber. Já durante a tarde, a supremacia do alemão foi ainda mais evidente. O atual campeão mundial precisou de poucas voltas para assegurar a ponta da tabela de tempos. Entretanto, o domínio exibido em solo chinês não ilude Vettel, que prevê uma disputa mais acirrada a partir de sábado, quando será definido o grid de largada para a corrida.

“Tivemos um bom dia hoje, mas é apenas sexta-feira, então está cedo para a corrida do fim de semana”, comentou Sebastian, exibindo a costumeira cautela após o primeiro dia de atividades de um fim de semana de prova.

Mesmo com um desempenho bastante superior aos adversários, Vettel afirmou que vai buscar maneiras de evoluir ainda mais o RB7 na China, prevendo mais dificuldades no treino classificatório e também na corrida. “Encontramos bom ritmo e estamos felizes com o carro. Ainda há muito a ser feito e acho que será mais apertado amanhã e no domingo, então vamos olhar para onde podemos melhorar”, comentou o piloto, destacando o dia tranquilo em Xangai. “Hoje não tivemos grandes problemas”, finalizou.


Fonte: Grande Prêmio

14 de abril de 2011

McLaren pode renovar com Hamilton e Button por cinco anos, afirma jornal

A harmonia da dupla Lewis Hamilton e Jenson Button foi enaltecida pelo chefe de equipe da McLaren, Martin Whitmarsh. Segundo o diário britânico ‘The Guardian’, a escuderia pretende renovar o contrato dos pilotos por mais cinco anos

A McLaren abrigou, no espaço de duas décadas, duas das maiores rivalidades da história da F1. Foi assim com Ayrton Senna e Alain Prost, entre 1988 e 1989, e quase 20 anos depois, dessa vez com Lewis Hamilton e Fernando Alonso. Mas atualmente, os tempos são bem mais harmônicos pelos lados de Woking. Prova disso é que o bom relacionamento entre Hamilton e seu colega, Jenson Button, parceiros desde o ano passado, aliada à grande competitividade de ambos, pode garantir à dupla um contrato de mais cinco anos com a equipe. É o que diz o site do diário britânico ‘The Guardian’ nesta quinta-feira (14).

Martin Whitmarsh, chefe de equipe da McLaren, já expressou seu desejo de fechar novo contrato de longa duração com Hamilton. O dirigente britânico também enalteceu o compatriota Button e seu papel no bom ambiente da equipe e disse que o relacionamento da dupla foi competitivo e, ao mesmo tempo, harmonioso, a ponto de suportarem a pressão pela luta visando o título, diferente do que aconteceu entre Sebastian Vettel e Mark Webber na Red Bull no ano passado.

Já em Xangai, Whitmarsh elogiou o papel da dupla e do bom relacionamento entre ambos. “Temos dois pilotos que têm realmente um vínculo particular. Eles gostam de trabalhar juntos e ambos se curtem”, afirmou o chefe de equipe.

Quanto a Button, o britânico revelou que pretende contar com seus serviços por outros cinco anos. Falando sobre Hamilton, Martin afirmou que o campeão mundial de 2008 parece muito confortável na McLaren, deixando claro que o bom momento e a harmonia entre os pilotos, ambos com um título mundial, deve permanecer pelos próximos anos. “Não consigo pensar em dois pilotos que se comunicam melhor do que Jenson e Lewis. E nós temos ambos”, finalizou.

O periódico 'The Times' foi além e divulgou as cifras que podem envolver a renovação de contrato de Hamilton e Button com a escuderia de Woking. De acordo com a publicação londrina, os valores da extensão do vínculo de ambos com a McLaren até 2017, após o término do contrato válido até 2012, podem alcançar £ 100 milhões, cerca de R$ 258 milhões.


Fonte: Grande Prêmio

Alonso admite que Vettel está "fora do alcance" neste início de Mundial

Fernando Alonso reconheceu a superioridade de Sebastian Vettel neste início de temporada, mas ressaltou que a Ferrari mostrou melhoras em Sepang, principalmente no ritmo de corrida

Fernando Alonso reconheceu que Sebastian Vettel está fora do alcance neste momento do Mundial de F1. O espanhol da Ferrari afirmou que, mesmo confiante na melhora que a Ferrari apresentou em Sepang, é praticamente impossível chegar no alemão da Red Bull agora.

Vettel venceu as duas primeiras corridas do ano, enquanto a melhor colocação da Ferrari foi o quarto lugar de Alonso na Austrália. “Como já tínhamos visto na Austrália e na Malásia, nosso ritmo de corrida foi muito melhor do que na classificação”, declarou Alonso ao site da Ferrari.

“Em Sepang, tanto eu quanto Felipe (Massa) estávamos correndo com um ritmo bom o suficiente para chegar ao pódio, o que foi uma indicação importante. Obviamente, eu gostaria de lutar sempre pela vitória, mas, no momento, a Red Bull de Vettel está fora do alcance”, admitiu.

Alonso afirmou que ficou um pouco decepcionado por não ter terminado no pódio na Malásia, frisando que a posição seria ótima para o ânimo do time. “Infelizmente, as coisas não funcionam do jeito que queremos, e pagamos um preço muito elevado pela falha no sistema que aciona a asa traseira móvel.”

Para a etapa de Xangai, que acontece neste fim de semana, a Ferrari terá algumas atualizações, incluindo uma nova asa dianteira. “Nosso objetivo neste GP é semelhante ao da Malásia, ou seja, fazer o melhor na classificação e tentar explorar qualquer oportunidade que aparecer no nosso caminho durante a corrida”, finalizou.

Fonte: Warm Up

10 de abril de 2011

Alonso e Hamilton sofrem punições após a corrida

Espanhol da Ferrari não perde posições, mas inglês da McLaren cai para oitavo

A direção de prova anunciou pouco depois do GP da Malásia que Fernando Alonso e Lewis Hamilton foram punidos em 20 segundos.

Os dois pilotos duelavam pela terceira posição a 10 voltas do final.

O espanhol foi penalizado por ter causado o toque na roda traseira do inglês quando tentava o ultrapassar. Ele acabou com a asa dianteira quebrada.

Já Hamilton foi punido porque mudou de direção mais de uma vez na reta quando se defendia do piloto da Ferrari.

Alonso não perdeu nenhuma posição, mas Hamilton caiu de sétimo para oitavo. Kamui Kobayashi herda a posição do inglês.


Fonte: Tazio

Vettel lidera de ponta a ponta e Renault vai ao pódio

Button termina em segundo e pódio é completado por Nick Heidfeld

Sebastian Vettel foi o único dos pilotos a ter feito uma corrida estável, sem grandes riscos. O alemão liderou do início ao fim para vencer pela segunda vez na temporada.

A largada contou com a ousadia dos dois pilotos da Renault. Nick Heidfeld encontrou uma brecha na briga com as Ferraris e pulou de 6º para 2º. Vitaly Petrov foi de 8º para 5º.


Apesar das oscilações durante a prova, Heidfeld conseguiu passar Lewis Hamilton a quatro voltas do fim e ficou com a última vaga no pódio. Hamilton parou quatro vezes para troca de pneus e fez apenas a primeira perna com compostos macios, o que fez com que ele ficasse mais lento que os demais em boa parte da prova. O piloto da McLaren terminou em sétimo após largar em segundo.

Na ponta, Mark Webber começou mal. Fez a pior largada, caindo de 3º para 10º, e o pior início de prova dentre os primeiros colocados. Conseguiu se recuperar e cruzou a linha de chegada em quarto.


Assim como no classificatório, o grande temor das equipes não se concretizou: o GP da Malásia aconteceu com pista seca. No máximo, uma chuva fraca que durou poucas voltas.


GP da Malásia - Resultado da prova:

1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 56 voltas
2°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 3s2
3°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), a 25s0
4°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 26s3
5°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 36s9
6°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 37s2
7°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 49s9
8°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 1min06s4
9°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1min24s8
10°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1min31s5
11°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1 volta
12°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1 volta

13°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
14°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
15°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), a 1 volta
16°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), a 2 voltas


17°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), Abandonou
18°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), Abandonou
19°. Jérome D'Ambrosio (BEL/Virgin-Cosworth), Abandonou
20°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), Abandonou
21°. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), Abandonou
22°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), Abandonou
23°. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) Abandonou
24°. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), Abandonou


Fonte: Tazio

9 de abril de 2011

Pessimista, Massa afirma: 'Teremos de fazer uma corrida mais defensiva'

Após sétimo lugar no grid, brasileiro lamenta mau desempenho da Ferrari

Sétimo colocado no grid do GP da Malásia, Felipe Massa não escondeu a decepção com o mau desempenho da Ferrari no treino classificatório. O brasileiro lamentou largar tão atrás, mas encontrou um consolo pelo resultado ruim neste sábado: largar do lado limpo da pista, assim como Alonso, que sai em quinto.

- Definitivamente, não foi um treino classificatório tranquilo, especialmente se olharmos para os tempos dos quatro primeiros colocados. Lutamos com os outros, mas claramente, comparados aos melhores, teremos de fazer uma corrida mais defensiva no domingo. O quinto lugar era o melhor que poderíamos esperar no sábado, mas não consegui chegar lá porque não fiz uma volta perfeita. Pelo menos vou sair do lado limpo da pista - diz Massa.

O brasileiro acha que, com pista seca, as equipes serão obrigadas a fazer três ou quatro paradas nos boxes. Para ele, o grande problema da Ferrari na Malásia é a falta de pressão aerodinâmica.

- Do ponto de vista da estratégia, se ficar seco, podemos esperar três ou quatro pit stops. Se chover realmente, tudo pode acontecer e teremos de ficar alertas para qualquer eventualidade. Sabemos que precisamos de mais pressão aerodinâmica. Estamos trabalhando nisso, mas só conseguiremos lutar pelas primeiras posições quando evoluirmos neste aspecto.


Fonte: Globo

Vettel atribui pole do GP da Malásia ao uso do Kers no carro da Red Bull

Sebastian Vettel conquistou a 17ª pole de sua carreira neste sábado em Sepang. O piloto da Red Bull disse que o Kers foi fundamental para conseguir tempo suficiente para bater Lewis Hamilton e assegurar a posição de honra no grid

Apenas 0s104 separam os tempos de volta de Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, pole-position e segundo colocado no grid para o GP da Malásia. O atual campeão da Red Bull conquistou a 17ª pole de sua carreira nos segundos finais da classificação deste sábado (9) em Sepang e atribuiu a marca ao Kers do RB7. O piloto afirmou que sem o sistema de recuperação de energia cinética, nem ele, tampouco Mark Webber, o terceiro colocado, estariam na entrevista destinada aos três primeiros do grid.

Questinoado se o Kers desempenhou papel fundamental no seu rendimento em Sepang, Vettel não hesitou. “Eu diria que sim, definitivamente foi um fim de semana desafiador até à classificação”, afirmou o dono do carro de número 1.

O alemão comentou o rendimento do RB7 durante o fim de semana. Ao contrário do companheiro Webber, sempre entre os dois primeiros nos treinos livres, Sebastian foi mais discreto. Entretanto, o piloto deixou claro que sempre teve consciência do potencial do bólido no circuito asiático. “Eu fiquei feliz com o carro, mas nós jamais chegamos a um ritmo tão bom quanto esperávamos ontem e também nessa manhã, sabíamos o que tínhamos no carro, o principal era acreditar nele.”

Se a Red Bull já era forte sem o Kers, como aconteceu na Austrália há duas semanas, os taurinos são ainda competitivos com a bateria instalada perto do motor Renault. Vettel elogiou o trabalho desempenhado pelos funcionários da equipe que desenvolveram a peça, antes, apontada como ‘calcanhar de Aquiles’ do carro projetado por Adrian Newey.

“Fomos criticados da última vez por não correr com ele [o Kers] (na Austrália), viemos até aqui e resolvemos boa parte dos nossos problemas, e acho que se nós não o tivéssemos hoje, então nós não estaríamos aqui, nós dois. Então foi uma grande conquista, parabéns a esses caras. Trabalhamos juntos por isso e estamos satisfeitos”, congratulou.

Por fim, o germânico disse que não houve problema algum no carro que respondesse à pequena margem perante Hamilton, bem diferente do que aconteceu na definição do grid do GP da Austrália. “Não havia nenhum problema com o carro, nada quebrou. Só não foi bom, não fizemos as voltas que nós queríamos. Tivemos um pouco de tráfego, cometi erros, então, as coisas não vão bem. Mas agora, o foco está no amanhã”, concluiu. Fonte:

Grande Prêmio

Hamilton evita falar em decepção e vê McLaren mais perto da Red Bull

Segundo colocado no grid para o GP da Malásia, Lewis Hamilton destacou a melhora da McLaren com relação à rival Red Bull

Foi por muito pouco que Lewis Hamilton não desbancou a supremacia da Red Bull em classificações, mas mesmo perdendo a pole-position na classificação deste sábado (9) para o GP da Malásia, o inglês evitou falar em decepção. Hamilton preferiu destacar a aproximação da McLaren em Sepang, se dizendo orgulhoso pelo trabalho.

“Eu não acho que devemos ficar decepcionados. Nós fizemos um trabalho fantástico para estar acima da Red Bull”, declarou Hamilton na coletiva de imprensa após a formação do grid. “Estou orgulhoso por receber algumas peças novas este fim de semana, podemos ficar felizes com isso. Eu gostaria de estar na pole, mas esses caras ainda têm ligeira vantagem”, completou, referindo-se a Sebastian Vettel e Mark Webber.

“Temos diminuído a distância um pouco, pelo o que temos visto aqui. A volta não foi tão perfeita, tenho de melhorar isso”. Hamilton admitiu, em seguida, que já esperava por uma revanche da rival austríaca na classificação depois de ter liderado o último treino livre.

“A gente sempre espera que eles possam ter um pouco nas mãos, especialmente na última parte, na qual eles tendem a tirar algo da cartola e forçar o ritmo no final do Q3. Na minha volta, perdemos um pouco de tempo em uma curva, por isso não posso estar muito decepcionado”, concluiu.

Fonte: Grande Prêmio

Desanimado, Alonso revela o ponto fraco: 'Carro não é rápido o bastante'

Espanhol, no entanto, confia em um pódio na corrida de domingo na Malásia

Após o quinto lugar no grid do GP da Malásia,Fernando Alonso admitiu que a Ferrari precisa melhorar rapidamente para poder lutar por vitórias em breve. O espanhol chegou em um distante quarto lugar na Austrália, abertura da temporada 2011 e ficou quase um segundo atrás do pole Sebastian Vettel neste sábado. Ele disse que seu carro não é rápido o bastante.

- Os pneus são os mesmos para todos, por isso não acho que eles sejam um problema. O carro não é rápido o bastante. Atualmente, a aerodinâmica corresponde a 90% do desempenho do carro, por isso acho que esta é uma área em que precisamos fazer análises melhores. Alguém está fazendo um trabalho melhor no momento. Infelizmente não fomos velozes na Austrália e aqui de novo. Espero uma corrida difícil, mas vamos ver. É marcar o máximo de pontos - diz Alonso.

Apesar disso, o bicampeão da Fórmula 1 disse que está calmo com a situação atual da Ferrari. Alonso lembrou que o campeonato é muito longo e que a equipe ainda pode reagir.

- Estou muito otimista com as chances no campeonato. Acho que é uma temporada longa, com muitas corridas e tudo pode acontecer. No ano passado, tivemos dificuldades em algumas provs, como na Turquia, onde fiquei fora da superpole. Só que, uma semana depois, estava brigando pela pole em Mônaco. Precisamos estar concentrados. Temos de melhorar nas próximas corridas porque não somos rápidos o bastante no momento.

Alonso admitiu que não esperava estar tão bem no grid de largada. O espanhol disse que espera chegar no pódio na corrida deste domingo, no circuito de Sepang.

- Estávamos esperando mais problemas, talvez, e uma posição pior na classificação. Ficar em quinto, largar no lado limpo e com a corrida à frente é bom. Acho que, se terminarmos a corrida, estaremos no pódio.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Red Bull na frente: Vettel faz a pole do GP da Malásia

A briga entre Red Bull e McLaren foi apertada. Hamilton larga em segundo

Contrariando as preocupações, não choveu durante o treino classificatório para o GP da Malásia. A pista permaneceu seca com temperatura por volta dos 40ºC, a temperatura do ar ficou em torno de 30ºC.

Sebastian Vettel ficou com a pole position depois de uma disputa acirrada com as McLarens tanto de Jenson Button quanto de Lewis Hamilton. A dúvida que pairava no ar durante o treino classificatório era sobre quem estaria de fato escondendo o jogo.

O treino começou às 5h da manhã no horário de Brasília, com grande expectativa em torno desta disputa.


GP da Malásia - Grid de largada:

1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1min34s870
2°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 0s104
3°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 0s309
4°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 0s330
5°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 0s932
6°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), a 1s254
7°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1s381
8°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 1s454
9°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1s939
10°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 1s950
11°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), 1min37s035
12°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), 1min37s160
13°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), 1min37s347
14°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), 1min37s370
15°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), 1min37s496
16°. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), 1min37s528
17°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), 1min37s593
18°. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), 1min38s276
19°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), 1min38s645
20°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), 1min38s791
21°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), 1min40s648
22°. Jérome D'Ambrosio (BEL/Virgin-Cosworth), 1min41s001
23°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), 1min41s549
24°. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) 1min42s574

*107% do tempo do Q1: 1min43s516


Fonte: Tazio

7 de abril de 2011

Para Schumacher, chuva traria ares de loteria para GP da Malásia

Experiente, o heptacampeão disse que a maioria dos pilotos ainda não conhece os pneus de pista molhada

Experiente, o heptacampeão mundial Michael Schumacher crê que a esperada chuva na Malásia torne o GP local, que acontece neste domingo, uma “loteria”. Nesta quinta-feira, choveu forte em Kuala Lumpur, sede da corrida, e os pilotos já esperam ter de correr em pista molhada no fim de semana.

“Chega a corrida e você tem de tomar decisões, e nisso há um pouco de loteria. É difícil em termos de preparação porque eu não corri em pista molhada durante o inverno”, disse Schumacher, piloto da Mercedes, referindo-se aos testes de pré-temporada.

“Tivemos pista molhada em Barcelona, mas estava tão molhada que eu não consegui correr. Será uma experiência interessante se acontecer pela primeira vez no fim de semana. Eu não conheço as diferenças dos pneus intermediários para os de pista molhada, e este será o caso da maioria dos pilotos”, completou.

Schumacher também disse que, em caso de chuva muito forte, começar a prova com Safety Car na pista pode ser uma boa opção.


Fonte: Warm Up

Para Alonso, chuva tornará o fim de semana mais estressante

Espanhol da Ferrari espera que temperaturas mais altas na Malásia ajudem a Ferrari a ter melhor ritmo

Nesta quinta-feira, choveu na Malásia enquanto o espanhol Fernando Alonso falava com a imprensa pela primeira vez no local. De acordo com o piloto da Ferrari, este pode ser um fator que aumentaria ainda mais o trabalho das equipes até domingo.

“A chuva vai tornar o fim de semana mais estressante. Você precisa estar pronto para todas as eventualidades, e seria útil se surgisse na sexta a oportunidade de testar os pneus de pista molhada e os intermediários. Informações que colheremos depois de ver como esses pneus funcionam em altas temperaturas serão úteis, já que não fizemos isso nos testes de inverno”, disse Alonso.

O ferrarista evitou colocar nos pneus a culpa pelo mal desempenho da equipe na estreia. No GP da Austrália, Alonso foi o quarto colocado, enquanto seu companheiro, o brasileiro Felipe Massa, ficou em oitavo. “Se seu carro funciona corretamente, então ele tem de ser bom com pneus macios ou duros, em condições frias e quentes. Talvez o fato da corrida ter sido num dia mais quente tenha algo a ver com o fato de que nós tivemos um ritmo melhor domingo do que no sábado”, opinou o espanhol, que voltou a negar que a estreia da Ferrari tenha sido desastrosa.

“Fiquei em quarto, à frente de Button e Webber. Se quisermos melhorar para chegar ao pódio, teremos de fazer um trabalho melhor”, completou.


Fonte: Grande Prêmio

6 de abril de 2011

Alonso garante que ainda "há muita coisa por vir" na Ferrari este ano

Fernando Alonso afirmou que a Ferrari tem potencial para conseguir um resultado melhor na Malásia, destacando que é inútil fazer previsões para este fim de semana

Fernando Alonso está certo de que o GP da Austrália não mostrou o verdadeiro ritmo da Ferrari, afirmando que ainda há muita coisa por vir na equipe nesta temporada. O espanhol voltou a falar que o resultado em Melbourne não foi nenhum desastre, mas que a equipe pode melhorar ainda mais na Malásia, que recebe a segunda etapa da F1 neste fim de semana.

“Nós sabemos que temos de melhorar nosso desempenho, mas estamos cientes de que, no final, o resultado da corrida na Austrália não foi um desastre”, declarou Alonso no site da Ferrari. “Teremos algumas atualizações menores no carro, nada muito significativo, que possa ser a chave para darmos um salto em termos de desempenho”, salientou.

“Acredito que temos de ficar concentrados no nosso trabalho para entender como tirar todo o potencial do 150º Italia, e tenho certeza de que há muita coisa por vir. Antes de conseguir isso, é inútil fazer previsões sobre como o fim de semana vai ser. Nós apenas temos de enfrentar um dia de cada vez”, acrescentou o asturiano.

Em seguida, Alonso falou sobre as condições climáticas de Sepang, reconhecendo que a incerteza sobre o tempo é sempre uma preocupação a mais para as equipes. “O fato de o clima poder mudar tão rapidamente torna o trabalho de preparação mais estressante.”

“Você precisa estar preparado para qualquer eventualidade. Não é apenas um problema para nós, pilotos, mas afeta toda a equipe. Em alguns casos, você precisa estar preparado com um plano B ou C, ou até talvez um D, pensando em todos os cenários”, finalizou.

Fonte: Grande Prêmio

Räikkönen completa bateria de testes da Truck com Toyota em Gresham

Kimi Raikkonen deu suas primeiras voltas a bordo de um carro da Truck Series, um Toyota Tundra da equipe de Kyle Busch, no oval de meia-milha de Gresham, em Jefferson, na Geórgia


Antes da estreia oficial na Truck Series, em 20 de maio, no tradicional circuito oval de Charlotte, Kimi Räikkönen deu suas primeiras
voltas com um carro da categoria no começo desta semana no oval de meia-milha de Gresham, na Geórgia. O finlandês guiou um Toyota Tundra sem qualquer inscrição de patrocínio entre segunda (4) e terça-feira e teve sua primeira oportunidade de conhecer o trabalho da equipe de Kyle Busch.

Os testes ocorreram com portões fechados, e nem mesmo a imprensa teve acesso aos dados como tempo de volta, por exemplo. No entanto, de acordo com fontes da revista ‘Autosport’, Kimi correu desde a metade da manhã de segunda junto com seu novo patrão, que também completou algumas voltas em Gresham. Já na terça-feira, Räikkönen dividiu os boxes da equipe com o norte-americano Brian Ickler, que fez sua estreia na Truck Series em 2010.

Kyle Busch declarou à publicação no último sábado (2) em Martinsville que não há outros testes agendados para Räikkönen até que o piloto faça sua estreia em Charlotte no próximo mês. O piloto da Nascar também não confirmou oficialmente a quantidade de provas que o campeão mundial de F1 fará pela Truck Series em 2011. Kimi vai aproveitar a ausência no Rali da Itália e no Rali da Argentina para se preparar para seu debute no automobilismo norte-americano.

Fonte: Warm Up

5 de abril de 2011

Massa preocupado com excesso de ultrapassagens

Acionamento da asa móvel nas duas retas de Sepang pode facilitar demais a vida dos pilotos

Em se tratando de Fórmula 1, ouvir alguém dizer que está preocupado com o "excesso de ultrapassagens" é no mínimo curioso. Ultrapassagens não têm sido o forte da era atual.

Mas foi exatamente o que o brasileiro Felipe Massa fez ao comentar, em seu blog no site da Ferrari, o uso da asa móvel no GP da Malásia.

A FIA ainda não anunciou em quais setores da pista de Sepang o dispositivo poderá ser acionado e Massa justificou sua preocupação: "Pessoalmente, eu não tenho certeza se permitir o uso nas duas retas é a melhor opção porque eu acho que isso pode fazer com que ultrapassar seja fácil demais. Você tem que encontrar o equilíbrio entre dar chances de ultrapassagem e ter isso acontecendo em excesso".

"Em Sepang, uma reta se segue à outra e, se você estiver mais rápido que o carro da frente, pode nem tentar passá-lo na primeira reta, preocupando-se apenas em se aproximar o máximo possível para fazer a manobra na reta seguinte", completou.

Massa falou novamente sobre o descontentamento da Ferrari com o resultado na abertura da temporada, na Austrália, e frisou que as condições da Malásia são tão diferentes de Albert Park que certamente o desempenho será diferente.

Há preocupação também com o desempenho do carro com pneus de chuva: "É bem provável que tenhamos aquelas chuvas de fim de tarde e eu só testei um dia com os novos pneus na chuva, ou seja, não tenho como prever exatamente o comportamento dos pneus nestas condições", disse Massa. E completou: "O segredo em Sepang é estar pronto para tudo".

O ferrarista disse ainda que gostaria muito de poder ter um bom resultado no GP da Malásia para que pudesse dedicá-lo a Gustavo Sondermann, morto em acidente durante a etapa da Copa Montana no domingo.


Fonte: Tazio

Acordo de Räikkönen na Nascar prevê pagamento de US$ 100 mil por corrida

De acordo com o jornal canadense 'Rue Frontenac', Kimi Räikkönen vai precisar pagar US$ 100 mil dólares a Kyle Busch toda vez que disputar uma etapa da Truck Series

O acordo entre Kimi Räikkönen e Kyle Busch, que trouxe o finlandês para a Nascar, tem uma cláusula principal: toda vez que o ex-piloto de F1 disputar uma corrida terá que pagar US$ 100 mil para o patrão, é o que revela o jornal canadense ‘Rue Frontenac’. Em troca, Busch deverá oferecer equipamento de qualidade para o novo contratado.

A publicação explica que esse tipo de negócio foi inspirado na contratação de Jacques Villeneuve pela extinta equipe de Bill Davis, em 2007. Para atrair possíveis patrocinadores visando correr Nascar no ano seguinte, o canadense primeiro participou de sete etapas na Truck Series, ostentando as cores do Unicef. Na ocasião, entretanto, a tática não deu certo e Villeneuve abandonou a categoria americana depois de apenas duas etapas no ano seguinte.

O periódico diz ainda que Räikkönen deve participar de três a cinco etapas em 2011 sendo que a estreia está marcada para o dia 20 de maio, em Charlotte com o objetivo de atrair investidores para disputar a Nationwide ou até mesmo a divisão principal já em 2012.

Antes de fechar com Kyle Busch, o jornal afirmou que o próprio finlandês bateu de porta em porta nas equipes da Truck Series, mas que optou pelo time do piloto da Sprint Cup. “Raikkonen tentou arrumar uma vaga em um grande número de equipes, mas nós ganhamos a guerra”, afirmou o piloto do carro número 18.


Fonte: Grande Prêmio

Chefe da RBR garante: seria difícil ter Vettel e Hamilton na mesma equipe

Christian Horner afirma que, como companheiros, pilotos causariam o mesmo tipo de tensão ocorrida entre Hamilton e Alonso, na McLaren

O chefão da RBR, Christian Horner, voltou a minimizar as chances da equipe austríaca contratar Lewis Hamilton, da McLaren. Desta vez, o dirigente não economizou nas palavras e disse que seria um desastre colocar o britânico e Sebastian Vettel no mesmo time. Para Horner, tornar os pilotos companheiros de equipe causaria o mesmo tipo de tensão ocorrida entre Hamilton e Fernando Alonso, na época em que o espanhol corria pela McLaren, em 2007.

- É difícil ver como você poderia ter dois pilotos do calibre de Lewis e Sebastian sob um mesmo teto. Há uma tendência a "fogos de artifício", como vimos com Alonso e Lewis. Então, nós estamos muito felizes com a dupla que temos e vamos ver como as coisas evoluem - garantiu Horner.

No mês passado, o chefe da RBR já havia dito que não pensa em mudar sua dupla de pilotos. Nesta terça-feira, questionado novamente sobre uma nova formação, explicou que Hamilton e Vettel estão em estágios muito próximos de suas carreiras, enquanto a atual dupla de pilotos da escuderia, Vettel e Webber, apresentam padrões diferentes e se complementam.

- Você tem uma diferença de 11 anos de experiência entre Vettel e Webber, e essa diferença de vida é muito valiosa - afirmou Horner à revista inglesa "Autosport".


Fonte: GLOBOESPORTE.COM

2 de abril de 2011

Truck Series: equipe de Kyle Busch anuncia contratação de Räikkönen

Kimi Räikkönen irá disputar pelo menos três corridas da temporada 2011 da Truck Series pela equipe de Kyle Busch. O ex-piloto de F1 será companheiro do patrão e estreia no dia 20 de maio


A equipe de Kyle Busch na Nascar Truck Series anunciou neste sábado (2) a contratação de Kimi Räikkönen para a temporada 2011 da categoria. O finlandês irá disputar algumas provas ao longo do ano e tem a estreia marcada para o dia 20 de maio, em Charlotte, quando será companheiro de equipe do próprio patrão.

Busch se disse muito empolgado em ter sido escolhido pelo ex-piloto da Ferrari para fazer as primeiras etapas na Nascar. “Nós estamos honrados em ver que Kimi Räikkönen, um campeão mundial de F1, escolheu a KBM para iniciar a carreira na Nascar”, declarou.

O americano acrescentou dizendo estar comprometido em ajudar Kimi na transição para os carros de turismo. “Adicionar um dos mais talentosos pilotos do mundo é continuar a construir um time capaz de vencer corridas e campeonatos e eu estou pronto para ajudar Kimi na transição para a Nascar tanto como dono de equipe quanto como companheiro”, afirmou.

O campeão da temporada 2007 da F1 explicou que o fato de Busch ser um dos melhores da categoria o motivou a acertar com o time do piloto na Truck Series. “Eu estou realmente animado em ter a oportunidade de iniciar minha aventura na Nascar pela equipe de Kyle Busch. Ele é um dos melhores na Nascar e poder aprender com o conhecimento dele será fundamental na minha transição para essa nova forma de correr”, revelou.

Normalmente contido, Kimi não poupou elogios ao novo patrão. “Ele montou um experiente time capaz de construir trucks muito rápidos. Eu não vejo a hora de poder fazer parte desse time que já se mostrou um vencedor dentro e fora das pistas”, exaltou.

Räikkönen deve participar de pelo menos três etapas em 2011, correndo sempre pela equipe de Busch. Ao mesmo tempo, o finlandês segue competindo no WRC, onde deverá pular as etapas do Rali da Sardenha e do Rali da Argentina, conforme já havia anunciado no início do ano. A equipe Ice1, do próprio Kimi, segue apenas no rali, enquanto Foster Gillett, especulado como um eventual parceiro do piloto, não foi mencionado pelo time de Kyle Busch.

Fonte: Prêmio