10 de julho de 2011

"Fiscais vão me chamar", brinca Hamilton após incidente com Massa

Lewis Hamilton, da McLaren, fez uma boa corrida após largar em décimo e chegar em quarto. O inglês lutou com Felipe Massa pela posição até o final, e os pilotos chegaram a se tocar. Hamilton brincou que os comissários de prova com certeza o chamariam para explicações

Se na classificação de sábado Lewis Hamilton, da McLaren, mostrou-se pouco competitivo, no GP da Inglaterra deste domingo (10) o piloto voltou a mostrar suas qualidades em pista molhada. Hamilton fez boa prova de recuperação e recebeu a bandeira quadriculada na quarta colocação, e poderia ter feito mais se não fosse a ordem da equipe para economizar combustível, sob a ameaça de uma pane seca. Após travar intenso duelo com Felipe Massa no fim da prova, quando ambos chegaram a se tocar, o britânico ironizou ao dizer que fatalmente seria chamado pelos comissários em Silverstone.

Correndo em casa, o britânico começou a prova em Silverstone com uma excelente largada e alcançando a quinta posição já na segunda volta. Hamilton chegou a completar algumas voltas em segundo, após a segunda janela de pit-stops. No entanto, perdeu a posição para Sebastian Vettel, da Red Bull, durante a terceira entrada dos pilotos nos boxes. Após a McLaren avisá-lo de que teria que economizar combustível, Hamilton foi obrigado a diminuir o ritmo e ver o companheiro de Vettel, Mark Webber, ultrapassá-lo sem dificuldades.

Em entrevista, o piloto comentou sobre o problema enfrentado. “Infelizmente, com mais ou menos 21 voltas para o final, tive que salvar combustível, massivamente”, explicou. “Então, tive que ceder minha posição para Webber”, lamentou. Em quarto, o campeão de 2008 viu Felipe Massa, da Ferrari, aproximar-se para tentar conquistar sua posição. Os dois travaram uma batalha que durou até a bandeirada final, com vantagem para o inglês.

“Na última volta, eles disseram ‘ok, agora você pode acelerar’ e eu agradeci, depois de ter deixado Massa se aproximar. Mas eu não ia perder minha posição para ele, de jeito nenhum”, declarou um competitivo Hamilton. A disputa travada entre os dois foi tão acirrada que os pilotos acabaram se tocando na última volta. Enquanto o próprio Massa, que acabou escapando da pista após o choque, considerou o acidente como “de corrida”, falou-se na possibilidade de Hamilton, mais uma vez, ser chamado pelos comissários de prova para se explicar.

O inglês então brincou que até esperava pelo chamado da torre dos comissários, após ter se envolvido em diversas polêmicas nas últimas corridas. “Eu tenho tipo um cartão ‘platinum’ para os comissários, então espero encontrar com eles”, ironizou. “Na verdade, vou daqui direto para a torre, pode esperar”, finalizou.


Source: Grande Prêmio

Massa minimiza toque com Hamilton e acredita em melhora da Ferrari

Felipe Massa minimizou toque com Lewis Hamilton na disputa pela quarta colocação e disse esperar que Ferrari seja mais competitiva na segunda metade do campeonato

Felipe Massa protagonizou uma bela disputa com Lewis Hamilton valendo a quarta colocação no GP da Inglaterra, realizado neste domingo (10), em Silverstone. Durante a briga, vencida pelo piloto da McLaren, Massa e Hamilton se tocaram, mas o representante da Ferrari disse nada passou de um incidente de corrida.

“Não há nada para dizer, realmente. Eu estava perto de Lewis seguindo para a última curva. Ele por dentro, eu por fora, e eu freei depois dele e fui capaz de contornar a curva um pouco à frente dele. Ele me tocou um pouco, mas não acho que foi algo errado”, garantiu Felipe. “Na última curva, tive de fazer uma alteração e ele foi capaz de colocar o carro por dentro. Ele tinha melhor aderência e conseguiu terminar na frente, não sei por qual diferença”, disse o sexto colocado do Mundial, 152 pontos atrás do líder Sebastian Vettel.

Quando questionado se gostou de disputar posição com Hamilton no final da prova, Massa disse que preferia ter vencido a disputa. “Bem, não porque eu terminei atrás dele, mas para vocês, acho que foi bom. Mas você quer sempre terminar à frente”, afirmou.

A corrida deste domingo marcou o aniversário de 60 anos da primeira vitória da Ferrari na F1 e a escuderia levou uma série de atualizações para a nona etapa do campeonato. Os novos itens surtiram efeito e Fernando Alonso pôde comemorar a primeira vitória do time no ano. Massa celebrou o avanço e disse esperar que os italianos possam ser mais competitivos na segunda metade do campeonato.

“Espero que estejamos melhores na segunda parte da temporada e que sejamos mais competitivos, especialmente em comparação com a Red Bull”, torceu o brasileiro. “Nesta etapa, a classificação foi bastante apertada, e na corrida, Fernando foi melhor do que eles. Eu não pude ser, mas foi bom para a equipe, e espero que continue assim e que lutemos com eles a partir de agora e até o fim”, finalizou Felipe.

Fonte: Grande Prêmio

Vettel perde vitória após erro da Red Bull, mas atesta evolução da Ferrari

Sebastian Vettel, da Red Bull, liderava a corrida deste domingo (10) em Silverstone quando sua equipe se atrapalhou no pit-stop, mandando-o de volta à pista na terceira colocação. O alemão completou o GP da Inglaterra em segundo lugar, atrás de Fernando Alonso, da Ferrari

Não foram as mudanças no regulamento que impediram mais uma vitória de Sebastian Vettel, da Red Bull, nesta temporada. No GP da Inglaterra deste domingo (10), o alemão foi ultrapassado nos boxes por Fernando Alonso, da Ferrari, graças a um raro erro da equipe rubrotaurina durante o pit-stop do piloto.

Vettel, que saiu em segundo para a corrida em Silverstone, rapidamente conquistou a primeira colocação, ultrapassando o companheiro de equipe Mark Webber logo na largada. Com a pista livre, começou a abrir distância para os outros pilotos e se manteve na dianteira até o momento em que foi chamado para o segundo pit-stop, na 27ª volta. O alemão entrou nos boxes junto com Alonso, então segundo colocado. Mas a Red Bull teve problemas para trocar os pneus de seu piloto e mandou Vettel de volta para a pista na terceira posição, atrás de Alonso e também de Lewis Hamilton, da McLaren.

Na entrevista coletiva após a corrida, o atual líder do campeonato lamentou o problema. “Difícil saber quanto perdemos, mas foi muito, tivemos dificuldades na retomada”, afirmou Vettel, que via Alonso abrir grande vantagem enquanto não conseguia ultrapassar Hamilton. “Estava atrás de Fernando e Hamilton. Consegui me aproximar, mas não funcionou”, continuou o piloto, que só conseguiu passar pelo inglês durante a terceira janela de pit-stops.

“Apesar da largada brilhante, não tive o mesmo desempenho na corrida, alguns erros fizeram com que a gente não se acertasse”, avaliou Vettel, que até o final da corrida não conseguiu se aproximar de Alonso a ponto de ameaçá-lo. “A Ferrari foi mais rápida que nós, temos visto nas últimas corridas que ele têm se aproximado”, reconheceu. “O carro deles melhorou e isso mostra que temos que continuar trabalhando”, concluiu.

Vettel ainda é o líder do campeonato com larga vantagem para Webber, agora o segundo colocado. O alemão conta com 204 pontos, 80 a mais que seu colega de Red Bull.


Fonte: Grande Prêmio

Alonso vê Ferrari perto da Red Bull e fala: "Cada corrida será uma final"

Fernando Alonso conseguiu sua 27ª vitória na F1, igualou marca de Jackie Stewart e disse que Ferrari seguirá pressionando a Red Bull, pois esta é sua única chance no campeonato

Fernando Alonso conquistou neste domingo (10), no GP da Inglaterra, em Silverstone, a primeira vitória da Ferrari na temporada 2011 da F1 e o seu 27º triunfo na categoria, igualando a marca de Jackie Stewart. Após a corrida, o espanhol exaltou a importância de completar a prova inglesa para não perder as poucas chances que lhe restam na disputa pelo título do Mundial. O asturiano, empolgado com a aproximação da Ferrari em relação à Red Bull, ocupa agora a terceira colocação da temporada, 92 pontos atrás do líder Sebastian Vettel. Fazendo menção ao futebol, o bicampeão do mundo entende que cada corrida até o fim da temporada será “como uma final”.

“Eu vim fazer a parada junto com o Sebastian achando que ia assumir a liderança, mas eu não sabia o que estava acontecendo com o Hamilton e o Mark”, disse Alonso. “Quando eu saí dos boxes eu estava liderando e cheguei a abrir uma boa distância”, contou.

Alonso, que começou a prova com pneus intermediários, afirmou que no inicio da corrida notou os compostos sofrendo com as condições da pista, mas disse que o problema foi resolvido no pit-stop.

“A corrida teve condições diferentes, com algumas partes molhadas outras secas, a gente começou com os pneus intermediários, depois vimos que eles estavam lutando um pouco com a pista”, falou o piloto da Ferrari. “Sabemos que era uma corrida em que era importante manter o carro na pista e não cometer erros. Eu sabia que se não cometesse nenhum erro eu poderia lutar pela vitória”, afirmou.

Alonso, que diminuiu a diferença para Vettel em sete pontos, exaltou o rendimento da 150º Itália e garantiu que, de agora em diante, todas as etapas serão como uma final.

“Graças ao KERS e ao desempenho do carro eu consegui atacar a Red Bull e acho que a partir de agora faremos sempre isso”, disse. “Atacaremos como se fosse uma final, porque nossas chances são poucas. Temos uma expectativa de vitória menor com o desempenho do Vettel. Então precisamos ser muito agressivos”, avaliou o bicampeão.

A vitória de Alonso acontece em meio às comemorações da primeira vitória da Ferrari na F1, que aconteceu em Silverstone, em 1951. Na manhã de hoje, Fernando guiou o carro usado pelo argentino José Froilán González na corrida.

“É um evento especial para todo piloto que compete na F1. Nós conhecemos a história desta corrida, é um GP especial e eu tive o privilégio de dirigir o carro de Froilán González, que obteve a primeira vitória da Ferrari na F1”, finalizou.

Fonte: Grande Prêmio

Red Bull vacila no box, e Alonso vence a 1ª na temporada

Fernando Alonso conquistou sua primeira vitória em 2011

O GP da Inglaterra parecia caminhar para mais uma vitória tranquila de Sebastian Vettel na temporada da Fórmula 1 neste domingo. Entretanto, a Red Bull, equipe do piloto alemão, vacilou em um pit stop e permitiu que o espanhol Fernando Alonso, da Ferrari, assumisse a liderança e vencesse sua primeira prova em 2011.

A Vettel, que continua tranquilo na liderança da temporada - agora com 204 pontos -, restou a segunda colocação, seguido por seu companheiro de equipe, o australiano Mark Webber, que ainda tentou ultrapassar o alemão na última volta.

Já o brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, ficou com a quinta posição, apesar de ter disputado a quarta colocação até a linha de chegada com o inglês Lewis Hamilton, da McLaren. O também brasileiro Rubens Barrichello, da Williams, foi o 13º colocado.

Esta foi a primeira vitória de Alonso desde o GP da Coreia do Sul, em outubro de 2010. Além disso, o espanhol chega ao seu 27º triunfo na Fórmula 1, que o coloca na quinta posição entre os maiores vencedores da categoria, ao lado do britânico Jackie Stewart.

No Mundial de pilotos, Vettel lidera com 204 pontos, seguido por Mark Webber, com 124 pontos. Fernando Alonso está na terceira posição com 112 pontos, três a mais do que os ingleses da McLaren, Lewis Hamilton e Jenson Button. A próxima prova da F1 será o Grande Prêmio da Alemanha, marcado para o dia 24 de julho.


Confira o resultado do GP da Inglaterra:

1º) Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1h28min41s194
2º) Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - a 16s511
3º) Mark Webber (AUS)/Red Bull) - a 16s947
4º) Lewis Hamilton (ING/McLaren) - a 28s986
5º) Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 29s010
6º) Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 1min00s665
7º) Sergio Perez (MEX/Sauber) - a 1min05s590
8º) Nick Heidfeld (ALE/Renault) - a 1min15s542
9º) Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 1min17s912
10º) Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - a 1min19s108
11º) Adrian Sutil (Force India) - a 1min19s712
12º) Vitaly Petrov (RUS/Renault) - a 1min20s600
13º) Rubens Barrichello (BRA/Williams) - a uma volta
14º) Pastor Maldonado (VEN/Williams) - a uma volta
15º) Paul di Resta (ESC/Force India) - a uma volta
16º) Timo Glock (ALE/Virgin) - a duas voltas
17º) Jerome D'Ambrosio (BEL/Virgin) - a duas voltas
18º) Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania) - a duas voltas
19º) Daniel Ricciardo (AUS/Hispania) - a três voltas

Não completaram

Jenson Button (ING/McLaren)
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber)
Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso)
Jarno Trulli (ITA/Lotus)
Heikki Kovalainen (FIN/Lotus)

Fonte: Terra

9 de julho de 2011

Vídeo: Entrevista com Sebastian Vettel para a BBC após a Classificação do GP da Inglaterra 2011

Sebastian Vettel larga em segundo no grid atrás de seu companheiro de equipe Mark Webber no Grande Prêmio da Inglaterra 2011



Fonte: SixtyBuckss

Massa comemora evolução do carro da Ferrari em Silverstone

Quarto colocado no grid do GP da Inglaterra, Felipe Massa elogiou as atualizações desenvolvidas pela Ferrari para a 150º Italia. O brasileiro admitiu que falhou na fase decisiva da classificação, mas entende que tem carro competitivo para a disputa da corrida

Felipe Massa ficou muito satisfeito com o resultado na sessão classificatória deste sábado (9) em Silverstone. O brasileiro coroou o bom desempenho obtido em todo o fim de semana na Inglaterra com a conquista da quarta colocação do grid de largada da nona etapa do Mundial, ficando atrás apenas do duo da Red Bull — Mark Webber e Sebastian Vettel —, e do companheiro de Ferrari, Fernando Alonso. Apesar do erro cometido no Q3, Felipe fez um balanço positivo do treino e celebrou a evolução alcançada pela escuderia de Maranello.

“Eu diria que foi uma boa classificação para nós: estar em terceiro e quarto no grid é um bom resultado, especialmente quando comparado com alguns sábados no início da temporada”, lembrou o brasileiro, que admitiu ter falhado na última fase da classificação. “Não obtive uma boa volta no começo do Q3, cometi alguns erros. Pensei que pudesse compensar isso na minha segunda volta, mas a chuva apareceu e isso não foi mais possível”, lastimou.

Felipe entende que tão importante quanto andar mais próximo do ritmo dos carros da Red Bull é poder bater Lewis Hamilton e Jenson Button na classificação. “O quarto lugar é positivo, especialmente porque eu fui capaz de manter os dois carros da McLaren atrás de mim. Pelo que nós podemos ver, o carro parece competitivo.”

O sexto lugar no Mundial de Pilotos exibiu preocupação com a falta de tempo para testar a 150º Italia em condições de corrida e disse que vai para o GP sem saber o que esperar. “Claro que não andamos muito, especialmente com tanque cheio e em termos de como os pneus vão se comportar em um longo trecho. Será um pouco como uma corrida no escuro, com a luz aparecendo durante a corrida.”

Felipe endossou o discurso de Alonso e afirmou que a evolução alcançada pela Ferrari é resultado das atualizações desenvolvidas no carro, e não tem relação com a polêmica mudança na regra do difusor escapamento. “Queria dizer que o progresso que fizemos em comparação com os outros se deve mais às atualizações que trouxemos. De forma que isso pode explicar o fato de que, pela primeira vez neste ano, fomos capazes de gerenciar os pneus duros da maneira correta”, finalizou.

Fonte: Grande Prêmio

Button, quinto, reclama das várias mudanças nas regras em Silverstone

A dupla da McLaren não fez uma boa classificação neste sábado (9) em Silverstone. Jenson Button, em quinto, culpou as recentes mudanças no regulamento do uso do difusor aquecido. “Não é apenas apertar um botão que as coisas mudam”, reclamou. Lewis Hamilton ficou em décimo

A McLaren, que nas últimas corridas demonstrava ser a equipe mais próxima da dominante Red Bull, teve atuação discreta na classificação deste sábado (9) em Silverstone. Correndo em casa, seus pilotos Jenson Button e Lewis Hamilton vão largar apenas das quinta e décima posições, respectivamente. Não é possível afirmar com certeza o motivo do desempenho aquém do esperado, mas Button já parece ter achado culpados: as bruscas mudanças de regulamento que ocorreram nos últimos dias.

Em entrevista, o inglês mostrou-se irritado com os mandos e desmandos nas regras. “Hoje foi um dia bem confuso. O equilíbrio do carro não estava muito bom, e é sempre difícil quando você descobre no último minuto no que está correndo: não é apenas apertar um botão que as coisas mudam”, apontou. “Para alguns times, as mudanças no regulamento ajudaram; mas outros foram prejudicados. Então imagino que o quinto lugar é ok, perto do que passamos nos últimos dias. Com sorte, poderemos lutar com os ponteiros na corrida em nosso país”, completou o piloto, frustrado.

Hamilton, seu companheiro de equipe, também declarou estar desapontado. No entanto, o inglês mais novo apontou dificuldades com os compostos usados por ele no Q3. “É decepcionante ter terminado tão atrás. Para o Q3, usamos pneus usados para a nossa volta, enquanto os outros correram com novos, o que prejudicou nosso desempenho”, explicou.

No entanto, o piloto espera melhorar seu desempenho logo na largada do GP da Inglaterra de domingo. “Acredito que tem alguns pilotos mais lentos que eu na minha frente, então farei meu melhor para progredir logo no início, mesmo que as ultrapassagens aqui sejam difíceis”, concluiu Hamilton.

Fonte: Grande Prêmio

Webber diz que pole não é resposta da Red Bull à polêmica do difusor

Mark Webber afirmou após o treino classificatório que a pole-position conquistada para o GP da Inglaterra não é uma resposta da Red Bull à confusão dos difusores aquecidos. O australiano ressaltou ainda que a atuação da equipe é fruto de um trabalho de muitos anos

De nada adiantou a decisão da FIA de banir o uso do difusor aquecido. Nem mesmo a confusão desta manhã com as novas determinações da entidade sobre as limitações no uso do equipamento conseguiu tirar a Red Bull da primeira fila do circuito de Silverstone. Mark Webber cravou a pole-position para o GP da Inglaterra, seguido por seu companheiro Sebastian Vettel. Após o treino, o australiano disse que a pole não é uma resposta da equipe dos energéticos à confusão organizada pela FIA.

“Não, não é. Não estamos procurando responder nada”, garantiu o piloto. “O que precisa ser reiterado é que nossa equipe chegou muito, muito cedo e saiu muito, muito tarde. Todo time trabalha duro, mas este time trabalha incrivelmente duro”, ressaltou, destacando o comprometimento da equipe.

Webber fez questão de elogiar o trabalho da Red Bull, e afirmou que o bom desempenho apresentado pelo time não é fruto de ações recentes. “O que está acontecendo nos últimos meses não é o que nós fizemos nos últimos meses. São anos de trabalho que nos colocaram nessa posição”, falou. “Nós vimos hoje que ainda estamos bem, mas independente dos tempos de volta, é uma interpretação das regras e princípios. Se estamos na pole ou em décimos, a equipe continuará a se posicionar por aquilo que é correto. Não é uma réplica ao que aconteceu hoje”, assegurou o terceiro colocado no Mundial de Pilotos. “Acho que o time lidou com isso muito bem, Seb e eu nos concentramos em dirigir”, disse Webber, se referindo aos problemas desta manhã. “Não é nada novo para o nosso time – ajuste na altura, asa dianteira e nada novo. Nós sempre temos uma coisa nova para falar”, explicou.

O titular da Red Bull afirmou esperar uma solução rápida para a questão dos difusores aquecidos e demonstrou preocupação no entendimento que o público da F1 tem deste problema. “Vamos esperar que todos possam chegar a um acordo, até pelos fãs que não conseguem entender 0,1% do que está acontecendo”, encerrou.


Fonte: Grande Prêmio

Webber desbanca Vettel e faz pole na Inglaterra

Mark Webber fez a pole position, seguido de Vettel e Alonso, respectivamente

O australiano Mark Webber, da Red Bull, impediu a quarta pole position seguida (a oitava na temporada) de seu companheiro de equipe, Sebastian Vettel, na Fórmula 1. Neste sábado, diante de um tempo instável, no treino classificatório para o GP da Inglaterra, Webber cravou o melhor tempo (1min30s399) e, assim, largará da primeira posição de uma corrida pela segunda vez no ano (saiu na frente também no GP da Espanha).

Vettel, líder da temporada e dono de sete pole positions até o momento, largará em segundo (1min30s431), logo à frente dos pilotos da Ferrari: o espanhol Fernando Alonso (terceiro com 1min30s516)) e o brasileiro Felipe Massa, quarto colocado com 1min31s124 e que chegou a liderar o Q2.

A Red Bull consegue a dobradinha mesmo após ter sido "prejudicada" pelo regulamento da prova, que a fez ficar com certa desvantagem no uso do difusor soprado, em decisão anunciada momentos antes do início do treino qualificatório. Mesmo com a medida, o time austríaco mostrou superioridade principalmente com Webber, que liderou a maior parte dos treinos livres.

O brasileiro Rubens Barrichello, da Williams, parou no Q2 e largará da 15ª colocação, enquanto seu companheiro de equipe, o venezuelano Pastor Maldonado, passou para o Q3 e conquistou a sétima posição do grid de largada.

A surpresa do treino ficou por conta do escocês Paul Di Resta, da Force India, que marcou 1min34s472 para ficar com a sexta posição do grid. Já a McLaren apresentou um desempenho irregular no treino deste sábado: o inglês Jenson Button fez o quinto melhor tempo, enquanto o seu compatriota Lewis Hamilton foi apenas o décimo colocado.

O alemão Michael Schumacher, por sua vez, não conseguiu repetir o bom desempenho dos treinos livres e, com 1min32s656, ficou apenas com a 13ª colocação. Compatriota e companheiro do heptacampeão na Mercdes, Nico Rosberg largará da nona posição com 1min32s209.

Confira o grid de largada do GP da Inglaterra:

1º) Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min30s399
2º) Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min30s431
3º) Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1min30s516
4º) Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min31s124
5º) Jenson Button (ING/McLaren) - 1min31s898
6º) Paul di Resta (ESC/Force India) - 1min31s929
7º) Pastor Maldonado (VEN/Williams) - 1min31s933
8º) Kamui Kobayashi (JAP/Sauber) - 1min32s128
9º) Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1min32s209
10º) Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min32s376

Q2
11º) Adrian Sutil (Force India) - 1min32s617
12º) Sergio Perez (MEX/Sauber) - 1min32s624
13º) Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1min32s656
14º) Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1min32s734
15º) Rubens Barrichello (BRA/Williams) - 1min33s119
16º) Nick Heidfeld (ALE/Renault) - 1min33s805
17º) Heikki Kovalainen (FIN/Lotus) - 1min34s821

Q1
18º) Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - 1min35s245
19º) Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - 1min35s749
20º) Timo Glock (ALE/Virgin) - 1min36s203
21º) Jarno Trulli (ITA/Lotus) - 1min36s456
22º) Jerome D'Ambrosio (BEL/Virgin) - 1min37s154
23º) Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania) - 1min37s484
24º) Daniel Ricciardo (AUS/Hispania) - 1min38s059

Fonte: Terra

8 de julho de 2011

Para Hamilton, Vettel não será o 'novo Schumacher' da Fórmula 1

Inglês da McLaren não acredita em domínio da RBR por muito tempo. Para ele, outras equipes são fortes e têm as mesmas chances de vencer

Lewis Hamilton se diz convencido de que Sebastian Vettel não vai dominar o mundo da Fórmula 1 da mesma forma que Michael Schumacher fez há quase dez anos. O atual piloto da Mercedes, heptacampeão da categoria, teve uma sequência de cinco títulos mundiais entre 2000 e 2004. Durante esse período, o alemão somou 48 vitórias. Atual campeão mundial, Vettel, com seis triunfos em oito corridas na temporada 2011, já está sendo considerado o sucessor do veterano Schumi.

No entanto, Hamilton insiste que não e garante que muitas outras equipes, cedo ou tarde, vão lutar contra Vettel e a RBR.

- Não acho que isso vá acontecer. Na era Schumacher, era outra outra situação, havia muito mais. Estamos em tempos diferentes, as regras estão mudando o tempo todo. Está claro que a RBR é um time forte, mas temos muitas outras fortes, como a Renault, a Mercedes, a Williams - comentou o piloto da McLaren, se referindo às mudanças que vão ocorrer ao longo dos próximos dois anos e que podem parar o domínio da revelação alemã e da equipe austríaca na F-1.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Massa lidera em pista molhada, mas Webber é o mais rápido do dia

Brasileiro conseguiu melhor tempo da segunda sessão com cronômetro já zerado

O piloto Felipe Massa, da Ferrari, foi o mais rápido da segunda sessão de treinos livres para o Grande Prêmio da Inglaterra, realizada na manhã desta sexta-feira. O brasileiro brilhou sobre a pista molhada e cravou o tempo de 1min49s967.

A marca, porém, não foi suficiente para que Massa terminasse o dia como o mais rápido. Na primeira atividade, quando as condições de pista eram melhores, o australiano Mark Webber, da Red Bull, fechou a melhor volta em 1min46s603 e não foi superado na segunda sessão.

Depois de uma primeira sessão com tempo instável, a chuva caiu forte no segundo treino livre em Silverstone. Os pilotos aguardaram a melhora das condições nos boxes e só começaram a cravar voltas cronometradas após 50 minutos. A dupla da Toro Rosso e Michael Schumacher, da Mercedes, se revezaram no primeiro lugar.

Já os carros das equipes que lideram o campeonato só surgiram na pista a 15 minutos do fim. Mark Webber levou a Red Bull ao topo logo em uma de suas primeiras voltas, com o tempo de 1min52s587. A menos de dois minutos do fim, porém, vários pilotos passaram a superar a marca.

O alemão Nico Rosberg, da Mercedes, deu mostras de que fecharia a atividade em primeiro ao cravar 1min50s744, mas Massa, já com o cronômetro zerado, conseguiu seu excelente tempo e ganhou confiança para o treino classificatório de sábado e a corrida de domingo.


Confira os tempos do segundo treino livre:

1. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min49s967
2. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1min50s744
3. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber) - 1min51s395
4. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min51s438
5. Jenson Button (ING/McLaren) - 1min51s518
6. Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1min51s738
7. Paul di Resta (ESC/Force India) - 1min51s781
8. Rubens Barrichello (BRA/Williams) - 1min51s992
9. Sergio Perez (MEX/Sauber) - 1min52s169
10. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - 1min52s189
11. Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1min52s198
12. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1min52s325
13. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus) - 1min52s578
14. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min52s587
15. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1min52s869
16. Nick Heidfeld (ALE/Renault) - 1min54s023
17. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - 1min54s274
18. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min54s545
19. Jerome D'Ambrosio (BEL/Virgin) - 1min54s714
20. Pastor Maldonado (VEN/Williams) - 1min55s155
21. Jarno Trulli (ITA/Lotus) - 1min55s155
22. Timo Glock (ALE/Virgin) - 1min55s549
23. Daniel Ricciardo (AUS/Hispania) - 1min55s828
24. VitanTonio Liuzzi (ITA/Hispania) - 1min56s037

Fonte: Terra

7 de julho de 2011

Massa ignora boatos e afirma que pressão é normal por estar na Ferrari

Felipe Massa ignorou os boatos de que poderia ser substituído por Jenson Button ou Mark Webber na Ferrari e afirmou que a pressão é normal por ser um piloto da equipe italiana

Felipe Massa é titular da Ferrari desde 2006 e constantemente vê seu nome envolvido em boatos sobre uma eventual saída da equipe italiana. Desde o início da temporada, Nico Rosberg, da Mercedes, Mark Webber, da Red Bull, e Jenson Button, da McLaren, foram os nomes especulados para o lugar do brasileiro. Alheio aos rumores, Massa admitiu que estar em uma equipe grande gera uma série de especulações, mas disse que a pressão que recebe é normal para o cargo que ocupa.

“Quando você dirige para um time de ponta como a Ferrari, você sempre é pressionado”, afirmou. “É um time que muitas pessoas acompanham e apóiam, então é normal que você seja mais pressionado. Mas acho que a maioria dos pilotos gostaria de ter esse tipo de pressão por correr na Ferrari, então é uma pressão boa.”

Otimista para o GP da Inglaterra, que acontece neste domingo (10) no circuito de Silverstone, Massa afirmou que a pista inglesa é uma das favoritas da equipe de Maranello. “Nós realmente gostamos de vir aqui. Mesmo com times britânicos no grid, as pessoas apóiam a Ferrari”, falou o brasileiro. “Talvez chova, mas esperamos um fim de semana competitivo”, disse.


Fonte: Grande Prêmio

Vettel nega vitórias fáceis e título próximo em 2011: "Nunca se sabe"

Sebastian Vettel negou que seus resultados na temporada 2011 tenham vindo, até agora, com facilidade e afirmou que sua vantagem na pontuação é alcançável

Sebastian Vettel ostenta uma impressionante vantagem de 87 pontos em relação a Jenson Button, segundo colocado, e Mark Webber, terceiro, no campeonato de 2011 da F1. O alemão, entretanto, não se vê próximo do título e prefere lembrar que ainda faltam 11 corridas para o fim da temporada.

Segundo o atual campeão da F1, a impressão de que ele vence as corridas com facilidade é falsa. "Obviamente, quando chegamos, estamos confiantes e acreditamos em nós mesmos. E acreditamos que podemos ter um bom fim de semana. Mas eu não posso tomar isso como certo para chegar e dizer 'pole', 'vitória'. Nunca vem fácil", declarou o tedesco em entrevista ao site da revista britânica 'Autosport'.

Vettel acredita que, pessoalmente, não está tão diferente de 2010, ao menos em relação à abordagem com relação ao campeonato e à possibilidade de título. "Em termos de mentalidade, eu tento ter a mesma forma de encarar do que no ano passado. Acho que no ano passado tivemos um bom começo, mas muitas coisas de errado aconteceram ao mesmo tempo, alguns erros aqui e ali. Errei, também."

O alemão de 24 anos acredita que, por mais que sua vantagem pareça extensa, as pessoas levam em conta muito mais a magnitude dos números, e não a vantagem real — uma vez que, se não pontuar em duas ou três corridas, teria a sua situação ficando perigosa novamente. "Em suma, isso não nos ajuda a nos colocar em uma posição forte para o campeonato. Ficamos realmente dependendo de cada corrida no final. Este ano, tivemos um começo muito bom e que pode nos ajudar no fim, com certeza. Mas ainda há um longo, longo caminho pela frente", disse.

"Nunca se sabe. Se você olhar para campeonatos no passado, alguns aconteceram de acordo com o esperado, outros não. Isso me lembra como as coisas podem mudar rapidamente. Em duas ou três atuações ruins, pode-se ter uma história diferente novamente", falou. "Vimos no ano passado, com o novo sistema de pontos. Por um lado você pode ter uma grande vantagem, um grande número, mas isso é um pouco falso porque você fica tentado pelo número alto. Mas você leva 25 pontos por uma vitória e zero se não completa a prova", emendou.

Vettel, por fim, declarou que não pode levar a sua campanha no automático somente porque é o atual campeão da F1. "Só porque nós ganhamos no ano passado você poderia argumentar que, ok, sabemos como fazê-lo. Mas isso não quer dizer que podemos esquecer todos os pequenos passos que você precisa dar para vencer."


Fonte: Grande Prêmio

Alonso diz que só reviravolta tira título de Vettel e da Red Bull em 2011

Fernando Alonso afirmou que a única forma de parar a Red bull e ser a Ferrari ou a McLaren tenham uma substancial melhora de desempenho nas próximas etapas

Fernando Alonso deixou claro que somente uma melhora súbita no carro da Ferrari ou da McLaren será capaz de impedir que Sebastian Vettel converta o início dominante de temporada 2011 no bicampeonato da F1.

“Eu acho que precisamos esperar e ver se McLaren ou Ferrari tiveram grandes mudanças em seus carros e se podem lutar contra a Red Bull. Eu acho que o carro deles nessa hora do campeonato é bastante dominante. Eu penso que depois de oito corridas era para ter sido oito vitórias de Sebastian, caso ele não tivesse cometido erros. É um domínio que não víamos desde 2004, com Michael”, disse Alonso se referindo ao último título de Schumacher, quando o então piloto da Ferrari venceu 12 das primeiras 13 etapas.

“É difícil competir assim e é difícil pensar em como parar Vettel sem uma grande melhora em nosso carro ou na McLaren. Espero que em Silverstone possamos ver uma reviravolta nessa situação em termos de desempenho. Acho que sempre tem a esperança e a motivação de vencer toda corrida, mas nós precisamos evoluir”, acrescentou o espanhol.

O piloto da Ferrari também lamentou os problemas enfrentados nas primeiras etapas, que permitiram a Sebastian Vettel disparar na classificação. “Nós não fomos rápidos o bastante na Austrália e tivemos algumas dificuldades na Malásia e na China. Então, nós recuperamos um pouco nas últimas três corridas, mas obviamente a diferença nos pontos para o líder é bem grande. São 100 pontos, ou 99, tanto faz. Obviamente, depois de oito corridas essa não é a posição em que queríamos estar, mas esse é o caminho”, avaliou.

Quanto à proibição do difusor aquecido, Alonso disse que só será possível ter uma ideia de quem foi mais prejudicado a partir do treino classificatório. “Nós fizemos simulações e vimos que vamos perder downforce ao frear. Isso vai nos custar tempo, mas todo vai sofrer. Nós não temos ideia de qual time será o mais afetado. Nós precisamos esperar e ver o que acontece no sábado, porque amanhã vai ser difícil chegar a alguma conclusão. Mas no sábado e no domingo com certeza vamos ver alguma coisa”, encerrou.


Fonte: Grande Prêmio

6 de julho de 2011

Hamilton afirma que apenas crítica vinda de Ayrton Senna o afetaria

Lewis Hamilton afirmou não se importar com opiniões contrárias ao seu estilo agressivo nas pistas, mas admitiu que levaria a sério uma crítica proferida por Ayrton Senna

Lewis Hamilton se tornou presença constante no noticiário da F1, principalmente depois do GP de Mônaco, graças às críticas recebidas por seu estilo agressivo nas pistas. Pilotos como Niki Lauda e Stirling Moss disseram que o titular da McLaren é perigoso e representa um risco para seus companheiros de grid. O campeão mundial de 2008, no entanto, deixou claro que não se importa com a opinião dos outros e disse que a única pessoa que ele ouviria seria outro campeão pela McLaren, Ayrton Senna.

“O que as pessoas dizem não me afeta”, disse o britânico de 26 anos, ao jornal inglês ‘The Sun’. “Mas se Senna estivesse aqui, acho que eu ficaria muito afetado por isso porque o que ele fazia e o ele que dizia tinha muito significado para mim”, admitiu o piloto, que tem capacete com desenho bastante parecido ao do tricampeão mundial.

Hamilton se mostrou chateado por ser sempre lembrado por seus erros e não pelas boas atuações que já protagonizou desde sua estreia na F1. “As pessoas esquecem as coisas boas e as boas corridas que você teve. As pessoas esquecem que eu estava lá em 2007 competindo com Fernando Alonso e tive grandes, grandes corridas com ele”, afirmou.

Em entrevista ao jornal londrino ‘Evening Standard’, Lewis afirmou que “é assim que o mundo funciona” e ressaltou que as pessoas sempre idolatram aqueles que vivem um bom momento. “Todos te amam quando você esta indo bem. Se Michael Schumacher estivesse ganhando corridas agora, todo mundo o estaria agradando, querendo estar perto dele, o mesmo aconteceria com Heikki Kovalainen, ou qualquer outro”, afirmou.

“No momento, Sebastian Vettel está vencendo, então todos o amam. Mas o que as pessoas dizem, ou como agem, não faz de mim um piloto pior. Você supera. É como quando você cai e machuca o joelho, você levanta e fica mais forte. O que as pessoas dizem não me afeta”, ratificou.

Ainda assim, o piloto da McLaren admitiu que se abateu com as criticas recebidas no GP de Mônaco quando esteve envolvido em incidentes com Felipe Massa e Pastor Maldonado —, mas Lewis afirmou que aprendeu com a situação. “Todo atleta de elite tem que ser forte e garantir que vai deixar as coisas atingi-lo. Mas no fim das contas, somos seres humanos, e às vezes somos atingidos. Em Mônaco, as coisas me afetaram, mas eu não neguei isso e aprendi”, falou o britânico.

“Eu não acho que meu estilo agressivo me coloca em problemas. Talvez eu não tenha o melhor julgamento algumas vezes e talvez algumas vezes eu esteja no lugar errado e na hora errada, mas a realidade é que a minha prioridade na F1 é ser o melhor piloto o tempo todo, e isso exige dedicação”, finalizou.


Fonte: Grande Prêmio

Apesar da força de Vettel, Massa crê em vitórias: "Não podemos desistir"

Felipe Massa afirmou, em seu blog no site da Ferrari, que, embora Sebastian Vettel esteja muito destacado no campeonato, ainda não cabe à equipe italiana desistir do título

Felipe Massa prefere não pensar se a Ferrari tem ou não condição de superar Sebastian Vettel. Ciente de que é muito difícil que o alemão perca a liderança do campeonato, o brasileiro disse que vai encarar corrida a corrida, sempre buscando a vitória e tentando consolidar um bom rendimento em 2011. Para Felipe, a Ferrari não pode desistir ainda.

"Tem havido muita discussão sobre se as chances de título da Ferrari já acabaram. Não sei a resposta para isso, mas vou continuar encarando cada corrida do mesmo jeito, tentando vencê-la", declarou, em seu blog no site da Ferrari. "Conquistar a primeira vitória da temporada é nossa tarefa imediata. Depois, então, tentar vencer mais", acrescentou o piloto de 30 anos, que não vence uma prova desde o GP do Brasil de 2008.

Massa sabe, porém, que Sebastian, com 87 pontos de diferença para o segundo colocado, Jenson Button, tem uma mão na taça. "Somente no fim do ano devemos olhar para a situação do campeonato. Realisticamente, Vettel precisaria fazer um trabalho maluco para perder o título", falou.

"Mas não podemos desistir. Esta situação não muda nada em nossa forma de encarar, porque uma vitória é em si uma coisa muito boa de se ter. E algumas vitórias neste ano mostrariam que fizemos um bom trabalho", continuou Massa.

Felipe afirmou ainda que a busca por um bom rendimento no ano que vem passa por manter o desenvolvimento do carro nesta temporada, uma vez que não há grandes mudanças no regulamento técnico da categoria para o próximo campeonato. "Não podemos esquecer que melhorar o carro e seu desempenho pode também ser importante para 2012, porque não há tantas mudanças nas regras por vir, o que significa que o carro não vai mudar completamente em comparação com este ano. Ter um bom carro agora e na última corrida do ano já é um bom passo à frente para 2012."


Fonte:Grande Prêmio

1 de julho de 2011

Hamilton participa de encontro com fãs promovido pela Fota na Inglaterra

Lewis Hamilton participou nesta sexta-feira (1°) de um encontro com fãs da F1 promovido pela FOTA, na sede da McLaren, falou sobre a asa móvel e aproveitou para brincar com o ex-dono de equipe Eddie Jordan

Lewis Hamilton participou nesta sexta-feira (1°) de um encontro com fãs da F1 promovido pela FOTA (Associação das Equipes de F1), na sede da McLaren, em Woking. No evento, o piloto respondeu perguntas dos participantes e falou sobre os efeitos da asa móvel nas ultrapassagens na temporada deste ano.



“Antes da asa móvel era muito difícil ultrapassar. Você conseguia, mas dependia dos diferentes circuitos ou se você teria ou não uma oportunidade”, analisou o quarto colocado no Mundial. “O que nós estamos tentando alcançar com a asa móvel é dar aos pilotos a escolha de ultrapassar ou não”, afirmou.

O campeão de 2008 lembrou a ultrapassagem que fez em Michael Schumacher no GP da Europa, realizado no último domingo (26), em Valência, e comentou a atuação do Eddie Jordan, ex-dono de equipe na F1 e agora comentarista da emissora britânica BBC.

“Eu passei o Michael no fim de semana passado e consegui voltar para a linha, então foi muito fácil. Eu assisti o replay e o Eddie Jordan estava comentando na BBC sobre ter sido uma manobra especial! Isso mostra o quanto ele sabe!”, brincou Hamilton.

Fonte: Grande Prêmio

Vettel vencerá o título ao menos que seja estúpido, diz Villeneuve


Jacques Villeneuve tem poucas dúvidas de que o vencedor da atual temporada do mundial de Formula 1, será Sebastian Vettel.

O campeão de 1995 da Indy/CART, vencedor das 500 Milhas de Indianapolis e campeão de 1997 da F1, pensa que a vantagem de 77 pontos de Vettel em cima do atual segundo colocado na tabela do mundial, já é um claro indicador que o piloto da Red Bull será campeão antecipado neste ano.

"Neste ano o favorito definitivamente é Sebastian Vettel, ele irá vencer facilmente, ao menos que ele faça alguma estupidez", disse o canadense.

Segundo Villeneuve, que atualmente disputou uma corrida pela Penske, em Elkhart Lake, na NASCAR Nationwide Series, Vettel se encontra em uma situação como se estivesse "nas nuvens":

"O carro dele é incrível e ele tem uma equipe muito forte, todos estão por trás dele, a equipe, os patrocinadores, o carro. Quando as coisas são assim, você está nas nuvens, nada pode dar errado", concluiu Villeneuve.

Fonte: AutoRacing

Ansioso por primeira vitória, Rosberg reafirma confiança na Mercedes

Nico Rosberg está a três corridas da incômoda marca de 100 GPs sem vitória na F1. O piloto reafirmou que confia no potencial da Mercedes, mas deixou claro que quer vencer pela primeira vez na categoria

Sétimo colocado do Mundial de Pilotos, com 32 pontos somados, Nico Rosberg passou longe da vitória nas oito primeiras etapas da atual temporada. E o alemão está ciente de que, pelo menos em curto prazo, será difícil subir no lugar mais alto do pódio representando a Mercedes. Em entrevista ao site da revista britânica ‘Autosport’, o piloto de 26 anos recém-completados revelou sua satisfação por integrar o time de Stuttgart, mas deixou claro que quer vencer em breve na F1.

Nico está a três GPs de estabelecer uma incômoda marca em sua carreira. Atualmente o tedesco soma 97 corridas sem vencer na F1 e está próximo de chegar à contagem centenária. Muito longe de Nick Heidfeld, que tem 180 GPs sem vitória, ou mesmo do aposentado Andrea De Cesaris, com impressionantes 208 GPs de jejum. Mesmo assim, o piloto da Mercedes deixou claro que há ansiedade, e não impaciência pela primeira vitória.

“Não diria que estou impaciente por isso, mas espero que ela venha em breve, e é por isso que estou lutando muito no momento, como sempre”, comentou Rosberg, reafirmando a satisfação por trabalhar na Mercedes. “O fato é que eu gostaria de ganhar corridas, da mesma forma que eu me sinto muito confortável nesta equipe. Eu apenas tenho de julgar qual é a possibilidade de a equipe vencer corridas em breve.”

Questionado se acredita que a escuderia das três pontas reúne potencial suficiente para bater equipes como Ferrari, McLaren e Red Bull, e assim, alcançar o sucesso, o piloto não teve dúvidas. “Sim, 100%. E acho que todo mundo está convencido disso”, declarou o germânico, justificando sua confiança. “Vamos lá: nós temos a Mercedes-Benz, temos Ross Brawn, temos muita gente competente trabalhando junto. A Mercedes está construindo o motor.”

“É fato que a equipe terá sucesso, e todos concordam com isso. Não há razão para que não possamos vencer. Mas o grande ponto de interrogação é: quando? Por enquanto, parece que vai levar tempo, mas a Mercedes é bastante comprometida”, acrescentou Nico, demonstrando fé no corpo técnico que integra a equipe, mas sempre reafirmando sua vontade de vencer na F1.

“Além disso, eu me sinto muito confortável na equipe porque há um grande grupo de pessoas, e levando tudo em conta, é uma situação, ser parte desse projeto e parte desse desafio. Mas é claro, eu sou um piloto, e acima de tudo, gostaria de vencer corridas”, salientou.

Rosberg rejeitou os rumores que indicavam sua saída da equipe em um futuro próximo e reafirmou que está contente por fazer parte do projeto da Mercedes. “A resposta para isso é que estou guiando para a Mercedes como um alemão, e eu sou parte do processo de construção dessa equipe. Tenho a chance de ajudar a liderar a equipe, por isso, claro, é uma oportunidade fantástica. Jamais diria que estou desconfortável ou algo do tipo.”

Por fim, Nico disse que as especulações que ligam seu nome à Ferrari, Red Bull, ou mesmo a McLaren, são motivo de satisfação. No entanto, o alemão deixou claro que por enquanto, o foco está todo na Mercedes. “Obviamente, o interesse de outra equipe de ponta é bom para minha carreira, claro. Mas é apenas isso no momento. Não há nada mais do que isso”, finalizou.


Fonte: Grande Prêmio