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9 de julho de 2011

Button, quinto, reclama das várias mudanças nas regras em Silverstone

A dupla da McLaren não fez uma boa classificação neste sábado (9) em Silverstone. Jenson Button, em quinto, culpou as recentes mudanças no regulamento do uso do difusor aquecido. “Não é apenas apertar um botão que as coisas mudam”, reclamou. Lewis Hamilton ficou em décimo

A McLaren, que nas últimas corridas demonstrava ser a equipe mais próxima da dominante Red Bull, teve atuação discreta na classificação deste sábado (9) em Silverstone. Correndo em casa, seus pilotos Jenson Button e Lewis Hamilton vão largar apenas das quinta e décima posições, respectivamente. Não é possível afirmar com certeza o motivo do desempenho aquém do esperado, mas Button já parece ter achado culpados: as bruscas mudanças de regulamento que ocorreram nos últimos dias.

Em entrevista, o inglês mostrou-se irritado com os mandos e desmandos nas regras. “Hoje foi um dia bem confuso. O equilíbrio do carro não estava muito bom, e é sempre difícil quando você descobre no último minuto no que está correndo: não é apenas apertar um botão que as coisas mudam”, apontou. “Para alguns times, as mudanças no regulamento ajudaram; mas outros foram prejudicados. Então imagino que o quinto lugar é ok, perto do que passamos nos últimos dias. Com sorte, poderemos lutar com os ponteiros na corrida em nosso país”, completou o piloto, frustrado.

Hamilton, seu companheiro de equipe, também declarou estar desapontado. No entanto, o inglês mais novo apontou dificuldades com os compostos usados por ele no Q3. “É decepcionante ter terminado tão atrás. Para o Q3, usamos pneus usados para a nossa volta, enquanto os outros correram com novos, o que prejudicou nosso desempenho”, explicou.

No entanto, o piloto espera melhorar seu desempenho logo na largada do GP da Inglaterra de domingo. “Acredito que tem alguns pilotos mais lentos que eu na minha frente, então farei meu melhor para progredir logo no início, mesmo que as ultrapassagens aqui sejam difíceis”, concluiu Hamilton.

Fonte: Grande Prêmio

27 de julho de 2010

Ecclestone apoia Ferrari por ordem de equipe a Massa na Alemanha

Bernie Ecclestone afirmou que as equipes devem ser livres para controlar os resultados de seus pilotos na pista e se mostrou favorável ao fim da regra que proíbe ordens como a da Ferrari na Alemanha

Com sua natural atração pelas manchetes, Bernie Ecclestone voltou a conseguir lugares de destaque na imprensa neste início de semana. Tudo porque o presidente da FOM acredita que a F1 deve voltar atrás na decisão de proibir ordens de equipe durante as corridas. Bernie manifestou seu apoio à Ferrari no caso em que o time ordenou — em código — que Felipe Massa deixasse Fernando Alonso ultrapassá-lo no GP da Alemanha, no último domingo (25).

Segundo Ecclestone, as equipes devem ser livres para controlar os resultados de seus pilotos na pista. O dirigente deu a entender que apoiaria a proposta de revogar a proibição das ordens de equipe se esta for apresentada oficialmente. "Devo confessar que eu concordaria com qualquer um que pense assim", falou.

"O que as pessoas fazem quando estão dentro da equipe e como eles gerem o time são coisas que dizem respeito apenas a eles mesmos. Claro, se uma equipe fizer algo perigoso, então ela se verá em problemas. Do contrário, eles que se entendam", afirmou Bernie.

A atitude da Ferrari no GP da Alemanha custou à equipe € 100 mil — cerca de R$ 178 mil — ainda no fim de semana de Hockenheim. A infração do time ainda será julgada pelo Conselho Mundial da FIA. Bernie disse não saber se está programada algum tipo de conversa sobre a regra. "Não sei, temos de ver. É algo que precisa ser discutido", disse.

Fonte: Grande Prêmio

11 de julho de 2010

FIA confirma mudanças nas regras do safety-car para Silverstone

A FIA divulgou algumas mudanças nas regras do carro de segurança para a etapa de Silverstone para evitar que aconteça incidentes como em Valência

A FIA confirmou neste domingo (11) por meio de comunicado as mudanças nos procedimentos do safety-car para o GP da Inglaterra. A medida foi tomada depois da polêmica etapa de Valência, válida pelo GP da Europa, na qual nove pilotos foram punidos após a corrida por excederem o tempo máximo de uma volta quando o carro de segurança estava na pista.

Uma das mudanças confirmadas diz respeito à entrada do carro de segurança. Ficou decidido que o safety-car só entrará na pista quando o diretor de prova sentir que os pilotos não correrão o risco de serem punidos injustamente. “A avaliação vai ser feita para determinar quando o safety-car deve ir à pista, a fim de tentar garantir que os pilotos não sejam desnecessariamente desfavorecidos. Em todos os casos, vamos tentar alcançar o líder”, disse a federação.

A FIA deixou claro, no entanto, que o carro de segurança será acionado imediatamente se a situação na corrida assim exigir. “Se a situação se revelar inviável por qualquer razão, o safety-car será acionado de imediato entre os carros e o líder.”

A sinalização na saída dos boxes também vai sofrer alterações, para evitar uma repetição do que aconteceu com Michael Schumacher em Valência. O alemão da Mercedes ficou preso nos boxes mesmo havendo um grande espaço na pista atrás do safety-car.

Fonte: Warm Up

7 de julho de 2010

McLaren faz pedido para que FIA evite mudanças imediatas nas regras do SC

Para o diretor-geral da McLaren, Jonathan Neale, seria imprudente fazer alterações no regulamento sem avaliá-las por completo

A McLaren pediu à FIA que não faça nenhuma mudança impensada nas regras relativas à entrada do safety-car nas corridas da F1, após a polêmica criada pela manobra de Lewis Hamilton durante o GP da Europa. Em Valência, houve muitas reclamações de que o inglês tirou vantagem ao ultrapassar o SC quando o carro de segurança entrava na pista por conta do acidente sofrido por Mark Webber momentos antes. O britânico foi punido com um drive-through, mas não perdeu posições ao voltar para o traçado espanhol.

O diretor-geral da McLaren, Jonathan Neale, disse que, enquanto o Grupo Esportivo de Trabalho estiver analisando o caso, não seria prudente fazer alterações imediatas no regulamento sem avaliá-las totalmente.

"Acho que devemos ser cautelosos. Se a história nos ensinou alguma coisa ao definir regras na F1, é que balançar de um lado para o outro não vale a pena. As regras estão lá. Não houve muita coisa errada no último fim de semana [em Valência]. Não acho que devemos fazer mudanças instantâneas nas regras", falou o dirigente.

Para Neale, os momentos em que o safety-car entra na pista produzem elementos de imprevisibilidade que são essenciais para o entretenimento dos fãs da F1. “É bom para a F1 e é bom para o esporte. Você não pode prever acidentes, não pode prever o que vai acontecer quando o safety-car entrar e tem de se preparar”, comentou.

Fonte: Warm Up

14 de maio de 2010

Pilotos terão limite para cumprir a 1ª volta no treino

Quem ultrapassar 1min22s na volta de aquecimento corre risco de punição

Quem demorar mais que 1min22s para completar a volta de saída dos boxes na classificação deve receber uma séria punição dos comissários do GP de Mônaco.

Para evitar acusações de bloqueio na pista por parte das equipes no Q1, as autoridades de pista em Monte Carlo tiveram a ideia de estabelecer o tempo de 1min22s entre a primeira curva, St. Dévote, e a última.

Quem cumprir esse trecho acima da marca apontada estará colocando os outros pilotos em perigo e corre o risco de receber uma punição, ainda não estabelecida.

Esta margem de tempo foi definida levando em conta o tempo de Karun Chandhok nos treinos de quinta-feira, 1min20s3 com o carro da Hispania, o mais lento do grid.

Na reunião dos pilotos, nomes como Lewis Hamilton pedem boa vontade dos companheiros. "Todos queremos uma volta boa, mas esperamos que possamos fazê-la. Fizemos nos treinos livres, então não é impossível. Espero que sejamos respeitosos."

Fonte: Tazio

26 de abril de 2010

Kubica afirma que regras de 2010 recompensam pilotagem inteligente

Robert Kubica acredita que o regulamento da temporada 2010 da F1 valoriza a pilotagem inteligente, que degrada menos os pneus em detrimento de apenas algumas voltas rápidas

Robert Kubica acredita que o regulamento da F1 para 2010 recompensa aqueles que correm de maneira mais inteligente o que parece ser seu caso, já que o polonês está se destacando na temporada com a apenas mediana Renault.

"Este ano, a tendência tem sido diferente. É muito importante cuidar dos pneus e pilotar de um modo inteligente não só acelerar por duas ou três voltas, porque os pneus se desgastam", afirmou o piloto.

Para Robert, a missão da Renault é deixar o R30 mais rápido durante toda a prova, sobretudo nas últimas voltas. "Agora precisamos levar o carro o mais rápido possível no fim da corrida — não o mais rápido possível por uma ou duas voltas", referindo-se às passagens forçadas antes e depois de pit-stops, comuns até o ano passado.

"Então, de alguma forma você tem de antecipar mudanças de equilíbrio ou ajustes de pressão, a fim de proporcionar um menor tempo de corrida", finalizou.

Fonte: Grande Prêmio

23 de abril de 2010

Ferrari: Novas regras devem ser relevantes para os carros de rua


A provável mudança da Fórmula 1 para motores menores e turbo a partir de 2013 precisa incluir a introdução de uma tecnologia de eficiência de combustível de última geração, declarou o CEO da Ferrari, Amedeo Felisa.

Com as equipes cada vez mais perto dos planos de usar motores turbo de 1.5 litros e 670hp a partir de 2013, Felisa acredita que a categoria deve ser ainda mais ousada e adotar o conceito de Injeção Direta de Gasolina (GDI), mais econômico.

Falando à publicação Autocar no Motor Show de Pequim nesta sexta-feira, Felisa disse que a Fórmula 1 poderia melhorar sua relevância para a indústria de carros de rua adotando tais motores.

"Se a Fórmula 1 tem de desenvolver algo útil para as condições de dirigibilidade reais, então a melhor solução é um motor turbo e com GDI", afirmou Felisa. "Isso é o que apoiaríamos. É a melhor solução para eficiência de dirigibilidade e utilização do motor de maneira positiva".

Fonte: Autoracing

27 de março de 2010

Chefe da Ferrari sugere carros menos eficientes para 2011

Chefe da equipe de Alonso crê que baixa competitividade é culpa dos carros

O chefe de equipe da Ferrari, Stefano Domenicali, disse que a melhor solução para aumentar o número de ultrapassagens na Fórmula 1 é reduzir a eficiência dos carros. De acordo com a BBC, ele afirmou que há duas saídas para que a competitividade cresça: uma artificial, a volta dos pit stops, e uma que ataca a questão fundamental, que é o carro.

Domenicali disse que há a necessidade de reduzir a eficácia dos carros, porque, atualmente, mesmo se você é um piloto fantástico, é quase impossível ultrapassar. De acordo com o dirigente, as equipes terão uma reunião na Malásia, onde pensarão no que podem fazer para reduzir a eficiência dos carros para 2011.

Mesmo favorável a mudanças, o chefe de equipe defendeu que elas só ocorram no próximo ano. De acordo com ele, seria errado fazer ajustes depois de apenas uma corrida, porque já é difícil - tanto para as equipes quanto para os espectadores - entender e acompanhar as frequentes mudanças de regras.

Por último, Domenicali disse que é fundamental fazer as mudanças após as devidas simulações, sem pânico. Para ele, ninguém pode sair de uma reunião dizendo o que vai fazer, para depois ir às pistas e descobrir que a ideia não era boa.

Fonte: Terra

6 de março de 2010

30 de dezembro de 2009

Domenicali: "Alonso nos dá garra: A Ferrari está de volta"

30/12/2009 - Entrevista:

O Diretor Esportivo da Ferrari: Fernando liga todo dia, quer saber de tudo. Pole e voltas rápidas nos darão pontos, temos que mudar as estratégias.


A lição de 2009 é metabolizada."Nós aprendemos a não repetir os mesmos erros promete Stefano Domenicali. Faltando um mês para o término do carro de 2010, para apresentar e colocar na pista de Valência na primeira sessão de testes. O chefe da Gestão Esportiva da Ferrari garante o cumprimento da programação conforme o planejado.


A sua preocupação no momento?
A gasolina. É a questão do peso: Em 2010 as qualificações se disputarão com o tanque vazio, enquanto que na corrida partiremos com ele cheio, pois os reabastecimentos estão proibidos. Será crucial para encontrarmos o acerto, temos que trabalhar na sexta-feira, avaliar o desgaste dos pneus e as condições diferentes dos freios.

É suficiente um mês de teste?
"Deve ser. Estamos todos nas mesmas condições. Pois, esperamos pelas decisões do trabalho do Grupo Esportivo da FIA, que se reunirá em janeiro para aprovar novas regras. "

Válidas já para 2010?
"Sim". A pontuação provavelmente será revista: Tem a proposta de premiar o pole position e volta mais rápida da corrida. Pedimos também a possibilidade de fazer duas paradas para a troca de pneus, em vez de apenas uma. "

Você equivale a um técnico de futebol que não teme pagar pelos resultados?
"A minha função me obriga a ser racional, se por um segundo considerasse ser a causa do problema, eu teria assumido as consequências. E não se esqueça de 2005, que não faz um século , havia um guru que levou a Ferrari a vencer cinco Mundiais consecutivos, eu estava lá , mas foi pior do que 2009, pois vencemos uma corrida, correndo praticamente sozinho (as equipes com pneus Michelin se retiraram após a volta de apresentação,).

O caso Difusor: No último campeonato a Brawn triunfou graças a um detalhe que considerou irregular. Agora o regulamento é claro?
"Espero que sim, por uma questão de credibilidade. Em termos de imagem, um outro caso semelhante, seria desastroso ".

Fernando Alonso já está trabalhando?
Esteve aqui pela última vez na metade de dezembro, desde então liga todos os dias para saber se o desempenho do carro no simulador corresponde ao que esperamos. É justo que seja assim: Um campeão deve ter a sua disposição um carro competitivo, senão não consegue mostrar todo seu potencial. Sua chegada significou um grande impulso para o pessoal.

Massa se deu 100 por cento recuperado?
Sim. Os últimos exames feitos a uma semana foram positivos. No final de janeiro se apresentará ao controle de médicos da Federação, passou pelo drama do acidente a alegria do nascimento de Felipinho, jamais esquecerá 2009.

Falaremos de Michael Schumacher: Lhe foi apresentado um contrato trienal, ele anunciou ao mundo o acordo depois não assinou. E foi para a Mercedes. Comente?
Um casamento não se baseia em aspectos formais. Na sua cabeça acendeu uma luz e ele quer enfrentar um novo desafio esportivo e a Ferrari não estaria se opondo. Estamos muito decepcionados, é inútil negar, mas agora trabalharemos para estar na frente.

Schumacher venceu porque era um fenômeno, tinha o melhor carro ou não havia outro campeão no momento: Verdadeiro ou falso?
Adversários são aqueles que estão na pista, assim é o esporte. Michael correu contra pilotos de talento que possivelmente não tenham a sua mesma personalidade. Os resultados mostram que é um grande campeão.

Em 2010 vai confrontar com Alonso e Massa no auge da maturidade, além de Hamilton e Vettel.
Claro. Seu retorno é uma grande notícia para a fórmula 1: “aumentará o interesse pelo campeonato, atrairá um novo público e incrementará o espetáculo”.

O Público italiano o vaiará?
"Fiquei surpreso ao receber muitas cartas de fãs "decepcionados"para dizer o mínimo. O Grande Prêmio de Itália está longe, estou convencido de que os verdadeiros ferraristas ficarão agradecidos. A história não se apagará.

Mais forte McLaren ou Mercedes?
Nos colocamos no mesmo nível McLaren, Mercedes e Red Bull. Honda, BMW e Toyota nos deixou, a Renault vendeu parte das ações: como mudar a fórmula 1 sem empobrecer? "Precisamos reduzir os custos sem baixar o nível técnico. O debate está aberto. "

Quanto se gasta para correr?
"Cada vez menos, graças às regras que nos propusemos".

Quanto menos?
Para a Ferrari representava um grande investimento, agora somos auto-suficientes.

Flavio Briatore voltará, se bem sucedido no tribunal?
"Não na mesma função. Não gosto de sopa reaquecida: irá encontrar outras oportunidades

E Nelsinho Piquet?
Não é bom que ele seja autorizado a regressar, depois do que ele fez."

Mesmo Ralf Schumacher disse que talvez, quem sabe ...
"Eu prefiro olhar para frente, procurar novos talentos. F1 não vai ser reduzida a um mundo de nostalgia.

Fonte: LA STAMPA.it