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9 de julho de 2011

Webber diz que pole não é resposta da Red Bull à polêmica do difusor

Mark Webber afirmou após o treino classificatório que a pole-position conquistada para o GP da Inglaterra não é uma resposta da Red Bull à confusão dos difusores aquecidos. O australiano ressaltou ainda que a atuação da equipe é fruto de um trabalho de muitos anos

De nada adiantou a decisão da FIA de banir o uso do difusor aquecido. Nem mesmo a confusão desta manhã com as novas determinações da entidade sobre as limitações no uso do equipamento conseguiu tirar a Red Bull da primeira fila do circuito de Silverstone. Mark Webber cravou a pole-position para o GP da Inglaterra, seguido por seu companheiro Sebastian Vettel. Após o treino, o australiano disse que a pole não é uma resposta da equipe dos energéticos à confusão organizada pela FIA.

“Não, não é. Não estamos procurando responder nada”, garantiu o piloto. “O que precisa ser reiterado é que nossa equipe chegou muito, muito cedo e saiu muito, muito tarde. Todo time trabalha duro, mas este time trabalha incrivelmente duro”, ressaltou, destacando o comprometimento da equipe.

Webber fez questão de elogiar o trabalho da Red Bull, e afirmou que o bom desempenho apresentado pelo time não é fruto de ações recentes. “O que está acontecendo nos últimos meses não é o que nós fizemos nos últimos meses. São anos de trabalho que nos colocaram nessa posição”, falou. “Nós vimos hoje que ainda estamos bem, mas independente dos tempos de volta, é uma interpretação das regras e princípios. Se estamos na pole ou em décimos, a equipe continuará a se posicionar por aquilo que é correto. Não é uma réplica ao que aconteceu hoje”, assegurou o terceiro colocado no Mundial de Pilotos. “Acho que o time lidou com isso muito bem, Seb e eu nos concentramos em dirigir”, disse Webber, se referindo aos problemas desta manhã. “Não é nada novo para o nosso time – ajuste na altura, asa dianteira e nada novo. Nós sempre temos uma coisa nova para falar”, explicou.

O titular da Red Bull afirmou esperar uma solução rápida para a questão dos difusores aquecidos e demonstrou preocupação no entendimento que o público da F1 tem deste problema. “Vamos esperar que todos possam chegar a um acordo, até pelos fãs que não conseguem entender 0,1% do que está acontecendo”, encerrou.


Fonte: Grande Prêmio

9 de junho de 2011

Após uma semana de polêmica na F-1, Bahrein desiste de sediar GP

Presidente do circuito admite que calendário não comportaria prova neste ano

Os organizadores do Grande Prêmio do Bahrein desistiram nesta quinta-feira de sediar a prova da Fórmula 1 neste ano. Após o cancelamento da corrida no início do ano, a Federação Internacional de Automobilismo tinha decidido nesta semana reacomodar o Bahrein no calendário no dia 30 de outubro. Mas diante do protesto das equipes, o presidente do Circuito Internacional do Bahrein, Zayed R. Alzayani colocou uma pá de cal na questão.

- O Bahrein ficaria encantado em ter o GP no dia 30 de outubro, mas está claro que este calendário não pode progredir e respeitamos plenamente isto. Bahrein sempre desempenhou um papel positivo no desenvolvimento da Fórmula 1, e teve a corrida de F1 pioneira no Oriente Médio para ajudar outros países a organizar suas próprias corridas em novos territórios, assim como contribuiu com sua experiência própria e única. Esperamos dar as boas-vindas às equipes, seus pilotos e seus acompanhantes novamente no próximo ano – afirmou Alzayani.

O Conselho Mundial de Esporte a Motor da FIA aprovou na semana passada a reintrodução da corrida no calendário, mas a Associação das Equipes (Fota) reagiu mal à notícia. Diante da polêmica, na quinta-feira, mais cedo, a FIA pediu a Bernie Ecclestone, chefe comercial da F-1, uma nova proposta de calendário. A organização do GP do Bahrein, portanto, se posicionou oficialmente desistindo da intenção de sediar a prova.

Ainda não foi feito o anúncio oficial de como ficará o calendário. Com a recolocação do Bahrein, a temporada da Fórmula 1 só terminaria em dezembro. Agora, a corrida na Índia deve voltar para a data original de 30 de outubro, e o campeonato deve mesmo terminar no Brasil em 27 de novembro.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

6 de outubro de 2010

Montezemolo defende e diz que Massa é "o piloto número 1" na Ferrari

Luca di Montezemolo procurou encerrar a polêmica envolvendo o papel de Felipe Massa na Ferrari e afirmou que o brasileiro é um piloto número 1 para a Ferrari

A resposta da Ferrari foi rápida. Em entrevista ao 'Sport Bild', Felipe Massa rejeitou o papel de escudeiro eterno na equipe italiana, diante da perspectiva de ter de ajudar o companheiro Fernando Alonso na reta final da temporada. Lucas Di Montezemolo, inclusive, chegou a pedir "um Massa mais forte" na briga pelo campeonato. Mas nesta quarta-feira (6), por meio de comunicado, o dirigente italiano descartou a possibilidade de Felipe ser um segundo piloto eterno do time e afirmou que o brasileiro e o espanhol trabalham com igualdade de condições na Ferrari.

"Felipe é e sempre será o piloto número um para a Ferrari", disse Montezemolo. "E espero dele uma performance de piloto número 1. Tanto nas próximas quatro etapas, com pneus diferentes, quanto no próximo ano. Isso será crucial para nos trazer vitórias em 2011 e tirar pontos importantes dos nossos rivais neste ano", explicou.

Montezemolo acrescentou também que conversou com os dois pilotos, por telefone nesta quarta, e ficou satisfeito com o clima na Ferrari às vésperas do GP do Japão, que será disputado neste final de semana.

"Fernando me pareceu muito focado e determinado, assim como todas na equipe. É um momento importante e tenho certeza que todos vão trabalhar ao máximo para atingir os objetivos", destacou.

A equipe italiana chega à etapa nipônica depois de duas vitórias consecutivas no Mundial, em Cingapura e em Monza.


Fonte: Grande Prêmio

29 de julho de 2010

Alonso fala sobre polêmica do GP da Alemanha: 'É claro que não me afeta'

Espanhol diz que não sentiu efeito negativo entre os fãs da Fórmula 1

Após toda a polêmica do GP da Alemanha, Fernando Alonso disse que não ficou incomodado por tudo o que foi falado após a corrida. Na ocasião, Felipe Massa foi obrigado pela Ferraria a ceder a vitória ao espanhol. O time recebeu uma multa de US$ 100 mil (cerca de R$ 178 mil) por atitude antidesportiva.

- É claro que não me afeta. Nem um pouco. Se perdêssemos um por cento de nossa concentração, tudo estaria perdido. Não apenas pela corrida na Alemanha, porque sempre tem um incidente em cada corrida. Uma vez foi a batida entre as RBRs na Turquia, na outra foi a ultrapassagem que eu fiz sobre Massa no pit lane. Sempre haverá algo para falar na próxima semana, por isso não podemos prestar muita atenção nisso - diz Alonso, em entrevista coletiva nesta quinta-feira.

O Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) já marcou a data do julgamento da Ferrari: 10 de setembro, na sede da entidade na Place de la Concorde, em Paris. A equipe italiana terá de se explicar após ter sido considerada culpada por ter ordenado a troca de posições entre seus pilotos no GP da Alemanha. O resultado da corrida em Hockenheim ainda está sub júdice. O espanhol diz que ainda não sentiu o efeito negativo na opinião dos fãs.

- Várias opiniões apareceram, e muitas coisas foram ditas nos últimos dias. A única coisa importante para nós é que o carro é competitivo e que podemos ir bem na Hungria também. Mas a opinião de alguns pilotos e de chefes de equipe é deles. Respeitamos todos, mas nos concentramos no trabalho. Não há nada a ser dito agora. É claro que alguns fãs não gostaram, mas já tivemos mais corridas no ano. Cheguei na Hungria nesta quinta, o aeroporto e o hotel estavam cheios de torcedores. Foram os únicos que eu vi até agora.

Para o espanhol, não existe primeiro piloto na Ferrari. Alonso diz que todos ajudam a equipe em primeiro lugar. O interesse pessoal vem depois.

- Acredito que não haja piloto número 1 ou 2. Acredito que é mais sobre respeito mútuo e respeito por correr pela Ferrari, o que significa muito. Estamos felizes com o desempenho nas últimas corridas e na Alemanha finalmente chegamos ao ponto de terminar a corrida com os dois carros sem problemas. Mas o carro também estava bom em Valência e Silverstone, então nosso objetivo é continuar nessa linha. O que falamos e o que não falamos... É o passado e não temos mais nada a dizer. Dissemos tudo lá.

Alonso disse que nada mudou em sua carreira após o episódio e que segue o mesmo. O piloto não quis falar sobre possíveis punições aos pilotos e à equipe no Conselho Mundial.

- Não creio que alguma coisa mudou. Continuo o mesmo e sempre lutarei pelo melhor possível para minha equipe e pelo esporte, e espero que eu sempre possa fazer tudo certo em minha carreira. Nesse momento, os pilotos precisam se concentrar em pilotar. Temos um GP muito interessante aqui na Hungria. Temos boas possibilidades de fazer algumas ótimas corridas, então qualquer coisa que acontecer no futuro não está em nossas mãos. Do ponto de vista de um piloto, nós só precisamos nos concentrar e pilotar que tudo está certo.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Massa: "O dia em que for 2º piloto eu paro de correr"

Brasileiro reitera que chega a Hungaroring com espírito de brigar por vitória

Após a polêmica em que se envolveu no GP da Alemanha, Felipe Massa falou com os jornalistas sobre a repercussão da ordem da Ferrari para que ele deixasse Fernando Alonso ultrapassá-lo e vencer em Hockenheim.

Com a imagem "manchada" perante a torcida local, Massa diz que não teme perder fãs no Brasil e que tudo o que fez e faz é sempre pensando nas conseqüências e em seu País.

"Lógico que sempre imaginei o que ia acontecer depois da última corrida. Tenho noção exata de tudo e a única coisa que posso dizer é que, para mim, o meu País é o que mais importa e tudo o que fiz foi sempre pensando nisso, em fazer o melhor pro meu País", disse.

"Tudo que fiz na minha carreira eu provei, demonstrei, lutei, e foi pensando nisso.A gente sabe que problemas sempre acontecem, mas eles são solucionados e tudo o que a gente pensa é solucionar os problemas."

Na ocasião, o piloto relembrou diversas passagens em sua carreira e comentou que esta não vai ser a primeira nem a última situação complicada pela qual ele passa.

"Minha vida sempre foi repleta de problemas, desde quando comecei a correr de kart e não tinha dinheiro. Entrei na F-1 fui mandado embora no primeiro ano. Depois fui piloto de testes, voltei para a Sauber, tinha um contrato da BMW na minha mão, tive chance de ficar na Ferrari e resolvi ficar."

"Passei por momentos muito difíceis, como todos viram, superei muitas coisas, então a gente tem que continuar pensando assim", completou Massa, dizendo que não teme perder a confiança dos brasileiros por suas atitudes na Ferrari.

"Entendo isso e muitas vezes parece que as pessoas pensam que o piloto é estúpido, pensa isso, pensa aquilo. Eu penso em tudo de frente, de costas, do jeito que você quiser. Como disse, todas as reações que tive foram pensando em tudo e em superar todos os momentos difíceis, ter a chance de lutar."

"Acho que é difícil, inútil e complicado comentar ponto por ponto. A gente sabe o trabalho que tenho como piloto, como pessoa, e a única coisa que posso dizer é que o dia em que eu me sentir segundo eu paro de correr. Como eu disse, sei o que estou fazendo, meu caminho, minha direção", concluiu.

Fonte: Tazio

26 de julho de 2010

"Interesses do time vêm antes", afirma Montezemolo

Presidente da Ferrari alfineta críticos e diz que ordens de equipe são normais

Em entrevista ao site oficial da Ferrari nesta segunda-feira, o presidente da montadora, Luca di Montezemolo, defendeu a postura da equipe no GP da Alemanha do último domingo, quando o time deu ordem para Felipe Massa deixar seu companheiro, Fernando Alonso, passar.

"As polêmicas não me interessam. Eu simplesmente reafirmo o que eu tenho sempre mantido, que nossos pilotos têm conhecimento e é algo que eles têm que seguir, que os interesses da equipe vêm antes dos individuais", afirmou.

O dirigente ainda explicou que esta política não é algo novo no automobilismo, citando a época do piloto Tazio Nuvolari, italiano que competiu entre os anos 20 e 30, e da que era chefe de equipe, na década de 70, alfinetando Niki Lauda, então seu piloto, e que criticou a manobra da Ferrari em Hockenheim.

"Estas coisas acontecem desde os dias de Nuvolari e eu experimentei isso quando eu era diretor esportivo da equipe, nos dias de Niki Lauda e não apenas depois... Portanto, basta de hipocrisia, eu posso muito bem acreditar que algumas pessoas teriam gostado de ver os nossos dois pilotos eliminarem um ao outro, mas que definitivamente não é o caso para mim ou mesmo para os nossos fãs", concluiu.

Fonte: Tazio

Whitmarsh evita polemizar e deixa para FIA decisão sobre Ferrari

Presidente da Fota, Martin Whitmarsh fugiu da polêmica sobre o episódio da ordem de equipe da Ferrari a Felipe Massa, dizendo que cada time opta por um jeito de conduzir a relação entre os pilotos

Martin Whitmarsh é chefe da McLaren, uma das principais rivais da Ferrari neste ano, a mais tradicional entre as adversárias da equipe italiana. Sendo assim, teria todos os motivos para ser duro com o time de Maranello, como o foi Christian Horner logo após a corrida, mas, sendo presidente da Fota, o britânico talvez tenha preferido não se indispor e optou por não polemizar sobre o assunto.

"Tenho minha visão pessoal disso. Eles foram mais rápidos do que nós, fizeram uma dobradinha, mas, talvez em uma ordem diferente daquela que as pessoas podem ter achado a certa", disse, em entrevista a jornalistas ingleses ainda em Hockenheim.

Whitmarsh destacou a opção da McLaren por deixar a disputa livre e lembrou os benefícios a longo prazo de tal escolha. "Você pode voltar para o final dos anos 90 e para todos os tipos de vezes em que coisas assim aconteceram mas nós decidimos competir. Acho que, tendo nossos pilotos competindo, a longo prazo, é uma coisa saudável a fazer por esta equipe."

"Esta é a minha decisão e o que queremos fazer. Outros fazem o que eles querem fazer, e isso cabe à FIA e à Ferrari determinarem que o que pensam está certo. Competimos com nossos dois pilotos até o fim da corrida", afirmou.

O dirigente disse não ter informações privilegiadas sobre o episódio, mas prometeu conversar com a Ferrari sobre o assunto. "Tudo que sei é o mesmo que você. Ouvi o que ouvi, vi o que vi, mas cabe a outros comentar. A Ferrari foi rápida, e fizemos o que podíamos. E eles correram como correram. Não é uma nova atitude da Ferrari, né?", falou.

Fonte: Grande Prêmio

15 de julho de 2010

Webber esclarece polêmica e sela a paz na Red Bull

"Claro que dizemos coisas impróprias no calor do momento", diz australiano

Mark Webber decidiu colocar um ponto final em sua polêmica com a Red Bull sobre a asa dianteira no GP da Inglaterra, selando as pazes com a equipe austríaca nesta quarta-feira.

O australiano, vencedor do GP da Inglaterra, se encontrou com o chefe de equipe Christian Horner na sede em Milton Keynes e, em um comunicado, disse que não existem mais tensões a serem resolvidas.

"A minha decepção do sábado acabou respingando no domingo, mas aconteceu simplesmente por causa do meu desejo de querer a melhor chance possível de sucesso, assim como qualquer outro piloto do grid", afirmou.

"Sebastian [Vettel] recebeu a nova asa dianteira por razões que não foram claramente explicadas para mim na tarde do sábado. Claro, posso entender que uma equipe pode favorecer um piloto a certa altura do campeonato, caso só exista recursos para apoiar um só", continuou.

"Já fizemos a reunião após a corrida, na fábrica, e esclarecemos tudo. Agora está tudo entendido e, se enfrentarmos este dilema novamente, a preferência vai para o líder do campeonato", disse Webber, que admitiu: dizer que era o segundo piloto após a corrida não foi uma declaração muito feliz.

"Claro que dizemos coisas impróprias no calor do momento. A F-1 é altamente competitiva, onde as emoções e a adrenalina correm o tempo todo. Meu comentário foi um exemplo do sarcasmo australiano que funciona para o bem e o mal, depende do lado que você escolhe."

"Dentro do capacete, estava feliz em ter vencido um dos eventos mais prestigiados do calendário e, também, a corrida de casa da Red Bull. É como se fosse para mim, também, pois moro a 40 minutos da pista há 15 anos", revelou o piloto, que disse manter intacto o bom relacionamento de trabalho com Christian Horner e Sebastian Vettel.

"Christian e eu nos conhecemos há muitos anos. Somos amigos e temos um grande respeito mútuo, que se estende a outros negócios, como a equipe da GP3 que temos juntos. E este respeito passa para os pilotos. Sei que tenho um ótimo piloto como companheiro e não quero que seja diferente."

"Dividimos informações livremente e contribuímos para o desenvolvimento do carro. Não somos inimigos, somos dois pilotos que estão andando forte e querendo o melhor para ambos. Simples", completou.

Fonte: Tazio

11 de julho de 2010

Vettel evita confronto com Webber e afirma que foca em si próprio

Sebastian Vettel tentou não criar polêmicas com Mark Webber depois da guerra fria vista entre os dois na Inglaterra neste fim de semana e se disse feliz pelo time

Sebastian Vettel evitou o confronto direto com Mark Webber após o GP da Inglaterra, disputado neste domingo (11) em Silverstone. Os dois foram personagens de uma guerra fria, provocada pela decisão da Red Bull de dar a nova asa dianteira da equipe, desenhada pelo projetista-chefe Adrian Newey, apenas para o alemão no fim de semana.

O australiano reclamou do ocorrido depois do treino de classificação. Para apimentar ainda mais a discussão, Vettel partiu para cima do companheiro na largada da prova, mas se deu mal, caindo para o último lugar. O germânico ainda se recuperou, chegou em sétimo, mas teve de ver Webber vencendo a corrida.

Para completar, Mark ironizou a situação ao falar pelo rádio aos engenheiros da RBR que o resultado não tinha sido “nada mal para um segundo piloto”. Sebastian preferiu ignorar o fato, não comentou sobre o assunto e falou sobre seu lado na história.

“Bem, eu obviamente foco em mim mesmo. Especialmente depois do que aconteceu no passado. As pessoas têm opiniões diferentes, eu tenho a minha”, disse Vettel, que, entretanto, deixou no ar uma provocação ao parceiro de time.

“Tive as minhas experiências, algumas boas e ruins, e você começa a conhecer um pouco melhor as pessoas e ver seus rostos verdadeiros. Acho que aprendi minha lição e concentro em mim mesmo”, declarou o quarto colocado na classificação geral da F1.

parceiro. “Ele começou melhor, então eu obviamente mudei para a direita, tentando me defender, mas ele já estava ali. Não havia motivo para fazer algo estúpido. A corrida é mais do que apenas uma curva”, comentou.

“É uma pena que não pude disputar com ele, mas é bom para o time. Estou feliz pelo time”, contemporizou o alemão.

Fonte: Warm Up

6 de maio de 2010

Após polêmica com marca, Ferrari modifica o layout

Segundo escuderia, mudança veio para colocar fim em "história ridícula"

Após denúncias de médicos ingleses sobre propaganda subliminar, a Ferrari e a Philip Morris, dona da marca Marlboro, decidiram alterar o layout dos modelos F10 para o GP de Barcelona.

Segundo a escuderia, em seu site oficial, a decisão foi tomada "com o objetivo de retirar todas as acusações referentes o tal "código de barras", que nunca teve a intenção de ser uma referência à uma marca de cigarros.

"Desta forma, queremos colocar um fim nessa história ridícula e concentrar em coisas mais importantes que essas acusações infundadas", completou a escuderia.

De acordo com o jornal "The Times", um porta-voz da Comissão de Saúde Pública Europeia, John Dalli, considera que as cores utilizadas no carro da escuderia representam uma mensagem subliminar aos cigarros da Marlboro e pediu aos governos espanhol e inglês para que investigassem se isso está de acordo com a lei.

"O código de barras estampado no carro da equipe lembra um pacote de cigarros Marlboro. Fiquei impressionado quando vi isso. Ultrapassa os limites. Se você analisar como o código está envolvido com a equipe nos últimos anos, parece um ato de manutenção da marca", disse John Britton, diretor do Colégio Real de Medicina e diretor do grupo anti-tabaco inglês.

Na última terça-feira, Luca di Montezemolo, presidente do time de Maranello, criticou a atitude das pessoas que disseram visualizar uma propaganda da marca, afastada dos anúncios publicitários desde 2005, em um código de barras existente nos F10.

"Está ficando ridículo afirmar que a cor vermelha ou o desenho que reproduz um código de barras pode estimular as pessoas a fumarem", disse o italiano.

"Francamente, acredito que este debate seja totalmente inútil", completou Montezemolo. "Em um momento em que, do outro lado do Atlântico, pessoas lutam por um sistema de saúde mais justo na Europa as pessoas publicam teorias sem bases científicas."

Fonte: Tazio

3 de maio de 2010

Alonso não se arrepende de polêmica com Massa em Xangai: 'Faria de novo'

Em entrevista, espanhol diz que gosta de ultrapassar Michael Schumacher
A polêmica ultrapassagem sobre Felipe Massa na entrada dos boxes do GP da China ainda está na cabeça de Fernando Alonso. Em entrevista ao jornal italiano "Corriere della Sera", o espanhol da Ferrari disse que não se arrepende da manobra, apesar das críticas que recebeu após o incidente. Ele não vê problemas em repetir a manobra em outras ocasiões.

- Absolutamente sim. Faria de novo - diz Alonso.

Para o espanhol, a dupla formada por ele e Massa na Ferrari tem características complementares, com qualidades diferentes. Ele acredita que Jenson Button e Lewis Hamilton, da McLaren, são os que mais podem ameaçar a Ferrari em 2010.

- Felipe e eu nos complementamos. Enquanto perco algum tempo em algumas curvas que ele leva vantagem, sou mais rápido em outros setores. Aprender com seu companheiro é um segredo. Agora, Button e Hamilton podem criar problemas para nós no campeonato.

Responsável por acabar com o domínio de Michael Schumacher na Fórmula 1, após seu bicampeonato em 2005 e 2006, Alonso confessa que tem prazer em ultrapassar o alemão. Para ele, no entanto, melhor ainda é a repercussão do fato.

- Deixar Schumacher para trás é sempre bom. Depois, você fica falando sobre isso durante uma semana inteira.


Fonte: Globoesporte

26 de abril de 2010

Após uma semana, Alonso quer esquecer polêmica com Massa nos boxes da China

Em terceiro no campeonato, espanhol está otimista para brigar pelo título

Após toda a polêmica causada pela ultrapassagem sobre o companheiro Felipe Massa na entrada dos boxes do GP da China, Fernando Alonso preferiu minimizar o incidente em um evento de um dos principais patrocinadores da Ferrari nesta segunda em Madri. O espanhol não quis falar sobre o assunto para não trazer a questão de volta às páginas dos jornais.

- Não podemos seguir falando de coisas com uma importância tão pequena quase duas semanas depois. Não vou responder a essa pergunta, porque teríamos outra página polêmica nos jornais amanhã - diz Alonso, em entrevista à imprensa espanhola.

O espanhol está otimista para o campeonato deste ano. Em terceiro lugar, Alonso comemora a perspectiva de título, fato que estava muito distante em 2009, quando sofria com o péssimo carro construído pela Renault para aquela temporada.

- As perspectivas para o campeonato são positivas. Estou em terceiro, poucos pontos atrás do líder, e a situação é muito boa. Com o potencial da equipe, tenho reais condições de lutar pelo título, coisa que, no ano passado, a esta altura, era impossível. Voltei a desfrutar da briga para ser campeão. Em 2009, nesta época, a Ferrari estava longe. Agora conseguimos cumprir nossos objetivos.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

18 de abril de 2010

Assim como Massa, Alonso descarta polêmica e diz que manobra foi normal

Após realizar prova de recuperação e chegar na quarta colocação no GP da China, Fernando Alonso lamentou ter queimado a largada. "Cometi um erro grave"

Fernando Alonso seguiu o exemplo do companheiro de Ferrari, Felipe Massa, e não alimentou qualquer polêmica na questão da ultrapassagem sobre o brasileiro na entrada do pit-lane, durante a etapa da China neste domingo (18). O espanhol, que foi quarto lugar na corrida em Xangai, considerou a manobra normal e acredita que o episódio não afetará a relação com o colega ferrarista.

"Se Felipe não fosse meu companheiro de equipe, isso não seria tão comentado e, para mim, foi uma manobra normal e, definitivamente, não vai comprometer o nosso relacionamento", declarou o espanhol.

Alonso também lamentou ter queimado a largada, fato apontado de imediato pelo diretor da prova, Charlie Whiting. O espanhol foi punido com um drive-through. Mesmo com a sanção, o bicampeão teve um desempenho digno dos títulos que possui e, graças a uma corrida de recuperação, alcançou o quarto lugar.

"Cometi um erro grave no início. Meus reflexos me decepcionaram e larguei mais cedo. Isso nunca aconteceu antes e estou decepcionado comigo mesmo. Felizmente, apesar da punição, consegui terminar em quarto", comentou.

O espanhol ainda destacou as inúmeras alternativas proporcionadas pela chuva no circuito de Xangai e entende que em situações assim é impossível fazer qualquer prognóstico.

"Numa corrida como esta tudo pode acontecer. Fizemos cinco pit-stops, o que é definitivamente incomum. Acho que nós tomamos as decisões certas nos momentos certos. Você só compreende no final o que teria sido a melhor coisa a ser feita, mas não temos bola de cristal no carro", disse o piloto.

Terceiro colocado no Mundial com 49 pontos, o asturiano elogiou o seu início no campeonato, mas acha que a Ferrari precisa evoluir, sobretudo na classificação. "Temos um grande potencial e temos de esperar algumas corridas normais como no Bahrein. O início do campeonato tem sido bom. Mostramos que somos competitivos em todas as pistas e temos condições de ganhar o título. Mas claramente temos que melhorar nossa performance na classificação”, observou.

Alonso elogiou ainda a vitória da McLaren, equipe que defendeu em 2007. "A McLaren merece o primeiro lugar, porque sempre apresenta um bom desempenho apesar de não ter o melhor carro", finalizou.

Fonte: Grande Prêmio

7 de março de 2010

Massa minimiza críticas na Espanha: "o jeito é dar risada"

Fonte: Uol Esportes

Massa elogia Alonso e reitera que ri de polêmicas criadas na imprensa

Em Interlagos, Felipe Massa afirmou que não leva a sério as polêmicas criadas pela imprensa europeia sobre o relacionamento dele com Fernando Alonso

Desde que Fernando Alonso foi confirmado como companheiro de Felipe Massa na Ferrari, o brasileiro é obrigado a responder uma série de perguntas sobre o potencial supostamente explosivo da dupla. Neste domingo (7) em Interlagos, durante evento promocional do banco Santander, que patrocina a equipe, não foi diferente. E o piloto reiterou que não tem qualquer problema com Alonso.

Felipe já está acostumado com as polêmicas criadas pela imprensa. Recentemente, o jornal "El Mundo Deportivo" publicou um editorial criticando Massa por dizer que Alonso teria de se adaptar à Ferrari. Nada, entretanto, que abalasse a relação entre ambos. "A gente dá risada quando lê algo que não tem nada a ver com a realidade. Esse é o jeito mais fácil de passar por isso", comentou o Massa.

Felipe destacou que, se passar por algum tipo de desentendimento com Fernando, não fará isso por meio da imprensa. "Não tem muito o que inventar. Se tiver um problema com meu companheiro de equipe, com a equipe ou com quem for, eu prefiro falar na frente e não via jornalistas", esclareceu.

Massa ainda garantiu que, até agora, não teve nenhum problema com o espanhol. "O mais importante é o trabalho do dia-a-dia dentro da equipe. Isso é o que conta. E está indo muito bem", declarou.

O vice-campeão de 2008 entende que há muitas semelhanças entre ele e o espanhol. "Temos um estilo bem parecido, não só no jeito de guiar, mas também no trabalho dentro da equipe e nas ideias de desenvolvimento do novo carro. Algumas vezes eu andei com o carro, ele também e falamos exatamente a mesma coisa", disse.

"Claro que cada piloto tem o seu jeito de acerto, mas muitas vezes o Alonso andou no carro que eu tinha acabado de andar e gostou logo de cara do acerto. No jeito de ser também somos parecidos: dois latinos que vivem da mesma maneira", concluiu.

Fonte: Warm Up - Gazeta Esportiva