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1 de março de 2011

Ecclestone duvida de retorno de Kimi à categoria

"Kimi decidiu fazer outra coisa e esse continuará sendo o caso" disse o inglês

Bernie Ecclestone, dono da empresa que detém os direitos comerciais da F-1, não acredita que o campeão mundial de 2007, Kimi Räikkönen, deixará as competições da rali para retornar à categoria no futuro.

Räikkönen saiu da F-1 no final de 2009, quando perdeu sua vaga na Ferrari para Fernando Alonso. Em meados de 2010, seu nome foi ligado à vaga ao lado de Robert Kubica na Renault, mas as negociações não foram adiante.

Em entrevista à revista alemã "Kicker", Ecclestone afirmou não saber exatamente os motivos pelos quais o finlandês deixou a F-1 e duvida de seu retorno no futuro.

"Ninguém realmente sabe o motivo pelo qual Kimi deixou a F-1, e muitos tentaram trazê-o de volta novamente. Mas Kimi decidiu fazer outra coisa e esse continuará sendo o caso", opinou o dirigente de 80 anos.

Em 2011, Räikkönen segue disputando o Mundial de Rali pela Citroën.

Fonte: Tazio

27 de setembro de 2010

Equipes se preocupam com atraso nas obras do circuito de Yeongam

Martin Whitmarsh e Eric Boullier demonstraram preocupação com o atraso nas obras de conclusão do circuito de Yeongam, sede do GP da Coreia. Por sua vez, Christian Horner está confiante

Quando Bernie Ecclestone colocou a realização do GP da Coreia do Sul em dúvida, sua mensagem foi recebida como alerta não só pela organização da prova, mas também pelas equipes da F1. Martin Whitmarsh e Eric Boullier, chefes de equipe da McLaren e Renault, respectivamente, se mostraram preocupados com um possível cancelamento da corrida. Christian Horner, comandante da Red Bull, adotou uma postura confiante, muito por conta da demonstração que o time fez no circuito de Yeongam, ainda em obras, feita no início do mês.

O dirigente da McLaren espera que a corrida em solo coreano aconteça, por entender que a prova é uma oportunidade a mais para a equipe somar pontos e se manter na luta pelo título, tanto no Mundial de Construtores, quanto no de Pilotos.

“Queremos buscar vários pontos lá, queremos mais corridas. Depois de tudo o que ouvimos, acho que há muitas preocupações, mas acho que temos de admitir que Bernie e os coreanos estão trabalhando nisso. Temos de nos concentrar agora em ir para Suzuka e somar pontos”, disse Whitmarsh.

Por sua vez, Boullier alertou para os investimentos feitos pela equipe no planejamento de logística entre a Europa e a Coreia. “É preocupante, porque nós podemos ter gasto dinheiro à toa. É um trabalho extra para nada. Não é fácil entender se as obras estarão prontas ou não, e isso claramente não é bom”, comentou o francês.

Na contramão de Whitmarsh e Boullier, Horner tem esperanças de que o GP da Coreia aconteça como previsto. A confiança do chefe de equipe da Red Bull aumentou quando o time fez uma demonstração na inauguração do circuito de Yeongam no início de setembro. Guiado por Karun Chandhok, o RB5 modelo de 2009 foi o único F1 que andou no autódromo, ainda com as obras inacabadas.

“Acho que nós definitivamente estaremos na Coreia. Tenho conversado com alguns representantes anteriormente e agora eles parecem muito confiantes. Estivemos lá há algumas semanas [para a demonstração da Red Bull no circuito], e estamos confiantes. Até o momento, todos os nossos voos ainda estão reservados”, revelou Christian.

Fonte: Grande Prêmio

11 de julho de 2010

No embalo da Copa, Ecclestone busca F-1 na África

Dirigente inglês, no entanto, tem Rússia como prioridade para o calendário

Em entrevista à "BBC Radio 5 Live", Bernie Ecclestone afirmou que a F-1 pode retornar à África do Sul nos próximos anos.

Com o sucesso da Copa do Mundo no país, a África do Sul abriu as portas para receber outros esportes como a F-1, que correu entre 1970 e 1993 no tradicional circuito de Kyalami.

No entanto, a ideia do chefão da F-1 é construir um circuito novo _isso depois de conseguir colocar a Rússia no calendário. "A África é outro continente onde nós devemos estar. Será ótimo cobrir o mundo, mas a Rússia é mais importante, agora. A África é limitada para todas as pessoas que estão na F-1 pelo negócio, enquanto a Rússia é aberta", disse.

"Mas vamos ver. Estamos conversando com as pessoas na África do Sul por um longo tempo. A chance existe, é o caso de conseguir o palco ideal. Estamos conversando com pessoas em Cape Town. Existem um ou dos lugares onde isso pode acontecer. Estamos falando na construção de um circuito", continuou.

"Isso deve acontecer em três anos, provavelmente. Era o que eu gostaria de ver. Assim espero. Que seja em cinco anos. Com as benfeitorias da Copa do Mundo na África, as pessoas acreditarão que seria boa a presença da F-1 por lá", completou Ecclestone. Recentemente, a A1 GP disputou uma corrida nas ruas de Durban.

Fonte: Tazio

30 de abril de 2010

China tem até outubro para renovar com Ecclestone

Dirigente do circuito disse que conversas para seguir com a F-1 estão adiantadas

Os promotores do GP da China pretendem assegurar a disputa em Xangai da F-1 para o próximo ano. De acordo com dirigentes locais, o processo de renovação já está quase finalizado.

"Não foi anunciado ainda porque ainda há diversas questões técnicas para serem resolvidas, mas estamos evoluindo", disse Leon Sun, promotor da corrida, à Reuters.

"Temos até outubro deste ano para finalizarmos o acordo, mas estou confiante de que teremos uma resposta antes disso", completou.

A etapa da China, que estreou no calendário da F-1 há sete anos, teve sua permanência colocado em dúvida devido ao baixo público presente ao autódromo para acompanhar a corrida.

"Obviamente, se compararmos com as corridas na Europa ainda temos um longo caminho para fazermos. Melhoramos a cada ano e acho que Bernie [Ecclestone] entende isso e aprecia nossa atitude."

Fonte: Tazio

20 de abril de 2010

Dirigente confiante em sucesso de corrida coreana

Yung Cho Chung, chefe do GP, disse que novo circuito está 79% concluído

Após visita de Bernie Ecclestone às obras do novo circuito na Coreia do Sul, o chefe da organização do GP, Yung Cho Chung, espera que não existam mais dúvidas sobre a realização do evento.

"Na semana passada ouvimos essas histórias sobre nós, e eu na verdade estou agradecido porque na última semana todos passaram a ter mais interesse na corrida", disse o CEO para a revista alemã Focus.

Chung afirmou que 79% das obras do circuito estão prontas e que Ecclestone ficou satisfeito com o que viu em sua passagem pelo país.

"Não existe nenhum problema. Nós temos um novo aeroporto e você pode viajar até lá [Yeonnam , localização do circuito]. Nós temos uma linha expressa de trem em que a viagem de Seoul dura apenas três horas", falou o Chung sobre a estrutura montada para a corrida.

"O Sr. Ecclestone esteve no nosso circuito, nós almoçamos no hotel e ele viu que a pista ficava a apenas três minutos. Existem muitos quartos e hotéis suficientes", continuou.

Sobre a pista, Chung afirmou que terá características próprias. "Em todo o mundo, muitos circuitos parecem similares, ma quando você vier à Coreia reconhecerá que esta é uma pista coreana."

O GP da Coreia, 17ª etapa do Mundial de F-1, está marcado para acontecer no dia 24 de outubro.

Fonte: Tazio

Bernie Ecclestone pede para os pilotos da Fórmula 1 não reclamarem de Hamilton

Chefão diz que inglês fez corridas fantásticas em Sepang e Xangai

Bernie Ecclestone, chefe comercial da Fórmula 1, pediu aos pilotos da categoria para se preocuparem com seus trabalhos em vez de se queixar de Lewis Hamilton, campeão mundial de 2008. O inglês da McLaren e Sebastian Vettel, da RBR, tocaram rodas no pit lane no GP da China e foram advertidos pelos comissários de prova.

- Os pilotos deveriam se concentrar nas corridas em vez de reclamar. Não se trata de correr? Acho que Lewis fez uma corrida fantástica. Ele guiou muito bem - diz Ecclestone, em entrevista ao jornal inglês "Daily Mirror".

Na China, Hamilton andou por 300 metros na zona de segurança dos boxes e não foi punido. Além disso, ele escapou apenas com uma advertência no GP da Malásia, quando fez ziguezague na frente do russo Vitaly Petrov, da Renault.

- Fiquei encantado com a atuação de Hamilton em Sepang (o inglês chegou em sexto), e aposto que os torcedores pensam o mesmo. Os pilotos reclamam por nada - completa.

Fonte:GLOBOESPORTE.COM

19 de abril de 2010

Ecclestone descarta adiamento do GP da Espanha por vulcão na Islândia

Bernie Ecclestone afirmou que o caos aéreo na Europa, provocado pela erupção do vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia, não vai afetar a realização do GP da Espanha, marcado para daqui a três semanas

A dúvida em torno da realização do GP da Espanha da F1 – marcado para daqui a três semanas – é imensa por causa do caos aéreo na Europa provocado pela erupção do vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia, mas Bernie Ecclestone tratou de afastar qualquer hipótese de cancelamento da etapa. O chefe-executivo da categoria garantiu que a prova em Barcelona vai acontecer no dia agendado, independente dos atrasos nos voos por conta do fechamento dos principais aeroportos do continente europeu.

"Eu tenho certeza de que tudo vai dar certo", disse Ecclestone, ainda em Xangai. "Não há nenhuma questão sobre cancelar o GP da Espanha. Claro que isto está causando problemas a todos, mas todos nós vamos encontrar uma maneira de chegarmos em casa", acrescentou o presidente da FOM (Formula One Management).

Algumas equipes do grid, como Ferrari, McLaren e Lotus, decidiram fazer voos fretados de volta à Europa. A equipe italiana, por exemplo, vai viajar até Roma e seguir por estrada para a base, em Maranello. Os carros, no entanto, não poderão voltar às fábricas até que os aviões de carga possam sair da Europa, onde estão presos. Se os atrasos nos voos persistirem por mais alguns dias, é provável que os equipamentos sejam mandados diretamente para Barcelona. O problema é que isso atrapalharia o desenvolvimento dos carros, já que as equipes ficariam impossibilitadas de testar atualizações em suas fábricas.

Martin Whitmarsh, chefe de equipe da McLaren, confirmou a volta da escuderia para a Espanha nesta quarta-feira. “Felizmente, já que a Espanha é o único lugar onde você consegue voar, nós podemos ir para lá na quarta e pegar o caminho de casa”, destacou.

Stefano Domenicali mostrou preocupação por causa do atraso no trabalho em cima do desenvolvimento da F10. “Esperar significa ficarmos aqui uma semana ou dez dias, eu não sei, mas estamos vendo se voltamos em voos fretados. Todos estão esperando para ver o que acontece. Pelo lado material, sabemos que ou levamos todas as coisas ou deixamos aqui. Então, ou fazemos outra corrida aqui ou voltamos todos juntos para a Europa", brincou.

Christian Horner mostrou confiança sobre a realização do GP da Espanha, destacando o fato de a prova estar marcada só para o segundo domingo de maio. O chefe da Red Bull afirmou também que as atualizações preparadas para os carros de Sebastian Vettel e Mark Webber ainda estão em fase de preparação, mas devem ser testadas em Barcelona. Contudo, o dirigente confessou que nunca viu uma situação como essa.

"Na minha vida, eu não consigo lembrar de um vulcão em erupção que tenha deixando pessoas ilhadas. Na pior das hipóteses, nós estaremos na Ferrovia Transiberiana. E onde há uma vontade de chegar em casa, há um caminho", ressaltou Horner.

Tranquilidade de uns, dor de cabeça para outros. Por conta da erupção do vulcão Eyjafjallajokull, a Dorna, empresa que comanda a MotoGP, e a Federação Internacional de Motociclismo anunciaram nesta segunda-feira (19) o adiamento do GP do Japão da categoria, que aconteceria no próximo fim de semana, em Motegi. A prova foi remarcada para 3 de outubro. No futebol, a Uefa vai decidir nos próximos dias se os jogos entre Atlético de Madrid e Liverpool e Hamburgo e Fulham, válidos pela Liga Europa, serão adiados ou vão acontecer na quinta-feira.

Fonte: Warm Up

16 de abril de 2010

Ecclestone confirma 20 GPs em 2011 e sonha com calendário de 25 provas

Bernie Ecclestone disse que a Índia vai entrar e nenhum país vai sair do calendário da F1 no ano que vem. Segundo o dirigente, seria uma preparação para uma expansão maior no futuro

O sonho de expandir a F1 de Bernie Ecclestone não tem limites. O chefão da categoria disse nesta sexta-feira (16) em Xangai, onde acontece o GP da China, que o calendário de 2011 terá 20 provas, com a inclusão de uma prova na Índia. Mas o crescimento do Mundial não pararia por aí. O dirigente pretende aumentar esse número para 25 no futuro.

Ecclestone foi questionado se as corridas na China e na Turquia corriam risco de serem excluídas do calendário por causa do fraco público em seus autódromos – o número de espectadores em Xangai para os treinos livres desta sexta foi aquém das expectativas. O mandachuva da F1 negou essa possibilidade.

“Não estamos dispensando nada. [São] 20 corridas, se preparando para 25”, afirmou Bernie, revelando seu interesse em aumentar o número de provas do Mundial.

O contrato para uma etapa em Roma, na Itália, já foi acertado. O circuito de rua da capital italiana deve estrear em 2013. Ecclestone já falou que quer ver a F1 em Nova York e na Rússia. Como a França pretende voltar a receber a categoria, há um cenário com 24 GPs. Só faltaria um para chegar ao número mágico do dirigente inglês.

Fonte: Warm Up

8 de abril de 2010

Bernie diz que Briatore pode voltar à Fórmula 1 em 2012

O ex-chefe da Renault, Flavio Briatore, que teve sua pena de banimento do automobilismo revista, já admite voltar à Fórmula 1, mas não na condição de dirigente. A revelação foi feita por Bernie Ecclestone.

“Acredito que ele poderia ocupar um lugar na parte promocional da Fórmula 1”, falou Ecclestone.

Flavio continua reclamando da forma como foi tratado após o escândalo após o escândalo do GP de Cingapura de 2008, quando ele determinou ao brasileiro Nelsinho Pique para que batesse e ajudasse Fernando Alonso a vencer.

“Fui jogado fora feito um criminoso. Nunca voltarei à Fórmula 1 como um dirigente, mas, talvez, depois de 2012, em algum outro cargo”, afirma Briatore.

Contudo, a FIA (Federação Internacional do Automóvel) através de seu presidente, Jean Todt, já anunciou que vai recorrer da decisão tomada pela Corte de Justiça da França.

Fonte: Amigos da Velocidade

6 de abril de 2010

Por Nova York e Rússia, Ecclestone avisa que algumas provas vão acabar

Bernie Ecclestone quer levar a F1 para Nova York e para Rússia e manter o calendário com 20 provas. Por isso, algumas etapas europeias devem ser extintas

Algumas corridas serão extintas em favor de GPs em Nova York e na Rússia. Isso foi o que garantiu Bernie Ecclestone, que já deixou claro a sua intenção em promover provas da F1 nesses dois lugares.

O chefão da categoria já havia dito que Roma entraria no calendário em 2013, e está quase certo que a Índia tenha a sua etapa a partir de 2011. Mesmo com tantas novidades, há um limite de corridas: 20. Por isso, alguns GPs estão com os dias contados.

“Vamos perder algumas provas com certeza. Há algumas corridas que podemos nos dar o luxo de perder sem muitos problemas. Tenho falado aos países para ver o que eles podem apresentar”, afirmou o dirigente em entrevista à emissora de TV Bloomberg.

A ameaça recai nas etapas europeias, até mesmo as mais tradicionais. A Espanha também é um alvo para perder uma corrida, já que o país é o único a ter duas provas no calendário da F1.

Sobre os novos palcos da categoria, Ecclestone declarou que tem se empenhado na realização de um GP nas ruas de Nova York, em 2012. Há três locais em potencial para a etapa fora de Manhattan. Já sobre a Rússia, Moscou ou Sochi são as candidatas para receber a F1.

“Vamos tomar uma decisão nos próximos dois meses”, comentou Bernie.

Fonte: Warm Up

25 de março de 2010

Ecclestone sonha em levar a Fórmula 1 para Nova York em 2012

O chefão da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, tem planos grandiosos para 2012, na expectativa de fazer com que a categoria máxima do automobilismo volte aos Estados Unidos. Sua meta é realizar um GP norte-americano na cidade de Nova York.

“Estou tentando, para 2012, ter a imagem de Manhattan, com seus arranha-céus ao fundo”, disse Ecclestone, em entrevista ao jornal italiano La Gazzetta dello Sport, nesta quinta-feira. A categoria se prepara para a segunda etapa do ano, na Austrália, neste domingo.

“Um circuito a 15 minutos do centro de Nova York. Seria um sonho”, adicionou o mandatário. Durante a história da Fórmula 1, nove circuitos sediaram corridas nos Estados Unidos, incluindo projetos audazes como este, a exemplo do feito na década de 1980, em Las Vegas.

O último GP dos EUA aconteceu em 2007, quando a Fórmula 1 levou seus carros para uma corrida em uma pista mista dentro do tradicional circuito de Indianápolis.

Ecclestone ainda comentou em entrevista ao diário italiano que não veria com estranheza a volta de Flavio Briatore à Fórmula 1. Ele reverteu a decisão de banimento da Fórmula 1 após o escândalo envolvendo Nelsinho Piquet e a Renault.

“Acho que ele poderia ter um bom papel na promoção da Fórmula 1”, analisou o dirigente. No entanto, Briatore deu declarações recentes em que disse não ter interesse em voltar à categoria.

Fonte: Uol Esportes

24 de março de 2010

Ecclestone se ofereceu para ser empresário de Hamilton

Lewis Hamilton está sem empresário desde que rompeu com o pai

Na entrevista conjunta de Bernie Ecclestone e Lewis Hamilton para o site oficial da Fórmula 1, o piloto da McLaren revelou que o dono dos direitos comercias da principal categoria do automobilismo se ofereceu para o seu empresário.

Eles explicaram que Bernie fez uma ligação para Lewis dizendo que procurava um emprego, mas que não atendeu o telefone na hora. Quando viu, tinha um recado do próprio dirigente oferecendo-se.

Mas Hamilton sente-se muito confortável neste momento cuidando da própria carreira. Bernie até brincou dizendo que não era bom o suficiente, mas o piloto mesmo explicou a situação, depois de ter rompido com seu pai, querendo ter uma relação apenas paternal com ele.

"Honestamente, recebi muitas propostas, mas não estou com pressa para decidir. Estou numa equipe fantástica, com muita gente competente, então no momento eu não necessito um empresário", decretou Hamilton.

Bernie não só concorda, como deu um exemplo para defender a tese.

"O piloto não precisa de um empresário. (O ex-piloto) Gerhard Berger é o melhor exemplo disso. Ele foi seu próprio empresário e fez muito mais dinheiro que todos no tempo em que correu. Tenho certeza que ele fez melhores acordos para si do que se tivesse com um empresário ao seu lado", afirmou Ecclestone.

Fonte: Terra

16 de março de 2010

Indianápolis admite conversas para voltar à F-1

Porta-voz do circuito afirmou que diálogos com Ecclestone ainda existem

Um porta-voz do circuito de Indianápolis admitiu a possibilidade de o tradicional circuito voltar a receber uma corrida de F-1.

A pista integrou o calendário recente da categoria entre 2000 e 2007, mas uma série de problemas (incluindo o clima entre as duas partes) impediu a renovação do acordo.

"Ninguém trabalhou na possibilidade, ainda", disse Bernie Ecclestone, chefão da F-1. "Teríamos de fazer uma grande mudança, mas gostaríamos de voltar lá", afirmou, dizendo que "pessoas erradas" estavam organizando o evento.

"Estamos conversando com a F-1", afirmou o porta-voz do circuito. "Mantemos interesse em receber esses eventos. Claro, existe muito o que considerar", completou, destacando que não entendeu o que Ecclestone quis dizer com "pessoas erradas".

Fonte: Tazio

Ecclestone diz que momento não é de pânico na F-1

"É basicamente o mesmo problema que tivemos nos últimos anos", diz

A quantidade de reclamações das equipe contra a falta de competitividade mostrada no GP do Bahrein fez com que Bernie Ecclestone entrasse em ação nesta terça-feira.

O chefão da F-1 afirmou que o momento não é de pânico, mas será preciso esperar o início da temporada europeia para tomar alguma atitude, se for preciso.

"Não existe pânico, nem crise, na F-1. Acho que não há nada que possamos fazer no momento, e não devemos nos dobrar para as mudanças. Estamos envolvidos em quatro viagens longas, então vamos ver como as equipes se adaptam. Depois, analisaremos isso após a corrida da China", disse.

"A primeira corrida com o regulamento novo sempre será de aprendizado para todos. Agora, as equipes sabem que podem melhorar e teremos um pouco mais de ação", continuou o dirigente, que desdenhou da proposta de Christian Horner, chefe da Red Bull, que sugeriu duas paradas obrigatórias nos boxes.

"Alguns podem imaginar os motivos pelos quais as equipes têm a opção de dois tipos de pneus. Talvez, se dermos a eles apenas um composto leve, eles teriam de parar duas vezes, mas não tenho certeza de que os times aprovariam os dois pit stops obrigatórios que a Red Bull sugeriu."

Segundo Bernie, o problema da F-1 é conhecido: "É basicamente o mesmo problema que tivemos nos últimos anos com a pressão aerodinâmica, com os carros não conseguindo andar próximos uns dos outros para criar mais ultrapassagens. As equipes sabem disso, mas não farão nada, pois têm seus próprios interesses: vencer."

"Tive um encontro com as equipes e tentei explicar nosso negócio: correr e entreter o público. Não é como jogar contra computadores e ser rápido em uma volta", encerrou.

Fonte: Tazio

12 de março de 2010

Ecclestone e Todt tentam convencer Bridgestone a permanecer na F1

Bernie Ecclestone e Jean Todt lutam para que fabricante japonesa de pneus fique na categoria ao final da temporada

Bernie Ecclestone prometeu tentar demover da Bridgestone a idéia de abandonar a F1 após o final do ano. O objetivo do inglês é convencer a fabricante japonesa a permanecer na categoria para as próximas temporadas.

“Nós certamente poderíamos encontrar um substituto, mas espero que eles (Bridgestone) repensem sua decisão”, afirmou Ecclestone à revista alemã “Auto Motor ünd Sport”. “Estamos trabalhando nisso”, concluiu o britânico.

Já o presidente da FIA, Jean Todt, admitiu em entrevista ao "The New York Times" que a decisão da Bridgestone foi considerada "um choque". O dirigente francês entende que os japoneses decidiram encerrar suas atividades na F1, pois a categoria não leva em conta os ideais de " sustentabilidade, meio ambiente e alterações climáticas" como importantes.

"E será que eles mudarão de ideia face ao que queremos implantar na categoria? Eu não sei", concluiu Todt.

Fonte: Warm Up

9 de março de 2010

Ecclestone garante GP de Roma em calendário com 20 corridas em 2013

A prova nas ruas de Roma já está garantida para daqui a três anos, o que preocupa as autoridades de Milão, receosas em perder o GP da Itália em Monza

O GP de Roma de F1 já tem ano para estrear no calendário do Mundial: 2013. Foi o que falou Bernie Ecclestone, que foi além e disse que a categoria terá uma prova a mais do que agora daqui a três anos. “Roma vai entrar no calendário em 2013. Vamos ter 20 corridas, e os times vão ficar felizes com isso”, afirmou o chefe da FOM (Formula One Management).

A etapa será realizada em um circuito de rua que será montado na capital italiana. Apesar da nova prova em Roma, a expectativa é de que a corrida que acontece em Monza, o GP da Itália, permaneça no calendário. Entretanto, a prefeita de Milão, Letizia Moratti, manifestou sua preocupação sobre o assunto.

“Acredito que a concorrência entre as cidades é correta, mas respeitar suas tradições é igualmente correto”, falou a governante à agência de notícias “Ansa”.

Fonte: Warm Up

22 de dezembro de 2009

Ecclestone confirma contrato de sete anos para prova em Roma

Bernie Ecclestone confirmou ao jornal "The Times" que firmou contrato com Roma para a realização de um GP na capital italiana a partir de 2012

Bernie Ecclestone confirmou que Roma assinou contrato para sediar uma etapa da F1. Em entrevista ao jornal "The Times", o presidente da FOM disse que o acordo tem duração de sete anos, com a possibilidade de extensão por mais cinco.

"Toda vez que houver uma manobra de ultrapassagem, colocaremos a fumaça negra para subir", brincou Bernie, se referindo ao sinal dado pelo Vaticano quando um novo papa ainda não foi escolhido. A declaração aponta também a possibilidade de que o circuito passe pela cidade-estado europeia.

Ecclestone afirmou que a primeira prova na capital italiana deve acontecer em 2012, um ano antes do que acreditava Maurizio Flammini, promotor da prova e ex-piloto de F2. No último sábado, o italiano preferiu não entrar em detalhes sobre o contrato e afirmou que "o circuito apropriado ainda será definido".

Estima-se que Roma ganhe mais de € 1 bilhão — R$ 2,55 bi — por ano com a F1. A corrida na cidade histórica não vai substituir o GP da Itália, que acontece em Monza.

Fonte; Warm Up