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9 de março de 2011

Suzuka renova contrato com FOM e sediará GP do Japão até 2012

O circuito de Suzuka, de propriedade da Mobilityland, pertencente à montadora Honda, sediará o GP do Japão até 2012, apesar de a empresa japonesa considerar a corrida pouco rentável

Suzuka permanecerá como sede do GP do Japão de F1 pelo menos até 2012. O circuito de propriedade da Mobilityland, empresa pertencente à montadora Honda, abrigou 22 das 26 provas da categoria no país, enquanto as outras quatro foram realizadas em Fuji, autódromo que hoje pertence à rival Toyota: duas nos anos 70, e as outras entre 2007 e 2008.

Segundo a agência nipônica Kyodo reportou na última terça-feira (8), os dirigentes da Mobilityland e da FOM (Formula One Management) celebraram um novo acordo e asseguraram a renovação de contrato com a categoria por mais dois anos. No último mês de outubro, durante o fim de semana do GP do Japão, a Honda revelou que considera a corrida em Suzuka um evento “apenas pouco rentável”.

Tal notícia deu margem às especulações que apontavam para o fim do GP japonês em Suzuka, já que anos antes, tanto Honda, quanto a Toyota deixaram a F1. Em 2011, a baixa foi a Bridgestone, que deixou de ser fornecedora de pneus da categoria após 16 anos, dando lugar à italiana Pirelli.

Considerado pelos pilotos da F1 como um dos traçados mais desafiadores da temporada, Suzuka foi projetado por John Hugenholtz e sediou o GP do Japão pela primeira vez em 1987, ano em que Nelson Piquet foi tricampeão mundial após ver o companheiro de Williams Nigel Mansell sofrer um acidente nos treinos e ficar de fora da luta pelo título. Desde então, o circuito foi marcado por ser o palco das celebrações de Ayrton Senna, Alain Prost e Michael Schumacher.

Fonte: Grande Prêmio

18 de outubro de 2010

Ecclestone critica "estupidez" das equipes por pensarem em si próprias

Bernie Ecclestone criticou a postura dos chefes de equipes na F1, afirmando que muitos pensam apenas no que é bom para os seus times, esquecendo do lado esportivo

Bernie Ecclestone criticou a postura dos chefes de equipes na F1, afirmando que muitos pensam apenas em favor próprio para ter vantagem sobre os rivais, tentando até mesmo burlar as regras. Para o presidente da FOM (Formula One Management), os times não conseguem olhar para o lado esportivo na busca pela vitória.

“Eles deveriam ver que correm pelos própios negócios e não se preocupam com os outros”, disse o dirigente ao site oficial da F1. "O que é bom para a F1 é bom para todos os envolvidos – equipes e empresas. Muitas pessoas só pensam no que é bom para elas mesmas, e a mesma coisa acontece com relação às regras. Eles só pensam sobre o que pode torná-los vencedores”, salientou.

Ecclestone acredita que o problema na categoria não está relacionado com uma possível guerra de egos, mas que a questão é mais simples. “Eu não chamaria isso de ego, mas sim de estupidez.”
“Eles deviam pensar no geral, que todas as equipes são muito competitivas e querem ganhar, algo que eu apoio completamente, mas eles precisam ganhar em termos de nível, não tentar conseguir uma grande vantagem”, acrescentou.

“Se você consegue uma vantagem por projetar um carro melhor ou ter um melhor piloto ou estratégia, ok. Mas eles não deveriam tentar inventar coisas para ter uma vantagem. Muitos deles gostariam de ter um motor um pouco maior que o dos outros, o que não é mesmo o caminho a percorrer", encerrou Ecclestone.

Fonte: Grande Prêmio

14 de outubro de 2010

Putin e Bernie devem celebrar acordo para estreia do GP da Rússia em 2014

Vladimir Putin e Bernie Ecclestone devem assinar em breve um contrato para a realização do primeiro GP de F1 da história do país, com duração de sete anos

A F1 terá um novo GP em 2014. De acordo com a agência de notícias ‘Bloomberg’, Bernie Ecclestone, presidente da FOM, e Vladimir Putin, primeiro-ministro da Rússia, estão próximos de celebrar um acordo para garantir a realização do GP da Rússia partir de 2014. O local da corrida será em Sochi, no sul do país, cidade-sede dos Jogos Olímpicos de Inverno no mesmo ano.

O dirigente máximo da F1 visita o país nesta quinta-feira (14) para negociar os detalhes do contrato. Segundo o jornal russo ‘Kommersant’, o governo local pagaria à FOM uma taxa anual de US$ 40 milhões (R$ 66,2 milhões), valor semelhante ao que é pago pela organização das etapas de Abu Dhabi e Cingapura.

Inicialmente, o contrato valerá por sete anos, com opção de renovação por mais cinco a partir de 2020. A chegada da F1 à Rússia marca um novo panorama do esporte no país. Putin apoia também a candidatura da antiga república soviética à sede da Copa do Mundo de 2018 — que teria Sochi como um dos locais de competições —, além de apoiar, por intermédio da Lada, a carreira de Vitaly Petrov, atualmente, piloto da Renault.

Estima-se que a construção do circuito na cidade turística de Sochi esteja avaliada em US$ 200 milhões (R$ 331 milhões).

Com a inclusão da etapa russa no calendário da F1, algumas provas devem perder seu espaço. Recentemente, Ecclestone garantiu que o limite de corridas no ano é de 20, o que será atingido em 2011 com o GP da Índia. A partir de 2012, outros novos eventos estão previstos para fazer parte do Mundial da categoria. Além do GP dos Estados Unidos, na cidade texana de Austin, deverá acontecer o GP de Roma, que seria realizado em um circuito de rua no centro administrativo da 'Cidade Eterna'.


Fonte: Warm Up

19 de setembro de 2010

Criador da pista do Algarve vê chance de receber F1 "em 4 ou 5 anos"

O Grande Prêmio entrevistou o grande responsável pela pista do Algarve. Paulo Pinheiro foi quem desenhou e colocou em prática o objetivo de recolocar Portugal no calendário da F1

A F1 é a cereja do bolo para qualquer autódromo do mundo. É com base nas exigências da principal categoria do automobilismo mundial que os promotores de evento, desenhistas e envolvidos na construção de uma pista procuram pautar os projetos dos novos circuitos atualmente. E com o autódromo do Algarve não foi diferente.

O circuito está localizado na pequena cidade de Mexilhoeira Grande, próxima a Portimão e Faro, e foi inaugurado em 2008, depois ser homologado pela FIA e pela FIM. São 300 hectares de área total e uma obra que custou € 165 milhões (R$ 370 milhões). Além da pista, o complexo possui um kartódromo, parque tecnológico, hotel e um prédio de apartamentos.

O traçado, localizado em uma forte região turística, não foi idealizado por acaso. O sonho é, sim, receber a F1. Mas não imediatamente. Em entrevista ao Grande Prêmio, o projetista, idealizador e principal responsável pela pista, Paulo Pinheiro, afirmou que o objetivo sempre foi o de recolocar Portugal no calendário da F1, mas admitiu que a meta vai demorar um pouco mais para se tornar realidade. Pinheiro destacou que enxerga a possibilidade de ver a F1 no Algarve apenas em um período de quatro ou cinco anos.

“O sonho de receber a F1 existe, claro, mas atualmente vivemos um período complicado para isso. Mas acho que em um período de quatro ou cinco anos vejo com maior possibilidade. E o grande problema está na questão econômica. Porque já provamos que temos capacidade. Tivemos os testes de F1 aqui em 2009, além de outras competições importantes, como o Mundial de GT1 e a GP2, que praticamente é a mesma coisa que a F1, já que são organizadas pela mesma estrutura. E conseguimos mostrar que temos a estrutura e as facilidades necessárias”, afirmou o arquiteto.

“Nós cumprimos todas as exigências da FIA, da FOM e da Fota. E isso contou para os testes que tivemos aqui em 2009. Quer dizer, eles analisaram tudo: as condições da pista, localização, paddock. E a conclusão foi que estamos perfeitamente aptos a receber uma corrida de F1”, completou Paulo, que é da região de Portimão.

Porém, usando um discurso cauteloso, Pinheiro reconheceu que a atual concorrência com os países asiáticos e árabes tornou cada vez mais complicada a intenção de fazer a F1 tomar o caminho de volta à Europa. Paulo, no entanto, deixou escapar certo otimismo e acredita que, em algum momento, Bernie Ecclestone vai dar uma chance para novas etapas européias.

“O que vemos hoje é que as economias emergentes querem mostrar seu poder econômico usando a F1 como bandeira. Aconteceu com a China, com Abu Dhabi, com o Catar e Dubai. Mas o que acontece é que são países sem tradição no automobilismo, então não existe um apelo. Não tem público. Mas tudo isso é como na vida, em que existe um ciclo, e esse ciclo pode acabar mais cedo ou mais tarde. Na China, por exemplo, ninguém sabe quem é o piloto que está dentro do carro. Por isso que, nas corridas na Itália, na Alemanha e na França, o público é enorme”, disse o português.

"Obviamente, são opções econômicas e compreendemos isso, principalmente diante da questão financeira atual”, completou.


Fonte: Grande Prêmio

28 de julho de 2010

Mônaco renova e será palco da Fórmula 1 por mais dez anos

Depois de reunião em Londres, Bernie Ecclestone e Michel Boeri, promotor do GP de Mônaco, confirmaram um acordo de dez anos pela corrida

Bernie Ecclestone e Michel Boeri, promotor do GP de Mônaco, se encontraram nesta quarta-feira (28) em Londres e anunciaram um acordo por mais dez anos de contrato entre a FOM, empresa que detém os direitos comerciais e de imagem da F1, e o Automóvel Clube de Mônaco para a realização da etapa em Monte Carlo.

A corrida monegasca vai acontecer no dia 29 de maio em 2011. É bom lembrar que, na semana passada, Ecclestone deu uma alfinetada nos organizadores da etapa de Monte Carlo, dizendo que a F1 poderia sobreviver sem a charmosa prova, alegando que os responsáveis pelo GP no Principado "não pagam o suficiente" para receber a F1.

Fonte: Warm Up

18 de março de 2010

Circuito de Monza renova com a F-1 para receber o GP da Itália até 2016


O tradicional circuito de Monza receberá o Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1 até 2016. O anúncio da renovação do acordo com a categoria foi feito nesta quinta-feira por Claudio Vigan, presidente da gestora da pista, a Sias, em uma coletiva de imprensa. O autódromo italiano tinha contrato com a FOM (Formula One Management), empresa que promove a F-1, até 2012.

De acordo com a imprensa italiana, não foram divulgados detalhes financeiros sobre a prorrogação do contrato. O anúncio parece colocar um fim nas especulações de que a cidade de Roma passaria a receber o GP da Itália em detrimento de Monza.

Mesmo sem receber o GP da Itália, Roma está praticamente certa no calendário da Fórmula 1 nos próximos anos. De acordo com o responsável pelos direitos comerciais da categoria, o inglês Bernie Ecclestone, a F-1 passará a ter 20 corridas a partir de 2013 com a corrida urbana na capital italiana como principal novidade.

"Roma vai vir para o calendário em 2013. Nós teremos 20 corridas e as equipes ficarão felizes com isso", afirmou o dirigente para a revista alemã Speedweek há algumas semanas.

O prefeito de Roma, Gianni Alemanno, divulgou um comunicado nesta quinta comentando o anúncio da prorrogação do contrato de Monza com a FOM. “Isso demonstra de maneira inequívoca como todas as acusações lançadas contra nós de querer roubar o GP da Itália de Monza não tinham nenhum fundamento”, afirmou o prefeito.

Fonte: Uol Esportes

9 de março de 2010

Ecclestone garante GP de Roma em calendário com 20 corridas em 2013

A prova nas ruas de Roma já está garantida para daqui a três anos, o que preocupa as autoridades de Milão, receosas em perder o GP da Itália em Monza

O GP de Roma de F1 já tem ano para estrear no calendário do Mundial: 2013. Foi o que falou Bernie Ecclestone, que foi além e disse que a categoria terá uma prova a mais do que agora daqui a três anos. “Roma vai entrar no calendário em 2013. Vamos ter 20 corridas, e os times vão ficar felizes com isso”, afirmou o chefe da FOM (Formula One Management).

A etapa será realizada em um circuito de rua que será montado na capital italiana. Apesar da nova prova em Roma, a expectativa é de que a corrida que acontece em Monza, o GP da Itália, permaneça no calendário. Entretanto, a prefeita de Milão, Letizia Moratti, manifestou sua preocupação sobre o assunto.

“Acredito que a concorrência entre as cidades é correta, mas respeitar suas tradições é igualmente correto”, falou a governante à agência de notícias “Ansa”.

Fonte: Warm Up

11 de fevereiro de 2010

GP da Inglaterra usará o novo traçado de Silverstone

Os responsáveis pelo circuito de Silverstone anunciaram nesta quinta-feira (11), que o novo layout do autódromo será utilizado este ano pela F-1 no GP da Inglaterra.

O tradicional traçado passa por reformas para receber a MotoGP e essa nova pista está sendo construída no interior do circuito.

O diretor da pista britânica, Richard Phillips afirmou que a FOM (Formula One Management) aprovou o uso desta Arena, como é chamada, para a etapa do Mundial.

"As novas seções do circuito foram inicialmente preparadas para cumprir os regulamentos de segurança da MotoGP, mas a Arena sempre foi planejada para receber corridas de duas e quatro rodas", disse Phillips.

"Estamos sendo muito cuidadosos, trabalhando próximo aos pilotos, para ter certeza de que estamos fazendo o melhor", encerrou.

Fonte: Amigos da Velocidade

29 de dezembro de 2009

Bernie: "Acho que Vettel será o próximo campeão"

Dirigente espera disputa acirrada em 2010, mas crê no título do jovem alemão

Bernie Ecclestone, presidente da FOM _Formula One Management_, acredita que a F-1 terá em 2010 um campeão mundial alemão. No entanto, na opinião do dirigente, este não será Michael Schumacher.

O britânico crê que Sebastian Vettel, vice-campeão de 2009, será o próximo dono do título da categoria. Mas ainda assim, Bernie espera um campeonato extremamente disputado.

"Claro que é possível que Schumacher seja campeão", disse o britânico ao jornal "Bild". "Mas isso também pode acontecer a cinco outros pilotos. Em último caso, pode depender de quem tiver o melhor carro."

Os jovens pilotos, absolutamente, querem vencê-lo. Eles querem mostrar o que têm. Esta é a beleza da coisa. Há vários deles que podem desafiar Michael. Hamilton, Alonso... Mas prevejo que Sebastian Vettel será o próximo campeão mundial", comentou.

"No próximo ano, teremos quatro campeões mundiais no grid, com Alonso, Hamilton, Button e Schumacher. Não me lembro quando isso aconteceu pela última vez."

"É bom para todos. Muito bom, realmente. Para a mídia, para os fãs, para os patrocinadores", concluiu.

Fonte: Tazio

22 de dezembro de 2009

Ecclestone confirma contrato de sete anos para prova em Roma

Bernie Ecclestone confirmou ao jornal "The Times" que firmou contrato com Roma para a realização de um GP na capital italiana a partir de 2012

Bernie Ecclestone confirmou que Roma assinou contrato para sediar uma etapa da F1. Em entrevista ao jornal "The Times", o presidente da FOM disse que o acordo tem duração de sete anos, com a possibilidade de extensão por mais cinco.

"Toda vez que houver uma manobra de ultrapassagem, colocaremos a fumaça negra para subir", brincou Bernie, se referindo ao sinal dado pelo Vaticano quando um novo papa ainda não foi escolhido. A declaração aponta também a possibilidade de que o circuito passe pela cidade-estado europeia.

Ecclestone afirmou que a primeira prova na capital italiana deve acontecer em 2012, um ano antes do que acreditava Maurizio Flammini, promotor da prova e ex-piloto de F2. No último sábado, o italiano preferiu não entrar em detalhes sobre o contrato e afirmou que "o circuito apropriado ainda será definido".

Estima-se que Roma ganhe mais de € 1 bilhão — R$ 2,55 bi — por ano com a F1. A corrida na cidade histórica não vai substituir o GP da Itália, que acontece em Monza.

Fonte; Warm Up

16 de dezembro de 2009

Renault faz parceria e anuncia permanência na Fórmula 1


Após semanas de mistério, a Renault anunciou nesta quarta-feira a sua permanência na Fórmula 1. Para seguir com os carros na pista, o time francês contará com o suporte financeiro do Genii Capital, fundo de investimentos com sede em Luxemburgo.

Presidido por Gerard Lopez, o grupo manifestou publicamente no último dia 9 de dezembro a vontade de adquirir a equipe inteira, mas teve que se contentar com uma parceria.

"Estou satisfeito em anunciá-los como nosso parceiro estratégico. Tenho certeza que o entusiamo do Genii, assim como sua expertise financeira darão uma nova dinâmica ao time", afirmou Bernard Rey, presidente da equipe.

O dirigente aproveitou a oportunidade para elogiar a postura da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e da Formula One Management (FOM).

"Queremos correr novamente no mais alto nível da Fórmula 1. Com este anúncio, demonstramos a nossa confiança nos dirigentes que governam o esporte. Com a evolução em curso no regulamento, poderemos entreter nossos fãs ao promover um campeonato mais magro e mais sólido. Vamos mostrar a nossa habilidade no desenvolvimento de carros de alta performance, com combustível eficiente", afirmou Rey.

A Renault também confirmou que irá continuar fornencendo motores à Red Bull. O time já tem um piloto confirmado para o próximo ano, o polonês Robert Kubica

Fonte: Terra

11 de dezembro de 2009

Button e Brawn coletam seus troféus em Mônaco


Jenson Button e a Brawn GP foram oficialmente premiados com seus troféus pelo campeonato mundial nesta sexta-feira à noite, em Mônaco, no baile de gala anual da FIA, no grand finale da dramática temporada de 2009 de Fórmula 1.

Button e Ross Brawn receberam os troféus para os campeonatos de pilotos e construtores, respectivamente, enquanto Sebastian Vettel da Red Bull e Rubens Barrichello da Brawn foram ao palco receber seus troféus de segundo e terceiro colocados.

Foi uma temporada de recordes para todos no palco. Com Button tendo vencido seis das primeiras sete corridas do campeonato, a Brawn se tornou a primeira equipe a conquistar o título de construtores em sua temporada de estreia.




"Estou honrado de estar aqui em Mônaco nesta noite para coletar o troféu de campeão do mundial de pilotos e ver meu nome gravado ao lado de lendas famosas do automobilismo do passado," disse Button. "O esporte a motor é uma parte da minha vida desde que meu pai comprou meu primeiro kart quando tinha oito anos, e ter conquistado meu sonho de me tornar campeão mundial me dá um orgulho incrível.

"Este foi um ano fantástico para mim e para a Brawn GP. Apenas 23 dias antes do início da temporada, não sabíamos sequer se estaríamos na primeira corrida e agora eu sou o campeão do mundo com a equipe campeã dos construtores. Todos no time merecem muito o nosso sucesso."


O chefe da equipe Brawn, Ross Brawn, que continuará liderando a equipe no ano que vem que será propriedade da Mercedes, adicionou: "Este foi um ano incrível para a Brawn GP. Viver o trauma dos meses de inverno e chegar ao grid para a primeira corrida e conseguir conquistar oito vitórias em grandes prêmios e os títulos de construtores e pilotos em nosso primeiro ano era algo inconcebível antes do início da temporada.

"Em nome da equipe, é uma grande honra receber o troféu de campeão de construtores esta noite e estou ansioso para levar o troféu de volta a Brackley para dividi-lo com nossa equipe. Gostaria de agradecer Jenson e Rubens pelo espírito com o qual eles lutaram pelo campeonato de pilotos neste ano, e a todo o nosso staff na fábrica em Brackley por seu trabalho duro e dedicação, e à Mercedes-Benz em Stuttgart e aos Motores de Alta Performance da Mercedes-Benz em Brixworth pelo apoio que nos deram desde o começo do ano e o motor fantástico que eles nos proveram."


Vettel, 22 anos, se tornou o mais jovem vice-campeão da história da Fórmula 1. E Barrichello, 37 anos, conquistou seu quarto final de temporada entre os três melhores do campeonato de pilotos, ao mesmo tempo em que mantém sua posição como o piloto mais experiente do grid da história da F1, tendo competido em 288 corridas e estando ainda em atividade.

Coletando seu troféu, Vettel, que ganhou quatro Grandes Prêmios este ano, disse: "É uma grande honra para mim estar aqui em Mônaco na FIA Gala para receber este prêmio. É claro que, como um esportista, terminar em segundo nunca é seu objetivo, mas podemos ficar felizes com o que é ainda assim um grande resultado. Para a equipe, foi uma temporada fantástica - a melhor de todas - e o crédito vai para todos na Red Bull Racing, tanto nos circuitos como na fábrica. Estamos muito orgulhosos do que conquistamos e isso vai nos motivar para tentar e fazer ainda melhor no ano que vem."

Barrichello, vencedor de duas provas em 2009, comentou: "Foi uma grande temporada para todos na Brawn GP. Tivemos um ano realmente divertido juntos que vai ficar em nossas memórias para sempre e é bom estar aqui esta noite para ver o Ross coletar o troféu de construtores em nome da equipe.

"Estou realmente contente de ter feito a minha parte em garantir o título para a equipe com as duas vitórias em Valência e Monza e os pódios e pontos nesta que foi uma das minhas melhores temporadas na Fórmula 1. A equipe foi fantástica o ano todo, produzindo e desenvolvendo um carro que me deu a oportunidade de retornar a vencer, e mantendo sua confiança nas fases difíceis. Nós merecemos completamente nosso sucesso no campeonato e foi um grande privilégio ser parte de uma equipe tão forte."



Junto com os campeões da FIA, dois troféus foram distribuídos para a melhor promoção e à melhor transmissão de corridas. O troféu de Promoção de Corridas foi ao Grande Prêmio de Abu Dhabi por mostrar à Fórmula 1 um circuito artístico em um cenário maravilhoso e por organizar a primeira corrida durante o pôr-do-sol da história.

O prêmio foi coletado por Sua Excelência Abdulla Khouri, membro do Comitê do Circuito de Yas Marina, que comentou: “Estou honrado de receber este troféu em nome do Circuito de Yas Marina e das muitas organizações e pessoas em Abu Dhabi que estiveram envolvidas na organização do Grande Prêmio de Abu Dhabi. Agradeço a todos os que nos apoiaram e ajudaram a fazer do nosso evento tamanho sucesso, que nos levou a receber este prêmio aqui em Mônaco.”

O conceito das corridas durante o crepúsculo e o cenário espetacular do GP de Abu Dhabi também se fizeram populares com os telespectadores ao redor do mundo. A Formula One Management levou o Troféu Televisivo por sua cobertura excelente do evento, com o prêmio entregue ao diretor de TV da FOM, Dean Locke.

Fonte: Formula1.com
Tradução: Fran