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24 de abril de 2010

George negocia volta da F1 aos EUA, mas cogita prova fora de Indianápolis

George negocia volta da F1 aos Estados Unidos, cogita prova fora de Indianápolis, mas já enfrenta oposição de Randy Bernard, seu sucessor no comando da IRL

Tony George está tentando trazer a F1 de volta aos Estados Unidos. Só que, como o dirigente não comanda mais o circuito de Indianápolis, a sede de um eventual GP pode não ser o lendário autódromo. A informação é do "Indianapolis Business Journal".

O retorno da F1 aos Estados Unidos seria o primeiro passo do ressurgimento de George. Depois de deixar a direção de Indianápolis e da IRL, até a Vision, sua equipe, ficou sem dinheiro para disputar a temporada da Indy. Bernie Ecclestone deseja levar uma corrida à América, já chegou a mencionar Nova Iorque e planeja um calendário de Mundial com 20 provas. Convergentes, os dois interesses já ganham os traços para uma futura negociação.

Um indício disso foi a presença de Tony em Xangai no último fim de semana, como convidado de Bernie para o GP da China. Segundo o "Indianapolis Business Journal", George se reuniu com o presidente da FOM para uma conversa preliminar sobre o retorno da prova aos Estados Unidos e buscou, ainda, patrocinadores em potencial. Rumores apontam que o norte-americano fez parte da viagem de volta no avião particular de Ecclestone Sebastian Vettel e Michael Schumacher, por exemplo, pegaram carona até a Europa.

Zak Brown, diretor-executivo da Just Marketing, empresa sediada em Indianápolis, esteve com Tony em Xangai. "Tony tem muitos contatos no automobilismo e ele sabe como fazer um GP dos Estados Unidos. Acho que, se há um papel para Tony na tentativa de trazer de volta a F1 ao país, ele estaria disposto a ajudar. Tony e Bernie têm um ótimo relacionamento", afirmou o fundador da empresa de marketing automobilístico.

Já há gente contrária a este retorno, entretanto. Uma dessas pessoas é Randy Bernard, novo diretor-executivo da IRL, que não vê razão para a F1 tentar voltar. "Se é bom para o circuito, a cidade e o estado, quem sou eu para dar uma opinião formal contrária? Mas, se fracassou da última vez que esteve aqui, por que voltaria?"

Fonte: Grande Prêmio

25 de março de 2010

Ecclestone sonha em levar a Fórmula 1 para Nova York em 2012

O chefão da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, tem planos grandiosos para 2012, na expectativa de fazer com que a categoria máxima do automobilismo volte aos Estados Unidos. Sua meta é realizar um GP norte-americano na cidade de Nova York.

“Estou tentando, para 2012, ter a imagem de Manhattan, com seus arranha-céus ao fundo”, disse Ecclestone, em entrevista ao jornal italiano La Gazzetta dello Sport, nesta quinta-feira. A categoria se prepara para a segunda etapa do ano, na Austrália, neste domingo.

“Um circuito a 15 minutos do centro de Nova York. Seria um sonho”, adicionou o mandatário. Durante a história da Fórmula 1, nove circuitos sediaram corridas nos Estados Unidos, incluindo projetos audazes como este, a exemplo do feito na década de 1980, em Las Vegas.

O último GP dos EUA aconteceu em 2007, quando a Fórmula 1 levou seus carros para uma corrida em uma pista mista dentro do tradicional circuito de Indianápolis.

Ecclestone ainda comentou em entrevista ao diário italiano que não veria com estranheza a volta de Flavio Briatore à Fórmula 1. Ele reverteu a decisão de banimento da Fórmula 1 após o escândalo envolvendo Nelsinho Piquet e a Renault.

“Acho que ele poderia ter um bom papel na promoção da Fórmula 1”, analisou o dirigente. No entanto, Briatore deu declarações recentes em que disse não ter interesse em voltar à categoria.

Fonte: Uol Esportes

16 de março de 2010

Indianápolis admite conversas para voltar à F-1

Porta-voz do circuito afirmou que diálogos com Ecclestone ainda existem

Um porta-voz do circuito de Indianápolis admitiu a possibilidade de o tradicional circuito voltar a receber uma corrida de F-1.

A pista integrou o calendário recente da categoria entre 2000 e 2007, mas uma série de problemas (incluindo o clima entre as duas partes) impediu a renovação do acordo.

"Ninguém trabalhou na possibilidade, ainda", disse Bernie Ecclestone, chefão da F-1. "Teríamos de fazer uma grande mudança, mas gostaríamos de voltar lá", afirmou, dizendo que "pessoas erradas" estavam organizando o evento.

"Estamos conversando com a F-1", afirmou o porta-voz do circuito. "Mantemos interesse em receber esses eventos. Claro, existe muito o que considerar", completou, destacando que não entendeu o que Ecclestone quis dizer com "pessoas erradas".

Fonte: Tazio