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24 de setembro de 2011

Massa reclama de Hamilton no treino: 'Ele não usou a cabeça novamente'

Inglês forçou ultrapassagem em cima do brasileiro na volta de abertura do Q3

Felipe Massa ficou irritado com a pressa de Lewis Hamilton em tentar ultrapassá-lo na volta de saída dos boxes para o Q3 no treino classificatório para o GP de Cingapura. O brasileiro não entendeu porque o piloto da McLaren executou manobras arriscadas naquele momento do treino e foi duro nas críticas ao inglês, que tem mostrado afobação em diversos momentos da temporada.

- Honestamente, eu não entendi porque ele quis passar a todo custo. Estávamos todos em linha em nossa volta de saída dos boxes e ele não tinha nada a ganhar agindo daquele jeito. Ele estava tentando... Eu não sei. Colocar-se em uma situação de poder bater em alguém na volta de saída dos boxes? E cometer outro erro? Eu acho que ele não usou a cabeça novamente - reclamou.

Perguntado se o incidente atrapalhou seu desempenho na superpole, Massa respondeu que sim, mas disse que o maior prejudicado foi o próprio Hamilton.

- Sim, (atrapalhou) um pouco, mas de qualquer forma, tenho certeza que ele não preparou a volta bem. Para ser sincero, não entendi. Vocês tem que perguntar para ele, porque ele pensa diferente da direção correta.

Massa não ficou satisfeito com o sexto lugar obtido no qualifying. Entretanto, o brasileiro acredita em um melhor desempenho do carro da Ferrari neste domingo e aposta que uma boa estratégia será vital para conseguir um bom resultado na corrida noturna.

- Sexto, definitivamente, não é o resultado que nós estávamos almejando, mas precisamos aceitar isso. Acredito que, como nunca, acertar a estratégia será a chave para fazer uma boa corrida. Nós estamos certamente mais competitivos aqui do que em Monza - completou.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

21 de setembro de 2011

Alonso fala em repetir triunfo em Cingapura, mas admite que é difícil

Fernando Alonso afirmou que a Ferrari está focada em brigar pela vitória em Cingapura, onde esperar repetir o bom desempenho apresentado no também circuito de rua de Mônaco

Mesmo com apenas uma vitória em 2011, Fernando Alonso afirmou que vai brigar pela primeira colocação no GP de Cingapura, marcado para este domingo (25). O espanhol afirmou que espera manter o bom retrospecto no circuito de Marina Bay onde já ganhou em duas oportunidades , embora saiba que um terceiro triunfo seja difícil por conta da qualidade dos adversários.

“Eu consegui chegar ao pódio nas três edições anteriores e o meu objetivo é continuar 100%. Uma terceira vitória, para somar às do ano passado e de 2008, seria claramente fantástico, mas eu sei que será muito difícil”, declarou.

No entanto, o piloto da Ferrari afirmou que pode ficar otimista em relação a um bom desempenho devido ao rendimento da equipe italiana no também circuito de rua de Monte Carlo. “Em Mônaco, nós certamente estávamos muito próximos da vitória. Sem a bandeira vermelha, eu penso que tínhamos uma excelente chance de ultrapassar Sebastian Vettel. Mas também é verdade que não podemos garantir que as coisas aconteçam exatamente da mesma maneira”, disse.

Em Mônaco, Fernando Alonso – assim como Jenson Button – estava em perseguição ao líder Sebastian Vettel, que estava com os pneus mais gastos. Apesar disso, a bandeira vermelha nas voltas finais da corrida permitiu aos times trocarem os pneus, o que garantiu o triunfo do piloto da Red Bull.

Para voltar a ter chance de brigar pelo triunfo, Alonso afirmou que a Ferrari está comprometida em conseguir esse resultado, mesmo que a equipe quase não tenha mais chances no campeonato.

“É certo que vamos fazer de tudo. Eu penso que temos chances de conseguir um bom resultado desde que consigamos extrair o máximo de todos os componentes: pneus, acerto, motor, trabalho de equipe. Tudo precisa estar 100%. Nós esperamos repetir o final de semana de 2010 e presentear a equipe e os torcedores com mais uma vitória. Esse é o nosso objetivo, um que persistirá pelas próximas corridas”, encerrou.

Fonte: Grande Prêmio

20 de setembro de 2011

Vettel prega cautela, mas diz que seria ótimo conquistar título em Cingapura

Cada vez mais perto do bicampeonato, Sebastian Vettel mantém a cautela, mas já fala abertamente sobre a possibilidade cada vez mais real de faturar o título no próximo domingo em Marina Bay

Sebastian Vettel tem grandes de ser o mais jovem piloto da F1 a ser bicampeão do mundo já no próximo fim de semana, quando será disputado o GP de Cingapura, 14ª etapa da temporada, no domingo (25). Ao contrário do que aconteceu em 2010, quando o campeonato foi decidido apenas na última prova do ano, em Abu Dhabi, dessa vez a missão do piloto da Red Bull. Ciente da vantagem estratosférica de 112 pontos que ostenta para o vice-líder, Fernando Alonso, Vettel já admite o título na cidade-estado, mas ainda assim, preferiu manter a famosa cautela.

“Estou em uma posição muito boa”, reconheceu o germânico de 24 anos em entrevista veiculada pelo diário britânico ‘The Telegraph’ nesta terça-feira (20). Apesar de sequer precisar vencer mais no Mundial para faturar o título, Sebastian deixou claro que vai partir para o ataque em Marina Bay.


“Todos meus rivais gostariam de trocar de lugar comigo, e estou seguindo para essa corrida exatamente da mesma maneira como encarei todas as outras, tentando vencer”, comentou, dando a entender que não vai mudar a abordagem agressiva que tem sido a tônica da temporada até o momento.

Vettel, no entanto, voltou a adotar um discurso cauteloso e disse que o campeonato ainda não está em suas mãos. “Ainda não terminou. Você tem de olhar para o ano passado como a melhor prova. Nós não sabíamos [quem seria o campeão] até a última volta da última corrida”, recordou, ao mesmo tempo em que reconheceu que em 2011 o quadro é totalmente distinto. “Claro que neste ano tem sido um pouco diferente, eu tenho uma vantagem, mas ainda há muitas corridas por vir.”

Caso Vettel seja campeão no domingo, o alemão novamente vai celebrar um título em uma corrida noturna. Em 2010, Sebastian deu o primeiro título para a Red Bull em Abu Dhabi, prova que começou no crepúsculo do Oriente Médio, mas terminou durante a noite. Se depender de o piloto taurino, mesmo com a cautela, domingo poderá ser dia de festa.

“Tem sido um ano incrível e seria ótimo vencer no domingo. Mas eu tenho de dar um passo de cada vez e é errado fazer algum plano antes de algo acontecer. Primeiro você precisa vencer”, alertou o número 1 do mundo.

A Red Bull não confirma, mas já armou a festa para o título de Vettel caso o bicampeonato venha mesmo em Cingapura. A equipe encomendou 80 bonés comemorativos com a inscrição ‘2011 world champion’ e reservou o salão de festas do hotel Swissotel Stamford, em Marina Bay, para a celebração.

Para que Vettel seja campeão do mundo no domingo, o alemão precisa vencer e contar com uma combinação de resultados, o que, levando em conta o transcorrer da temporada, é bastante plausível. Para chegar ao bi, Sebastian deve cruzar a linha de chegada na frente e torcer para que Mark Webber ou Jenson Button não passem do terceiro lugar e Alonso termine fora do pódio.


Fonte: Warm up

7 de dezembro de 2010

Piquets vencem ação de difamação contra Renault por caso Cingapura

A família Piquet vence ação de difamação movida contra a Renault pelo escândalo do GP de Cingapura de 2008. A equipe francesa pediu desculpas públicas pelo episódio

A família Piquet venceu na Justiça a ação de difamação contra a Renault, que pediu desculpas públicas pelo caso de Cingapura em 2008. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (7). Em comunicado, o advogado Dominic Crossley afirmou que o pedido juramentado de desculpas da Renault "marca o começo, em vez do fim, da longa jornada" que a família Piquet está tomando para "corrigir a maioria dos erros que se deram no escândalo” da armação do GP de Cingapura. Ainda segundo Crossley, a busca pela justiça vai continuar porque Nelsinho foi "terrivelmente maltratado" em seu ano e meio na equipe francesa e o pai "deve manter intacta" sua reputação como "lenda do automobilismo".

"É pelo imenso crédito dos meus clientes que eles se recusaram a impedir a correção das injustiças, apesar da ferocidade dos ataques e do tamanho dos adversários que tiveram de enfrentar. Nelson Piquet dominou a F1 durante o início dos anos 80, e sua reputação como uma lenda do automobilismo deve permanecer imaculada por esta saga. A F1 foi privada do melhor de Nelsinho, e é no seu próprio prejuízo que o seu talento está sendo demonstrado em outros lugares. Embora eles nunca tivessem de provar as falsas alegações da Renault, ambos estão muito satisfeitos com o êxito do processo”, acrescentou o advogado da família.

A Renault, por sua vez, aceitou que seus comentários à época foram incorretos e que vai cobrir com todos os gastos, salientando que vai dar uma compensação substancial pelos danos ocasionados a Nelsinho e Nelsão.

A briga entre a Renault e os Piquet começou quando a armação do GP de Cingapura de 2008 veio à tona em agosto do ano passado. Na época, a FIA abriu investigação sobre o resultado e ficou comprovado que a batida de Nelsinho durante a corrida havia sido proposital para beneficiar o então companheiro, Fernando Alonso.

A equipe francesa entrou com processo contra a família Piquet por chantagem – fato que causou revolta em Nelsinho e em seu pai. Após uma audiência no Tribunal Superior, a equipe francesa aceitou o erro, concordando em cobrir os custos, pagar uma indenização substancial para os Piquet e garantir que tais observações jamais se repetiriam.

"Em 11 de setembro de 2009, a Renault emitiu um comunicado de imprensa, que também foi publicado em seu site, no qual sugeriu que Nelsinho Piquet e seu pai haviam mentido ao fazer falsas acusações de que membros da equipe e Nelsinho causaram um acidente de forma deliberada no GP de Cingapura. Também sugerimos que estas mentiras foram inventadas a fim de chantagear o réu, permitindo que Nelsinho guiasse pela equipe em 2009, assim ele e seu pai teriam participação, portanto, em uma acusação criminal séria”, afirmou a equipe, em nota.

"A equipe aceita como já fez antes no Conselho Mundial da FIA que as alegações feitas por Nelsinho não eram falsas. Também aceitamos que Nelsinho e seu pai não inventaram essas alegações a fim de chantagear a equipe."

"Como resultado, essas sérias acusações contidas no comunicado de imprensa eram totalmente falsas e infundadas, e nós as retiramos de forma plena. Gostaríamos de pedir desculpas sem reservas a Nelsinho Piquet e a seu pai pelo constrangimento causado pelo casor. Como uma forma de demonstrar a sinceridade de nossas desculpas e arrependimento, concordamos em pagar a eles uma quantidade substancial de indenização por calúnia, bem como seus custos, e nos comprometemos a não repetir essas alegações em qualquer momento no futuro", encerrou a nota.


Fonte: Grande Prêmio

2 de outubro de 2010

Alonso acredita que "o mais difícil ainda está por vir"

Na busca pelo tri, espanhol crê que constância será fundamental nas provas finais

As vitórias nas duas últimas etapas deixaram Fernando Alonso confiante para a disputa pelo título da F-1.

A quatro etapas pra o fim do campeonato [caso a etapa da Coreia seja realizada], o espanhol ocupa a segunda posição na tabela, somente onze pontos atrás do líder Mark Webber, da Red Bull.

No entanto, mesmo vindo de bons resultados, o piloto da Ferrari acredita que a decisão ficará mais difícil a partir das próximas provas.

"Sei que a parte difícil ainda está por vir. Essas duas vitórias consecutivas reduziram a vantagem que eles tinham, mas nós ainda não estamos na liderança. Agora, as coisas começam a ficar sérias", comentou Alonso.

"Passaremos por alguns momentos difíceis, e é hora de todos da equipe passarem por isso sem dar um passo atrás."

"Vimos esse ano que a situação pode mudar muito rapidamente, então tudo ainda pode acontecer. O que é certo é que, se um de nós cinco [canditatos ao título] der uma deslizada, será ainda mais difícil."

Para o espanhol, o segredo na disputa do título será a constância na pontuação até a etapa final, em novembro, no circuito de Abu Dhabi.

"Eu mantenho minha crença que o segredo é sempre terminar no pódio e então fazer os cálculos em Abu Dhabi."

As boas performances da Ferrari nas últimas etapas provaram ao bicampeão a evolução do modelo F10, já que os circuitos de Monza e Cingapura são de características opostas.

"As vitórias em Monza e Cingapura nos deram confiança, especialmente por elas terem vindo após uma temporada difícil, na qual nossas chances de título muitas vezes ficaram penduradas por um fio. Vencer em dois tipos diferentes de circuito confirma que nosso carro é muito versáril e que nós podemos encarar as próximas corridas sem nenhum temor."

A próxima etapa do campeonato será no Japão, no circuito de Suzuka, onde Alonso venceu em 2006 e praticamente garantiu seu bicampeonato, ainda pela Renault.


Fonte: Tazio

1 de outubro de 2010

Uma volta com Fernando Alonso em Marina Bay

Fonte: forzaferrari02

29 de setembro de 2010

Button diz estar relaxado, confiante e feliz por lutar novamente pelo título

Confiante em conquistar novamente o título mundial, Jenson Button revelou em entrevista ao seu site oficial que a diferença de 25 pontos que o separa de Mark Webber não é grande

Quinto colocado no Mundial de Pilotos, Jenson Button tem 25 pontos de desvantagem para o líder Mark Webber. Mesmo assim, o atual campeão mundial acredita que a diferença não é tão significativa. Ainda na luta pelo bicampeonato, o britânico da McLaren revelou estar relaxado, confiante e feliz por estar pela segunda vez consecutiva entre os postulantes ao título.

Em entrevista veiculada em seu site oficial, o piloto descreveu seu estado de espírito nesta fase final do mundial, em que luta pelo bicampeonato. “Confiante. Relaxado. Feliz. Sim, posso colocar sob essa perspectiva: pelo segundo ano consecutivo, estou na caça ao título”, disse Button. “Já sou campeão do mundo e ainda tenho todas as chances de manter meu título. É por isso que estou na F1, e é por isso que assinei com a McLaren”, complementou.

A razão da confiança de Jenson reside na diferença de 25 pontos para o líder Webber, ou seja, uma vitória. Button mencionou o sistema antigo de pontuação, quando a vitória dava 10 pontos, para compreender que a distância que o separa do topo não é tão grande.

“Quando você diz que estou 25 pontos atrás do líder, parece muito, mas é mais fácil fazer referência à pontuação pelo sistema antigo”, comentou o atual campeão, que fez uma simulação usando o sistema usado até 2009. “Estou a dez pontos de Mark, e Lewis está a oito ou nove atrás dele. Restando quatro corridas, não é muito”, emendou.

O piloto deu a entender que a inferioridade da McLaren perante as equipes rivais na última corrida da temporada, o GP de Cingapura, já era esperada, apesar da confiança exibida pelo time antes da prova em Marina Bay.

“Foi um pouco decepcionante ver que não tivemos ritmo suficiente para lutarmos contra a Ferrari e a Red Bull, mas era de se esperar, realmente. Cingapura é uma das pistas de mais [uso do] downforce no calendário, por isso, não é um lugar onde nosso carro seria realmente excelente”, disse Button. Vale lembrar que o rendimento do MP4-25 também foi inferior às adversárias em Hungaroring, circuito que também requer bastante pressão aerodinâmica.

Após o quarto lugar em Cingapura, o britânico espera um rendimento melhor de seu carro no GP do Japão, prova que acontecerá no dia 10 de outubro. Jenson revelou seu amor pela pista nipônica. “É um circuito que eu amo. Antes, estou indo passar um tempo no Japão para ter uma boa chance de relaxar e chegar preparado para aquele que será um grande fim de semana.”

Entretanto, Button não vê a próxima corrida como crucial. Apesar de reconhecer a importância de cada etapa do Mundial, o britânico vê a regularidade como fator principal para a conquista do título. “É engraçado, porque cada corrida que teremos pela frente será chamada de ‘fundamental’, e enquanto cada resultado é obviamente importante, acho que você não diria que qualquer corrida é realmente crucial para o título, mas sim o ritmo que você impõe durante a temporada”, finalizou.

Fonte: Warm Up

28 de setembro de 2010

Webber isenta Hamilton por manobra em Cingapura: "Ele tinha de tentar"

Mark Webber foi mais um que isentou Lewis Hamilton de qualquer culpa pelo incidente no GP de Cingapura, que resultou no abandono do inglês

Assim como Martin Whitmarsh, Mark Webber isentou Lewis Hamilton de qualquer culpa no incidente envolvendo os dois no GP de Cingapura que resultou no abandono do inglês. O australiano da Red Bull afirmou que Hamilton não podia perder a oportunidade de tentar a ultrapassagem, mas reconheceu que teve sorte por escapar ileso, concluindo a corrida na terceira posição.

“Ele tinha de tentar a ultrapassagem”, disse Webber ao ser questionado sobre o provável excesso de Hamilton na manobra. “Lewis estava um pouco à frente [na curva 7], sim. Nós freamos completamente no limite, e com certeza [a curva] era muito fechada. Nós não batemos forte, mas foi o suficiente para colocar ambos para fora da corrida. Felizmente eu continuei, foi isso”, completou.

Webber disse ainda que Hamilton aproveitar o momento em que o piloto da Red Bull tentava ultrapassar retardatários. “Sabemos que, com este regulamento, não é fácil para os carros da frente, como eu, no caso, abrir caminho em meio aos retardatários na relargada.”

“Lewis e eu tivemos uma boa corrida, mas essa era a única curva onde algo podia acontecer. Quando você vai para a relargada, as coisas ficam um pouco frias. Sabíamos que era um ponto-chave na corrida, e nenhum de nós queria dar um centímetro. Neste acaso, acabamos tendo um contato”, finalizou.

Fonte: Warm Up

27 de setembro de 2010

Whitmarsh livra Hamilton de culpa por abandono no GP de Cingapura

Martin Whitmarsh afirmou que Lewis Hamilton não fez nada de errado ao tentar ultrapassar Mark Webber no GP de Cingapura: "Lewis teve azar"

Martin Whitmarsh isentou Lewis Hamilton de culpa no incidente envolvendo o inglês e Mark Webber no GP de Cingapura deste domingo (26). Durante a corrida, o piloto da McLaren ficou com a suspensão traseira danificada ao tentar ultrapassar o australiano. Com isso, Hamilton abandonou, ficando a 20 pontos do líder.

"Não acho que Lewis tenha feito nada errado”, declarou o chefe de equipe da McLaren. “Não quero falar em culpa, mas sempre quando você tenta ultrapassar alguém, se ele não permite, há um pouco de risco", argumentou o dirigente.

"Ele achou que poderia continuar seu traçado, deixou um pouco de espaço para Mark e foi atingido por ele. Mark teve muita sorte de sair ileso e Lewis teve azar, mas não culpo Lewis pelo que aconteceu", continuou, livrando o representante da Red Bull de qualquer culpa também. "Não estou tentando culpar Webber. Acho que ele deu muita sorte, mas não acho que culpá-lo seja útil”, destacou.

Foi o segundo abandono seguido de Hamilton na temporada. Para Whitmarsh, o que aconteceu em Monza, há duas semanas, foi diferente da manobra em Marina Bay. "O que aconteceu em Monza foi um pouco oportunista, mas se você olhar para a posição dele em relação às Ferrari, em Monza, verá que aqui foi exatamente o oposto. Então, se culpamos Lewis na ocasião, não podemos fazer isso dessa vez. O fato é que ambos são pilotos de corrida.”

"Se ele tivesse tentando uma freada tardia ou uma ultrapassagem com poucas chances de dar certo, nós poderíamos ficar desapontados, mas ele passou, estava à frente quando os dois chegaram à curva, tinha o direito de determinar o traçado, e o carro atrás normalmente aceita o que está acontecendo. O mais importante é que, do meu ponto de vista, não foi uma manobra desesperada, mas uma ultrapassagem sólida", concluiu.

Fonte: Grande Prêmio

Ferrari fala em momento crucial na temporada após vitórias de Alonso

Stefano Domenicali, chefe de equipe da Ferrari, admitiu que o time italiano vive um momento crucial no campeonato, por conta da recuperação de Fernando Alonso na temporada

A Ferrari acredita que está vivendo um momento crucial na temporada, depois de ver Fernando Alonso conquistar duas vitórias consecutivas em Cingapura, corrida disputada neste domingo (26), e em Monza, há duas semanas.

Usando um discurso cauteloso, Stefano Domenicali evitou o entusiasmo e afirmou que é fundamental que a equipe italiana se mantenha focada e não “baixe a guarda” agora.

"Este é o momento crucial da temporada", disse o dirigente. "Precisamos permanecer tranquilos, mas estamos ansiosos pelo GP do Japão, especialmente porque temos um pacote perfeito para o carro. Além disso, estão todos preparados: pilotos e equipe", completou.

O impressionante ritmo apresentado por Alonso durante o fim de semana sugere que a Ferrari deu um enorme passo à frente no desenvolvimento da F10. Porém, o problema com a caixa de câmbio do carro de Felipe Massa gerou preocupação, e Domenicali admitiu que a confiabilidade é um fator de apreensão.

"Com certeza, temos de trabalhar muito com relação à confiabilidade, pois pagamos um preço alto neste final de semana. O carro parece ótimo em termos de desempenho geral. Teremos algumas atualizações, nada grande, mas acho que agora a confiabilidade estará em nossas cabeças", ressaltou.

"Sabemos que todas as equipes estão agora em um período de mudanças, talvez já focando o trabalho no carro do próximo ano, por isso acho que teremos um final de temporada bem interessante", falou o italiano.

Domenicali também reconheceu que a Ferrari nunca perdeu as esperanças de brigar pelo título, mesmo quando os resultados apontavam para o contrário. "Nunca baixo a cabeça quando as coisas ficam ruins, mas também não vou dizer que tudo é fantástico quando as coisas estão bem. O que sei é que precisamos manter os nossos pés no chão e trabalhar duro", acrescentou.

Fonte: Grande Prêmio

26 de setembro de 2010

"Tentei atacar a corrida inteira", afirma Massa

Brasileiro explica dificuldade para conseguir ultrapassar rivais em Cingapura

Felipe Massa lamentou não ter tido condição de ganhar mais posições na sua recuperação no GP de Cingapura deste domingo, em que largou na última colocação.

O brasileiro, que com a punição de Adrian Sutil terminou com a nona posição, explicou que ficou preso atrás de outros pilotos que tinham boa velocidade, além de ter andando praticamente toda a corrida com o mesmo jogo de pneus.

"Tentei atacar a corrida inteira, mas o problema que andando atrás aqui, o nosso carro tinha o máximo de força aerodinâmica e uma velocidade muito lenta na reta. Ainda mais contando com o pneu usado que eu tava, a velocidade que tinha o carro do Sutil e do Hulkenberg, era muito difícil ultrapassar."

O piloto da Ferrari também disse que o safety car entrou antes do que era necessário para sua estratégia de parar na primeira volta desse certo.

"Eu tive a falta de sorte porque o safety car, que deveria vir, veio na volta seguinte [da sua parada], então eu não tive a chance de andar sozinho e criar a vantagem para a hora que o safety car entrasse eu tivesse ali pronto para continuar quando os outros carros iriam parar. Eu tive falta de sorte porque quando o safety car entrou, o Sutil estava bem pertinho, então alguns segundinhos a mais eram suficiente para eu estar na frente dos carros que estavam me segurando."

O brasileiro afirmou que mesmo estando no limite dos oito motores permitidos na temporada, a situação da Ferrari não é tão complicada, pois alguns propulsores podem ser utilizados novamente nas últimas etapas.

"A situação é completamente ao contrário do que as pessoas imaginam. Sem contar a minha classificação de ontem, tínhamos um motor novo, que colocamos em Spa. Normalmente nós usamos um motor para duas ou três corridas. Teve motor que usamos por três corridas sem nenhum problema. Teve outro motor novo em Monza."

"Se você contar que tem mais quatro corridas, tranquilo fazer mais duas com um e duas com outro. E no meu caso eu coloquei mais um motor novo aqui, pois eu tava largando em último aqui e perder posição não ia mudar nada. Então aproveitamos e colocamos um motor novo por isso."

Sem chances reais de disputar o título, Massa comentou que o final do campeonato ainda está indefinido, apesar da vantagem do líder, Mark Webber.

"Quem está na frente tem mais vantagem. Mas a diferença é pequena, é praticamente tudo possível hoje em dia. Olhando quatro corridas e quantos pontos tem no meio. De jeito nenhum dá para ter certeza de como vai ser, então a chance é grande para muitos ali."

"Acho que talvez o Japão seja uma pista que possa ser mais difícil para nós, e as outras com mais chance. Japão parece com Silverstone, Spa, com várias pistas que a Red Bull foi muito forte, mas tem muitas pistas que podemos ser fortes também", concluiu.

Fonte: Tazio

25 de setembro de 2010

Webber revela frustração por largar apenas na terceira fila em Cingapura

Mark Webber descartou a possibilidade de conseguir largar na pirmeira fila, mas afirmou que não esperava ficar fora da segunda no grid de largada de Cingapura

Mark Webber se mostrou descontente depois de conseguir apenas o quinto tempo no treino classificatório deste sábado (25), em Cingapura. Ao australiano coube a tarefa de fechar o grupo dos cinco pilotos que lutam pelo título, no grid de largada. O piloto da Red Bull afirmou que sabia das dificuldades para conseguir um lugar na primeira fila, mas que não esperava largar tão atrás.

“Eu sabia que a primeira fila seria muito competitiva, mas estou um pouco decepcionado por estar fora da segunda. Mas eu não poderia fazer uma volta para ficar na primeira, então poderia ser pior ou poderia ser melhor. É uma longa corrida amanhã, vamos ver o que acontece”, lamentou.

Webber admitiu que o quinto tempo foi causado pela falta de velocidade em alguns pontos da pista. “Tenho tido problemas em conseguir um bom ritmo aqui. Há alguns trechos onde eu sei que perco tempo na maioria das minhas voltas porque não sou rápido o bastante”, revelou.

O líder do campeonato terminou por comparar a própria falta de velocidade com o desempenho de Vettel e de Alonso, que conseguiram um lugar na primeira fila. “Sendo justo com eles, Sebastian tem sido rápido durante o final de semana todo e Fernando conquistou a pole-position”, disse.


Fonte: Grande Prêmio

Alonso prega cautela e vê pódio como principal meta em Cingapura

Fernando Alonso obteve a segunda pole-position da temporada neste sábado (25) em Cingapura

Apesar da pole, diante da superioridade de Sebastian Vettel e a Red Bull nos treinos livres, Fernando Alonso procurou adotar uma postura mais cautelosa ao comentar o resultado do treino classificatório e projetar o que deve ser a corrida de amanhã. Primeiro, o espanhol garantiu que não tem preocupação com a chuva, mas admitiu a importância da posição de honra do grid para a prova de Cingapura.

Alonso obteve a segunda pole do ano ao bater Vettel neste sábado (25) em Marina Bay. "Vai ser uma corrida difícil amanhã, mas estamos em uma forte posição", disse o asturiano. "Obviamente, a pole vai ajudar tanto em pista seca quanto se estiver chovendo, já que teremos uma melhor visibilidade, por isso precisamos aproveitar essa oportunidade", afirmou.

"Amanhã, se chover em qualquer parte do dia, alguns trechos da pista ainda estarão molhados. Ou seja, essa é uma corrida de sobrevivência. Largar na pole é a melhor coisa e não estamos preocupados com tempo, pois acho que seremos rápidos em qualquer condição", destacou.

O bicampeão admitiu, porém, que a pole pode significar pouco se chover muito no domingo, na hora da corrida. "Nós sabemos que existem circuitos onde largar na pole é fundamental, e esse é um deles. Mas a preparação para o domingo começa no sábado e acho que hoje fizemos bem o nosso trabalho", declarou.

Falando sobre o campeonato, Alonso ainda salientou a importância de estar à frente dos principais concorrentes ao título. "O principal objetivo é terminar no pódio. No momento, Mark e Lewis estão à frente na tabela, então a meta é terminar na frente deles ou, ao menos, conseguir o máximo possível de pontos", finalizou.


Fonte: Grande Prêmio

Alonso e Ferrari superam Vettel e Red Bull para pole

Massa quebra, não completa uma volta, e sai em último, ao lado de Senna

Fernando Alonso e a Ferrari levaram a melhor contra os então imbatíveis Sebastian Vettel e Red Bull na briga pela pole position do GP de Cingapura de F-1.

A sessão contou com um ferrenho duelo entre os dois, com Alonso liderando a primeira fase e Vettel dando o troco na segunda. Na fase decisiva, valendo a pole, o espanhol levou a melhor na volta final, com a marca de 1min45s390, superando o alemão em menos de um décimo.

A segunda fila será inteira prateada, com Lewis Hamilton e Jenson Button, ambos representando a McLaren. Atual líder do campeonato, Mark Webber teve uma performance bem discreta, mal sendo notado na pista, e sai em quinto, ao lado do destaque da sessão, Rubens Barrichello, com a Williams.

Nico Rosberg (Mercedes), Robert Kubica (Renault), Michael Schumacher (Mercedes) e Kamui Kobayashi (Sauber) sobreviveram às duas primeiras fases da classificação e completaram a relação dos dez primeiros do grid de largada no circuito montado nas ruas de Marina Bay.

Nesse interim, quem não teve sorte foi Felipe Massa. Antes mesmo de abrir sua volta lançada na primeira parte do treino, sua Ferrari estacionou no meio da pista com possíveis problemas no câmbio. Desta forma, Massa dividirá a última fila com Bruno Senna, outro que teve um treino difícil.

Com o carro da Hispania, o sobrinho de Ayrton Senna viu o mundo ao contrário e ficou mais de oito segundos atrás de Alonso, o melhor do Q1. Lucas di Grassi, por sua vez, andou bem com o carro da Virgin e sai em 20°, "sanduichado" pelas Lotus de Heikki Kovalainen e Jarno Trulli.

No pelotão intermediário destaque para Jaime Alguersuari, 11° com a Toro Rosso, logo à frente de Nico Hulkenberg, da Williams. Porém, o alemão trocou o câmbio e perdeu cinco posições no grid, promovendo Vitaly Petrov, que bateu com seu Renault no Q2, à sexta fila.

Decepção, mesmo, foi a Force India, com Adrian Sutil e Vitantonio Liuzzi em 16
° e 17°, nesta ordem. O GP de Cingapura da F-1, com 61 voltas de duração, está marcado para as 9h de Brasília 20h locais. E pode acontecer com chuva, de acordo com a previsão do tempo.

Grid de largada

1°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), 1min45s390 ( 21 voltas )
2°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1min45s457 ( 17 )


3°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), 1min45s571 ( 18 )
4°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 1min45s944 ( 18 )


5°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 1min45s977 ( 19 )
6°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), 1min46s236 22 )


7°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), 1min46s443 ( 18 )
8°. Robert Kubica (POL/Renault), 1min46s593 ( 15 )


9°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), 1min46s702 ( 17 )
10°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), 1min47s884 ( 18 )

11°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), 1min47s666 ( 16 )
12°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), 1min48s165 ( 13 )

13°. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), 1min48s502 ( 16 )
14°. Nick Heidfeld (ALE/Sauber-Ferrari), 1min48s557 ( 16 )

15°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), 1min48s889 ( 14 )
16°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes), 1min48s961 ( 11 )

17º. 12°. Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth), 1min47s674 ( 13 )*punido
18°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), 1min50s721 ( 9 )

19°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth), 1min50s915 ( 9 )
20º. Lucas di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth), 1min51s107 ( 9 )

21°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth), 1min51s641 ( 10 )
22°. Christian Klien (AUT/Hispania-Cosworth), 1min52s946 ( 7 )

23°. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth), 1min54s174 ( 9 )
24°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), sem tempo ( 2 )

Fonte: Tazio

Vettel e Red Bull voltam a colocar 0s6 no segundo

Alemão e time austríaco seguem domínio avassalador no 3º treino em Cingapura

Com Sebastian Vettel, a Red Bull continuou ditando o ritmo nas ruas de Cingapura. A terceira e última sessão, já disputada sob a luz da lua, viu o alemão colocar seis décimos no segundo colocado.

A "vítima" da vez foi Fernando Alonso, que fez um tempo 0s622 mais lento que o 1min48s028 de Vettel. Lewis Hamilton, da McLaren, e Felipe Massa, da Ferrari, ficaram a quase um segundo da melhor marca da sessão.

Nico Rosberg, da Mercedes, e o parceiro de Vettel, Mark Webber, atual líder do campeonato, completaram a lista dos seis primeiros, com Nico Hulkenberg (Williams), Robert Kubica (Renault), Adrian Sutil (Force India) e Sebastien Buemi (Toro Rosso), aparecendo a seguir.

Rubens Barrichello, com a Williams, ficou 2s025 atrás, "sanduichado" entre Vitaly Petrov, da Renault, e Jenson Button, com a McLaren. Já Lucas di Grassi estabeleceu o 21º tempo com a Virgin, enquanto Bruno Senna, com muitos problemas em seu Hispania, fechou a tabela.

A sessão começou tímida, por conta da grande umidade na pista, decorrente da chuva do dia. Com isso, os favoritos só deram o ar da graça perto da metade da sessão, quando todos puderam usar pneus para pista seca.

Mas não foi uma tarefa fácil segurar o carro nesta pista, com Bruno Senna rodando e alguns pilotos escapando _caso de Nico Rosberg e Michael Schumacher. Na tabela de tempos, a McLaren chegou a liderar, mas logo a Red Bull passou a dar as cartas.

Nos minutos finais, chamados de "happy hour", Alonso pulou para segundo, assim como Massa para quarto, se intercalando com Vettel e Hamilton. Mas nada impediu
Vettel de terminar, pela segunda vez seguida, uma sessão com mais de seis décimos de vantagem para o segundo colocado.

3º treino livre

1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1min48s028 ( 15 voltas )
2°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 0s622 ( 16 )
3°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 0s972 ( 12 )
4°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 0s995 ( 18 )
5°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1s028 ( 17 )
6°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 1s184 13 )
7°. Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth), a 1s276 ( 17 )
8°. Robert Kubica (POL/Renault), a 1s492 ( 16 )
9°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1s888 ( 15 )
10°. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1s921 ( 16 )
11°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 2s012 ( 15 )
12°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 2s025 ( 16 )
13°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 2s032 ( 12 )
14°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 2s039 ( 16 )
15°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 2s039 ( 14 )
16°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes), a 2s840 ( 16 )
17°. Nick Heidfeld (ALE/Sauber-Ferrari), a 2s888 ( 15 )
18°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 2s999 ( 17 )
19°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), a 4s312 ( 14 )
20º. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth), a 5s118 ( 15 )
21°. Lucas di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth), a 5s269 ( 15 )
22°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth), a 5s653 ( 17 )
23°. Christian Klien (AUT/Hispania-Cosworth), a 6s798 ( 16 )
24°. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth), a 7s339 ( 16 )


Fonte: Tazio

24 de setembro de 2010

Vettel afirma que liderança nos treinos livres tem pouca relevância

Líder do dia, Sebastian Vettel acredita que ser o mais rápido da sexta-feira não significa muita coisa. O alemão disse que, caso chova, a corrida pode ficar muito mais interessante

Sebastian Vettel acredita que a liderança nos treinos livres desta sexta-feira (24), no circuito de Cingapura, não significa muita coisa. O alemão disse que as condições da pista cingapuriana não estavam boas devido à chuva que caiu antes das atividades, e acredita que, se chover durante a corrida, as coisas ficariam mais interessantes.

O mais importante foi ter uma sexta-feira sem problemas, como nós tivemos. A primeira sessão foi complicada, já que a pista estava um pouco úmida após a chuva que caiu mais cedo. Não secou muito bem para a segunda parte, e em algumas curvas não dava pra desviar da água. Seria interessante se tivéssemos chuva amanhã ou no domingo”, comentou.

“Não significa muita coisa ficar em primeiro na sexta-feira, já que é apenas um treino e não há pontos disponíveis, mas é bom continuar na ponta e temos um bom ritmo”, finalizou Vettel.


Fonte: Grande Prêmio

Alonso revela preferência por Ferrari com duto frontal em Marina Bay

Durante a execução dos treinos livres desta sexta-feira (24) em Cingapura, Fernando Alonso testou a F10 com e sem duto frontal. O espanhol revelou preferência por correr com a peça aerodinâmica

Fernando Alonso cumpriu à risca a programação da Ferrari para esta sexta-feira (24) em Marina Bay. Juntamente com seu companheiro de equipe, Felipe Massa, o asturiano testou a F10 com e sem duto frontal, visando determinar uma configuração definitiva para a definição do grid de largada e a corrida no domingo (26).

O espanhol, que registrou o quarto melhor tempo da noite de sexta em Cingapura, revelou preferência pela F10 com a inovação aerodinâmica. “Experimentamos o carro com e sem duto frontal, e para mim, a primeira opção parece ser a melhor, mas precisamos estudar os dados cuidadosamente antes de falar em uma decisão definitiva”, salientou Alonso.

Fernando entende que o rendimento da Ferrari foi competitivo em Marina Bay, apesar da grande distância de tempo que o separou dos carros da Red Bull nos treinos livres. “Nossos tempos nos setores não parecem ruins. Na verdade, você pode dizer que eles foram bem competitivos comparados com nossos principais rivais”, falou.

Alonso foi um dos únicos pilotos que chegaram a ameaçar em algum momento a liderança da Red Bull durante o segundo treino livre desta sexta-feira. O espanhol havia feito a melhor parcial do primeiro setor, mas perdeu o controle do carro na curva 18, não conseguiu fazê-lo voltar à pista e teve seu treino abreviado em 20 minutos. O piloto da Ferrari narrou o incidente que o impediu de testar a F10 com tanque cheio no circuito asiático.

“Freei um pouco tarde na curva 18 e fui parar na área de escape. Escolhi a marcha ré, mas quando selecionei na primeira marcha para voltar novamente, o carro parou. É uma pena, porque perdi os últimos 20min da sessão, quando iria correr com tanque cheio. Na reunião, os engenheiros me disseram que o problema foi em uma parte experimental da caixa de câmbio que quebrou”, encerrou.

Fonte: Grande Prêmio

Hamilton exibe otimismo com MP4-25 e diz que Red Bull "não é imbatível"

Apesar da grande diferença que separou a Red Bull da McLaren durante a execução dos treinos livres desta sexta-feira (24), Lewis Hamilton entende que a rival não é imbatível em Cingapura

O domínio exibido pela Red Bull durante os treinos livres desta sexta-feira (24) em Cingapura não assusta Lewis Hamilton, que terminou a noite com o quinto melhor tempo. Ao contrário. O atual vice-líder do Mundial de Pilotos entende que a McLaren está competitiva no fim de semana e não vê a equipe rubro-taurina imbatível em Marina Bay.

Hamilton ressaltou as dificuldades com a pista úmida, sobretudo durante a primeira sessão no início da noite. “A pista estava muito complicada hoje, porque havia muitos pontos úmidos em algumas áreas, mas foi um bom treino para nós”, contou o piloto, que acredita poder andar no mesmo ritmo da equipe rubro-taurina no sábado (25). “Estamos razoavelmente perto [da Red Bull], estamos competitivos. Temos mais tempo para buscar amanhã, então, estamos otimistas”, emendou.

Apesar da distância de mais de 1s que separou a Red Bull da equipe de Woking nos primeiros treinos livres em Cingapura, Lewis demonstrou confiança em obter um ritmo melhor da McLaren durante a classificação. Entretanto, o inglês, campeão do mundo em 2008, reconheceu a superioridade dos carros de Sebastian Vettel e Mark Webber em Marina Bay.

“Acho que seremos capazes de competir com os caras que estão na frente hoje. Definitivamente, a Red Bull não é imbatível aqui. Tá certo, eles estão muito rápidos no segundo e terceiro setores, então temos de trabalhar duro para conseguir tempo aqui, mas estou muito confiante que podemos conseguir”, comentou o britânico.

Lewis criticou duramente a chicane da curva 10, o mesmo ponto onde Adrian Sutil bateu na zebra, quase decolou e danificou o braço da suspensão dianteira esquerda de seu Force India. O piloto da McLaren entende que a adaptação, ao invés de garantir a segurança dos competidores, pode gerar efeito contrário.

“Finalmente, acho que as mudanças que foram feitas na pista foram ruins, e a chicane está agora muito complicada. Você a cruza em 270 km/h, e se algo der errado e se você acertar uma dessas zebras, você poderá ter um acidente”, completou Hamilton.

Fonte: Grande Prêmio

Vettel não descarta correr na McLaren daqui 2 anos

"Meu objetivo é ganhar corridas, e a McLaren está lá há um bom tempo", diz

Em entrevista ao jornal "Today", de Cingapura, Sebastian Vettel colocou lenha na fogueira da Red Bull nesta sexta-feira, ao manter aberta a opção pela McLaren no futuro.

O alemão não negou o interesse em ingressar no time de Lewis Hamilton e Jenson Button na temporada de 2012, quando seu vínculo com a equipe das bebidas energéticas chegar ao fim.

"Agora é 2010, então nunca se sabe o que deve acontecer em 2012", disse Vettel, que já foi cogitado pelo chefe da McLaren, Martin Whitmarsh, como uma opção real daqui dois anos.

"Claro, acredito que as equipes de ponta sempre são muito interessantes, pois meu objetivo claro é ganhar corridas. E a McLaren já está lá há um longo período de tempo. Então, quem sabe", afirma.

O alemão também disse não se se incomodar em ser considerado o "azarão" na briga pelo título deste ano. "Sou o 'outsider', se você ver pela tabela, e os outros, os favoritos; mas todos precisam focar em si mesmos."

"É natural que as pessoas olhem as primeiras posições, mas isso não muda a minha forma de encarar as coisas. É a mesma coisa que nas outras provas. Foco em mim e procuro extrair o máximo. Às vezes funciona ou não, mas sempre tentaremos. Ainda temos chance de vencer o campeonato, mas não somos os favoritos. Vamos ver."

"Se o carro estiver bom o suficiente para vencer aqui, teremos a certeza de que venceremos. No fim, se somar 25 pontos a mais que o resto será ótimo", completou o alemão, quinto na tabela de pontos com uma desvantagem de 24 pontos para o companheiro, Mark Webber.


Fonte: Tazio

Com Vettel, Red Bull bota mais de 1s sobre McLaren

Equipe dos energéticos faz 1-2 em Cingapura; Alonso quebra e chega em quinto

Com pista seca, a Red Bull mostrou sua força em Cingapura e terminou na frente o primeiro dia de treinos para a etapa noturna da temporada 2010.
Sebastian Vettel, quinto colocado no campeonato, cravou a marca voadora de 1min46s660, sendo o único a andar nesta faixa, escoltado pelo companheiro de equipe Mark Webber, líder da tabela e 0s627 mais lento.

Na terceira posição, mais de um segundo atrás, ficou Jenson Button, com o melhor McLaren, duas posições à frente do parceiro Lewis Hamilton. Entre os dois, ficou Fernando Alonso, que parou na pista com sua Ferrari no terço final de sessão.

Rubens Barrichello, em um bom desempenho com a Williams, foi o sexto mais veloz, ficando logo à frente de Felipe Massa, com problemas de equilíbrio em sua Ferrari. Nico Rosberg, da Mercedes, Robert Kubica, da Renault, e Michael Schumacher, parceiro de Nico, formaram o "top 10".

Mais atrás, Lucas di Grassi retornou ao cockpit da Virgin e foi 21º, duas posições à frente de Bruno Senna, que colocou oito décimos sobre seu parceiro na Hispania nos treinos livres, o experiente Christian Klien.

Ao contrário da sessão "vespertina", os treinos começaram com pista predominantemente seca, o que fez as equipes de ponta irem logo para a pista. A primeira meia hora viu Alonso liderar e ser superado por Vettel, com Alguersuari dando um pequeno toque no muro com a roda traseira, sem danos graves.

Na segunda parte da sessão, Liuzzi deu uma raspadinha no muro, também sem danos. Seu companheiro de equipe, Sutil, viu o mundo ao contrário e danificou sua roda dianteira esquerda na chicane tripla; Kobayashi, por sua vez, rodou duas vezes. No final da segunda meia hora, Button ameaçou, mas Vettel baixou o tempo e permaneceu na frente
.

Restando 23 minutos para o fim, Alonso estava em sua melhor volta, mas errou no "S" de entrada para o estádio e passou reto. Depois, deu ré e parou bem na entrada da curva 19, deixando o carro. O equipamento foi resgatado pelos fiscais e o treino não precisou ser interrompido.

2º treino livre

1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1min46s660 ( 29 voltas )
2°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 0s627 ( 27 )
3°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 1s030 ( 28 )
4°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 1s058 ( 20 )
5°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 1s158 ( 28 )
6°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1s642 31 )
7°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1s681 ( 28 )
8°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 2s019 ( 26 )
9°. Robert Kubica (POL/Renault), a 2s195 ( 15 )
10°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 2s229 ( 31 )
11°. Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth), a 2s493 ( 32 )
12°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 2s778 ( 30 )
13°. Nick Heidfeld (ALE/Sauber-Ferrari), a 2s898 ( 26 )
14°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 2s948 ( 30 )
15°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes), a 3s236 ( 28 )
16°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 3s324 ( 11 )
17°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 3s531 ( 31 )
18°. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 4s236 ( 35 )
19°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), a 5s218 ( 30 )
20º. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth), a 5s490 ( 22 )
21°. Lucas di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth), a 6s771 ( 25 )
22°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth), a 6s866 ( 27 )
23°. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth), a 8s065 ( 27 )
24°. Christian Klien (AUT/Hispania-Cosworth), a 8s882 ( 25 )


Fonte: Tazio