A FIA divulgou algumas mudanças nas regras do carro de segurança para a etapa de Silverstone para evitar que aconteça incidentes como em Valência
A FIA confirmou neste domingo (11) por meio de comunicado as mudanças nos procedimentos do safety-car para o GP da Inglaterra. A medida foi tomada depois da polêmica etapa de Valência, válida pelo GP da Europa, na qual nove pilotos foram punidos após a corrida por excederem o tempo máximo de uma volta quando o carro de segurança estava na pista.
Uma das mudanças confirmadas diz respeito à entrada do carro de segurança. Ficou decidido que o safety-car só entrará na pista quando o diretor de prova sentir que os pilotos não correrão o risco de serem punidos injustamente. “A avaliação vai ser feita para determinar quando o safety-car deve ir à pista, a fim de tentar garantir que os pilotos não sejam desnecessariamente desfavorecidos. Em todos os casos, vamos tentar alcançar o líder”, disse a federação.
A FIA deixou claro, no entanto, que o carro de segurança será acionado imediatamente se a situação na corrida assim exigir. “Se a situação se revelar inviável por qualquer razão, o safety-car será acionado de imediato entre os carros e o líder.”
A sinalização na saída dos boxes também vai sofrer alterações, para evitar uma repetição do que aconteceu com Michael Schumacher em Valência. O alemão da Mercedes ficou preso nos boxes mesmo havendo um grande espaço na pista atrás do safety-car.
Fonte: Warm Up
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11 de julho de 2010
7 de julho de 2010
McLaren faz pedido para que FIA evite mudanças imediatas nas regras do SC
Para o diretor-geral da McLaren, Jonathan Neale, seria imprudente fazer alterações no regulamento sem avaliá-las por completo
A McLaren pediu à FIA que não faça nenhuma mudança impensada nas regras relativas à entrada do safety-car nas corridas da F1, após a polêmica criada pela manobra de Lewis Hamilton durante o GP da Europa. Em Valência, houve muitas reclamações de que o inglês tirou vantagem ao ultrapassar o SC quando o carro de segurança entrava na pista por conta do acidente sofrido por Mark Webber momentos antes. O britânico foi punido com um drive-through, mas não perdeu posições ao voltar para o traçado espanhol.
O diretor-geral da McLaren, Jonathan Neale, disse que, enquanto o Grupo Esportivo de Trabalho estiver analisando o caso, não seria prudente fazer alterações imediatas no regulamento sem avaliá-las totalmente.
"Acho que devemos ser cautelosos. Se a história nos ensinou alguma coisa ao definir regras na F1, é que balançar de um lado para o outro não vale a pena. As regras estão lá. Não houve muita coisa errada no último fim de semana [em Valência]. Não acho que devemos fazer mudanças instantâneas nas regras", falou o dirigente.
Para Neale, os momentos em que o safety-car entra na pista produzem elementos de imprevisibilidade que são essenciais para o entretenimento dos fãs da F1. “É bom para a F1 e é bom para o esporte. Você não pode prever acidentes, não pode prever o que vai acontecer quando o safety-car entrar e tem de se preparar”, comentou.
Fonte: Warm Up
A McLaren pediu à FIA que não faça nenhuma mudança impensada nas regras relativas à entrada do safety-car nas corridas da F1, após a polêmica criada pela manobra de Lewis Hamilton durante o GP da Europa. Em Valência, houve muitas reclamações de que o inglês tirou vantagem ao ultrapassar o SC quando o carro de segurança entrava na pista por conta do acidente sofrido por Mark Webber momentos antes. O britânico foi punido com um drive-through, mas não perdeu posições ao voltar para o traçado espanhol.
O diretor-geral da McLaren, Jonathan Neale, disse que, enquanto o Grupo Esportivo de Trabalho estiver analisando o caso, não seria prudente fazer alterações imediatas no regulamento sem avaliá-las totalmente.
"Acho que devemos ser cautelosos. Se a história nos ensinou alguma coisa ao definir regras na F1, é que balançar de um lado para o outro não vale a pena. As regras estão lá. Não houve muita coisa errada no último fim de semana [em Valência]. Não acho que devemos fazer mudanças instantâneas nas regras", falou o dirigente.
Para Neale, os momentos em que o safety-car entra na pista produzem elementos de imprevisibilidade que são essenciais para o entretenimento dos fãs da F1. “É bom para a F1 e é bom para o esporte. Você não pode prever acidentes, não pode prever o que vai acontecer quando o safety-car entrar e tem de se preparar”, comentou.
Fonte: Warm Up
30 de junho de 2010
FIA e times analisarão episódios de SC na Inglaterra
GP da Europa teve diversos casos na hora em que carro foi para a pista
A série de polêmicas no GP de Valência, principalmente o episódio envolvendo Lewis Hamilton e o safety car, será discutida entre as equipes e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) no GP da Inglaterra.
O encontro será realizado na quarta-feira, dois dias antes do início das atividades no renovado circuito de Silverstone, de acordo com a revista alemã "Auto Motor und Sport".
"Existem muitas questões sem respostas que podem ser interpretadas de várias maneiras", afirmou Ross Brawn, chefe da equipe Mercedes, que também se sentiu prejudicado no momento em que Michael Schumacher fez seu pit stop no momento em que o carro de segurança foi acionado, mas, na hora de voltar para a pista, se deparou com os boxes fechados. "Houve uma luz verde por um momento e, do nada, ela ficou vermelha novamente. Acreditamos que isso não é o certo", reclamou o heptacampeão, que terminou a corrida com o pior resultado da carreira, um 15° lugar.
Quem também busca esclarecimentos é a Renault, que viu seus dois pilotos receberem uma punição de cinco segundos no tempo final de volta por terem descumprido o tempo limite de volta com o safety car na pista. "Vitaly chegou muito rápido nos boxes e aceitamos sua punição, mas é difícil de entender a punição a Kubica", reclamou Alam Permane, engenheiro-chefe da Renault.
Além de Petrov e Kubica, outros punidos foram Jenson Button (McLaren), Rubens Barrichello e Nico Hulkenberg (Williams), Adrian Sutil e Vitantonio Liuzzi (Force India), Sebastien Buemi (Toro Rosso) e Pedro de la Rosa (Sauber). "Para ser honesto, acho que a punição de cinco segundos foi um pouco ridícula. Em minha opinião, eles deviam dar 20 segundos ou nada. Os comissários precisam ser mais consistentes", reclamou Liuzzi.
No entanto, a decisão de uma reunião animou um dos que mais reclamou ao fim da prova: Fernando Alonso. "Fiquei contente em ouvir que a FIA reagiu logo e chamou um encontro do Grupo de Trabalho. Estou confiante, até certo, de que todos os pontos de discussão serão esclarecidos em grande forma", disse o espanhol da Ferrari, que chegou a classificar o GP da Europa como "manipulado", após Lewis Hamilton ultrapassar o safety car e fazer seu pit stop antes da maioria dos que estava atrás e ficou presa atrás do carro.
Fonte: Tazio
A série de polêmicas no GP de Valência, principalmente o episódio envolvendo Lewis Hamilton e o safety car, será discutida entre as equipes e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) no GP da Inglaterra.O encontro será realizado na quarta-feira, dois dias antes do início das atividades no renovado circuito de Silverstone, de acordo com a revista alemã "Auto Motor und Sport".
"Existem muitas questões sem respostas que podem ser interpretadas de várias maneiras", afirmou Ross Brawn, chefe da equipe Mercedes, que também se sentiu prejudicado no momento em que Michael Schumacher fez seu pit stop no momento em que o carro de segurança foi acionado, mas, na hora de voltar para a pista, se deparou com os boxes fechados. "Houve uma luz verde por um momento e, do nada, ela ficou vermelha novamente. Acreditamos que isso não é o certo", reclamou o heptacampeão, que terminou a corrida com o pior resultado da carreira, um 15° lugar.
Quem também busca esclarecimentos é a Renault, que viu seus dois pilotos receberem uma punição de cinco segundos no tempo final de volta por terem descumprido o tempo limite de volta com o safety car na pista. "Vitaly chegou muito rápido nos boxes e aceitamos sua punição, mas é difícil de entender a punição a Kubica", reclamou Alam Permane, engenheiro-chefe da Renault.
Além de Petrov e Kubica, outros punidos foram Jenson Button (McLaren), Rubens Barrichello e Nico Hulkenberg (Williams), Adrian Sutil e Vitantonio Liuzzi (Force India), Sebastien Buemi (Toro Rosso) e Pedro de la Rosa (Sauber). "Para ser honesto, acho que a punição de cinco segundos foi um pouco ridícula. Em minha opinião, eles deviam dar 20 segundos ou nada. Os comissários precisam ser mais consistentes", reclamou Liuzzi.
No entanto, a decisão de uma reunião animou um dos que mais reclamou ao fim da prova: Fernando Alonso. "Fiquei contente em ouvir que a FIA reagiu logo e chamou um encontro do Grupo de Trabalho. Estou confiante, até certo, de que todos os pontos de discussão serão esclarecidos em grande forma", disse o espanhol da Ferrari, que chegou a classificar o GP da Europa como "manipulado", após Lewis Hamilton ultrapassar o safety car e fazer seu pit stop antes da maioria dos que estava atrás e ficou presa atrás do carro.
Fonte: Tazio
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27 de junho de 2010
Direção aplica punição de 5s a pilotos; Alonso vira 8°
Seis primeiras posições, incluindo quarta de Barrichello, permanecem inalteradas
A direção de prova do GP da Europa de F-1 divulgou as punições aplicadas aos pilotos que completaram a volta de entrada do safety car abaixo do tempo mínimo exigido.
A eletrônica dos carros avisa aos pilotos esta informação, então os comissários julgaram que Jenson Button, Rubens Barrichello, Nico Hulkenberg, Robert Kubica, Vitaly Petrov, Adrian Sutil, Sebastien Buemi, Pedro de la Rosa e Vitantonio Liuzzi teriam um acréscimo de cinco segundos no tempo final de prova.
Com isso, algumas alterações surgiram: Fernando Alonso subiu para oitavo, atrás de Kobayashi, e seguido por Buemi e Nico Rosberg, com De la Rosa caindo para 11°. Timo Glock também foi punido, mas em 20 segundos por ter ignorado bandeiras azuis.
Confira o resultado final da prova:
1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault)
2°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes)
3°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes)
4°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth)
5°. Robert Kubica (POL/Renault)
6°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes)
7°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari)
8°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
9°. Sebastian Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari)
10°. Vitaly Petrov (RUS/Renault)
11°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
12°. Pedro de la Rosa (ESP/Sauber-Ferrari)
13°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes)
14°. Felipe Massa (BRA/Ferrari)
15°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari)
16°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes)
17°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth)
18°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth)
19°. Karun Chandhok (IND/Hispania-Cosworth)
20°. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth)
21°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth)
22°. Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth), 50/mecânico
23°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth), 9/acidente
24°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 9/acidente
Fonte: Tazio
A direção de prova do GP da Europa de F-1 divulgou as punições aplicadas aos pilotos que completaram a volta de entrada do safety car abaixo do tempo mínimo exigido.
A eletrônica dos carros avisa aos pilotos esta informação, então os comissários julgaram que Jenson Button, Rubens Barrichello, Nico Hulkenberg, Robert Kubica, Vitaly Petrov, Adrian Sutil, Sebastien Buemi, Pedro de la Rosa e Vitantonio Liuzzi teriam um acréscimo de cinco segundos no tempo final de prova.
Com isso, algumas alterações surgiram: Fernando Alonso subiu para oitavo, atrás de Kobayashi, e seguido por Buemi e Nico Rosberg, com De la Rosa caindo para 11°. Timo Glock também foi punido, mas em 20 segundos por ter ignorado bandeiras azuis.
Confira o resultado final da prova:
1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault)
2°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes)
3°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes)
4°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth)
5°. Robert Kubica (POL/Renault)
6°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes)
7°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari)
8°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
9°. Sebastian Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari)
10°. Vitaly Petrov (RUS/Renault)
11°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
12°. Pedro de la Rosa (ESP/Sauber-Ferrari)
13°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes)
14°. Felipe Massa (BRA/Ferrari)
15°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari)
16°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes)
17°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth)
18°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth)
19°. Karun Chandhok (IND/Hispania-Cosworth)
20°. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth)
21°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth)
22°. Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth), 50/mecânico
23°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth), 9/acidente
24°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 9/acidente
Fonte: Tazio
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Alonso diz que corrida em Valência foi manipulada
Espanhol critica demora na punição de Hamilton após inglês passar safety car
Fernando Alonso, nono colocado em Valência hoje, saiu de seu carro atirando contra os comissários da prova do GP da Europa que demoraram para punir Lewis Hamilton por ele ter ultrapassado o safety car.
"É uma pena, não por nós porque isso é corrida, mas por todos os fãs que vieram aqui assistir a uma corrida manipulada", esbravejou o piloto da Ferrari.
Hamilton era o segundo colocado seguido por Alonso quando o acidente de Mark Webber causou a bandeira amarela. O inglês não se posicionou atrás do safety car, ao contrário do espanhol, que com isso perdeu tempo e caiu para nono com as paradas de box, enquanto o piloto da McLaren conseguiu manter a posição.
"Nós estávamos correndo bem, em terceiro depois de uma boa largada. Então o safety car entrou, o que não foi bom para nós, mas Hamilton ultrapassou o safety car, algo que eu nunca vi, ultrapassou o carro médico com bandeira amarela. Nós estávamos a um metro um do outro, e ele terminou em segundo e eu em nono", continuou o espanhol.
Hamilton sofreu um drive-through, porém, quando já tinha vantagem o bastante para manter a segunda posição da prova, o que deixou Alonso revoltado.
"Esta corrida era para chegar em segundo. Então com o safety car eu terminaria em nono, onde eu cheguei, e Hamilton em oitavo. Mas aqui, quando você faz uma coisa normal, que é respeitar as regras, você terminar em nono, e aquele que não respeitou termina em segundo", afirmou.
Fonte: Tazio
Fernando Alonso, nono colocado em Valência hoje, saiu de seu carro atirando contra os comissários da prova do GP da Europa que demoraram para punir Lewis Hamilton por ele ter ultrapassado o safety car."É uma pena, não por nós porque isso é corrida, mas por todos os fãs que vieram aqui assistir a uma corrida manipulada", esbravejou o piloto da Ferrari.
Hamilton era o segundo colocado seguido por Alonso quando o acidente de Mark Webber causou a bandeira amarela. O inglês não se posicionou atrás do safety car, ao contrário do espanhol, que com isso perdeu tempo e caiu para nono com as paradas de box, enquanto o piloto da McLaren conseguiu manter a posição.
"Nós estávamos correndo bem, em terceiro depois de uma boa largada. Então o safety car entrou, o que não foi bom para nós, mas Hamilton ultrapassou o safety car, algo que eu nunca vi, ultrapassou o carro médico com bandeira amarela. Nós estávamos a um metro um do outro, e ele terminou em segundo e eu em nono", continuou o espanhol.
Hamilton sofreu um drive-through, porém, quando já tinha vantagem o bastante para manter a segunda posição da prova, o que deixou Alonso revoltado.
"Esta corrida era para chegar em segundo. Então com o safety car eu terminaria em nono, onde eu cheguei, e Hamilton em oitavo. Mas aqui, quando você faz uma coisa normal, que é respeitar as regras, você terminar em nono, e aquele que não respeitou termina em segundo", afirmou.
Fonte: Tazio
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2 de março de 2010
Schumi e Nico mostram o novo safety car da F-1
Novo Mercedes-Benz SLS AMG acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,8s
A dupla alemã Michael Schumacher e Nico Rosberg, pilotos da equipe Mercedes de F-1, esteve presente no Salão de Genebra nesta terça-feira para apresentar o Mercedes SLS AMG, modelo que será utilizado como safety car da principal categoria do automobilismo em 2010.
Esta versão da montadora alemã é considerada a mais potente da história dos carros de segurança e atinge a velocidade de 0 a 100 km/h em apenas 3,8s.
Na ocasião, Dieter Zetsche, CEO da Damler, também esteve presente, demonstrando aos presentes as características do automóvel.
O SLS AMG vem para substituir o SL 63 AMG, utilizado na F-1 entre os anos de 2008 e 2009, ao passo que o carro de atendimento médico passa a ser o C63 AMG.
Atualmente, o piloto do safety car é o alemão Bernd Mayländer, ao lado do co-piloto inglês Pete Tibbets.
Fonte: Tazio
A dupla alemã Michael Schumacher e Nico Rosberg, pilotos da equipe Mercedes de F-1, esteve presente no Salão de Genebra nesta terça-feira para apresentar o Mercedes SLS AMG, modelo que será utilizado como safety car da principal categoria do automobilismo em 2010.
Esta versão da montadora alemã é considerada a mais potente da história dos carros de segurança e atinge a velocidade de 0 a 100 km/h em apenas 3,8s.
Na ocasião, Dieter Zetsche, CEO da Damler, também esteve presente, demonstrando aos presentes as características do automóvel.
O SLS AMG vem para substituir o SL 63 AMG, utilizado na F-1 entre os anos de 2008 e 2009, ao passo que o carro de atendimento médico passa a ser o C63 AMG.
Atualmente, o piloto do safety car é o alemão Bernd Mayländer, ao lado do co-piloto inglês Pete Tibbets.
Fonte: Tazio
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