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28 de junho de 2010

SEISKA: KIMI TEM FRATURAS NA COLUNA

- Há pequenas fraturas aqui e ali nas vértebras. Elas se desenvolveram a partir de vários acidentes diferentes nos últimos 10 anos, Kimi disse em entrevista à revista 7 päivää.


De acordo com a revista, Kimi já fez tratamento em Strasbourg, França. Ele fez um tratamento a laser na coluna.

- Eu tenho que fazer mais uma operação de 2 horas, e depois disto tenho que ser um pouco mais cuidadoso por algumas semanas, disse Räikkönen à Seiska.

Irmão não está preocupado

O irmão de Räikkönen, Rami Räikkönen, também um ex-pilogo de rali, não acredita que os problemas na coluna sejam tão sérios que a carreira de Kimi estaria em perigo.

- Não acredito nisto. Se sua coluna realmente estivesse muito ruim, ele não seria autorizado a pilotar, disse Rami Räikkönen ao Iltalehti.

De acordo com Rami, Kimi não reclamou de dores nas costas para ele. Rami disse que nem ouviu falar da operação até ver a manchete na revista.

- Mantemos contato de vez em quando. Se nos falamos, normalmente é sobre outras coisas.

Rami Räikkönen não acredita que o rali seja muito duro para a coluna de Kimi.

- Você fica lá sentado tão confortavelmente.

Problemas no México

Mas a situação de RäikkÖnen não tem sido completamente livre de problemas nesta temporada. Por exemplo, no Rali do México, a coluna de Kimi apresentou sintomas. Os testes anteriores ao rali foram pulados devido a dores na parte baixa da coluna logo após o Rali da Suécia.

- Na sessão de notas, Kimi usou um colete para dar apoio à coluna. Ele pressionou a espinha de Kimi de forma que um novo problema surgiu, um pouco mais acima do anterior, disse o co-piloto Kaj Lindström na época.

Mark Arnall, que viaja com Räikkönen aos ralis WRC, minimizou a seriedade da situação.

- É tratável. Medicamos a dor das formas que as regras nos permitem, disse Arnall.

JOONAS PARTANEN

Fonte: Iltalehti
Agradecimento: Leijona
Tradução: Fran

4 de março de 2010

Mark Arnall diz que a coluna de Kimi está bem


O finlandês agravou uma lesão antiga que ele tem desde um acidente na Fórmula um no circuito francês de Magny Cours em 2003 ao competir no Rali da Suécia. Após receber conselhos de seus médicos, ele decidiu descansar a coluna em vez de pilotar no teste antes do México: a decisão correta de acordo com seu preparador físco Mark Arnall.

"Kimi se sente bem," disse Arnall. "Estamos confiantes que estes problemas não vão afetá-lo no México. Ele não reportou nenhum problema durante o reconhecimento, e está ansioso para o rali agora."


Fonte: MaxRally
Tradução: Fran

13 de fevereiro de 2010

O salto da F1 para o WRC também é um ano de aprendizado para o preparador físico de Kimi

O alarme desperta às 4:14 da manhã no hotel em Karlstad. Significa que o dia de trabalho já iniciou para Kimi e especialmente para seu preparador físico, Mark Arnall.

Eles têm à sua frente 110 km para dirigir até o estacionamento de serviços. Lá eles terão um café da manhã de 20 minutos.

Arnall é responsável pelos dois pilotos e co-pilotos da equipe Red Bull Citroën Junior e por seu fornecimento de bebidas. Räikkönen recebe duas sacolas de bebidas em seu carro e Ogier, duas mochilas contendo bebidas esportivas.

O serviço é ao meio-dia. É quando os pilotos comem rapidamente e Arnall estoca as bebidas nos carros.

O dia termina quando escurece. Depois disso eles dirigem até o hotel, onde a cama os chama às 9 ou 10 da noite, pois eles têm de acordar antes do galo na próxima manhã.

Arnall trabalha com Räikkönen desde que ele foi para a McLaren em 2002. Sua mudança da F1 para o WRC foi também um grande salto para seu guru de treinos.

- Um piloto têm de ser capaz de se concentrar na pilotagem o tempo todo. O trabalho do preparador é assegurá-lo que esteja capaz de fazer isto o tempo todo tanto mentalmente como fisicamente, disse Arnall.

- Neste sentido, a diferença entre um piloto de F1 e um piloto de rali é imensa. Quando um piloto de F1 pilota aproximadamente 20 voltas nos treinos, depois uma hora na classificação e normalmente uma hora e 40 minutos na corrida, há bastante tempo para tratar os aspectos físicos e mentais.

- No rali é completamente diferente quando você começa tão cedo de manhã, dirige por 10-20 minutos, aí come rapidamente durante o serviço e pilota de novo intensamente de tarde. Chegamos ao hotel de noite e Kimi quer ir dormir o mais rápido possível. Então a massagem e o tratamento pós corrida é muito curto. É claro que se a coluna de Kimi estiver em condições que precise de tratamento mais prolongado, vai ser feito às custas de seu tempo de sono.

- Vai ser especialmente desafiador manter as reservas físicas e mentais de Kimi no mesmo nível em corridas em lugares quentes, pensa Arnall.

Fisicamente e mentalmente, a carreira do rali é extremamente dura para Räikkönen neste estágio. Kimi nunca antes teve que escavar seu carro da neve com uma pá por 30 minutos e suar tanto como num dos GPs mais quentes em algum lugar da Malásia.

Os hematomas mentais são outra coisa. Sendo mentalmente forte, Kimi parece conseguir encarar este contratempo como parte de sua dura escola para conseguir alcançar uma velocidade de ponta no rali.

Fonte: Turun Sanomat
Agradecimentos: Nicole @ PF1, Anelise
Tradução: Fran

31 de janeiro de 2010

Rali Ártico da Lapônia 2010: Kimi Räikkönen, Rami Räikkönen e Mark Arnall falam



Agradecimento e tradução do finlandês: Nicole

Oskari Saari: Do Rali Ártico da Lapônia, a temporada no WRC vai se tornar extremamente interessante. Terá Hirvonen, terá Räikkönen e é claro aquele monstro do Loeb, mas agora vamos ver como vai ser o Rali Ártico da Lapônia.

Anette: Kimi Räikkönen apareceu na frente da mídia pela primeira vez como piloto do WRC na quinta-feira. O calmo Räikkönen falou sobre isso e aquilo mas assegurou que está no rali com intenções sérias.

Kimi: Bem, acho que eu não pilotaria se não estivesse interessado. Nunca houve um problema de interesse, senão eu teria me aposentado há muito tempo. Ninguém me força a nada e eu não tenho que fazer nada se não quiser. É claro que sempre tentamos dar o nosso melhor e ir o mais rápido possível mas eu tenho que ser realista, temos muito a aprender e isso não acontece tão rápido. Talvez seja mais fácil na F1, você pilota o mesmo carro na mesma pista então você sabe o que antecipar durante cada volta mas no rali há tantas coisas que mudam e você tem que tomar as decisões certas muito rápido. Vamos ver o que acontece.

Anette: O Rali Ártico da Lapônia começou na sexta-feira. O primeiro estágio foi uma história de sucesso para Räikkönen. Kimi foi o 2º mais rápido, apenas 5 segundos atrás de Sordo. No segundo estágio, as leis de Newton entraram em vigor quando a velocidade e a aderência não combinaram mais. Räikkönen ouviu a nota errado e o Citroën saiu da pista como um botão de uma camisa.

Kimi: Havia uma árvore da grossura de uma perna e demos de cara com ela, mas essas coisas acontecem, é por isso que viemos aqui, para aprender tudo. O tempo estava traiçoeiro, estava nevando e meus farois estavam muito altos e eu não conseguia ver nada. Todo tipo de coisa, em um estágio fomos muito longe e tivemos que voltar. Muito aconteceu mas é bom. É por isso que viemos aqui, para que pudéssemos estragar tudo o que podíamos e aprender disso.

Kaj Lindström: Viemos reto do pulo, apertando a curva 3, e Kimi chegou à curva e virou um pouco bruscamente demais e o carro não virou e ele disse: 'era a 5 não era?' e eu disse 'não, era a 3,' e ele mesmo admitiu que ouviu errado, entendeu errado... mas essas coisas acontecem e você tem que se acostumar a elas. Se você for conversar com qualquer outro você vai ouvir longas histórias sobre como isso simplesmente faz parte do rali.

Anette: Kimi não foi o único Räikkönen com má sorte neste rali. O irmão de Kimi, Rami, rodopiou três vezes com seu Fiat Grande Punto e este é o mesmo carro que Kimi pilotou em Jyväskylä ano passado.

Rami Räikkönen: Bem, não foi na curva 6.

Anette: Aparentemente você usou as notas do seu irmão do ano passado?

Rami: Sim. É claro que eu mesmo as chequei mas ainda tenho que aprender a fazer isso.

Anette: Conte-nos o que aconteceu, quantas vezes você rodou, etc.?

Rami: A velocidade era 172 km/h, e a frente rodopiou, espectadores disseram que rodei três vezes mas não tenho certeza.

Anette: O que aconteceu com seu nariz?

Rami: Acho que as janelas entraram no meu nariz.

Anette: Eles foram para o intervalo da noite com Dani liderando. Juha Salo era o segundo, Kimi o 74º e ele já tinha mais de uma hora de diferença para os líderes por causa de seu acidente. Mark Arnall também estava em Rovaniemi, ele trabalha com Kimi desde 2002. O treino físico para a F1 e o rali é quase semelhante. (continua em inglês...)

Fonte: YouTube - bigraikkonenfan5
Agradecimentos: Nicole, Anelise
Tradução: Fran

30 de janeiro de 2010

Mark Arnall admite que as regras da F1 mudaram para desvantagem de Kimi na temporada passada

"O peso do piloto era importante na F1 por causa do KERS. Trabalhamos muito para que Kimi ficasse mais leve porque ele tinha 2-3kg a mais do que deveria após a introdução do KERS. Alguns pilotos maiores tiveram ainda mais dificuladades," disse Arnall à MTV3.

No rali, Räikkönen é pesado junto com Kaitsu.

"O peso mínimo é de 150kg. Estamos um pouco acima disso. Estamos mais ou menos onde deveríamos," disse Arnall.

"Pilotar rali é mais fácil para Kimi porque ele não tem que aguentar as mesmas forças G da F1. A posição de pilotagem é muito diferente então os músculos trabalham de forma diferente. Vamos mudar o treinamento de acordo com quais partes trabalham mais do que antes e quais trabalham menos," diz Arnall.

"No rali você senta mais no carro do que na F1, com notas de ritmo e transições. O carro de rali faz com que o piloto pule para cima e para baixo mais do que um carro de F1. Esse tipo de movimento prejudica a parte baixa das costas," continua Arnall.

Fonte: MTV3
Agradecimentos: Nicole e Anelise
Tradução: Fran