O piloto espanhol de Fórmula 1, Fernando Alonso, se mostrou extremamente incomodado com o assédio da imprensa ao desembarcar em Porto Santo, pequena ilha portuguesa, próxima à Madeira.
Alonso ameaçou abandonar a ilha, que escolheu para passar as festas de fim de ano, e falar mal da região para todo o mundo, caso se deparasse com mais alguma câmera durante a sua estadia.
A declaração do piloto gerou um clima hostil entre os paparazzo de ocasião, que passaram a perseguir Alonso, o que culminou em um episódio de agressão envolvendo sua esposa, também vocalista do grupo espanhol de pop ‘El Sueño de Morfeo’, Raquel del Rosario Macías.
Segundo informações, Raquel Macías foi fotografada, por um porto-santense, quando passeava de bicicleta na ciclovia e resolveu ir atrás do paparazzo amador para tirar satisfações. Na perseguição, a esposa de Alonso invadiu a casa onde o paparazzo se escondia. A partir daí, iniciou-se uma discussão entre a proprietária do imóvel, que se mostrava incomodada com as fotos tiradas na sua residência, e a esposa de Alonso que também exigia as fotos. O incidente terminou em agressão da porto-santense à Raquel Macías e a polícia foi chamada a intervir.
Fonte: GLOBOESPORTE.COM
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3 de janeiro de 2011
Alonso em Porto Santo: assédio e agressão
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19 de setembro de 2010
Criador da pista do Algarve vê chance de receber F1 "em 4 ou 5 anos"
O Grande Prêmio entrevistou o grande responsável pela pista do Algarve. Paulo Pinheiro foi quem desenhou e colocou em prática o objetivo de recolocar Portugal no calendário da F1
A F1 é a cereja do bolo para qualquer autódromo do mundo. É com base nas exigências da principal categoria do automobilismo mundial que os promotores de evento, desenhistas e envolvidos na construção de uma pista procuram pautar os projetos dos novos circuitos atualmente. E com o autódromo do Algarve não foi diferente.
O circuito está localizado na pequena cidade de Mexilhoeira Grande, próxima a Portimão e Faro, e foi inaugurado em 2008, depois ser homologado pela FIA e pela FIM. São 300 hectares de área total e uma obra que custou € 165 milhões (R$ 370 milhões). Além da pista, o complexo possui um kartódromo, parque tecnológico, hotel e um prédio de apartamentos.
O traçado, localizado em uma forte região turística, não foi idealizado por acaso. O sonho é, sim, receber a F1. Mas não imediatamente. Em entrevista ao Grande Prêmio, o projetista, idealizador e principal responsável pela pista, Paulo Pinheiro, afirmou que o objetivo sempre foi o de recolocar Portugal no calendário da F1, mas admitiu que a meta vai demorar um pouco mais para se tornar realidade. Pinheiro destacou que enxerga a possibilidade de ver a F1 no Algarve apenas em um período de quatro ou cinco anos.
“O sonho de receber a F1 existe, claro, mas atualmente vivemos um período complicado para isso. Mas acho que em um período de quatro ou cinco anos vejo com maior possibilidade. E o grande problema está na questão econômica. Porque já provamos que temos capacidade. Tivemos os testes de F1 aqui em 2009, além de outras competições importantes, como o Mundial de GT1 e a GP2, que praticamente é a mesma coisa que a F1, já que são organizadas pela mesma estrutura. E conseguimos mostrar que temos a estrutura e as facilidades necessárias”, afirmou o arquiteto.
“Nós cumprimos todas as exigências da FIA, da FOM e da Fota. E isso contou para os testes que tivemos aqui em 2009. Quer dizer, eles analisaram tudo: as condições da pista, localização, paddock. E a conclusão foi que estamos perfeitamente aptos a receber uma corrida de F1”, completou Paulo, que é da região de Portimão.
Porém, usando um discurso cauteloso, Pinheiro reconheceu que a atual concorrência com os países asiáticos e árabes tornou cada vez mais complicada a intenção de fazer a F1 tomar o caminho de volta à Europa. Paulo, no entanto, deixou escapar certo otimismo e acredita que, em algum momento, Bernie Ecclestone vai dar uma chance para novas etapas européias.
“O que vemos hoje é que as economias emergentes querem mostrar seu poder econômico usando a F1 como bandeira. Aconteceu com a China, com Abu Dhabi, com o Catar e Dubai. Mas o que acontece é que são países sem tradição no automobilismo, então não existe um apelo. Não tem público. Mas tudo isso é como na vida, em que existe um ciclo, e esse ciclo pode acabar mais cedo ou mais tarde. Na China, por exemplo, ninguém sabe quem é o piloto que está dentro do carro. Por isso que, nas corridas na Itália, na Alemanha e na França, o público é enorme”, disse o português.
"Obviamente, são opções econômicas e compreendemos isso, principalmente diante da questão financeira atual”, completou.
Fonte: Grande Prêmio
A F1 é a cereja do bolo para qualquer autódromo do mundo. É com base nas exigências da principal categoria do automobilismo mundial que os promotores de evento, desenhistas e envolvidos na construção de uma pista procuram pautar os projetos dos novos circuitos atualmente. E com o autódromo do Algarve não foi diferente.O circuito está localizado na pequena cidade de Mexilhoeira Grande, próxima a Portimão e Faro, e foi inaugurado em 2008, depois ser homologado pela FIA e pela FIM. São 300 hectares de área total e uma obra que custou € 165 milhões (R$ 370 milhões). Além da pista, o complexo possui um kartódromo, parque tecnológico, hotel e um prédio de apartamentos.
O traçado, localizado em uma forte região turística, não foi idealizado por acaso. O sonho é, sim, receber a F1. Mas não imediatamente. Em entrevista ao Grande Prêmio, o projetista, idealizador e principal responsável pela pista, Paulo Pinheiro, afirmou que o objetivo sempre foi o de recolocar Portugal no calendário da F1, mas admitiu que a meta vai demorar um pouco mais para se tornar realidade. Pinheiro destacou que enxerga a possibilidade de ver a F1 no Algarve apenas em um período de quatro ou cinco anos.
“O sonho de receber a F1 existe, claro, mas atualmente vivemos um período complicado para isso. Mas acho que em um período de quatro ou cinco anos vejo com maior possibilidade. E o grande problema está na questão econômica. Porque já provamos que temos capacidade. Tivemos os testes de F1 aqui em 2009, além de outras competições importantes, como o Mundial de GT1 e a GP2, que praticamente é a mesma coisa que a F1, já que são organizadas pela mesma estrutura. E conseguimos mostrar que temos a estrutura e as facilidades necessárias”, afirmou o arquiteto.
“Nós cumprimos todas as exigências da FIA, da FOM e da Fota. E isso contou para os testes que tivemos aqui em 2009. Quer dizer, eles analisaram tudo: as condições da pista, localização, paddock. E a conclusão foi que estamos perfeitamente aptos a receber uma corrida de F1”, completou Paulo, que é da região de Portimão.
Porém, usando um discurso cauteloso, Pinheiro reconheceu que a atual concorrência com os países asiáticos e árabes tornou cada vez mais complicada a intenção de fazer a F1 tomar o caminho de volta à Europa. Paulo, no entanto, deixou escapar certo otimismo e acredita que, em algum momento, Bernie Ecclestone vai dar uma chance para novas etapas européias.
“O que vemos hoje é que as economias emergentes querem mostrar seu poder econômico usando a F1 como bandeira. Aconteceu com a China, com Abu Dhabi, com o Catar e Dubai. Mas o que acontece é que são países sem tradição no automobilismo, então não existe um apelo. Não tem público. Mas tudo isso é como na vida, em que existe um ciclo, e esse ciclo pode acabar mais cedo ou mais tarde. Na China, por exemplo, ninguém sabe quem é o piloto que está dentro do carro. Por isso que, nas corridas na Itália, na Alemanha e na França, o público é enorme”, disse o português.
"Obviamente, são opções econômicas e compreendemos isso, principalmente diante da questão financeira atual”, completou.
Fonte: Grande Prêmio
4 de junho de 2010
Kimi Räikkönen no Rali de Portugal 2010 por Dave
Fonte: YouTube
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WRC
1 de junho de 2010
Mais um ponto na WRC para Kimi
Räikkönen faz a formiguinha
Agora Kimi se prepara para correr o Rally della Lanterna na Itália (11-12 de junho), para fazer experiência para a prova da WRC, na Bulgária 9-11 de julho primeira etapa no asfalto do Mundial em 2010. "Kimi no asfalto deve andar melhor, diz Lindström porque é seu habitat natural, aquele no qual sempre correu.
Fonte: Autosprint
Cortesia: TaniaS
Kimi Räikkönen chegou na zona de pontuação em Portugal e pela terceira vez consecutiva(sem considerar a Nova Zelândia que não participou) entre os dez melhores.
Agora Kimi se prepara para correr o Rally della Lanterna na Itália (11-12 de junho), para fazer experiência para a prova da WRC, na Bulgária 9-11 de julho primeira etapa no asfalto do Mundial em 2010. "Kimi no asfalto deve andar melhor, diz Lindström porque é seu habitat natural, aquele no qual sempre correu.
Fonte: Autosprint
Cortesia: TaniaS
26 de maio de 2010
20 de abril de 2010
AutoSprint: E Kimi segue pontuando

Definitivamente em quinto, assim Kimi Räikkönen pode festejar na Turquia a segunda etapa terminando nos pontos depois do México.
O piloto finlandês estava satisfeito ao final, tanto pelo resultado quanto pela grande experiência adquirida na corrida.
O ex-piloto da Ferrari passará agora por uma pausa: Não correrá na Nova Zelândia e o veremos novamente ao final de maio na etapa da WRC em Portugal.
Fonte: AutoSprint
Cortesia: _TaniaS_
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