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5 de outubro de 2011

Williams usa Räikkönen para tentar acordo com banco do Catar, diz jornal

Frank Williams estaria usando uma possível chegada de Kimi Räikkönen à equipe de Grove para tentar assegurar o sonhado patrocínio do Banco Nacional do Catar, é o que afirma o jornal 'Ilta Sanomat'

Kimi Räikkönen pode ser a solução para a falta de dinheiro da Williams, é o que afirma o jornal finlandês ‘Ilta Sanomat’. De acordo com a publicação, a chegada do ex-piloto de McLaren e Ferrari à equipe de Grove é um trunfo usado por Frank Williams para fazer que o Banco Nacional do Catar aceite patrocinar o time inglês na próxima temporada.

Caso o acordo com Räikkönen realmente aconteça, o banco asiático viabilizaria a contratação ao se dispor a pagar o salário do campeão do finlandês.

Ainda de acordo com o jornal, a Williams tem tentado assegurar o investimento do banco semi-estatal do Catar faz alguns anos. No entanto, mesmo sem ter sucesso até agora nessa negociação, a equipe de Frank Williams é bastante presente no país asiático. Em parceria com o próprio banco local, a Williams já realizou campanhas de segurança no trânsito.

Além disso, centros de desenvolvimento tecnológicos do time britânico também estão localizados no Catar. Aliás, é comum que membros da F1 dêem aulas nas instituições de ensino no país asiático.

Para reforçar o envolvimento do time inglês no Catar, a Williams confirmou nesta quarta-feira (5) a participação em um congresso, na capital Doha, para o desenvolvimento de esportes no país asiático. No anúncio, Frank Williams ressaltou a importância do emirado para a própria equipe.

“A Williams é a única equipe internacional de esporte que tem presença permanente no Catar com o centro de tecnologia. Doha é literalmente a nossa segunda casa”, enfatizou o dirigente.

Ainda que o Banco Nacional do Catar feche contrato com a equipe inglesa, o time deve continuar com o apoio da PDVSA. Sam Michael, diretor da equipe, afirmou durante a etapa de Cingapura, realizada no final de setembro, que a tendência é o time manter Pastor Maldonado para 2012.

“Eu acho que a Williams vai fazer as escolhas que são boas para a empresa e para os resultados. Só é possível começar a ver a real capacidade de um piloto novato a partir da metade da temporada, e eu certamente avaliaria Maldonado dessa forma. Se não fosse assim, ele não estaria fazendo tanto progresso. Então eu consigo ver esse rapaz tendo uma no ainda melhor na próxima temporada”, declarou.

Fonte: Grande Prêmio

14 de outubro de 2010

Putin e Bernie devem celebrar acordo para estreia do GP da Rússia em 2014

Vladimir Putin e Bernie Ecclestone devem assinar em breve um contrato para a realização do primeiro GP de F1 da história do país, com duração de sete anos

A F1 terá um novo GP em 2014. De acordo com a agência de notícias ‘Bloomberg’, Bernie Ecclestone, presidente da FOM, e Vladimir Putin, primeiro-ministro da Rússia, estão próximos de celebrar um acordo para garantir a realização do GP da Rússia partir de 2014. O local da corrida será em Sochi, no sul do país, cidade-sede dos Jogos Olímpicos de Inverno no mesmo ano.

O dirigente máximo da F1 visita o país nesta quinta-feira (14) para negociar os detalhes do contrato. Segundo o jornal russo ‘Kommersant’, o governo local pagaria à FOM uma taxa anual de US$ 40 milhões (R$ 66,2 milhões), valor semelhante ao que é pago pela organização das etapas de Abu Dhabi e Cingapura.

Inicialmente, o contrato valerá por sete anos, com opção de renovação por mais cinco a partir de 2020. A chegada da F1 à Rússia marca um novo panorama do esporte no país. Putin apoia também a candidatura da antiga república soviética à sede da Copa do Mundo de 2018 — que teria Sochi como um dos locais de competições —, além de apoiar, por intermédio da Lada, a carreira de Vitaly Petrov, atualmente, piloto da Renault.

Estima-se que a construção do circuito na cidade turística de Sochi esteja avaliada em US$ 200 milhões (R$ 331 milhões).

Com a inclusão da etapa russa no calendário da F1, algumas provas devem perder seu espaço. Recentemente, Ecclestone garantiu que o limite de corridas no ano é de 20, o que será atingido em 2011 com o GP da Índia. A partir de 2012, outros novos eventos estão previstos para fazer parte do Mundial da categoria. Além do GP dos Estados Unidos, na cidade texana de Austin, deverá acontecer o GP de Roma, que seria realizado em um circuito de rua no centro administrativo da 'Cidade Eterna'.


Fonte: Warm Up

15 de abril de 2010

Ford e Citroën selam acordo, e FIA proíbe mudança na ordem de largada

Após Rali da Jordânia ser marcado pelas controversas táticas de equipe, dirigentes dos maiores representantes do WRC decidiram fazer um acordo no qual não será permitida a largada antecipada

Depois do polêmico Rali da Jordânia, disputado há duas semanas, os chefes das equipes Citroën e Ford se reuniram e, em comum acordo, decidiram não utilizar mais as táticas de largada. O acordo firmado entre Malcolm Wilson, proprietário da M-Sport (Ford) e Olivier Quesnel, diretor da Citroën, será válido a partir desta sexta-feira (16), quando começa a ser disputado o Rali da Turquia, nos arredores de Istambul.

Na Jordânia, tanto Sébastien Ogier, da Citroën, quanto Mikko Hirvonen, da Ford, saíram antes do tempo determinado, com o objetivo de limpar a pista para Sébastien Loeb e Jari-Matti Latvala, das respectivas equipes, que brigavam pela vitória. Os comissários do Rali da Turquia emitiram um boletim nesta quinta-feira, reiterando o desejo de não ver o esporte em descrédito, após o controverso jogo de equipe mudar os rumos da etapa no Oriente Médio.

A tática empregada foi alvo de críticas dos próprios protagonistas do espetáculo, ainda na Jordânia. “Temos de fazer alguma coisa, porque estamos confundindo o público, e isso não é bom”, afirmou Hirvonen. “Estamos falando demais sobre táticas. Sei que fazem parte do jogo, mas estão se tornando importantes demais, e isso não está certo”, endossou Loeb.

Além do acordo previsto entre os construtores, uma regra introduzida pela FIA impede a mudança na ordem de partida dos pilotos, como aconteceu na Jordânia, quando, mesmo com punição e multa, as equipes insistiam na manobra, de acordo com os respectivos interesses.

Superadas as polêmicas sobre as estratégias das equipes, no shakedown que antecede o Rali da Turquia, realizado nesta quinta pela manhã, Loeb foi o mais rápido, sendo 0s3 mais rápido que espanhol Daniel Sordo (Citroën), seguido por Hirvonen, em terceiro. Henning Solberg (Ford) fez o quarto melhor tempo, seguido por Petter Solberg, Ogier e o finlandês Kimi Raikkonen, ambos com Citroën.

Fonte: Warm Up

25 de março de 2010

Ferrari renova acordo com Shell até fim da temporada de 2015

A Ferrari renovou a parceria com a fabricante de combustíveis Shell para os próximos cinco anos

A Ferrari renovou contrato com a Shell para os próximos cinco anos. O anúncio, feito nesta quinta-feira (15), coincide com o fim de semana no qual a Ferrari disputará o seu 450º GP usando os combustíveis e lubrificantes da marca. Com o novo acordo, a escuderia italiana deve trabalhar com a Shell pelo menos até o final da temporada de 2015.

"A extensão da nossa relação com a Shell até ao final de 2015 é mais um passo no plano da escuderia em reforçar o seu futuro a longo prazo”, declarou Stefano Domenicali, chefe do time de Maranello. “É também um sinal claro da continuidade e da confiança depositada pela Ferrari em uma empresa que é líder mundial em seu campo", acrescentou.

"A Shell esteve com a escuderia desde o ano em que ela foi fundada, em 1929, e tem desempenhado um papel significativo em muitos dos nossos sucessos. Procura por excelência, paixão pela competição, trabalho em equipe e transferência de tecnologia das pistas para a rua. Estes são os valores que compartilhamos com a Shell e que caracterizam aquela que é uma parceria única na história automobilismo", finalizou Domenicali.

Fonte: Warm Up