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22 de abril de 2012

Vettel relembra 2011, domina no Bahrein e vira líder da F1

Pole position, Vettel dominou maior parte da prova e disputou ponta com Kimi Räikkönen

De decepção da temporada 2012 da Fórmula 1 Sebastian Vettel passou a líder. Confirmando o "renascimento" da Red Bull, o alemão repetiu uma história vista muitas vezes em 2011 e dominou o Grande Prêmio do Bahrein, neste domingo. Com um belo rendimento, a Lotus ocupou as duas posições seguintes no pódio, com o finlandês Kimi Raikkonen à frente do francês Romain Grosjean.

Foi a 22ª vitória de Vettel em sua carreira na F1. O atual bicampeão mundial havia ganhado 11 vezes em 2011, mas seu último êxito datava de outubro de 2011, na Índia. Nesta temporada, ele vinha com resultados discretos (segundo lugar na Austrália, 11º na Malásia e quinto na China) devido ao desempenho irregular da Red Bull, porém reagiu junto à equipe.

Com o resultado, o alemão pulou da quinta posição para a primeira do campeonato. Ele soma agora 53 pontos, contra 49 de Lewis Hamilton. O inglês largou no segundo lugar, foi superado por Grosjean e era o terceiro quando foi prejudicado pelo primeiro pit stop muito demorado da McLaren, que incluiu um problema na troca do pneu traseiro esquerdo.

Ao final, Hamilton terminou apenas na oitava posição, enquanto que Jenson Button abandonou, completando o domingo ruim da McLaren. Button, assim, caiu para quarto no campeonato com 43 pontos, mesmo número do espanhol Fernando Alonso, dono do sétimo lugar no Bahrein.

O terceiro colocado da classificação agora é o australiano Mark Webber, que terminou uma prova no quarto lugar pela quarta vez em 2012. Ele passou a somar 48 pontos.

Logo atrás de Webber apareceu Nico Rosberg, quinto no circuito do Sakhir com a Mercedes. O sexto lugar foi do escocês Paul di Resta, da Force India, único piloto entre os melhores da prova a ter feito apenas dois pit stops.

Além de Alonso e Hamilton, também pontuaram o brasileiro Felipe Massa, que terminou nono lugar com a Ferrari e figurou entre os dez primeiros de forma inédita na temporada; e o alemão Michael Schumacher, que fez corrida de recuperação após largar em 22º - o piloto da Mercedes foi eliminado no Q1 do treino classificatório e ainda recebeu uma punição de cinco posições no grid devido à troca do câmbio.

Confira o resultado final do Grande Prêmio do Bahrein:

1º - Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) - 1h35min10s990
2º - Kimi Räikkönen (FIN/Lotus-Renault) - a 3s300
3º - Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) - a 10s100
4º - Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault) - a 38s700
5º - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 55s400
6º - Paul di Resta (GBR/Force India-Mercedes) - a 57s500
7º - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 57s800
8º - Lewis Hamilton (GBR/McLaren-Mercedes) - a 58s900
9º - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 1m04s900
10º - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 1m11s400
11º - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - a 1m12s700
12º - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) - a 1m16s500
13º - Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari) - a 1m30s300
14º - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - a 1m33s700
15º - Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso-Ferrari) - a uma volta
16º - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) - a uma volta
17º - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) - a uma volta
18º - Jenson Button (GBR/McLaren-Mercedes) - a uma volta
19º - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - a duas voltas
20º - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) - a duas voltas
21º - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) - a duas voltas
22º - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) - a três voltas

Abandonaram:

Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) - a 31 voltas
Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - a 32 voltas

Volta mais rápida:

Sebastian Vettel (ALE) Red Bull-Renault - 1m36s379

Fonte: Terra

7 de fevereiro de 2011

Renault-Lotus quer piloto experiente para assumir vaga de Kubica em 2011

Brasileiro Bruno Senna é o primeiro reserva da equipe. Imprensa europeia já faz especulações com os nomes como os de Räikkönen, Heidfeld e De la Rosa

Após o acidente de Robert Kubica no rali "Ronde di Andora" no domingo, perto de Gênova, no norte da Itália, a Renault-Lotus já se movimenta para trazer um piloto mais rodado para o lugar do polonês, que pode ficar fora de toda a temporada. Segundo o chefe Eric Boullier, em entrevista à rede de TV inglesa BBC, a equipe precisa de experiência para desenvolver o novo R31. A imprensa europeia já especula nomes como os de Kimi Räikkönen, Nick Heidfeld e Pedro de la Rosa.

O brasileiro Bruno Senna é o primeiro reserva da Renault-Lotus, que ainda tem mais quatro pilotos sob contrato: o francês Romain Grosjean, o chinês Ho-Pin Tung, o malaio Fairuz Fauzy e o tcheco Jan Charouz. Estes três últimos, entretanto, são considerados apenas testadores e membros da nova academia de pilotos montada pela equipe recentemente

Os testes de pré-temporada recomeçam nesta quinta-feira, 10 de fevereiro, no circuito espanhol de Jerez de la Frontera. A equipe francesa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o substituto de Robert Kubica nas atividades de pré-temporada da Fórmula 1.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

7 de outubro de 2010

Kubica se decepciona por Räikkönen ter descartado Renault para 2011

Robert Kubica lamentou a decisão de Kimi Räikkönen, que optou por não seguir em negociações com a Renault para 2011. O polonês entende que a equipe precisa ter dois pilotos fortes

Enquanto as negociações entre Renault e Kimi Räikkönen se desenrolavam, quem aguardava ansiosamente a conclusão do caso era Robert Kubica. No entanto, o nórdico confirmou na última quarta-feira (6) que não vai assinar com a equipe francesa em 2011. O polaco revelou sua decepção com a negativa de Kimi. Robert considerou que a escuderia que defende ficaria mais forte com a presença de um campeão mundial.

“Pensei que houvesse uma chance, mas aparentemente, não foi o caso. De qualquer forma, estou um pouco decepcionado, porque ficaria muito satisfeito com ele na equipe”, afirmou Kubica. O polaco, um dos destaques da atual temporada, rendeu elogios a Kimi. “É um grande piloto, e ter um campeão mundial como companheiro de equipe seria muito bom, e acho que é isso que a Renault precisa também”, acrescentou.

O piloto ressaltou que, apesar do desejo de ter um campeão mundial — como Kimi — como seu companheiro de equipe, nem sempre essa situação pode se tornar realidade, principalmente por razões financeiras.

“Acho que na posição em que estamos, é claro que a grande vantagem para a equipe é ter dois pilotos fortes, se for possível. Mas isso não é possível em todas as ocasiões. Mas felizmente, isso não é o meu trabalho, é trabalho das pessoas que administram o time, então para mim é muito, muito simples”, falou Kubica.

“Mas por outro lado, você tem de avaliar se é capaz de pagar os pilotos e colocá-los para correr. Mas felizmente, como eu disse, isso não é meu trabalho”, concluiu.

Fonte: Warm Up

4 de outubro de 2010

Petrov: "Vou mostrar à Renault o que posso fazer"

Russo tem seu lugar ameaçado na equipe francesa, que conversa com Räikkönen

O russo Vitaly Petrov, vice-campeão da GP2 em 2009 e atual piloto da Renault, admitiu que seu desempenho tem sido aquém do esperado, mas afirmou que mostrará do que é capaz até o final da temporada.

Com a "corda no pescoço" após o time ter revelado que conversa com o campeão Kimi Räikkönen para substituí-lo em 2011, o russo tem consciência de que agora precisa evoluir.

"As últimas corridas não foram fáceis para mim e acho que isso se deve à minha falta de experiência e má sorte. Estou trabalhando para melhorar, especialmente no entendimento do carro, mas isso não foi traduzido em resultados", disse.

"Agora preciso mostrar à equipe o que posso fazer nas corridas finais e mostrar que mereço permanecer aqui no próximo ano", completou o russo, que neste final de semana enfrenta mais um circuito novo para ele.

"Sei que é muito famoso e é bom ir para lá pela primeira vez. É difícil dizer mais porque realmente não sei o que posso esperar. Será uma experiência nova para mim, mas já sei, conversando com meus engenheiros, que a pista é muito complicada."

"Precisamos ter certeza de que o F-duto trabalhará bem lá porque muitas voltas são feitas com o pé embaixo e as retas são muito longas", completou.


Fonte: Tazio

23 de setembro de 2010

Relaxado, Petrov segue confiante em permanência na Renault em 2011

A segunda vaga na Renault segue em aberto, mas Vitaly Petrov está confiante e relaxado de que vai continuar na equipe em 2011

Vitaly Petrov mostrou-se confiante de que vai manter sua vaga na Renault em 2011. O russo afirmou que está relaxado sobre sua situação e não precisa se preocupar com seu lugar na equipe francesa, apesar de rumores que colocam Kimi Räikkönen, Adrian Sutil e até Heikki Kovalainen em sua vaga.

“Não estou preocupado. Faço meu trabalho e sei o que estou fazendo. Por que eu deveria me preocupar? Eu continuarei fazendo meu trabalho e acho que tudo está bem”, comentou o russo.

Petrov está confiante para a sua primeira corrida no circuito de Cingapura. “Acredito que [o circuito] é bom para nosso carro e nossa equipe. Parecemos muito fortes aqui e espero que tudo dê certo para nós”, finalizou.


Fonte: Grande Prêmio

21 de setembro de 2010

Renault fecha parceria com empresa russa para restante do Mundial 2010

A empresa russa de construção naval Vyborg Shipyard JSC vai patrocinar a Renault nas últimas cinco corridas da temporada

Vitaly Petrov pode não ser tão talentoso quanto Robert Kubica, mas a presença do piloto tem sido muito importante para o lado financeiro da Renault. A equipe francesa anunciou nesta terça-feira (21) o patrocínio da empresa russa Vyborg Shipyard JSC para as últimas cinco etapas do Mundial.

É o segundo acordo entre a Renault e uma empresa russa. A primeira a estampar sua marca no R30 foi a Lada. "Ambas as empresas foram atraídas pela promissora temporada de estreia de Vitaly Petrov, o primeiro piloto russo de F1”, reconheceu a equipe por meio de comunicado.

A Vyborg Shipyard JSC é uma das maiores empresas de construção naval do Noroeste da Rússia. Petrov, que é nativo da cidade de Vyborg, terá o logotipo da companhia em seu macacão.

A parceria acontece em meio às especulações sobre o futuro do piloto russo na equipe, já que Kimi Räikkönen demonstrou interesse em voltar à F1 pela equipe francesa. O presidente da Renault, Gerard López, porém, afirmou que a dupla de 2011 será definida com base no que for melhor comercialmente para o time.

Fonte: Grande Prêmio

18 de setembro de 2010

Renault: finanças serão vitais para escolher 2° piloto

Räikkönen interessa, mas permanência e dinheiro de Petrov também contam

Principal acionista da Renault na F-1, Gerard Lopez afirmou que a presença de Kimi Räikkönen em um dos carros da equipe levará em conta o que fizer mais sentido no lado comercial.

Falando ao site da revista "Autosport", o empresário afirmou que é muito cedo para considerar a opção por Räikkönen: a Renault precisa equilibrar o lado financeiro, e, neste sentido, a permanência de Vitaly Petrov com seus patrocinadores é mais interessante.

"É engraçado, pois as pessoas agora acham que as coisas estão bem e podemos trocar os pilotos. Existe um certo piloto de rali que não estava interessado na F-1, mas agora entrou em contato e está interessado em voltar, curiosamente conosco, mas não estamos lá, ainda", disse.

Para Lopez, a definição do segundo piloto (Robert Kubica já foi confirmado para 2010) ainda será motivada por fatores financeiros ele acredita que patrocinadores e investimentos trazidos por um piloto podem ser necessários para a briga pelo título. "Isso é muito importante."

"Como já disse, usamos a F-1, e precisamos impulsionar nossa equipe a ser bem-sucedida, pois usamos esta plataforma para fazer negócio. E você sabe, tudo é uma questão de imagem", diz Lopez, que destaca: a posição de Petrov no time não depende só do dinheiro que o russo leva.

"Não é que Vitaly é um piloto pago, pois não é, mas, certamente, os patrocínios que ele trouxe ou que vieram, como a Lada, foram bons. Mas ele não estava trazendo todo esse dinheiro que as pessoas estão falando. E ele é um bom piloto. Ele foi vice da GP2 e poderia ter vencido, não fosse as seis quebras."

"Ele é um piloto que possui a confiança de 250 milhões de pessoas, e seríamos estúpidos em não assumir que existe um negócio por trás disso. Mas precisamos moldar o piloto, e ele é tão importante quanto Robert Kubica para nós", completou.


Source: Tazio

20 de agosto de 2010

Rali da Alemanha 2010: Sébastien Loeb lidera no final da etapa

O francês Sébastien Loeb já era tido como o grande favorito ao triunfo no Rali da Alemanha e o piloto confirmou o seu favoritismo logo no primeiro dia de prova, terminando o dia com 9,5 segundos. Já esperada, a superioridade dos Citroën ficou bem expressa na etapa inaugural do rali, na medida em que os dois pilotos da equipa oficial da Citroën estão cerca de um minuto na frente do melhor dos Ford.

Loeb e Dani Sordo têm mantido um interessante duelo pela liderança da prova, sendo que, além do primeiro troço do dia em que Loeb ganhou mais de cinco segundos, os dois pilotos têm rodado em tempos muitos semelhantes, se bem que quase sempre com vantagem a pender para o piloto gaulês.

"Foi um bom dia, um pequeno erro neste último troço. Segui em frente num cruzamento e deixei calar o motor. Isso custou-me algum tempo mas está tudo bem. Vamos ver como corre amanhã. Estou a andar no limite", afirmou Loeb no final da derradeira especial do dia aos microfones da World Rally Radio, com Loeb a confirmar que estava a dar o seu máximo.

Para Sordo, o regresso à equipa oficial da Citroën está a ser bastante positiva, ainda para mais contando também com um novo copiloto, Diego Vallejo, com o espanhol a segurar um segundo posto e a evidenciar ritmo semelhante ao de loeb. "Estou muito satisfeito com o carro e com este primeiro dia. Estou muito contente com o navegador, estamos cada vez melhores e cada vez nos entendemos melhor. Amanhã será difícil mas vou tentar pilotar bem como hoje, mas há que ter cuidado com os pneus", disse Sordo.

Para a Ford, a prova teutónica acaba por ser um misto de sensações: se, por um lado, conseguiem estar a um nível bem melhor àquele evidenciado na última prova de asfalto, na Bulgária, a verdade é que os pilotos da Ford não conseguem estar ao mesmo nível dos Citroën, com Jari-Matti Latvala a ser o terceiro, mas já a mais de um minuto da frente. Além disso, conta com Sébastien Ogier cada vez mais perto de si.

"Esta posição é um pouco surpreendente. Tem sido um bom dia, mas muito duro. Amanhã, os dois troços grandes serão muito difíceis, temos que nos manter concentrados", afirmou o finlandês. Quanto a Ogier, o piloto do Citroën Junior Team passou por um pequeno susto da parte da tarde ao danificar as jantes dianteira e traseira do mesmo lado, ainda que não tenha sido forçado a parar para trocar de pneu na especial. De manhã, já havia contado com algumas dificuldades ao deixar o motor do seu carro calar-se, perdendo alguns segundos preciosos.

Mikko Hirvonen é o quinto, no outro Ford Focus WRC, não conseguindo acompanhar o ritmo dos Citroën e vendo-se batido por Ogier já na fase final deste primeiro dia. Depois de uma manhã para esquecer, fruto de problemas na transmissão do seu Ford Focus WRC, o belga voltou a adotar um ritmo rápido e a ascender algumas posições na geral. Atualmente, é sexto, logo na frente de Matthew Wilson e Kimi Raikkonen, estes separados por escassos segundos. O ex-piloto de F1 não contou com uma manhã fácil, mas as passagens da tarde revelaram-se mais frutuosas para o finlandês, que espera melhorar um pouco mais amanhã
.

Apostado a recuperar o tempo perdido logo no primeiro troço da manhã, devido a um furo, Petter Solberg não confirmou o velho ditado popular de que "um raio não cai duas vezes no mesmo sítio". Na verdade, quando o norueguês vinha numa toada rápida para recuperar o tempo perdido e tentar chegar aos lugares contíguos ao pódio, um novo furo na derradeira especial do dia fê-lo perder mais dois minutos para Loeb, caindo para nono, atrás de Kimi Raikkonen. Ken Block é o décimo, com o norte-americano a prosseguir a sua aprendizagem aos traçados alemães pelo meio das vinhas, onde os ganchos são em grande número.

Tempos:

1. Sebastien Loeb Citroen 1h18m52,5s
2. Dani Sordo Citroen + 9,5s
3. Jari-Matti Latvala Ford + 1.04,7s
4. Sebastien Ogier Citroen + 1.10,9s
5. Mikko Hirvonen Ford + 1.14,5s
6. Francois Duval Ford + 3.10,4s
7. Matthew Wilson Ford + 3.15,1s
8. Kimi Räikkönen Citroen + 3.22,8s
9. Petter Solberg Citroen + 4.47,7s
10. Ken Block Ford + 5.42,3s

Fonte: Autosport.pt

23 de maio de 2010

Webber não descarta deixar a Red Bull em 2011

Líder do campeonato, australiano diz que em seis semanas saberá seu futuro

O australiano Mark Webber, que teve seu "passe" valorizado após a boa atuação na atual temporada da F-1, que lhe rendeu a liderança do Mundial, não descartou uma saída da Red Bull ao final de 2010, quando termina seu contrato.

O nome do parceiro de Sebastian Vettel, anteriormente cotado para abrir vaga na equipe austríaca para o retorno de Kimi Räikkönen, é cogitado por diversos times. Especula-se, inclusive, que a Ferrari estaria interessada nele.

"Só venci duas corridas e as pessoas já me perguntam para onde vou no próximo ano. Sou muito próximo da Red Bull e tenho uma boa relação com eles. Mas coisas acontecem e mudam muito rapidamente nesse negócio, então nunca se sabe o que há por trás de uma curva", disse Webber ao "The Mail".

Segundo o australiano, seu futuro será decidido no GP da Inglaterra, que acontece em julho.

"No momento, só penso na próxima corrida, na Turquia. O resto se resolve sozinho. Penso que a situação ficará mais clara em seis semanas. Mas o mais importante é que ainda tenho um grande desejo dentro de mim."

Fonte: Tazio

17 de maio de 2010

Êxitos aceleram processo de renovação de Webber

"Estamos muito contentes com a performance de Mark", elogia Horner

As duas vitórias conquistadas em Barcelona e Mônaco podem ter garantido o futuro de Mark Webber na Red Bull.

O australiano conquistou os dois primeiros lugares no espaço de uma semana com atuações impecáveis, partindo da pole e liderando todas as voltas. Como presente, virou o novo líder do Mundial.

Essas exibições fizeram a equipe iniciar as conversas com os agentes do piloto para prolongar o contrato, que se encerra no fim desta temporada.

"Estou muito feliz com o equilíbrio e a dinâmica da equipe, e não há nada que queremos mudar", afirmou o chefe da equipe austríaca, Christian Horner, logo após o GP de Mônaco, no último domingo.

E os elogios continuam: "Estamos muito contentes com a performance de Mark. Ele é um membro importante de nossa equipe e atingiu um estágio, aos 33 anos de idade, onde levamos um ano de cada vez, ao invés de assinarmos contratos longos."

"É tudo uma questão de relacionamento e como ele se sente no fim do dia. Ele está pilotando fantasticamente bem, é um membro valioso e, quando chegar a hora de sentar e falar de contratos, tenho certeza de que isso será rápido."

"Nos últimos anos, sempre começamos a conversar perto do fim de maio e do começo de junho. Mas com Mark, assim como todas as outras coisas, é tudo muito rápido", completou o dirigente.

As palavras de Horner são prejudiciais a outro piloto: Kimi Räikkönen. O campeão de 2007 da F-1 deixou a Ferrari para competir no Mundial de Rali com a Citroën e o apoio da Red Bull. Sua principal chance de retornar à categoria em 2010 é, justamente, com a equipe austríaca.

Fonte: Tazio

14 de maio de 2010

Massa: "Não tomo meio segundo de ninguém"

Brasileiro abre o peito em entrevista aos jornalistas brasileiros em Mônaco

Sexta-feira é dia de folga da F-1 em Mônaco, e Felipe Massa decidiu abrir o peito em entrevista aos jornalistas brasileiros.

O principal assunto da conversa diz respeito à fase atual enfrentada pelo piloto, que está envolto em problemas com o modelo F10 da Ferrari e já teve um episódio polêmico com o companheiro Fernando Alonso dentro, no GP da China.

No entanto, Massa afirmou se sentir respeitado e não concorda com as críticas da imprensa, que, para ele, são infundadas: "Acho que, mesmo que a imprensa me critique não falando a coisa certa, me sinto respeitado e, mesmo que hoje não tenha o título de campeão no meu currículo, as pessoas sabem que eu poderia ter ganho um Mundial."

"Claro, é sempre melhor ouvir bem, mas temos de estar preparados para tudo. Não adianta ler e mudar a cabeça pelo que você está lendo. O que importa é o trabalho. Problema eu sempre tive, como os financeiros, e nem sempre isso saía nas revistas. Isso não muda nada o momento que estou, e preciso pensar no meu trabalho que conta mais."

O brasileiro afirmou que a diferença de meio segundo para Alonso no primeiro dia de treinos é irreal, pois ele não corre para "tomar meio segundo de ninguém", e que está falando a verdade em relação ao que está acontecendo em seu trabalho com a F10.

"O dia em que eu entrar e não falar a realidade, é melhor é parar de correr. Sou um dos poucos pilotos que falam a verdade numa entrevista. Sou o primeiro a dizer o que está acontecendo. Conversamos já sobre o que está acontecendo, com os pneus, e não vou correr e tomar meio segundo de ninguém".

E o assunto "transparência" de Massa não parou por aí: "Corri sempre com um companheiro forte, talvez sou o único. Então, se a gente olhar, é certeza que quem vem perguntar não é o jornalista 'top'. Alguns vêm perguntar, mas aqueles que sempre querem fazer brincadeiras não são profissionais. Eu sou, e quando tiver problemas eu vou falar."

"Se o cara estiver feliz ou não é problema dele. Me sinto muito feliz por ser o que sou e o dia que entrar numa equipe ou no campeonato pra tomar seis décimos de alguém, é o momento de parar de correr. E agora não aconteceu nada", refletiu o vice-campeão de 2008, que não admitiu a comparação de Alonso com Kimi Raikkonen e Michael Schumacher.

"O Alonso é um ótimo piloto, mas o Kimi era excelente, e o Schumacher também. É impossível dizer que o Fernando era melhor que eles. Acredito que essas corridas eu tive realmente um problema. O dia que não tive um problema eu vou admitir, aí não é uma comparação certa."

Já sobre os boatos de que será substituído por Robert Kubica, Massa foi irônico: "Ouvi sempre isso em todo ano na Ferrari; sempre tem alguém no meu lugar. O que me afeta é como eu estou dentro da equipe, e eu estou bem. Com os problemas que tive, a equipe sabe o que foi, eu sei o que foi, é isso o que importa."

"O que importa é a confiança dentro da equipe. Se ela não quer me ver vencendo e bem, quem vai mudar de equipe sou eu, não os rumores. Só não estou feliz, pois eu quero resolver logo esse problema. Fora isso, estou bem dentro da equipe e não estou preocupado com os rumores", encerrou.

Fonte: Tazio

Webber ou Kubica podem substituir Massa na Ferrari, diz jornal espanhol

Como já tem sido comum, bastam poucos GPs com desempenho abaixo do esperado para surgirem novos rumores de que Felipe Massa pode deixar a Ferrari. O brasileiro tem contrato só para mais esta temporada e possíveis nomes para ocuparem seu lugar foram sugeridos pela mídia espanhola.

Segundo o jornal El Mundo Deportivo, o companheiro de Fernando Alonso - que estreou na escuderia italiana este ano - pode acabar envolvido em negociações com o polonês Robert Kubica, hoje da Renault, e Mark Webber, da Red Bull. Massa poderia ocupar o lugar do australiano.

Kubica é uma revelação dos últimos anos e seria uma opção de um talento mais jovem para a Ferrari - tem 25 anos. Com a Renault, ele ocupa a oitava colocação do campeonato de 2010.

Já Mark Webber estaria de saída da Red Bull para 2011. Veterano, ele estaria estudando inclusive se aposentar caso não consiga um acordo bom para a próxima temporada, mas uma proposta da Ferrari poderia satisfazer o australiano.

Outro nome envolvido nos rumores do mercado de pilotos é o de Kimi Räikkönen, que tirou um ano sabático da Fórmula 1. Espera-se que ele volte para a Fórmula 1, o que poderia acontecer justamente pela Red Bull, atuando ao lado do alemão Sebastian Vettel.

Felipe Massa, também cotado para a Red Bull segundo a imprensa europeia, chegou a liderar o campeonato, mas ainda não venceu provas na temporada 2010. Atualmente, ele ocupa apenas a sétima colocação, 18 pontos atrás do companheiro de time Fernando Alonso.

Fonte: Uol Esportes

14 de abril de 2010

Em 6 anos, GP da China nunca teve mesmo vencedor

Barrichello, Alonso, Schumacher, Räikkönen, Hamilton e Vettel triunfaram no local

Nunca um piloto conseguiu vencer mais de uma vez o GP da China. No calendário desde 2004, a prova teve seis vencedores diferentes em suas seis edições.

Rubens Barrichello venceu a corrida inaugural do circuito de Xangai, pela Ferrari. Foi a última vitória do brasileiro pela equipe italiana.

Depois, nos anos seguintes, foi a vez de Fernando Alonso, pela Renault, Michael Schumacher, na Ferrari, Kimi Räikkönen, também pelo time de Maranello, Lewis Hamilton, pela McLaren, e, no ano passado, Sebastian Vettel, em prova que marcou o primeiro triunfo da equipe Red Bull.

Com a exceção de Räikkönen, hoje competindo no Mundial de Rali, todos os outros são candidatos à segunda vitória no GP chinês, que acontece no próximo domingo.

Fonte: Tazio

10 de abril de 2010

Imprensa especula substituição de Webber na RBR

Räikkönen e Heidfeld são cotados para correr ao lado de Vettel em 2011

O "campeonato de rumores" referente à dança dos pilotos para o próximo ano começou cedo na F-1. Depois de Felipe Massa, outro piloto que teve o nome colocado em dúvida é o de Mark Webber.

Na semana passada, a revista francesa "Autohebdo" publicou que Robert Kubica teria acordado com a Ferrari para a temporada 2010, ocupando justamente a vaga do brasileiro opção que já se mostrou difícil de ser concretizada após declarações recentes do chefe da equipe italiana, Stefano Domenicali.

Agora, já é comentado na imprensa europeia que a Red Bull fará uma reunião entre os GPs de Mônaco e Inglaterra para discutir a atual dupla de pilotos da equipe principal e da Toro Rosso, com o posto do australiano colocado em xeque.

Com o contrato do piloto australiano com a escuderia austríaca se encerra no próximo dia 31 de julho, especula-se que dois nomes estariam sendo analisados para o lugar de Webber: Kimi Raikkonen, que já é piloto da Red Bull no Mundial de Rali, e Nick Heidfeld, test-driver da Mercedes.

No caso de Raikkonen, não é segredo nenhum o desejo de Dietrich Mateschitz, dono da Red Bull, pelo finlandês. Tanto que o dirigente já solicitou à cúpula do time um plano para tentar seduzir o campeão mundial de 2007 a correr por sua equipe.

Contudo, uma decisão não deve sair antes do outono europeu (primavera no Brasil), já que a prioridade da marca no momento é a definição de motores para 2011. Tanto Red Bull quanto Toro Rosso possuem acordos de apenas um ano com Renault e Ferrari, respectivamente.

Na Red Bull desde 2007, Webber somou duas vitórias, duas poles, dez pódios e 124,5 pontos neste período, um desempenho abaixo das expectativas, se levadas em conta as cinco vitórias, seis poles, oito pódios e 121 pontos somados por Sebastian Vettel, que integra o time há apenas uma temporada.

Fonte: Tazio

23 de março de 2010

Novo sistema de pontuação é aprovado pelos fãs

Pesquisa da Fota colheu opiniões de mais de 90 mil espectadores de 180 países

Em uma pesquisa realizada pela Associação das Equipes de F-1 (Fota), o novo sistema de pontuação da principal categoria do automobilismo ganhou a aprovação dos fãs, que destacaram a maior competitividade entre pilotos e equipes.

Durante o processo de pesquisa, foram ouvidos mais de 90 mil fãs de 180 diferentes países. Dentre os assuntos abordados, esteve em pauta a simpatia deles pelas equipes, pilotos e a opinião sobre dirigentes da categoria.

Dentre os entrevistados, 44,9% das pessoas acha que o sistema de pontuação de 25-18-15-12-10-8-6-4-2-1 é muito bom. Entretanto, 61,9% acham que deveria existir um espaço maior entre o primeiro e segundo colocados.

Como equipe mais popular, os fãs votaram na Ferrari, ao passo que Michael Schumacher foi eleito o mais popular, superando Fernando Alonso, segundo, e Kimi Raikkonen, o terceiro mais votado.

Os fãs da categoria também colocaram a cobertura em alta definição (HD) no topo de sua lista de preferências (65,7%), seguido pela opção de interagir e seguir um carro em específico durante a corrida (53,7%) e assistir às corridas pela internet (52,4%).

Fonte: Tazio

20 de março de 2010

Schumacher eleito o piloto mais popular da F-1



O heptacampeão mundial Michael Schumacher, que retomou sua carreira na Fórmula 1 neste ano com a equipe Mercedes GP, foi eleito o piloto mais popular da categoria em recente votação feita pela FOTA (Associação das Equipes de F-1).

Schumacher, que havia deixado as pitas no final da temporada de 2006, depois de doze anos na Ferrari, recebeu 19,5% dos votos - mais do que o dobro que o segundo colocado: o espanhol Fernando Alonso, hoje em Maranello, com 9,7%.

O terceiro mais votado foi o campeão de 2007, Kimi Räikkönen, que deixou a F-1 no final do ano passado e - nesta temporada - faz sua estreia no Mundial de Rali (WRC) com a Citroën.

Mais de 90 mil fãs votaram e respoderam questões para a FOTA. A ideia da associação é tornar a categoria mais atrativa para os torcedores através da interatividade. A próxima corrida do ano na F-1 acontece na Austrália -- dia 28 de março.

Fonte: Amigos da Velocidade

2 de março de 2010

Piquet recusa convite para homenagem no Bahrein

Apenas Raikkonen e Nelson não participam

A organização do GP do Bahrein preparou uma grande festa para celebrar os 60 anos da F-1. Para isso, convidou todos os campeões mundiais ainda vivos para a prova, com o direito de completar algumas voltas nos carros que lhe deram os títulos. O Tazio apurou que apenas dois declinaram o convite.

Um deles é Kimi Raikkonen, que está concentrado na disputa do Mundial de Rali e deve fazer um teste privado com seu carro WRC em uma data que coincide com o evento da F-1.

O outro é o brasileiro Nelson Piquet. A organização do evento disse que não há uma explicação oficial para sua ausência, mas a negociação foi encerrada depois que as condições oferecidas ao tricampeão não lhe agradaram.

O carro reservado a ele, um Brabham BT52B, será pilotado pelo seu companheiro de equipe no Mundial de 1983, o italiano Riccardo Patrese.

Os organizadores convidaram também o argentino Juan Manuel Fangio II, sobrinho do pentacampeão mundial, para pilotar um dos carros que deu o título ao tio. Sua presença está confirmada.

Os organizadores não informaram se Bruno Senna terá oportunidade similar, mas prometeram uma lista definitiva com os participantes da festa para o final desta semana.

A presença de Jacques Villeneuve no evento é uma das que estão pendentes, já que o campeão de 1997 ainda aguarda uma definição sobre o futuro da Stefan GP, equipe com a qual negocia para correr neste Mundial.

Fonte: Tazio

14 de fevereiro de 2010

WRC: Hirvonen vence de ponta a ponta o Rali da Suécia

Mirko Hirvonen (Ford) conquistou neste domingo (14) a etapa de abertura do WRC (Campeonato Mundial de Rali) na Suécia. O finlandês superou seu rival Sebastien Loeb (Citroën).

Hirvonen conseguiu abrir uma boa vantagem para o francês no último sábado e manteve a liderança até o final da campetição.

Na terceira posição aparece Jari-Matti Latvala (Ford), seguido por Daniel Sordo (CitroËn). Já o novato Kimi Räikkönen (Citroën) que enfrentou problemas no primeiro dia, completou a prova na 30ª colocação.

"Foi um final de semana muito duro e Mikko fez um rali perfeito. Cometi um pequeno erro ontem, mas mesmo sem essas falhas, não sei se poderíamos vencer, porque não éramos capazes de derrotá-lo nos estágios. Ele estava muito forte, merece essa vitória", disse o hexacampeão Loeb.

Confira o resultado final:

1º Mikko Hirvonen (Ford), 3h09min30s4
2º Sebastien Loeb (Citroën), a 42s3
3º Jari-Matti Latvala (Ford), a 1min15s4
4º Daniel Sordo (Citroën), a 2min41s6
5º Sebastien Ogier (Citroën), a 4min15s3
6º Henning Solberg (Ford), a 5min23s4
7º Matthew Wilson (Ford), a 7min53s9
8º Mads Ostberg (Subaru), a 9min22s2
9º Petter Solberg (Citroën), a 10min17s5
10º P-G Andersson (Skoda), a 12min08s9


Fonte: Amigos da Velocidade

15 de janeiro de 2010

Madonna Mia: Toro Rosso

Alonso baixou expectativas e deixou claro que dificilmente vai vencer na estreia.

Há muito em comum entre Michael Schumacher, Kimi Raikkonen e Fernando Alonso: são três talentos excepcionais, foram campeões do mundo e, desde hoje, juraram encerrar suas carreiras na Ferrari. Temos o alemão ostentando a estrela da Mercedes-Benz em seu capacete; o finlandês de contrato assinado com a Red Bull e, ao que tudo indica, vai se divertir um ano no WRC antes de assumir o cockpit de Mark Webber; e o futuro do espanhol, como o de todos nós, é incerto.

Eu realmente não sei por que os pilotos (e também jogadores de futebol) insistem em fazer esse tipo de promessa. Deve ser por subestimar o fogo da competição que corre no sangue. Isto permanece. Um contrato, ou um ambiente de trabalho harmonioso, não. Acho que Alonso não deveria pensar que já esta na última estação da sua carreira. Deveria sim insistir no outro lado do seu discurso de hoje, na motivação em ter uma trajetória vitoriosa na equipe que defenderá a partir desse ano. O torcedor fanático do Real Madrid até usou o slogan do rival Barcelona, se referindo ao time italiano como "mais do que uma equipe".

Para a idéia de encerrar a carreira em vermelho dar certo, o sucesso terá de vir logo. Pilotos tão excepcionais e talentosos como o espanhol toparam o desafio de reerguer a Ferrari e chegaram em meio a muita festa, mas a falta de resultados comprometeu a relação com a imprensa e os tifosi. O final abrupto da relação foi inevitável. Mas, se chegar vencendo, Alonso tem tudo para se tornar um verdadeiro "Toro Rosso" e escrever uma história de sucesso parecida com a de Michael Schumacher. Seu objetivo, claro, é esse.

Para isso, vai precisar de um bom carro. Nas conversas de bastidores do Wrooom, sinto que a expectativa é por um bólido competitivo, mas sinto também muita preocupação em relação ao consumo de combustível. Com o novo regulamento, quem conseguir aliar potência e economia terá uma vantagem significativa. E a Ferrari parece correr atrás do prejuízo nesse quesito. Vale conferir

Talvez por isso, Alonso tratou de baixar as expectativas e deixou claro que dificilmente vai chegar vencendo logo na estréia. "Vou precisar de umas três ou quatro corridas para me adaptar ao carro e à rotina da equipe", falou. E explicitou também a importância que será trabalhar em conjunto com Felipe Massa neste início, já que o brasileiro está indo para sua quinta temporada em Maranello e conhece muito bem como funciona a rotina ali.

A primeira coletiva de Fernando Alonso vestindo o uniforme da Ferrari mostrou um piloto confiante e faminto pelo sucesso, como se imaginava. Mas muito ciente do tamanho da tarefa que vai enfrentar neste e nos próximos anos, e arrumando uma maneira de ganhar tempo para crescer naturalmente dentro da equipe. Porque as cicatrizes de 2007 lhe ensinaram que não adianta chegar tentando se impor.

Fonte: Luis Fernando Ramos(Ico) Tazio

11 de janeiro de 2010

Após fiasco, Ferrari se apoia em simulador

11/01/2010

Após sua pior temporada na F-1 desde 93, a Ferrari abre 2010 com novidades. O time de Maranello busca se redimir do quarto lugar no Mundial de Construtores em 2009, ano em que conseguiu só uma vitória. Para o público, a maior mudança é a chegada de Fernando Alonso, que na terça-feira deve vestir pela primeira vez as cores da escuderia no evento que ela faz todos os anos na estação de esqui de Madonna di Campiglio.

O bicampeão espanhol ocupará o lugar que nos últimos três anos foi de Kimi Raikkonen: o de companheiro de Felipe Massa. Alonso chega gabaritado por ter dado à Renault seus dois únicos Mundiais. Outra novidade da equipe, mas que só deve gerar frutos a longo prazo, é a Academia de Pilotos Ferrari, com o objetivo de desenvolver talentos. O programa é semelhante ao que já é feito por outros times, como McLaren e Renault, e consiste na escolha e no acompanhamento de um grupo de iniciantes visando transformá-los em material para a F-1.

O programa será supervisionado por Luca Baldisserri, que até o ano passado era o estrategista da equipe de Maranello, e durará alguns anos. O primeiro escolhido para a Academia é o francês Jules Bianchi, campeão da F-3 europeia em 2009.

"Nossa ideia é ter uma abordagem original, cobrindo todos os aspectos com os pilotos para que eles estejam o mais bem preparados possível para o automobilismo atual”, disse Stefano Domenicali, chefe da Ferrari. Mas os planos não são só a longo prazo. Isso pelo fato de a principal novidade da Ferrari para 2010 ser um simulador recém-inaugurado em um prédio de dois andares na sede de Maranello. Até o ano passado a Ferrari alugava um simulador em Modena, que não atendia 100% às suas necessidades.

Em parceria com a Moog, empresa americana especializada em produtos para aviões, satélites, veículos espaciais e mísseis, entre outros, a Ferrari desenvolveu seu novo equipamento nos últimos dois anos.

O simulador é feito em alumínio e outros compostos, mede 8 m de largura por 8 m de comprimento e tem 6 m de altura. Na base, fica uma réplica idêntica ao cockpit do carro usado na pista, além dos computadores que produzem imagens em cinco telões ao redor do piloto, que formam um ângulo de 180 graus, e som Dolby Surround 7.1 de 3.500 watts (menos que uma sala de cinema).

A grande evolução é que o simulador recria com fidelidade o ambiente do carro e também as diversas situações que o piloto pode ter na pista -posição do sol, sombras, temperaturas do ambiente e da pista, ventos. "As pistas são recriadas em computador com tecnologia 3D e incluem a reprodução de objetos ao lado dos circuitos, zebras e a superfície da pista”, disse Marco Fainello, um dos designers do novo ‘brinquedo'.

No ano em que só 15 dias de treinos na pista serão permitidos antes do início do Mundial, em 14 de março, no Bahrein, o simulador será vital. ‘Ele não substitui o teste real, mas ajudará nos processos de criação e desenvolvimento de partes que serão usadas no carro, reduzindo custos e poupando tempo.”

Fonte: Uol Esportes