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20 de setembro de 2011

Vettel chorou após morte de membro da equipe Red Bull


Uma morte dentro da equipe Red Bull aumentou a emoção da vitória de Sebastian Vettel em Monza recentemente.

Após se aproximar quase definitivamente de seu segundo título consecutivo, o alemão chorou no pódio na Itália, cenário de sua primeira vitória há três anos. "Sim, muito emocionante", admitiu ele depois.

Naquele momento, entretanto, Vettel não mencionou que os membros da Red Bull estavam lamentando a recente perda de Erin Pezzella, que, de acordo com o jornal Express de Colônia, perdeu sua batalha contra o câncer durante a semana da corrida de Monza.

Pezzella tinha 31 anos. "Ela estava na equipe há quatro anos", confirmou o chefe da organização, Christian Horner. "Ela perdeu uma luta muito corajosa contra o câncer, e nós gostaríamos de dedicar este resultado à sua memória".


Fonte: AutoRacing

9 de setembro de 2011

Por ausência na Austrália, Räikkönen é excluído da classificação do WRC

Kimi Räikkönen, e sua equipe, a Ice Racing 1, foram excluídos da classificação de 2011 do WRC por conta da ausência não comunicada do Rali da Austrália. Dessa forma, o nórdico perde os 34 pontos somados, mas ainda assim, pode seguir disputando o Mundial

Kimi Räikkönen foi excluído da classificação de sua segunda temporada como piloto do WRC. O finlandês, campeão mundial de F1 em 2007, foi punido por ter se ausentado do Rali da Austrália, décima etapa do campeonato, que está sendo disputado neste fim de semana em Coffs Harbour. Após reunião entre os comissários da prova, ficou decidido que o nórdico violou o regulamento esportivo do WRC, e por isso, terá de pagar uma multa de € 16.200. Mais do que isso, Räikkönen também perde os 34 pontos somados em 2011.

A equipe de Kimi, a Ice 1 Racing, também foi punida com a exclusão da classificação do campeonato. Por estar classificada como equipe da divisão principal do WRC, a Ice 1 tem de informar à FIA (Federação Internacional de Automobilismo) no início da temporada quais são os ralis que serão disputados ao longo da temporada. Kimi ficou de fora das etapas do México, Argentina e Itália, o que fora avisado com antecedência.

No entanto, a ausência do Rali da Austrália não foi prevista, mas nem o time ou mesmo Kimi avisaram à FIA, violando assim o regulamento esportivo da entidade, que aplicou a punição tanto ao piloto quanto à sua equipe, que conta com o Citroën DS3 de número 8.

“Levando em consideração as disposições do Regulamento Esportivo do FIA WRC em 2011, e especificamente no artigo 7.3.8, os comissários decidiram exigir que a equipe Ice 1 Racing pague a inscrição para o Rali da Austrália de 2011, pagando à FIA multa equivalente ao valor da sua taxa de inscrição, sendo € 16 mil para excluir a Ice 1 da classificação do campeonato”, disse o comunicado escrito pelos comissários da prova.

Apesar da exclusão, Räikkönen poderá voltar ao Mundial para disputar as últimas três etapas do ano (França, Espanha e Grã-Bretanha). Entretanto, o finlandês não poderá mais somar pontos na classificação final do WRC.

De acordo com o site da revista britânica ‘Autosport’, o chefe de equipe da Citroën, Benoit Nogier, aceitou a punição sofrida por Räikkönen na Austrália.


Fonte: Grande Prêmio

21 de julho de 2011

Vettel, sobre ordem de equipe: “Depende da situação”

Alemão da Red Bull explica que pilotos devem saber correr por eles e pela equipe

Sebastian Vettel afirmou que ordens de equipe devem ser analisadas dependendo da situação do time na corrida.

Ele apontou que a Red Bull preferiu pedir para Mark Webber não atacá-lo na Inglaterra porque não teria o que ganhar naquela prova, já que seus dois pilotos marcariam a mesma soma de pontos.

Em entrevista coletiva nesta quinta-feira em Nurburgring, que recebe a etapa do Mundial do próximo final de semana, o alemão explicou que os pilotos devem saber correr por eles mesmos e pela equipe.

“Depende sempre da situação da corrida. Na última corrida não tinha nada que poderíamos ganhar como time, Mark disse que queria disputar, queria melhorar a sua posição, mas eu não queria deixá-lo passar e tentei me defender.”

“De um lado, você quer correr por você e de outro você tenta o seu melhor como time”, disse o piloto da Red Bull.

O alemão também disse que mesmo que a Red Bull tenha sido derrotada em duas das últimas três corridas (no Canadá pela McLaren e na Inglaterra pela Ferrari), ele segue confiante que o time tem o melhor rendimento do grid.

“Acho que já vimos o verdadeiro desempenho durante a temporada, acho que nós temos uma boa chance. Neste estágio, tudo parece bem e estamos confiantes. No último final de semana, infelizmente, nós falamos mais sobre regras e mudança no regulamento do que de corrida, mas agora focaremos em correr novamente.”

Fonte: Tazio

30 de junho de 2011

Feliz na Red Bull, Vettel afirma que "até pagaria para correr na F1"

Sebastian Vettel, da Red Bull, declarou em entrevista que se sente tão feliz na F1 que até pagaria pela oportunidade de correr. O atual líder do campeonato ainda negou que pensa em mudar de equipe

Sebastian Vettel declarou que gosta tanto do esporte em que compete que pagaria para correr na F1. Em entrevista ao site oficial da categoria, o atual líder do campeonato disse se considerar “imensamente privilegiado” em encontrar uma carreira que lhe dá tantas satisfações. “Baseado nesse ponto de vista, eu provavelmente até pagaria para pilotar um carro de F1”, afirmou o alemão.

O piloto busca o bicampeonato este ano. Em 2010, Vettel conquistou seu primeiro título mundial apenas na última corrida, em Abu Dhabi. “Realizei um sonho ao testar um carro de F1, daí o sonho foi crescendo quando estava pilotando um e chegando ao pódio, conquistando vitórias. Quando conquistei o título, quase que foi demais para mim”, revelou o piloto da Red Bull, que disse ter se sentido “vazio e perdido”, após ter vencido o campeonato do ano passado. “Não tinha realmente assimilado o que tinha acabado de acontecer”, explicou. “Mas instintivamente eu soube que era muito viciante quero mais do mesmo”, continuou Vettel.

Se depender de seu desempenho até agora no ano, a repetição do título de Vettel está praticamente garantida. O piloto venceu seis das oito corridas, terminando em segundo nas outras duas, e tem uma vantagem de 77 pontos para o segundo colocado, Jenson Button, da McLaren. Conta a favor de Sebastian também o fato de que a Red Bull tem se mostrado a equipe com o melhor carro até então e seus adversários mais próximos estão ficando desanimados com tamanha supremacia. Fernando Alonso, da Ferrari, chegou a declarar: “Obviamente, o campeonato não entra nos meus cálculos no momento.”

O alemão ainda minimizou as chances de sair da Red Bull pelo menos por agora. “Claro que Ferrari e Mercedes têm uma grande história, mas não procuro por lendas agora”, afirmou Vettel, que tem contrato com a Red Bull até 2014 e se diz feliz como está. “O importante é quando eu sair da pista e me olhar no espelho, eu poder dizer ‘este sou eu e estou satisfeito com o que vejo’”, finalizou.


Fonte: Grande Prêmio

5 de abril de 2011

Chefe da RBR garante: seria difícil ter Vettel e Hamilton na mesma equipe

Christian Horner afirma que, como companheiros, pilotos causariam o mesmo tipo de tensão ocorrida entre Hamilton e Alonso, na McLaren

O chefão da RBR, Christian Horner, voltou a minimizar as chances da equipe austríaca contratar Lewis Hamilton, da McLaren. Desta vez, o dirigente não economizou nas palavras e disse que seria um desastre colocar o britânico e Sebastian Vettel no mesmo time. Para Horner, tornar os pilotos companheiros de equipe causaria o mesmo tipo de tensão ocorrida entre Hamilton e Fernando Alonso, na época em que o espanhol corria pela McLaren, em 2007.

- É difícil ver como você poderia ter dois pilotos do calibre de Lewis e Sebastian sob um mesmo teto. Há uma tendência a "fogos de artifício", como vimos com Alonso e Lewis. Então, nós estamos muito felizes com a dupla que temos e vamos ver como as coisas evoluem - garantiu Horner.

No mês passado, o chefe da RBR já havia dito que não pensa em mudar sua dupla de pilotos. Nesta terça-feira, questionado novamente sobre uma nova formação, explicou que Hamilton e Vettel estão em estágios muito próximos de suas carreiras, enquanto a atual dupla de pilotos da escuderia, Vettel e Webber, apresentam padrões diferentes e se complementam.

- Você tem uma diferença de 11 anos de experiência entre Vettel e Webber, e essa diferença de vida é muito valiosa - afirmou Horner à revista inglesa "Autosport".


Fonte: GLOBOESPORTE.COM

2 de março de 2011

Button e Hamilton mostram insatisfação com carro da equipe

Sem confiança no construtor, dupla da McLaren reclama que máquina tem pouca pressão e os pneus trabalham de forma diferente

A dupla da McLaren, Jenson Button e Lewis Hamilton, não está satisfeita com o carro da escuderia, o MP4-26, para a temporada 2011. Os pilotos britânicos reclamam que o construtor tem pouca aderência ao solo, e que os pneus Pirelli funcionam de forma diferente ao anterior (Bridgestone), o que os leva a desconfiar do bom desempenho da máquina. Esperançosos pela resolução dos problemas, ambos se dizem otimistas sobre o que pode melhorar antes do início da Copa do Mundo na Austrália.

- Quando eu peguei o carro, a primeira reação foi 'uau, vamos arrebentar'. E não foi isso que aconteceu, pois o carro tem pouca pressão e os pneus trabalham de forma diferente. Mas realmente não há nada que me assusta de maneira negativa, então há muito que podemos melhorar - diz Button ao site espanhol "Marca.com"

- Gostaríamos de ter andado mais com o carro, mas felizmente, teremos mais tempo antes da primeira corrida - completa Hamilton.

Tanto Button quanto Hamilton foram os últimos a mostrar o novo carro em um teste, no mês passado, em Jerez de la Frontera. Os problemas de confiabilidade citados pelos pilotos, segundo eles, limitavam a quantidade de tempo em pista, o que foi repetido mais tarde em Montmelo.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

21 de novembro de 2010

"Dream Team permanece igual", afirma dono da Red Bull

Proprietário da equipe campeã promete manter estrutura para temporada de 2011

O dono do grupo austríaco Red Bull, Dietrich Mateschitz, afirmou neste domingo que não pensa em mudar pilotos ou engenheiros na escuderia campeã da Fórmula 1 em 2010. O dirigente se mostrou satisfeito com o rendimento de seus funcionários, que garantiram o título de construtores, e principalmente de Mark Webber e Sebastian Vettel, dupla que brigou pelo troféu até a última etapa e que terminou com o jovem alemão.

"O Dream Team, se podemos dizer assim, permanece igual", disse Mateschitz ao jornal Die Welt. "Nos principais cargos da escuderia, todo mundo recebeu pelo menos uma proposta de trabalho, mas não ouvi falar de ninguém que deseje sair", completou.

Ao falar sobre o alemão Sebastian Vettel, campeão do mundo, Mateschitz se mostrou otimista sobre a possibilidade de continuar sua colaboração a longo prazo. "Sempre e desde que tenha um carro para vencer, pilotará para a Red Bull. Em caso contrário, o deixaremos sair, apesar de ter um contrato em vigor", destacou.

Mateschitz também afirmou que o australiano Mark Webber será tratado da mesma maneira no futuro.

Fonte: Terra

9 de novembro de 2010

Dono da Red Bull diz que prefere perder título a dar ordens de equipe


Proprietário da Red Bull, o austríaco Dietrich Mateschitz deixou claro nesta terça-feira que não vai admitir jogo de equipe na última prova do campeonato, em que os pilotos Mark Webber e Sebastian Vettel disputarão o título de pilotos contra Fernando Alonso.

“Um segundo lugar nas circunstâncias corretas deverá ser melhor do que vencer com base em ordens e confirmações”, declarou o chefe da Red Bull à revista Autosport.

A equipe, que já é campeã do Mundial de Construtores, poderá ter um dilema no GP de Abu Dhabi no próximo domingo. Se Vettel estiver na liderança com Webber e Alonso logo atrás, a Red Bull só poderia levar o título de pilotos caso o alemão cedesse passagem ao australiano.

Webber liderou o Mundial até o GP da Coreia do Sul, mas em nenhum momento teve privilégios em relação ao seu companheiro Vettel, considerado o preferido pela equipe. “Interferir com os pilotos nunca foi uma possibilidade para a gente”, esclareceu Mateschitz.

“O mundo condenou a Ferrari depois do que eles fizeram em Hockenheim, mas nós viramos idiotas porque não agimos daquela maneira. Nunca pensamos nisso, e nossos dois pilotos seguem na briga pelo campeonato”, continuou o dono da Red Bull, lembrando da ultrapassagem polêmica de Alonso sobre Massa na Alemanha.

Mateschitz espera que sua equipe não precise enfrentar esse dilema para que tenha a outra metade de seu objetivo cumprida – a primeira, segundo ele, foi o título de Construtores. “Não está garantido que Alonso sempre vai ser o sortudo. Abu Dhabi será uma prova emocionante e tensa. No domingo, saberemos se vamos ganhas os outros 50%”, completou.

Fonte: Uol Esportes

1 de outubro de 2010

Montezemolo já pede para que Massa ajude Alonso

Presidente da escuderia afirma que brasileiro deve trabalhar " favor do time"

Em entrevista à publicação italiana "La Gazzeta dello Sport", Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, resolviu abrir o jogo e, mesmo após o polêmico GP da Alemanha, onde a escuderia pediu para Felipe Massa ceder a posição a Fernando Alonso, reiterou que o brasileiro terá de jogar a favor do espanhol agora.

Finalmente nesta sexta-feira o dirigente italiano revelou qual deve ser o papel do piloto brasileiro na equipe.

"Espero um Felipe com a faca entre os dentes nas últimas quatro corridas. Quero um Massa forte, que consiga tirar pontos dos rivais", declarou o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo.

"Em Cingapura, ele teve má sorte, mas está em boas condições para vencer. Aqueles que correm pela Ferrari não correm por eles próprios, mas pelas cores da Ferrari. Quem quiser correr por si mesmo terá que enfrentar o seu time", completou.

Depois de largar em último em Cingapura e chegar em oitavo, Massa está na sexta colocação do Mundial e tem 128 pontos, 74 a menos que o líder Mark Webber.

Na Ferrari, apenas Fernando Alonso está em condições de disputar o título, já que está em segundo lugar, com apenas 11 pontos de desvantagem em relação ao australiano.


Fonte: Tazio

25 de setembro de 2010

Vettel suspeitou de ordens de equipe secretas durante a corrida em Monza

Sebastian Vettel brevemente suspeitou ter sido vítima de ordens de equipe clandestinas durante o recente GP da Itália


De acordo com uma reportagem no jornal britânico The Telegraph, as suspeitas instintivas do alemão foram levantadas em Monza, quando ele sentiu um problema com sua RB6 enquanto estava à frente de seu companheiro de equipe Mark Webber.

O australiano Webber lidera o campeonato mundial de pilotos, mas publicamente, a equipe austríaca insiste que ele não está sendo favorecido sobre seu companheiro de equipe mais jovem.
A reportagem da mídia revelou que Vettel, 23 anos, gritou, "Vocês estão ----- comigo, caras?" no rádio, quando ele percebeu um problema temporário - que no final acabou sendo um problema de freios - que permitiu a Webber que o ultrapassasse.

"Eu sou emocional," ele se explicou em Cingapura.

"Naquele momento, você está lutando no limite e eu achei que talvez... mas eu acho que tudo que eu fiz eu posso ser totalmente sincero e direto.

"No momento eu acreditei que era a decisão certo. Não tenho nenhum arrependimento," disse Vettel.

Alguns comentaristas acreditam que a diferença entre o altamente cotado Vettel e o experiente Webber este ano está em suas habilidades contrastantes de lidar com a pressão.

"Se eu acredito que a pressão está me atrapalhando? Não," Vettel disse retoricamente.

"Se eu acredito que o criticismo está certo? Que eu sou um garoto de pole que não pode vencer corridas? Não. Por quê? Porque eu sei os motivos pelos quais eu não consegui.

"Quantos erros eu cometi este ano? Provavelmente dois. E se eu cometo um erro, você pode ter certeza que eu sou mais duro comigo mesmo do que qualquer outra pessoa," ele adicionou.

Fonte: Motorsport
Tradução: Fran

17 de setembro de 2010

Alonso despista sobre privilégios na Ferrari e defende o "bem da equipe"


O espanhol Fernando Alonso foi evasivo ao comentar a hierarquia dos pilotos na Ferrari durante um evento do patrocinador na Espanha nesta sexta-feira. Único da equipe que tem chances de título, o piloto protagonizou a polêmica da ultrapassagem armada sobre Felipe Massa no GP da Alemanha.

“Todos os times atualmente tentam dar 100% com seus dois pilotos, pelo bem comum da equipe. Felipe e eu vamos dar o nosso máximo, e o mesmo será na Red Bull e na McLaren”, declarou Alonso ao jornal espanhol Marca.

Com apenas 124 pontos, Massa não está entre os cinco que ainda brigam pelo título. Alonso está a 21 pontos do líder Mark Webber, mas revelou não estar preocupado com as contas para conquistar o tricampeonato.

“Não fiz os cálculos de quantos pontos eu preciso para ganhar o campeonato. Sei que, se em uma ou duas provas não estivermos no pódio, vai ficar bem complicado”, estimou o espanhol, que venceu a última corrida disputada em Monza, na casa da Ferrari.

Sobre a próxima etapa em Cingapura, Alonso admitiu que o traçado não deverá ajudar muito, mas disse confiar nos ajustes de sua equipe: “Sempre temos alguma evolução. Sabemos que as características são favoráveis à Red Bull, porque lá o carro conta menos, e a aerodinâmica tem mais importância. Mas não creio que até o final da temporada haja pistas tão favoráveis ou desfavoráveis para nós”.

Ainda sobre o circuito de rua asiático, Alonso se lembrou da primeira vez em que venceu por lá, na estreia da pista na categoria. Foi em 2008, na ocasião do escândalo da batida proposital de Nelsinho Piquet que levou à sua vitória. Para ele, nada disso importa: “Cingapura me traz grandes recordações. É um de meus circuitos favoritos”.


Fonte: Uol Esportes

23 de agosto de 2010

Ferrari estuda ação civil contra FIA caso seja punida por ordem de equipe

De acordo com o jornal "La Gazzetta dello Sport", a Ferrari visa usar o mesmo recurso jurídico adotado por Flavio Briatore caso seja condenada pelo Conselho Mundial em 8 de setembro

Faltando pouco mais de duas semanas para o julgamento da Ferrari no Conselho Mundial do Automobilismo devido ao polêmico jogo de equipe envolvendo Fernando Alonso e Felipe Massa no GP da Alemanha, a equipe italiana elevou o tom e ameaçou entrar na justiça comum com uma ação civil, caso venha a ser punida pela entidade.

É o que diz o diário italiano "La Gazzetta dello Sport". De acordo com o periódico, a Ferrari, se condenada, usaria a mesma tática adotada por Flavio Briatore, quando o ex-chefe de equipe da Renault foi banido do esporte após o escândalo de Cingapura em 2008, no qual estiveram envolvidos Nelsinho Piquet e novamente, Fernando Alonso. Briatore foi vitorioso na ação civil movida contra a entidade e foi autorizado a voltar à F1 em 2013.

Entretanto, de forma oficial, a Ferrari não comenta os novos rumos jurídicos que a situação controversa causada em Hockenheim pode causar. “Nesse tipo de situação, a melhor política é respeitar e confiar no mais alto nível da entidade que rege o esporte”, informou a equipe.

O jornal revelou que a defesa do time de Maranello dirá que a suposta ordem de Rob Smedley — engenheiro de corrida de Massa — para deixar que o espanhol tomasse a ponta e vencesse na Alemanha, na verdade foi uma explicação da situação do piloto brasileiro na prova, que, de acordo com a cúpula da escuderia, estava mais lento que Alonso. Além disso, a Ferrari tentará a liberação das ordens de equipe, desde que não tenham impacto nas corridas das rivais.

Mas o ex-presidente da FIA, Max Mosley entende que, embora o jogo de equipe seja interessante do ponto de vista dos times, a manobra é condenável pelos telespectadores, que garantem a audiência que é responsável por manter a sustentabilidade financeira da categoria.

“A maioria dos times estão pedindo a retirada das ordens de equipe, o que posso entender, porque é de seu interesse”, declarou o antecessor de Jean Todt ao periódico alemão "Welt am Sonntag" no último domingo (22).

“Mas se nós estamos para satisfazer as necessidades do público, que são milhões assistindo às corridas ao redor do mundo, e que ultimamente tem bancado o esporte, então temos de manter a proibição”, completou Mosley.

Fonte: Warm Up

1 de agosto de 2010

Massa chega atrás de Alonso, mas comemora resultado da equipe

Felipe Massa chegou na mesma quarta posição em que largou no GP da Hungria, e reconheceu que foi o melhor que poderia ter feito. Afinal, além do circuito de Hungaroring não facilitar ultrapassagens, a Ferrari se mostrou bem inferior ao ritmo da Red Bull, que venceu com Mark Webber. Por isso, o brasileiro comemorou o resultado da equipe.

“Tivemos sorte que o Vettel teve problema, senão era para chegarmos somente em terceiro e quarto”, comentou Massa em entrevista à Jovem Pan, comemorando a segunda posição de Fernando Alonso conquistada depois da punição ao piloto da Red Bull, que não respeitou a distância mínima para o safety car.

Ele aproveitou para lembrar da batida na Hungria no ano passado: “Este é o meu melhor resultado aqui, e fico felis por ter acontecido um ano depois do meu acidente”, declarou Massa ao site da Ferrari.

“Acho que fizemos o máximo. Tivemos uma boa corrida”, resumiu o brasileiro, que na última prova, na Alemanha, liderava até ter que ceder a ponta ao companheiro Fernando Alonso devido a uma ordem de equipe.

Desta vez, tudo o que ele teve de fazer foi proteger a sua posição da "ameaça" do quinto colocado Vitaly Petrov, que chegou quase um minuto atrás de Massa. “Larguei no lado sujo, e na largada seria quando conseguiria uma posição, mas não deu”, comentou.

Massa também explicou por que não conseguiu ultrapassar Vettel quando o alemão entrou nos boxes para cumprir a punição: “Eu não estava logo atrás do Vettel, nem vi porque foi punido na verdade. O carro não estava ruim. A Red Bull tinha uma vantagem grande, mas nós também tínhamos uma boa vantagem para os outros”, concluiu.

Alonso, por sua vez, teve a chance de vencer quando seguia atrás de Webber com um pit stop de vantagem. Mas o australiano fez uma vantagem muito grande, e parou nos boxes sem perder a posição para o espanhol.

“Eu acho tivemos sorte, estamos com crédito de azar neste ano. Minha largada foi soberba, passei Mark e consegui atacar Vettel”, avaliou Alonso. “Foi bom fazer um domingo sem problemas, sem punições e chegar em segundo foi maravilhoso. Tive que segurar por 40 voltas o Vettel, mas o traçado de Hungaroring ajudou”, acrescentou o espanhol.

Fonte: Uol Esportes

28 de julho de 2010

Irvine defende jogo de equipe da Ferrari e diz que atitude foi normal

Eddie Irvine afirmou que não viu problema no jogo de equipe protagonizado pela Ferrari durante o GP da Alemanha, disputado no último domingo

Ex-piloto da Ferrari no final dos anos 90, Eddie Irvine demonstrou total apoio à decisão tomada pela Ferrari no último domingo, quando ordenou que Felipe Massa abrisse passagem para o companheiro de equipe, Fernando Alonso.

Segundo piloto na época de Michael Schumacher, Irvine afirmou que não vê problemas na ação da escuderia italiana para com seus pilotos. "Massa tem um contrato onde está estipulado a necessidade de fazer o que a equipe mandar", afirmou o ex-piloto.

"Meu contrato nunca teve cláusulas dizendo que eu era o segundo piloto, mas dizia que eu teria que seguir as instruções dadas pelo time", contou.

Irvine também condenou as reclamações contra uma ação considerada normal e a qual o piloto teria total conhecimento, e mais, estaria de acordo com a imposição.

"O Massa concordou com isso secretamente, o seu engenheiro sabe disso, então por que todos ficam enjoados quando isso ocorre? Isso acontece porque as pessoas concordam com isso, se não concordassem não iria acontecer", sentenciou.

O irlandês foi piloto da Ferrari entre 1996 e 1999 - ano em que teve sua melhor temporada pela escuderia italiana, quando o primeiro piloto Michael Schumacher sofreu um forte acidente e perdeu seis corridas.

Por conta disso, foi efetivado como primeiro piloto e chegou a brigar pelo título, perdendo para o finlandês Mika Hakkinen, da McLaren.

Fonte: Warm Up

27 de julho de 2010

26 de julho de 2010

Kimi Räikkönen e a equipe Citroën na Finlândia

Fotos de Kimi Räikkönen em Jyväskylä hoje







25 de julho de 2010

Horner: "Foi a ordem de equipe mais clara que já vi"

Chefe da Red Bull acredita que Ferrari deveria ser punida pelos comissários

Christian Horner, chefe da Red Bull, acredita que a Ferrari descumpriu o regulamento da F-1 ao sugerir via rádio para Felipe Massa que Fernando Alonso era mais rápido, o que teria sido uma ordem para os pilotos trocarem de posições.

O dirigente ainda lembrou que após a bandeirada, em outra mensagem pelo rádio, o time italiano se desculpou com o brasileiro e o parabenizou pelo trabalho de equipe.

"Eu tenho que dizer que foi provavelmente a ordem de equipe mais clara que eu já vi, especialmente quando você tem o time se desculpando com o piloto", disse Horner em entrevista ao canal de televisão inglês "BBC".

O chefe da Red Bull sugeriu que a Ferrari seja investigada pelos comissários por ter infringido as regras e lembrou do caso de Rubens Barrichello e Michael Schumacher no GP da Áustria de 2002.

"Será interessante ver o que os comissários irão fazer sobre isso, pois foi tão claro quanto em 2002, que foi o motivo para a regra ter sido criada. O regulamento é claro quanto à proibição de ordens de equipe e isso pareceu uma ordem de equipe", afirmou.

"Massa ainda está no campeonato, ou talvez ele tenha assinado um contrato dizendo que ele é o piloto número dois, mas eu acho que isso é ruim para o esporte. Os pilotos devem ficar livres para correr. Massa fez um trabalho melhor. Ele estava na liderança", continuou.

Questionado se a Red Bull também já deu ordens para os seus pilotos, Horner disse que essa não é política do time. "Não, nós deixamos os pilotos correrem."

Fonte: Tazio

Alonso gagueja e diz que 1-2 é bom para escuderia

Às vezes ganhamos, às vezes perdemos. Temos que nos concentrar", comenta

Vencedor do GP da Alemanha de F-1, Fernando Alonso gaguejou e tomou muito cuidado ao falar da ultrapassagem ordenada sobre Felipe Massa pela primeira posição.

A manobra aconteceu na volta 49, após Massa receber uma mensagem do chefe de equipe, onde ficou subentendido a ordem pela troca. "Fomos ótimos na corrida", disse o espanhol.

"Brigamos bem próximos pela primeira posição, foi perigoso e, no fim, acho que terminamos com mais espaço entre os carros, sem manobras arriscadas", continuou Alonso, que disse ter visto Massa andar devagar e viu naquele momento sua única chance de passar."Na saída da curva 6, vi Felipe devagar e era minha única oportunidade de passar. Não era capaz de chegar para passar.

É um circuito apertado, principalmente no setor final. Às vezes você é rápido, devagar. Em algumas partes fui mais rápido, em outras, ele foi melhor. É difícil de julgar. Foi um bom resultado para a equipe. Às vezes ganhamos, às vezes perdemos. Temos que nos concentrar

"Por fim, o asturiano elogiou a equipe: "Melhoramos muito o carro. Imeditamente, depois da sexta, ficou competitivo com os ajustes que fizemos. Em alguns circuitos seremos melhores."

Fonte: Tazio

"Nós não temos ordens de equipe", afirma Massa

Brasileiro diz que não venceu, mas resultado foi como se tivesse ganho

Com uma expressão constrangida no rosto, Felipe Massa foi lacônico ao descrever a ordem de equipe recebida da Ferrari para deixar Fernando Alonso passar.

"Acho que não preciso dizer nada sobre isso. Ele me passou. Trabalhamos para a equipe. Isso é o mais importante. Acho que conquistamos, como uma equipe, o máximo possível para esta corrida", disse o brasileiro.

Em português, Massa falou um pouco mais: "Foi uma corrida boa para a equipe. Fiz uma largada e uma primeira parte muito boa com os pneus moles. Sofri com os duros, mas foi um ótimo resultado para a equipe."

"Olhando como a gente sofreu nas últimas corridas, o trabalho feito melhorou bastante. Fico feliz pelo trabalho da equipe. Claro, deveria ter vencido, mas não foi possível, pensando no trabalho como profissional", completou Massa, que dedicou o resultado ao tio Fernando Marins, que morreu durante a semana."

Não foi um primeiro lugar, mas foi como se tivesse sido", ressaltou. "Nós não temos ordens de equipe. Se vc não está conseguindo fazer o melhor, tem que ajudar o time."

Fonte: Tazio

14 de julho de 2010

Vettel: Webber deveria resolver caso internamente

Alemão critica atitude de australiano em reclamar publicamente de equipe

Em entrevista ao jornal alemão "Bild", Sebastian Vettel voltou a mostrar seu descontentamento com a atitude de Mark Webber em protestar publicamente contra algumas atitudes internas da Red Bull, em benefício do alemão.

Na classificação para o GP da Inglaterra no sábado, Webber teve a asa dianteira de seu carro trocada por uma versão antiga, com Vettel, que era o melhor na tabela e havia quebrado sua peça no treino livre, sendo beneficiado pelo time austríaco.

No entanto, Webber ganhou a prova em Silverstone e fez críticas públicas tanto via rádio, após a prova ("Nada mal para um segundo piloto"), quanto na coletiva de imprensa oficial ("Se soubesse que coisas assim aconteceriam, nem teria renovado o contrato").

No mesmo dia, Vettel chegou a mostrar descontentamento com as críticas, que, indiretamente, afetavam sua imagem: "A coisa mais importante é a atmosfera dentro da equipe. Temos um carro muito forte e a única coisa que pode nos parar somos nós mesmos."

Mas, nesta quarta-feira, o alemão disparou que nada disso deveria ter se tornado público, mas, sim, resolvido entre eles. "Fui educado para mostrar respeito um pelo outro", criticou o jovem de 23 anos, que, agora, está atrás de Webber na tabela. "Algumas coisas não pertencem ao público; elas devem ser administradas internamente pela equipe", completou.

Fonte: Tazio