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30 de abril de 2012

Räikkönen diz que não vive em função da F1: “Estou aqui pelas corridas, tenho uma vida real”

Kimi Räikkönen disse que só voltou à F1 apenas pelas corridas e por guiar novamente um carro da categoria. O finlandês revelou estar decepcionado por não ter conseguido vencer o GP do Bahrein

Com exceção dos carros, das corridas e da luta pelas vitórias, Kimi Räikkönen deixou claro que não há nenhum interesse na F1. Autêntico, o finlandês da Lotus, campeão mundial em 2007, retornou à categoria neste ano depois de dois anos correndo no Mundial de Rali. Mas a personalidade do nórdico segue inabalável.

Em breve entrevista ao diário alemão ‘Bild am Sonntag’, o repórter pediu que Kimi tirasse os famosos óculos escuros para dar sequência à série de perguntas. Entretanto, o piloto, de 32 anos, foi sucinto: “Não!”.

Com os óculos escuros, Räikkonen disse que nada, com exceção do aspecto esportivo, é atraente na F1. “Eu só estou aqui pelas corridas. Todas as outas besteiras eu posso ficar sem. Tirando os carros da F1, não estaria lá. A F1 não tem qualquer papel na minha vida pessoal. Eu tenho uma vida real. Acho que para muitas pessoas a sua vida é a F1. Para mim não é”, comentou.

Räikkönen fez uma breve análise de seu desempenho na F1 após as primeiras quatro corridas após seu retorno, mas avisou que não se importa com as críticas, sejam elas positivas ou não. “Não estou indo tão mal. Gosto do que estou fazendo, é o suficiente. Não ligo se alguém diz que estou fazendo bem ou não.”

Kimi, no entanto, deixa claro que a motivação está em alta. Prova disso é a sua decepção com o segundo lugar conquistado no GP do Bahrein, depois de muito pressionar o adversário — e amigo — Sebastian Vettel, que ficou com a vitória em Sakhir. “Ainda assim, é decepcionante quando você está apenas em segundo. Quem sabe a vitória não acontece na próxima corrida”, concluiu.

Fonte: Warm Up

12 de julho de 2011

Räikkönen substituirá Webber na Red Bull, diz jornal alemão


A Red Bull está planejando contratar Kimi Räikkönen como companheiro de equipe de Sebastian Vettel para 2012. Essa é a alegação sensacional do jornal alemão Bild-Zeitung, menos de dois dias depois de Mark Webber ter ignorado ordens da equipe no final do GP da Inglaterra.

Räikkönen, campeão mundial em 2007, saiu da Fórmula 1 no final de 2009, e o chefe da Red Bull, Christian Horner, declarou na segunda-feira: "Acredito que ele deixou a Fórmula 1 para trás".

O Bild disse que o plano de trocar Webber por Räikkönen é "altamente secreto", mas divulgou a informação de uma fonte "do mais alto nível". Vettel continua amigo de Räikkönen, com os dois frequentemente se encontrando na Suíça para jogar badminton. Ao ser questionado recentemente sobre quem seria seu companheiro ideal, o atual campeão respondeu: "Kimi".

O ex-piloto da Ferrari e McLaren teve conversas com a Red Bull no ano passado, e agora "aparentemente mudou de idéia" sobre sua permanência no rally e na NASCAR.

Referindo-se a Webber, o consultor de automobilismo da Red Bull, Helmut Marko, disse ao Bild recentemente: "Nós temos outras opções, mas não quero falar sobre elas agora". O relato também afirmou que Räikkönen declarou a um jornalista finlandês: "Eu nunca disse que minha carreira na Fórmula 1 terminou".


Fonte: AutoRacing

14 de julho de 2010

Vettel: Webber deveria resolver caso internamente

Alemão critica atitude de australiano em reclamar publicamente de equipe

Em entrevista ao jornal alemão "Bild", Sebastian Vettel voltou a mostrar seu descontentamento com a atitude de Mark Webber em protestar publicamente contra algumas atitudes internas da Red Bull, em benefício do alemão.

Na classificação para o GP da Inglaterra no sábado, Webber teve a asa dianteira de seu carro trocada por uma versão antiga, com Vettel, que era o melhor na tabela e havia quebrado sua peça no treino livre, sendo beneficiado pelo time austríaco.

No entanto, Webber ganhou a prova em Silverstone e fez críticas públicas tanto via rádio, após a prova ("Nada mal para um segundo piloto"), quanto na coletiva de imprensa oficial ("Se soubesse que coisas assim aconteceriam, nem teria renovado o contrato").

No mesmo dia, Vettel chegou a mostrar descontentamento com as críticas, que, indiretamente, afetavam sua imagem: "A coisa mais importante é a atmosfera dentro da equipe. Temos um carro muito forte e a única coisa que pode nos parar somos nós mesmos."

Mas, nesta quarta-feira, o alemão disparou que nada disso deveria ter se tornado público, mas, sim, resolvido entre eles. "Fui educado para mostrar respeito um pelo outro", criticou o jovem de 23 anos, que, agora, está atrás de Webber na tabela. "Algumas coisas não pertencem ao público; elas devem ser administradas internamente pela equipe", completou.

Fonte: Tazio

26 de abril de 2010

Mika Hakkinen avalia possibilidade de voltar à F-1 como gerente

O finlandês Mika Hakkinen está considerando a possibilidade de retornar à Fórmula 1 em tempo integral para ser gerente de piloto. Ao apoiar o retorno do seu antigo rival Michael Schumacher, Hakkinen, 41 anos, também admite que ainda sente atração pelo esporte.

“Eu sinto falta de correr todos os dias. Isto está muito perto do meu coração”, disse bicampeão da categoria, que correu na DTM entre 2005 e 2007, depois de se aposentar da Fórmula 1 no final de 2001.

O finlandês disse ao jornal alemão Bild am Sonntag: "Eu voltarei, mas não sei quando ou onde. Eu só sei que eu vou fazer isso de novo”, destacou. “Talvez, eu volte para a F-1 como um gerente”, agregou.

Na verdade, ele também faz parte da empresa de seu próprio gerente Didier Coton do Aces Group, e tem sido associado ao piloto Lewis Hamilton na divisão profissional da McLaren, com seu pai, Anthony.

Fonte: Uol Esportes

27 de janeiro de 2010

Com três anos de contrato, Schumi diz que pode continuar na F-1 após 2013

Aos 41 anos, o alemão Michael Schumacher está prestes a reestrear na Fórmula 1, mas para ele isso é só o começo. O heptacampeão mundial tem contrato de três anos com a Mercedes GP, e não vê problemas em se manter inclusive depois de 2013.

Para o piloto, o contrato de longa duração oferecido pela nova escuderia é um sinal de confiança, e não precisa significar uma data definida para o fim de sua carreira.

“O melhor é que a Mercedes acredita em mim e que temos a chance de ter êxito juntos durante três anos. Mas, depois desses três anos, não tem por que terminar com tudo”, declarou o alemão nesta quarta em entrevista ao jornal Bild.

Schumacher disse ainda que refletiu muito antes de anunciar o retorno pela Mercedes, para ter certeza de que não se tratava de um impulso espontâneo e que teria bases duradouras. Chegou à conclusão de que seu entusiasmo ainda é suficiente para vários anos.

O alemão chegou a anunciar seu retorno já no ano passado, mas apenas para substituir o acidentado Felipe Massa na Ferrari. O que acabou não acontecendo devido às dores no pescoço, que foram consequência de um acidente de moto sofrido por Schumacher.

Fonte: Uol Esportes

6 de janeiro de 2010

Mercedes apresenta seu carro no dia 25, diz jornal

"Bild" diz ainda que novo monoposto se chamará “Mercedes-Petronas RB1”

A Mercedes apresentará seu novo carro no dia 25 de janeiro, seis dias antes do início dos testes da pré-temporada em Valência.

De acordo com o jornal alemão "Bild", o evento será realizado em Stuttgart, na Alemanha, provavelmente no museu da Mercedes-Benz em Unterturkheim.

A publicação afirma, ainda, que o monoposto da Mercedes será chamado de "Mercedes-Petronas RB1", com as iniciais "RB" fazendo alusão a Ross Brawn, principal dirigente da equipe e responsável por levar a Brawn ao topo da categoria em 2009.

A marca alemã, que adquiriu a campeã Brawn no final do último ano, trará de volta à F-1 as famosas "Flechas de Prata". Para tanto, contratou uma dupla de alemães para integrar seu time, composta por Nico Rosberg e ninguém menos que o heptacampeão Michael Schumacher.

O time, no entanto, ainda não decidiu qual piloto conduzirá o monoposto da equipe no primeiro dia de testes, em 1º de fevereiro, no circuito Ricardo Tormo, em Valência.

Fonte: Tazio

22 de dezembro de 2009

Michael Schumacher assina com a Mercedes para voltar à F-1, diz jornal

Segundo o jornal alemão Bild, o heptacampeão mundial de Fórmula 1 Michael Schumacher finalmente acertou o seu retorno à principal categoria do automobilismo mundial para correr pela equipe Mercedes pelo valor de 7 milhões de euros por um ano.

Depois de uma tentativa frustrada de retorno pela equipe Ferrari, pela qual conquistou cinco títulos mundiais, em substituição ao brasileiro Felipe Massa, Schumacher passou mais de um mês em negociação com a equipe que adquiriu a Brawn GP, campeã de pilotos e construtores na temporada 2009.

O alemão não havia retornado à Fórmula 1 devido às dores no pescoço que foram causadas por um acidente em corrida de motos sofrida no mês de fevereiro. Com isso, acabou dando lugar ao italiano Luca Badoer, posteriormente substituído na Ferrari pelo compatriota Giancarlo Fisichella. Em entrevista recente, o presidente ferrarista Luca Di Montezemolo afirmou que não poderia dar um carro para Schumacher em sua equipe que terá o brasileiro Felipe Massa e o espanhol Fernando Alonso na próxima temporada.

Com as saídas do inglês Jenson Button e do brasileiro Rubens Barrichello, a montadora alemã passou a buscar um piloto que pudesse colocar a marca em evidência. A tentativa com o finlandês Kimi Räikkonen fracassou e o campeão de 2007 foi para as provas de rali. Mas Michael Schumacher demonstrou vontade de retornar para acertar com o time alemão.

O principal trunfo da equipe Mercedes para o retorno de Schumacher foi Ross Brawn, chefe da equipe, que trabalhou com o piloto alemão na Benneton entre 1992 e 1995 e na Ferrari entre 1996 e 2006. Brawn foi o estrategista da escuderia italiana nos principais momentos de Michael Schumacher.

A equipe Mercedes deverá ter uma equipe completamente alemã. Além de Michael Schumacher, o alemão Nico Rosberg, que correu pela Williams em 2009, deverá pilotar um dos dois carros da equipe. De acordo com o jornal alemão, a dupla de pilotos deverá ser anunciada pela escuderia em janeiro, mês em que Schumacher, que deverá ter o número 4, poderá testar o novo carro com uma licença que a Mercedes tenta obter junto à Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

A porta-voz de Michael Schumacher, Sabine Kehm, afirmou à BBC que não pode fazer nenhuma declaração sobre o possível acerto com a equipe Mercedes.

Fonte: Uol