20 de setembro de 2011

Vettel chorou após morte de membro da equipe Red Bull


Uma morte dentro da equipe Red Bull aumentou a emoção da vitória de Sebastian Vettel em Monza recentemente.

Após se aproximar quase definitivamente de seu segundo título consecutivo, o alemão chorou no pódio na Itália, cenário de sua primeira vitória há três anos. "Sim, muito emocionante", admitiu ele depois.

Naquele momento, entretanto, Vettel não mencionou que os membros da Red Bull estavam lamentando a recente perda de Erin Pezzella, que, de acordo com o jornal Express de Colônia, perdeu sua batalha contra o câncer durante a semana da corrida de Monza.

Pezzella tinha 31 anos. "Ela estava na equipe há quatro anos", confirmou o chefe da organização, Christian Horner. "Ela perdeu uma luta muito corajosa contra o câncer, e nós gostaríamos de dedicar este resultado à sua memória".


Fonte: AutoRacing

Rumores envolvendo Räikkönen, Sutil e Kubica não são comentados

Uma respeitada revista alemã questionou a pressa da Renault em finalizar sua dupla de pilotos para 2012

O chefe Eric Boullier disse recentemente que quer escolher a formação do próximo ano até o meio de outubro, apesar de Robert Kubica - que não tem um contrato - só estar planejando voltar a pilotar um carro de turismo no próximo mês.

A organização de propriedade da Genii já tem Vitaly Petrov sob contrato para a próxima temporada, enquanto Bruno Senna e Romain Grosjean estão disponíveis para a outra vaga de titular.

A Renault continua sendo uma das poucas equipes atrativas com um cockpit disponível para 2012. Potencialmente disponíveis estarão Jaime Alguersuari, Sebastien Buemi e Daniel Ricciardo (Toro Rosso), além de Adrian Sutil e Nico Hulkenberg (Force India).

Enquanto isso, a Williams ainda não decidiu quem será o companheiro de Pastor Maldonado em 2012, significando que Rubens Barrichello também poderia estar no mercado. Portanto, todos os pilotos buscando um lugar provavelmente irão esperar pela Williams e Renault ao invés de assinar com uma das potenciais alternativas, como Virgin ou HRT.

Então, por que a pressa de Boullier? "Pode-se imaginar que, no meio de outubro, Kubica não poderá dizer definitivamente se estará pronto para correr em 2012. Ao impor um prazo tão rigoroso, o polonês de 26 anos já foi rejeitado?" questionou a Auto Motor und Sport da Alemanha.

Uma alternativa para Kubica pode ser a Williams, apesar de o polonês não ter nenhum patrocínio para acrescentar aos milhões trazidos por seu teórico companheiro Maldonado. Contudo, a organização britânica teria algum dinheiro para gastar se demitisse Barrichello, em meio a relatos de que Kimi Räikkönen recentemente visitou a fábrica em Grove.

Sutil, que poderia transferir o apoio de seu patrocinador pessoal Medion, também vem sendo ligado à Williams. "Não temos nenhum comentário a fazer sobre esse assunto", declarou Claire Williams, porta-voz da Williams, quando lhe pediram a confirmação de que Sutil também teria visitado Grove recentemente.

Fonte: AutoRacing

Vettel prega cautela, mas diz que seria ótimo conquistar título em Cingapura

Cada vez mais perto do bicampeonato, Sebastian Vettel mantém a cautela, mas já fala abertamente sobre a possibilidade cada vez mais real de faturar o título no próximo domingo em Marina Bay

Sebastian Vettel tem grandes de ser o mais jovem piloto da F1 a ser bicampeão do mundo já no próximo fim de semana, quando será disputado o GP de Cingapura, 14ª etapa da temporada, no domingo (25). Ao contrário do que aconteceu em 2010, quando o campeonato foi decidido apenas na última prova do ano, em Abu Dhabi, dessa vez a missão do piloto da Red Bull. Ciente da vantagem estratosférica de 112 pontos que ostenta para o vice-líder, Fernando Alonso, Vettel já admite o título na cidade-estado, mas ainda assim, preferiu manter a famosa cautela.

“Estou em uma posição muito boa”, reconheceu o germânico de 24 anos em entrevista veiculada pelo diário britânico ‘The Telegraph’ nesta terça-feira (20). Apesar de sequer precisar vencer mais no Mundial para faturar o título, Sebastian deixou claro que vai partir para o ataque em Marina Bay.


“Todos meus rivais gostariam de trocar de lugar comigo, e estou seguindo para essa corrida exatamente da mesma maneira como encarei todas as outras, tentando vencer”, comentou, dando a entender que não vai mudar a abordagem agressiva que tem sido a tônica da temporada até o momento.

Vettel, no entanto, voltou a adotar um discurso cauteloso e disse que o campeonato ainda não está em suas mãos. “Ainda não terminou. Você tem de olhar para o ano passado como a melhor prova. Nós não sabíamos [quem seria o campeão] até a última volta da última corrida”, recordou, ao mesmo tempo em que reconheceu que em 2011 o quadro é totalmente distinto. “Claro que neste ano tem sido um pouco diferente, eu tenho uma vantagem, mas ainda há muitas corridas por vir.”

Caso Vettel seja campeão no domingo, o alemão novamente vai celebrar um título em uma corrida noturna. Em 2010, Sebastian deu o primeiro título para a Red Bull em Abu Dhabi, prova que começou no crepúsculo do Oriente Médio, mas terminou durante a noite. Se depender de o piloto taurino, mesmo com a cautela, domingo poderá ser dia de festa.

“Tem sido um ano incrível e seria ótimo vencer no domingo. Mas eu tenho de dar um passo de cada vez e é errado fazer algum plano antes de algo acontecer. Primeiro você precisa vencer”, alertou o número 1 do mundo.

A Red Bull não confirma, mas já armou a festa para o título de Vettel caso o bicampeonato venha mesmo em Cingapura. A equipe encomendou 80 bonés comemorativos com a inscrição ‘2011 world champion’ e reservou o salão de festas do hotel Swissotel Stamford, em Marina Bay, para a celebração.

Para que Vettel seja campeão do mundo no domingo, o alemão precisa vencer e contar com uma combinação de resultados, o que, levando em conta o transcorrer da temporada, é bastante plausível. Para chegar ao bi, Sebastian deve cruzar a linha de chegada na frente e torcer para que Mark Webber ou Jenson Button não passem do terceiro lugar e Alonso termine fora do pódio.


Fonte: Warm up

Hamilton defende estilo agressivo e diz se inspirar em ídolos do passado

Lewis Hamilton afirmou que arriscar um pouco mais na pilotagem é o que faz um piloto ser rápido de outro considerado não tão bom. O inglês também disse que não pretende mudar o estilo

Lewis Hamilton tem sido bastante criticado ao longo da temporada 2011 da F1 por ter se envolvido em uma série de incidentes devido ao estilo agressivo de pilotagem. O inglês, por sua vez, se defendeu ao afirmar que arriscar um pouco mais na condução do carro é o que faz um piloto ser rápido. Além disso, o campeão do mundo de 2008 disse que a inspiração para a pilotagem vem dos competidores do passado da F1.

“Eu acho que os pilotos das antigas corriam mais riscos, eles viviam mais intensamente. Eu adoraria ter vivido nessa época. Eu não sei por que sou assim, mas eu sempre fui desse jeito, sempre do lado mais arriscado. Não que eu coloque os outros em perigo, mas eu estou disposto a arriscar um pouco mais”, declarou o piloto à agência ‘Reuters’.

“Eu acho que a diferença de correr mais riscos é o que separa os pilotos rápidos daqueles que não são tão bons. Você vê que geralmente pilotos mais experientes têm família e podem perder um pouco mais”, acrescentou o piloto da McLaren, afirmando que os atletas ficam mais cautelosos conforme o tempo passa.

Hamilton, aliás, contou que David Coulthard justificou o comportamento mais tranquilo na pista por ter se tornado pai. O atual piloto da McLaren, por outro lado, disse que ainda não tem esse tipo de preocupação.

“David Coulthard me disse uma vez, quando eu era criança, que não arriscava muito porque queria ter certeza de poder ver o filho no dia seguinte. Então ele estava disposto a arriscar menos, então isso é natural. Eu ainda sou jovem, não estou nessa posição e não posso dizer se algo vai mudar quando eu tiver uma família. Ainda falta muito tempo para isso”, comentou.

O britânico rechaçou, ainda, qualquer comparação a Marco Simoncelli, piloto da MotoGP, que ficou famoso em 2011 por conseguir bons resultados em uma equipe satélite ao mesmo tempo em que se envolveu em uma série de acidentes. “Ele é claramente um piloto talentoso para ter chegado aonde está. E ele está lá por pilotar desse jeito, mas eu acho que no esporte a motor tem um fina linha entre ser muito perigoso e colocar a vida de outras pessoas em risco”, disse.

“Esse é um esporte em que você nunca tentar ultrapassar essa linha, mas nós estamos correndo lado a lado a 250 km/h, então algo vai acontecer. As batidas acontecem o tempo todo e algumas pessoas podem se machucar de alguma forma”, continuou o inglês.

Lewis disse, também, que nem todos os pilotos que o criticam são necessariamente bem comportados na pista.“Eu tenho alguns comentários sobre os pilotos que estão me chamando de agressivo, mas repito que é só achar o equilíbrio. Eu não estou aqui para arruinar a corrida de alguém, eu só estou tentando vencê-los e essa é a melhor maneira de se fazer isso”, defendeu-se.

Por fim, o piloto da McLaren argumentou que não pretende mudar o estilo agressivo, embora algumas vezes acabe reconhecendo que tenha passado dos limites. “Se eu estivesse sendo muito agressivo e batesse em alguém, como foi em Mônaco, por exemplo, eu pensaria que estão certos e eu precisasse ser um pouco mais cauteloso, mas eu não iria mudar minha pilotagem completamente, pois essa é a minha vida e eu sou assim”, encerrou.

A má-fase de Hamilton começou logo na segunda etapa do ano, na Malásia, quando se envolveu em um acidente com Fernando Alonso e recebeu uma punição de 20s acrescidos no tempo final. Depois, em Mônaco, o inglês foi punido tanto por ter se acidentado com Felipe Massa quanto por ter empurrado Pastor Maldonado para fora da pista. Ainda no Principado, o piloto da McLaren se envolveu em um grande acidente ao frear para evitar um toque em Trulli, mas sendo atingido por Jaime Alguersuari.

No GP do Canadá, Hamilton tocou no companheiro de equipe, Jenson Button, e foi forçado a abandonar com a suspensão quebrada. Em Hungaroring, o piloto recebeu um novo drive-through por conta de um incidente com Paul Di Resta, além de ter terminado o GP da Bélgica acertando Kamui Kobayashi.


Fonte: Grande Prêmio

16 de setembro de 2011

Räikkönen faz "visita particular" à fábrica da Williams na Inglaterra

Segundo relatos da imprensa finlandesa, Kimi Räikkönen visitou a fábrica da Williams em Grove no início desta semana, alimentando rumores de um possível retorno à F1. Um comunicado da equipe, no entanto, avisa que foi uma visita "particular"

Kimi Räikkönen fez uma visita à fábrica da Williams em Grove no início desta semana, afirma a imprensa finlandesa. A informação, dada pelo canal televisivo MTV3, além dos sites ‘Plaza’ e ‘Sport10’, este da Áustria, reacendeu os rumores de que o campeão mundial de 2007 poderia estar negociando um retorno à F1.

Räikkönen deixou a categoria em 2009 após o fim de seu contrato com a Ferrari, escuderia pela qual conquistou seu único título. Revelado pela Sauber, Kimi também correu pela McLaren antes de chegar à equipe italiana.

De acordo com os relatos, Räikkönen foi guiado pelo presidente da Williams Adam Parr em uma visita às instalações da fábrica em Grove. No entanto, um porta-voz da Williams afirmou, em comunicado liberado nesta sexta-feira (16), que a visita ocorreu “por motivos pessoais”. “Foi uma visita particular, por isso não temos realmente nenhum comentário a fazer”, destacou o porta-voz.

As especulações sobre um possível contrato entre Räikkönen e a Williams vêm no momento em que a equipe renegocia seu vínculo com os pilotos da casa, Pastor Maldonado e Rubens Barrichello. Enquanto Maldonado aparenta ter um posto garantido para a temporada de 2012 devido ao contrato de patrocínio entre o time e a PDVSA, petroleira do governo venezuelano e principal parceira da Williams, Barrichello não está em uma situação tão confortável assim.

O brasileiro ainda está procurando um acordo para competir na próxima temporada. “Gostaria que já tivéssemos acertado um acordo, mas está demorando um pouco mais”, afirmou o veterano ao diário inglês ‘The Sun’. “A equipe está levando todos os fatores em consideração e eles sabem o que posso oferecer”, completou.

Fonte: Grande Prêmio

11 de setembro de 2011

Próximo do bi, Vettel diz: "Lembrei de cada detalhe da primeira vitória"

Sebastian Vettel conquistou sua oitava vitória nesta temporada ao vencer o GP da Itália deste domingo. O piloto destacou que a Red Bull conseguiu espantar a má fase no circuito de Monza e disse que se lembrou de cada detalhe da sua primeira vitória na F1

Sebastian Vettel deu mais um passo rumo ao bicampeonato. O jovem piloto de Heppenheim conquistou sua oitava vitória na temporada neste domingo (11) no GP da Itália. Após a corrida, o alemão destacou que a Red Bull teve dificuldades no circuito de Monza nos últimos dois anos, quando ele ficou fora do pódio.

“Esse circuito dificultou as coisas para nós nos últimos dois anos”, relembrou Vettel, que ficou com a quarta colocação no GP da Itália de 2010 e com a 8ª na prova de 2009.

Vettel partiu da pole-position, a 25ª de sua carreira, mas perdeu a posição para Fernando Alonso ainda na largada. O asturiano, no entanto, não conseguiu segurar o titular da Red Bull por muito tempo e perdeu a posição na chicane antes da primeira Di Lesmo.

“O começo não foi bom, eu não sei de onde o Fernando veio e levou um tempo até eu perceber que eram três carros lado a lado na curva 1”, explicou Sebastian. “Aí na relargada eu consegui passar. Ele não me deu muito espaço, então eu não sei se ele sabia que eu estava daquele lado”, continuou.

Vettel, que conquistou sua primeira vitória na F1 no circuito italiano, ainda pela Toro Rosso em 2008, disse que estava muito emocionado e afirmou ter se lembrado de cada detalhe de sua primeira conquista.

“Este circuito significa muito para mim e foi muito especial. Minha primeira vitória foi aqui, então quando eu cruzei a linha eu me lembrei de cada detalhe”, contou. “O pódio é inacreditável. Você se sente abençoado. A vista é incrível, com todas as pessoas lá embaixo. O carro estava incrível na classificação e ainda melhor hoje. É muito especial para mim vencer aqui”, frisou.

Com o resultado, Vettel chegou aos 284 pontos e pode conquistar o bicampeonato no GP de Cingapura, no próximo dia 25. “Para ser honesto, tem sido um ano incrível até aqui. Progredimos muito como um time, ficamos ainda mais fortes”, afirmou. “Vamos para Cingapura da mesma forma que vamos para todas as corridas passo a passo. Estou ansioso e veremos o que vai acontecer”, encerrou.


Fonte: Grande Prêmio

Senna pontua pela primeira vez na F1 e fala em "estratégia agressiva"

Bruno Senna terminou uma prova de F1 pela primeira vez na zona de pontuação. O piloto da Renault revelou "estratégia agressiva" nas trocas de pneus. Vitaly Petrov, por sua vez, se envolveu em acidente na primeira volta e abandonou a corrida deste domingo

Bruno Senna conquistou seus primeiros pontos na F1 ao terminar o GP da Itália deste domingo (11) na nona colocação, após largar em décimo. O brasileiro, que não pontuou em sua passagem pela Hispania em 2010, tornou-se titular da Renault em Spa-Francorchamps, substituindo Nick Heidfeld. Na Bélgica, foi o 13º colocado.

"A gente foi para uma estratégia agressiva, usou três jogos de pneus macios”, explicou Senna, que optou por largar com compostos médios. “Era arriscado, mas conseguimos fazer funcionar”, avaliou. Bruno entrou nos boxes para colocar pneus macios logo na terceira volta, após perder várias posições por causa da confusão gerada pelo acidente na primeira volta causado por Vitantonio Liuzzi.

Senna, que chegou a ficar na 18ª posição, procurou então fazer uma corrida de recuperação. “Eu estava no lugar errado e na hora errada, fui lá para trás e perdi todo o trabalho que tinha feito na classificação”, lastimou. “Mas hoje foi muito legal, fiz muitas ultrapassagens, também cometi alguns erros que aprendi com”, continuou. “Não foi fácil, foi bem difícil. A corrida é longa, então não adianta ir para cima no começo com muito vigor”, explicou o piloto.

Já o companheiro de equipe de Senna, Vitaly Petrov, não ficou nada satisfeito com o resultado em Monza. O russo foi um dos atingidos por Liuzzi na primeira volta e foi forçado a encerrar prematuramente sua participação na corrida deste domingo.

“Naturalmente, estou muito desapontado com o que aconteceu hoje. Fiz uma largada razoável e, quando estava indo em direção à primeira chicane, a Hispania de Vitantonio veio do nada e me atingiu com força, o que pôs um fim à minha corrida”, lamentou Petrov. “Não há nada que eu podia ter feito para evitar isso”, continuou, frustrado.

Por causa do acidente, que também tirou Nico Rosberg da prova, Liuzzi foi punido e vai perder cinco posições no grid de largada da próxima corrida, em Cingapura. “Estou feliz por não ter me machucado, o impacto foi muito forte e poderia ter acontecido um acidente mais sério”, comentou o piloto. “Desde Spa nos esforçamos muito para melhorar o carro, é uma pena que o trabalho não tenha se traduzido em pontos. Faz parte da corrida, mas acredito que poderíamos ter assegurado um bom resultado”, concluiu.


Fonte: Grande Prêmio

Button exalta duelos, mas lamenta problema na largada em Monza

Depois de ser um dos destaques do GP da Itália ao fazer uma série de ultrapassagens, Jenson Button lamentou ter sido obrigado a fazer essa corrida de recuperação por um erro na largada

Jenson Button foi um dos destaques do GP da Itália, realizado neste domingo (11), ao se envolver em uma série de duelos antes de terminar na segunda colocação. O inglês, no entanto, lamentou ter largado mal caindo de terceiro para sétimo o que o obrigou a fazer uma corrida de recuperação.

“Foi uma corrida muito divertida, duelando com Lewis, Schumacher e Fernando. Foi uma boa corrida, mas não briguei pela vitória, o que foi uma pena. É sempre mais difícil quando você cai para sétimo”, declarou.

O piloto da McLaren afimou, ainda, que por conta do fraco início de prova não pôde brigar com Sebastian Vettel pela vitória. “Eu tive um começo difícil, mas foi divertido e a atmosfera aqui é incrível. Nós temos que fazer as coisas darem certo nos finais de semana para poder desafiar Sebastian. Eu não sei se poderíamos ter feito isso hoje. É uma pena que tivemos uma largada tão ruim. Foi um pequeno problema, mas que custou bastante tempo”, lastimou.

Button também elogiou o trabalho feito pela McLaren nos boxes, que o manteve na briga para chegar ao pódio. “Nós fizemos um grande trabalho nas paradas. É ótimo terminar em segundo, mas você sempre quer mais”, apontou.

O campeão da temporada de 2009 ainda comentou sobre o duelo contra Fernando Alonso. Button disse que a asa móvel, o Kers e a degradação dos pneus Pirelli principalmente no caso do espanhol foram fundamentais para a ultrapassagem.

“É estranho usar a asa móvel. Nós chegamos a um ponto na reta, com a aceleração no máximo. Eu cometi um erro na Ascari, Fernando pôde abrir e eu não pude chegar mais perto, mas com os pneus duros, ele estava tendo problemas com a aderência. Essa é a coisa boa do Kers, você pode alcançar as pessoas caso elas cometam um erro. Foi um momento tenso, mas eu consegui abrir uma distância e pude seguir na corrida”, encerrou.

Fonte: Warm Up

Alonso admite que teria perdido pódio se corrida durasse mais

Após ótima largada, Fernando Alonso terminou o GP da Itália na terceira colocação, atrás de Sebastian Vettel e Jenson Button. "Um grande feito", afirmou o espanhol, que acredita que Lewis Hamilton o teria ultrapassado caso a corrida tivesse mais voltas

Fernando Alonso foi o destaque da largada do GP da Itália deste domingo (11). O espanhol, que largou em quarto, pulou para primeiro logo nos primeiros metros do circuito de Monza, antes da grande confusão iniciada por Vitantonio Liuzzi, que rodou e atingiu Nico Rosberg e Vitaly Petrov.

Com o safety-car na pista, Alonso foi o responsável por ditar o ritmo do pelotão. No entanto, o piloto da Ferrari não foi capaz de manter a dianteira após o reinício da corrida e logo perdeu a posição para Sebastian Vettel, da Red Bull, que chegou a colocar duas rodas fora da pista para conseguir passar à frente do rival.

O ferrarista acabou sendo ultrapassado também por Jenson Button, da McLaren. O inglês se aproveitou da perda de rendimento que Alonso enfrentou após trocar os pneus de sua 150º Italia pelos compostos médios. Em terceiro, Alonso completou o pódio no circuito que é considerado a casa de sua equipe.

“Parabéns a todo o time”, afirmou o piloto. “Foi uma prova bastante disputada e estressante, mas fizemos o melhor trabalho possível”, avaliou. “É um grande feito termos chegado ao pódio”, concluiu Alonso, que agora ocupa a segunda posição no campeonato de pilotos, com 172 pontos. O bicampeão mundial está a 112 pontos do atual líder Vettel.

Quanto à batalha pela liderança com o piloto da Red Bull, Alonso admitiu ter sido agressivo na defesa pela posição. “Não temos nada a perder ao duelar com Sebastian”, apontou. “Ele está liderando o campeonato com uma vantagem de 100 pontos, então quando nos defendemos dele temos que ser mais agressivos”, explicou.

“Fizemos boas largadas nas últimas corridas, mas é muito difícil ultrapassar quando se começa em quinto ou sexto”, ressaltou Alonso, quando perguntado sobre seu bom desempenho nos segundos iniciais do GP da Itália. “Sabíamos que aqui em Monza todos os carros estariam mais ou menos no mesmo ritmo e que havia espaço para ultrapassagens nas primeiras curvas”, completou.

Por outro lado, o espanhol ressaltou que sabia que seria difícil manter a ponta e até um lugar no pódio até o final da corrida. “Se a corrida tivesse mais uma ou duas voltas, provavelmente teríamos perdido o pódio”, disse. “Tivemos sorte que Michael Schumacher e Lewis Hamilton batalharam por tanto tempo. Lewis acabou perdendo 20, 30 segundos nas primeiras voltas, então tive que administrar essa vantagem”, concluiu.


Fonte: Grande Prêmio

Vettel vence oitava do ano e já pode ser campeão na próxima prova

Sebastian Vettel está cada vez mais próximo de ser bicampeão de Fórmula 1

E pela oitava vez em 13 provas da temporada, o lugar mais alto do pódio é de Sebatian Vettel. O alemão chegou a ser ameaçado nas primeiras voltas, mas conseguiu reassumir a ponta e vencer o Grande Prêmio de Monza de Fórmula 1. Com o resultado, o piloto da Red Bull abriu 112 pontos do segundo colocado na classificação, o espanhol Fernando Alonso.

Com um início de prova marcando por um acidente que tirou quatro carros da disputa e Fernando Alonso pulando para a primeira posição, o GP da Itália foi recheado de disputas. A mais emocionante foi entre Schumacher e Hamilton, que ficaram na briga por posições por quase 20 voltas.

Com a saída de Webber, que após toque em Massa perdeu o controle do carro e ficou fora da prova, a vantagem de Vettel no Mundial de Pilotos aumentou ainda mais. O alemão chegou a 284 pontos e tem chances matemáticas de ser campeão na próxima prova, em Cingapura.

Se Vettel vencer a prova asiática, Alonso não subir ao pódio e Webber e Button chegarem no máximo na terceira posição, ele será campeão a cinco provas do fim.

Completaram o pódio Jenson Button em segundo e Fernando Alonso em terceiro. Os brasileiros não conseguiram avançar muito das posições de largada. Felipe Massa foi o sexto colocado e Rubens Barrichello foi 12º. Na segunda prova desde o seu retorno, Bruno Senna conseguiu chegar em nono e pontuar pela primeira vez.

A próxima etapa do Mundial de Fórmula 1 é o Grande Prêmio de Cingapura, no dia 25 de setembro, onde Sebastian Vettel pode comemorar seu bicampeonato antecipado.

Confira o resultado final do Grande Prêmio da Itália:

1. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) - 1h20min46s172
2. Jenson Button (GBR/McLaren-Mercedes) - a 9s590
3. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 16s909
4. Lewis Hamilton (GBR/McLaren-Mercedes) - a 17s417
5. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 32s677
6. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 42s993
7. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari) - a 1 volta
8. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - a 1 volta
9. Bruno Senna (BRA/Lotus-Renault) - a 1 volta
10. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari) - a 1 volta
11. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - a 1 volta
12. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - a 1 volta
13. Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus) - a 2 voltas
14. Jarno Trulli (ITA/Team Lotus) - a 2 voltas
15. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth) - a 2 voltas

Não completaram a prova
Sergio Perez (MEX/Sauber)
Daniel Ricciardo (AUS/Hispania)
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber)
Adrian Sutil (ALE/Force India)
Mark Webber (AUS/Red Bull)
Jerome D'Ambrosio (BEL/Virgin)
Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault)
Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania)

Fonte: Terra

10 de setembro de 2011

Vettel supera Webber no fim e crava melhor tempo; Massa é 3º

Vettel fez a volta mais rápida no treino livre deste sábado, com o tempo de 1min23s170

Parecia que Mark Webber terminaria a terceira sessão de treinos livres para o Grande Prêmio da Itália com o melhor tempo do fim de semana, mas seu companheiro de Red Bull, Sebastian Vettel, voltou a aparecer no fim para "roubar" o protagonismo do australiano. Com 1min23s170, o alemão superou os 1min23s534 de Webber no último minuto, avançando ao treino classificatório marcado para as 9h (de Brasília), novamente, como o mais rápido.

O melhor brasileiro na sessão foi Felipe Massa, que conseguiu o terceiro tempo (1min23s668), superando em quase 0s5 seu companheiro de Ferrari, Fernando Alonso. Bruno Senna também foi o mais rápido de sua escuderia, ficando em 11º, com 1mi24s853. O outro piloto da Lotus Renault, Vitaly Petrov, ficou logo atrás, em 12º. Rubens Barrichello ficou em 15º, marcando 1min25s319.

A dobradinha da Red Bull pôs fim na supremacia da McLaren no fim de semana. O tempo de Lewis Hamilton no primeiro treino de sexta (1min23s865) permaneceu imbatível até os últimos quatro minutos da sessão deste sábado, sendo superado apenas por Massa, Webber, Vettel, Button e pelo próprio Hamilton. No segundo treino de sexta, Vettel foi o mais rápido, mas só com 1min24s010.

No começo do treino, os pilotos entraram com pneus médios, e mesmo assim Vettel fez o segundo melhor tempo do fim de semana, com 1min24s. Nos últimos 25 minutos da sessão, já utilizando compostos macios, os tempos começaram a baixar. Rosberg chegou a fazer 1min23s875, somente 0s01 acima do tempo de Hamilton na sexta.

Faltando menos de cinco minutos para o fim do treino, Massa foi o primeiro a superar a marca da McLaren, fazendo 1min23s668. Mas logo depois Webber fez duas voltas muito rápidas e baixou o tempo do brasileiro em 0s134. Quando parecia que a sessão terminaria sem novas reviravoltas, Vettel mostrou porque lidera o campeonato com folga. Faltando apenas 25 segundos para o término da prática, cravou 1min23s170, 0s364 mais rápido que seu companheiro de equipe.


Confira os tempos da terceira sessão de treinos livres para o GP de Monza:

1. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1mnin23s170
2. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min23s534
3. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min23s668
4. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min23s741
5. Jenson Button (ING/McLaren) - 1min23s787
6. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1min23s875
7. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1min24s114
8. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1min24s133
9. Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1min24s543
10. Paul Di Resta (ESC/Force India) - 1min24s581
11. Bruno Senna (BRA/Lotus Renault) - 1min24s853
12. Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault) - 1min24s889
13. Sergio Perez (MEX/Sauber) - 1min24s948
14. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber) - 1min25s261
15. Rubens Barrichello (BRA/Williams) - 1min25s319
16. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - 1min25s426
17. Sebastien Buemi (FRA/Toro Rosso) - 1min25s439
18. Pastor Maldonado (VEN/Williams) - 1min25s539
19. Jarno Trulli (ITA/Lotus) - 1min27s328
20. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus) - 1min27s491
21. Jerome D''Ambrosio (BEL/Virgin) -1min28s186
22. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania) - 1min28s441
23. Timo Glock (ALE/Virgin) - 1min28s962
24. Daniel Ricciardo (AUS/Hispania) - 1min30s316

Fonte: Terra

9 de setembro de 2011

Vídeo: Fernando Alonso - Test drive especial na Ferrari 458 Spider



Fonte: ferrariworld

Vettel após treino: 'McLarens serão os carros a serem batidos em Monza'

Alemão fez o segundo melhor tempo do dia, atrás apenas de Lewis Hamilton

Após ser o mais rápido no segundo treino livre do GP da Itália, mas não superar o tempo de Lewis Hamilton, melhor do dia, Sebastian Vettel acredita que as McLaren serão os carros a serem batidos em Monza. Vettel marcou 1m24s010 na segunda atividade do dia, 0s15 acima do tempo feito pelo britânico na parte da manhã.

- Parece que as McLaren serão os carros a serem batidos. O resultado de voltas você vê no fim do dia em um pedaço de papel. Mas o carro está bom e não tivemos problemas, por isso estou satisfeito - disse o alemão, reconhecendo, mas minimizando a vantagem da equipe rival.

Líder do campeonato, o piloto da RBR acredita que o modelo de asas traseiras diferentes usadas pelas McLarens podem ter feito a diferença nas atividades desta sexta-feira.

- Obviamente todas (asas traseiras) foram mais ou menos as mesmas, exceto as da McLaren. Vamos ter que dar uma boa olhada e ver quão rápidas são para depois tomarmos uma decisão - completou.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Por ausência na Austrália, Räikkönen é excluído da classificação do WRC

Kimi Räikkönen, e sua equipe, a Ice Racing 1, foram excluídos da classificação de 2011 do WRC por conta da ausência não comunicada do Rali da Austrália. Dessa forma, o nórdico perde os 34 pontos somados, mas ainda assim, pode seguir disputando o Mundial

Kimi Räikkönen foi excluído da classificação de sua segunda temporada como piloto do WRC. O finlandês, campeão mundial de F1 em 2007, foi punido por ter se ausentado do Rali da Austrália, décima etapa do campeonato, que está sendo disputado neste fim de semana em Coffs Harbour. Após reunião entre os comissários da prova, ficou decidido que o nórdico violou o regulamento esportivo do WRC, e por isso, terá de pagar uma multa de € 16.200. Mais do que isso, Räikkönen também perde os 34 pontos somados em 2011.

A equipe de Kimi, a Ice 1 Racing, também foi punida com a exclusão da classificação do campeonato. Por estar classificada como equipe da divisão principal do WRC, a Ice 1 tem de informar à FIA (Federação Internacional de Automobilismo) no início da temporada quais são os ralis que serão disputados ao longo da temporada. Kimi ficou de fora das etapas do México, Argentina e Itália, o que fora avisado com antecedência.

No entanto, a ausência do Rali da Austrália não foi prevista, mas nem o time ou mesmo Kimi avisaram à FIA, violando assim o regulamento esportivo da entidade, que aplicou a punição tanto ao piloto quanto à sua equipe, que conta com o Citroën DS3 de número 8.

“Levando em consideração as disposições do Regulamento Esportivo do FIA WRC em 2011, e especificamente no artigo 7.3.8, os comissários decidiram exigir que a equipe Ice 1 Racing pague a inscrição para o Rali da Austrália de 2011, pagando à FIA multa equivalente ao valor da sua taxa de inscrição, sendo € 16 mil para excluir a Ice 1 da classificação do campeonato”, disse o comunicado escrito pelos comissários da prova.

Apesar da exclusão, Räikkönen poderá voltar ao Mundial para disputar as últimas três etapas do ano (França, Espanha e Grã-Bretanha). Entretanto, o finlandês não poderá mais somar pontos na classificação final do WRC.

De acordo com o site da revista britânica ‘Autosport’, o chefe de equipe da Citroën, Benoit Nogier, aceitou a punição sofrida por Räikkönen na Austrália.


Fonte: Grande Prêmio

Hamilton domina 1º treino livre na Itália; Massa é oitavo


O inglês Lewis Hamilton, da McLaren, foi com uma surpreendente folga o mais rápido no primeiro treino livre para o Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1, realizado na manhã desta sexta-feira no circuito de Monza e marcado pela reação da equipe inglesa.

Vivendo a pior temporada da carreira, como ele próprio admitiu, o campeão mundial de 2008 cravou o tempo de 1min23s865, quase um segundo à frente do companheiro de equipe Jenson Button, segundo colocado e que, a exemplo do compatriota, foi mal no último GP, na Bélgica.

O melhor brasileiro na atividade foi Felipe Massa, da Ferrari, que ficou em oitavo, uma posição atrás do colega de equipe espanhol Fernando Alonso.

Líder disparado da temporada 2011, o alemão Sebastian Vettel, da Red Bull, foi o terceiro mais veloz (1min25s231), seguido pelo colega de equipe australiano Mark Webber. Surpresa do treino, o alemão Adrian Sutil, da Force India, ficou em quinto.

Em relação aos outros dois integrantes brasileiros do grid, Rubens Barrichello conduziu a Williams ao 13º lugar, enquanto Bruno Senna foi apenas o 16º com a Renault.

Depois de tempos bastante lentos de Jerome D'Ambrosio, da Virgin, e Daniel Ricciardo, testador da Hispania, os pilotos tentaram suas voltas rápidas a partir dos 35 minutos de movimentação. Com 41 minutos de teste, o brasileiro Felipe Massa chegou a ficar em terceiro com o tempo de 1min27s464.

A partir dali, então, as Red Bulls de Mark Webber e Sebastian Vettel foram para a pista e rapidamente conseguiram o primeiro e o segundo tempos. Lewis Hamilton, da McLaren, mostrou um bom acerto da equipe britânica e conseguiu o tempo de 1min25s203, melhorando sua marca alguns instantes depois, com 1min24s512.

O polêmico campeão da temporada 2008 foi o único a andar a menos de 1min25s durante a maior parte do treino livre da manhã. A situação só mudou a três minutos do final, quando ele melhorou seu tempo e fez 1min24s127, seguido pelo companheiro de time, Jenson Button, com 1min24s963, os dois únicos com tempos na casa de 1min24s. Após a bandeirada, Lewis ainda tirou mais do carro, com a marca final de 1min23s865.

O segundo treino livre em Monza será realizado ainda nesta sexta, às 9h (de Brasília).

Confira os tempos do treino livre da manhã desta sexta-feira em Monza:

1) Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min23s865
2) Jenson Button (ING/McLaren) - 1min24s786
3) Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min25s231
4) Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min25s459
5) Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1min26s550
6) Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1min26s625
7) Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1min26s647
8) Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min26s676
9) Sergio Perez (MEX/Sauber) - 1min26s694
10) Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - 1min26s696
11) Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1min26s699
12) Nico Hulkenberg (ALE/Force India) - 1min26s826
13) Rubens Barrichello (BRA/Williams) - 1min26s836
14) Kamui Kobayashi (JAP/Sauber) - 1min26s996
15) Pastor Maldonado (VEN/Williams) - 1min27s365
16) Bruno Senna (BRA/Renault) - 1min27s385
17) Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - 1min27s433
18) Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1min27s433
19) Heikki Kovalainen (FIN/Lotus) - 1min29s539
20) Karun Chandhok (IND/Lotus) - 1min30s148
21) Daniel Ricciardo (AUS/Hispania) - 1min30s609
22) Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania) - 1min30s619v

23) Timo Glock (ALE/Marussia Virgin) - 1min31s052
24) Jerome D'Ambrosio (BEL/Marussia Virgin) - 1min31s899

Fonte: Terra

7 de setembro de 2011

Chefe confia em reação e diz que 2011 será último ano frustrante da Ferrari

Stefano Domenicali, chefe da Ferrari, afirmou que 2011 será a "última temporada decepcionante" da equipe italiana e que já está montando uma "estrutura imbatível" para os próximos anos

Stefano Domenicali, chefe da Ferrari, se mostrou convencido de que 2011 é a "última temporada decepcionante" da equipe italiana, acrescentando que o time está formando uma "estrutura imbatível" para os próximos anos.

"Estamos convencidos de que essa será a nossa última temporada decepcionante", garantiu o dirigente, em entrevista ao jornal 'La Repubblica'. "Jean Todt ganhou muito quando esteve à frente da equipe, mas ele teve tempo para construir uma equipe vencedora com um equilíbrio extraordinário. Pretendo fazer o mesmo e estou otimista quanto ao futuro", completou.

"Com todo esse domínio da Red Bull, eu posso até parecer louco, mas estou certo de que vamos montar uma estrutura imbatível e um aviso: não seremos uma equipe de um só homem, seremos uma equipe", afirmou Domenicali, se referindo a Adrian Newey, projetista da rival austríaca e principal responsável pelo carro vencedor do time atual campeão na F1.

"(Fernando) Alonso acredita neste projeto. Ele tem contrato até 2016 e está no auge da carreira. Como vencedor que é ele não quer jogar essa oportunidade fora", acrescentou. "A Ferrari está condenada a vencer. Na nossa história, nunca nos contentamos com o segundo lugar", disse.

A equipe italiana venceu apenas uma corrida nesta temporada, o GP da Inglaterra com Alonso, e está distante da briga pelo título, apesar do terceiro posto do espanhol no Mundial de Pilotos. Ainda assim, Domenicali afirmou que o time continua focado e não vai cometer o erro de concentrar todo o trabalho no momento atual da temporada no projeto do ano que vem.

"Foi um erro que cometemos no passado e que não vamos repetir neste ano. Alguns dos desenvolvimentos atuais podem ser usados no próximo campeonato. O ponto crucial é aprender a fazer isso e entender plenamente o comportamento dos pneus", explicou Stefano, admitindo que foi um choque ver o quanto a Ferrari estava atrás da Red Bull no início do ano, depois da forte pré-temporada que o time italiano fez.

"Foi difícil aceitar, quando chegamos à Austrália, que estávamos 1s4 atrás. Foi inaceitável e chocante. Em fevereiro, achávamos que estava tudo bem, mas descobrimos que não. Tínhamos apenas uma solução superficial sobre os escapamentos, e isso representou um salto imenso para os adversários. Alonso marcou 41 pontos a mais do que no ano passado nas primeiras 12 corridas, mas não é culpa dele se Sebastian Vettel já matou o campeonato. Nós cometemos erros, mas ele tem sido fenomenal", finalizou.


Fonte: Grande Prêmio

Massa espera que temperatura em Monza ajude desempenho da Ferrari

Felipe Massa espera que calor no circuito de Monza ajude a Ferrari a ter um bom desempenho. Brasileiro espera disputar posições com McLaren e Red Bull, mas destaca que Mercedes pode interferir no resultado do GP da Itália

Felipe Massa espera que a temperatura em Monza ajude a Ferrari a ter um bom desempenho no GP da Itália, que acontece neste domingo (11). O brasileiro destacou que o time de Maranello teve dificuldades com os pneus no GP da Bélgica por causa do tempo frio e espera uma prova mais fácil na última corrida europeia da temporada.

“É claro que é um fim de semana importante para nós. Não por ser nossa última chance no ano ou algo assim, mas porque queremos um ótimo resultado para nós, para o time e para todos os fãs”, disse Massa. “Spa não foi fantástica para nós e o tempo frio acentuou nossos problemas com pneus. Este fim de semana nós teremos os mesmos compostos, mas um tempo mais quente”, continuou.

“Monza é nossa última corrida na Europa neste ano e, já que esta temporada não foi tão boa para nós, será ainda mais importante fazer o nosso trabalho com perfeição e conquistar o resultado que nós e os fãs queremos e merecemos”, avaliou.

Com o calor italiano, Massa espera uma Ferrari mais competitiva e acredita que a corrida terá muitas ultrapassagens por causa do layout de Monza. “Acho que veremos muitas ultrapassagens, por causa da pista de alta velocidade e porque teremos duas áreas para utilizar a asa móvel”, explicou.

Felipe acredita que a disputa ficará entre Ferrari, McLaren e Red Bull, mas destacou que a Mercedes já mostrou que é rápida nas retas.

“Neste ponto da temporada, não é difícil prever que Ferrari, McLaren e, claro, Red Bull serão os principais competidores”, afirmou. “No entanto, de todas as equipes, a Mercedes tem possivelmente a melhor velocidade nas retas e, como isso é muito importante neste circuito, eles também podem ter alguma influência no resultado final”, encerrou.


Fonte: Grande Prêmio

Pilotagem agressiva de Hamilton é apoiada pela McLaren, diz engenheiro

De acordo com Philip Prew, engenheiro-chefe de pista da McLaren, não existe intenção, por parte da equipe, de modificar o estilo de pilotagem de Lewis Hamilton

No melhor estilo 'besta ou bestial', expressão imortalizada pelo técnico de futebol Oto Glória nos anos 1960, Lewis Hamilton tem sido muito elogiado e muito criticado a cada atuação neste ano. Com ótimos momentos, como as vitórias em China e Alemanha, e péssimos, como nos incidentes nos quais se meteu no Canadá, o inglês tem sido alvo de análise sobre seu estilo de pilotagem agressivo. Mas, ao menos segundo a McLaren, não existe qualquer intenção de tentar modificá-lo.

O engenheiro-chefe de pista da McLaren, Philip Prew, afirmou à imprensa em um evento virtual da Vodafone, patrocinadora da equipe, que muitos dos problemas nos quais Hamilton tem se envolvido são resultantes do fato de que ficou um pouco frustrado com o que o time lhe ofereceu em 2011. "Lewis vem tendo uma temporada de altos e baixos e é um grande piloto, que venceu corridas neste ano e em todos em que correu pela McLaren. Obviamente, ele chegou à temporada com grandes esperanças de vencer o campeonato. E, claro, vai ser muito difícil conquistar isso a partir daqui. Ele está forçando bastante, o que traz as consequências do alto risco", disse.

Apesar de alguns erros por parte de Hamilton, a postura da McLaren é de apoiar o seu piloto. De acordo com Prew, o momento é de apoiar o seu piloto. "Não vamos pedir a ele para mudar, porque Lewis tem uma pilotagem agressiva e que faz pressão nos adversários. E nós apoiamos isso totalmente", declarou o engenheiro.

Por fim, elogiou o campeão da temporada 2008 e assegurou que Hamilton terá uma temporada melhor em 2012. "Lewis é um cara muito inteligente e um piloto muito bom. Ele vai refletir sobre as dificuldades que teve neste ano e vai voltar mais forte."

Com 146 pontos, Hamilton é o quinto colocado no campeonato, o último entre os que ainda têm chances de lutar pelo título.


Fonte: Warm Up

6 de setembro de 2011

Feliz por estar na F1, Vettel indica que pode parar em "quatro ou cinco anos"

Em entrevista concedida à edição alemã da revista ‘Playboy’, Sebastian Vettel falou um pouco do presente e também do futuro na F1. O alemão disse que correr lhe dá “mais satisfação do que qualquer outra coisa na vida”, mas considera parar depois do fim de seu contrato com a Red Bull

Com apenas 24 anos de idade, Sebastian Vettel está muito perto de ser o piloto mais jovem a ser bicampeão do mundo. E a julgar pela supremacia apresentada pela Red Bull desde 2010, o alemão poderá brigar até mesmo por um pentacampeonato consecutivo repetindo o feito de seu compatriota, Michael Schumacher , já que seu contrato com o time de Milton Keynes foi renovado até 2014. Mas talvez depois desse tempo, antes de completar 30 anos, Sebastian indicou que pode considerar trilhar rumo diferente da F1 na carreira.

Em entrevista concedida à edição alemã da ‘Playboy’, o atual líder do Mundial, que já foi apontado até mesmo como futuro piloto da Ferrari depois do fim do seu contrato com a Red Bull, disse que não está preocupado e nem faz planos para seu futuro, apesar de sinalizar para uma aposentadoria em tempo não muito distante de 2014.

“Meu contrato é até lá, então não estou muito preocupado com isso agora”, declarou Vettel. “Talvez em quatro ou cinco anos eu não sinta mais desejo pela F1 e queira fazer algo diferente. No momento, não posso imaginar isso, mas você nunca deve dizer nunca”, acrescentou.

Ao contrário do que prevê para seu futuro em relação à F1, no momento Sebastian vive um caso de amor com a categoria. “A sensação que eu tenho quando estou correndo é que isso é muito divertido e me dá mais satisfação do que qualquer outra coisa na vida.”

“Você desprende muita força do seu corpo quando você pisa no freio ou vira o volante, seu cérebro grita: ‘Pare, isso é impossível!’. Mas então o carro mostra que isso pode ser feito”, comentou o exultante piloto, que neste fim de semana volta a Monza, palco de sua primeira vitória na F1, ainda em 2008, quando ainda corrida pela Toro Rosso.

A reportagem da ‘Playboy’ registrou que Vettel tem hábitos simples, apesar de receber salário milionário como piloto. A edição escreveu que entre suas diversões, quando está longe das competições, estão a coleção de DVDs e também um ônibus da Volkswagen. Ao ser questionado quanto ao ônibus, o campeão do mundo explicou a preferência e revelou simplicidade. “Porque você pode fazer tudo com ele. Você pode ligar um freezer no acendedor de cigarros. Não há nada em que eu precise gastar muito dinheiro”, concluiu.


Fonte: Grande Prêmio

5 de setembro de 2011

Chefe da Ferrari vê apenas Alonso e Schumacher como líderes na atual F1

Stefano Domenicali disse que Sebastian Vettel está próximo, mas ainda não pode ser considerado um líder e capaz de ajudar sua equipe a crescer. O chefe de equipe da Ferrari entende que, apesar dos bons resultados, a Red Bull está longe de dominar a categoria

Michael Schumacher e Fernando Alonso são os dois pilotos mais vitoriosos da F1 atual e juntos somam nove títulos mundiais. No entanto, muito mais do que o histórico vencedor de ambos, destaca-se também a capacidade de ajudar e desenvolver uma equipe, como fez o alemão pela Ferrari tirando o time de Maranello de um jejum de 21 anos sem título. O mesmo exemplo aplica-se ao asturiano, que levou a Renault à conquista de dois Mundiais e agora tenta repetir o feito pela esquadra italiana.

Stefano Domenicali, chefe de equipe da Ferrari, conheceu de perto o trabalho de Schumacher e também de Alonso e, em entrevista ao diário alemão ‘Bild am Sonntag’, não teve dúvidas e disse que apenas os dois podem ser considerados líderes no grid atual da F1. Quanto a Sebastian Vettel, que caminha a passos largos para o bicampeonato em 2011, o dirigente italiano entende que ainda falta muito para chegar ao patamar de Fernando e também do heptacampeão.

“Realmente só existem dois, e eles são Alonso e Schumacher. Não vejo outros. Vettel ainda não é um líder. Ele está no caminho, mas não é como Michael e Fernando. Ele ainda é muito jovem e lhe falta experiência”, declarou.

O comandante da Ferrari vê muitas semelhanças entre Schumacher e Alonso. “Ambos estão lutando como leões para levar suas equipes para a ponta. Eles cuidam de detalhes que outros sequer dão importância. Sebastian está chegando perto, mas agora só há dois.”

Apesar da notória capacidade que Schumacher tem para trazer a equipe consigo e desenvolvê-la, como aconteceu na Ferrari e também na Benetton nos anos 90, o alemão tem enfrentado dificuldades em sua nova jornada, agora pela Mercedes, e ainda não venceu no retorno à F1. Mas o dirigente entende que Michael está em bom momento, e o crédito pelos resultados discretos devem ir todos para o time alemão.

“Ele está guiando em um nível bastante elevado, a Mercedes não é boa o bastante. Se Michael estivesse na Red Bull ou na Ferrari, ele provavelmente teria vencido corridas nesses dois últimos anos”, comentou.

Questionado pela publicação se considera Vettel como alternativa para a equipe no futuro, Domenicali se esquivou. “É muito cedo para dizer. Depende de como as coisas vão se desenvolver nos próximos anos. Atualmente nós não precisamos de um líder. Em algum momento, podemos [precisar], e dessa forma, Sebastian é um candidato. Como eu disse, não há muitos”, salientou o italiano.

Por fim, Stefano entende que, mesmo com o atual domínio da Red Bull, os taurinos ainda têm de percorrer longo caminho para se consolidar como um time de sucesso e de história na F1.

“Bem, com todo o respeito, eles têm um título e nós temos 16, então, se a Red Bull fizer metade do que nós fizemos, então talvez nós mudemos de ideia. A questão é quem tem a melhor base. Não sei se o que tem acontecido na Red Bull tem sido por causa de uma ou duas boas pessoas. Estamos construindo uma nova Ferrari. E então, vamos começar um grande período”, encerrou Domenicali.


Fonte: Grande Prêmio