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7 de maio de 2010

Heidfeld, chefe da GPDA, admite que é improvável que haja uma divisão no Q1 em Mônaco

Nick Heidfeld admitiu nesta sexta que é improvável que a Q1 da classificação será dividida para o GP de Mônaco, no próximo fim de semana.

Alguns pilotos sugeriram a divisão para prevenir o tráfego caótico de 24 carros - alguns com ritmo vastamente diferente - todos circulando no curto e sinuoso circuito dentro de um curto espaço de 20 minutos.

Mas Charlie Whiting, da FIA, disse aos pilotos durante seu briefing pré-corrida em Barcelona que uma mudança de regras desse tipo teria de ser proposta por unanimidade pelas equipes.

"Desta forma, esperamos que as equipes vão se juntar e fazer uma proposta," disse o piloto reserva da Mercedes e novo presidente da Associação de Pilotos de Grandes Prêmios (GPDA), Nick Heidfeld, à Motorsport-Magazin.com.

"Espero que dê certo, mas sinceramente, acho que dentro de uma semana será um pouco difícil," admitiu o alemão.

Fonte: F1 Complete
Tradução: Fran

12 de abril de 2010

Agora diretor, Massa ajuda a trazer Schumi de volta à Associação de pilotos

O heptacampeão mundial Michael Schumacher voltou atrás e resolveu integrar a GPDA (Associação dos Pilotos de Fórmula 1). No mês passado, o astro da Mercedes disse que não tinha intenção de reintegrar a associação da qual chegou a ser diretor antes de se “aposentar” após a temporada de 2006.

Porém, Schumacher mudou de ideia e decidiu voltar à GPDA. “Depois que ele se aposentou, os pilotos mais novos assumiram o trabalho com sucesso, e no início Michael hesitou porque não queria se envolver novamente. Ele sempre apoiou o trabalho da GPDA nos vários anos em que foi diretor”, disse um representante do heptacampeão.

E foi o brasileiro Felipe Massa, que assumiu um cargo na diretoria da entidade durante o GP da Austrália deste ano, quem ajudou a trazer Schumacher de volta à GPDA. “Mas após pensar e discutir o assunto, principalmente com Felipe Massa, ele reconsiderou essa decisão inicial e será um membro silencioso”, continuou o representante de Schumacher.

No mês passado, o alemão chegou a dizer que não voltaria à associação. “Não acho que eles precisam de mim. Como não estou aqui por muito tempo, só por um tempo determinado, não acho que devo me envolver. O pessoal fez um bom trabalho durante esses três anos em que estive fora”, disse Schumacher.

No entanto, algumas especulações diziam que o verdadeiro motivo do veterano não voltar à associação seria um desentendimento com o então presidente da GPDA, Pedro de la Rosa, da Sauber. Em 2006, o espanhol chegou a deixar a entidade em protesto após o polêmico episódio protagonizado por Schumacher na classificação do GP de Mônaco daquela temporada.

Na ocasião, o alemão tinha o melhor tempo do treino e vinha em sua última volta rápida quando “errou” e parou seu carro no grampo da curva Rascasse, bloqueando a pista e impedindo que seu maior rival, Fernando Alonso, melhorasse seu tempo. Os comissários entenderam que a manobra foi deliberada e Schumacher perdeu a pole e teve de largar em último.

Mas, durante o GP da Austrália deste ano, De la Rosa foi substituído na presidência da GPDA. O alemão Nick Heidfeld, reserva da Mercedes, assumiu o cargo. Normalmente, o escolhido para comandar a entidade é um piloto de testes, e De la Rosa é titular da Sauber este ano. Felipe Massa e Sebastian Vettel foram eleitos diretores.

Fonte: Uol Esportes

6 de abril de 2010

Schumacher volta à fazer parte de Associação

Piloto se associou à GPDA durante o fim de semana do GP da Malásia

Sabine Kehm, porta voz de Michael Schumacher, confirmou nesta terça-feira que o piloto da Mercedes voltou à fazer parte da GPDA (Associação dos Pilotos de Grande Prêmio, em inglês). O heptacampeão mundial se associou durante o fim de semana do GP da Malásia.

Há um mês, Kehm tinha anunciado que o piloto alemão não iria voltar para a GPDA porque achava que "no momento ele queria que outros, que tinham tomado conta da associação nos últimos anos, continuassem".

Porém, rumores davam conta que o real motivo para a negativa era o fato da presidência da Associação estar nas mãos de Pedro de la Rosa, que causou um mal estar com Schumacher depois de protestar pela manobra em que o piloto alemão bloqueou Alonso durante a classificação do GP de Mônaco de 2006.

Coincidência ou não, De la Rosa, piloto titular da Sauber em 2010, foi substituído na presidência da GPDA durante o GP da Austrália por Nick Heidfeld, reserva da Mercedes. É praxe que o gerente da associação seja um piloto de testes da categoria.

Felipe Massa e Sebastian Vettel, ambos próximos de Schumacher fora das pistas, também assumiram postos na GPDA como diretores.

Fonte: Tazio

1 de abril de 2010

FIA proíbe times de posicionarem retrovisores nas laterais dos carros

Segundo a "Autosport", todos os espelhos deverão ficar nos cockpits. Pilotos reclamaram no Bahrein que foram atrapalhados por colegas que mal viam o que estava acontecendo atrás

A FIA decidiu proibir as equipes de posicionarem os espelhos retrovisores nas laterais de seus carros, segundo informações do site da revista inglesa “Autosport”. A partir do GP da China, daqui a duas semanas, os retrovisores deverão ficar no cockpit do piloto.

Muitas equipes fizeram seus modelos com a base dos espelhos retrovisores fixada sob os radiadores dos bólidos, por razões aerodinâmicas. A tática é mais evidente na F10 da Ferrari e no RB6 da Red Bull.

Depois do GP da Austrália, muitos pilotos reclamaram à FIA sobre os problemas de segurança causados pela colocação dos espelhos. Muitos competidores foram bloqueados durante os treinos por causa da fraca visibilidade dos adversários daqueles que estão vindo atrás.

Pedro de la Rosa, ex-presidente da GPDA (Associação dos Pilotos da F1), acostumado a tomar a iniciativa em questões como essa, fez várias reclamações a respeito dos problemas enfrentados pelos pilotos em Melbourne.

“Todos têm problemas com os espelhos. A verdade é que os retrovisores nas laterais [do carro] te dão uma pequena visão do que está acontecendo atrás e balançam muito, então você vê pouco”, disse o espanhol.

“Se você não tem um monte de informações via rádio, então você tem um problema. Você consegue ver quando tem um carro bem atrás, mas quando está 2 segundos atrás, não tem a menor ideia de onde esteja. Isso é um problema desde quando colocaram os espelhos nas laterais”, continuou o piloto da BMW Sauber.

Porém, Felipe Massa representa o outro lado. Com um carro que utiliza esse recurso, o brasileiro falou que está satisfeito com o design de seu modelo. “Não tenho problemas com a minha visibilidade”, comentou.

“Se é a mesma [visibilidade], prefiro manter como está, mas vamos ver como vai ser. Espero não perder nada mudando retrovisores de um lugar para o outro”, finalizou o representante da Ferrari.

Fonte: Warm Up

26 de março de 2010

Heidfeld é nomeado novo presidente da GPDA após reunião em Melbourne

Além da nomeação de Nick Heidfeld, Sebastian Vettel e Felipe Massa também foram eleitos como membros da diretoria da associação de pilotos

Nick Heidfeld foi nomeado presidente da GPDA (Associação dos Pilotos de F1) após reunião realizada em Melbourne, de acordo com o site da revista “Autosport” desta sexta-feira (26). Durante o encontro, foi decidido também que Fernando Alonso e Mark Webber serão substituídos no cargo de diretores por Sebastian Vettel e Felipe Massa.

O piloto reserva da Mercedes vai suceder Pedro de la Rosa, já que o espanhol quer dedicar-se exclusivamente a seu retorno à F1 pela BMW Sauber. Não está claro, no entanto, se a nomeação de Heidfeld tem alguma relação com o compatriota e colega de equipe Michael Schumacher, que recentemente afirmou ser melhor ficar de fora da GPDA, deixando a associação nas mãos de outros pilotos.

“Os caras tem feito um bom trabalho há três anos. Eu não acho que eles precisam de mim,” entendeu o heptacampeão. “E como eu não estou aqui para o futuro a longo prazo, apenas por um tempo limitado, acho que não deveria me envolver,” encerrou Schumacher.

Fonte: Warm Up

17 de março de 2010

Por briga com De la Rosa, Schumi recusa voltar à Associação dos Pilotos

Michael Schumacher não vai reintegrar a GPDA (Associação dos Pilotos de Fórmula 1) em seu retorno à categoria. De acordo com o jornal alemão Bild Zeitung, o heptacampeão mundial é um dos poucos do grid que não fazem parte da entidade que trabalha principalmente pela segurança dos pilotos.

A empresária de Schumacher, Sabine Khem, explicou a escolha do alemão, que foi uma das figuras centrais no trabalho da GPDA após a morte de Ayrton Senna em 1994. “Michael ainda apoia o trabalho da GPDA, mas não sabe se vai se reintegrar. Afinal, ele foi um líder nessa área por muitos anos. Agora ele quer que os outros, que assumiram a causa nos últimos tempos, continuem esse trabalho”, disse a porta-voz do heptacampeão.

Com um salário de 21 milhões de euros em 2010 (R$ 51 milhões), o piloto da Mercedes não teria problemas para pagar os 2 mil euros de inscrição, nem os 500 euros para cada ponto que fizer no campeonato.

Por isso, o verdadeiro motivo de não reintegrar a associação seria um desentendimento do piloto de 41 anos com o atual presidente da GPDA, Pedro de la Rosa, da Sauber. Em 2006, o espanhol chegou a deixar a entidade em protesto após o polêmico episódio protagonizado por Schumacher na classificação do GP de Mônaco daquela temporada.

Na ocasião, o alemão tinha o melhor tempo do treino e vinha em sua última volta rápida quando “errou” e parou seu carro no grampo da curva Rascasse, bloqueando a pista e impedindo que seu maior rival, Fernando Alonso, melhorasse seu tempo. Os comissários entenderam que a manobra foi deliberada e Schumacher perdeu a pole e teve de largar em último.

A GPDA chegou a se reunir no Bahrein para discutir a permanência de Pedro de la Rosa no comando da entidade, mas a reunião teve de acabar mais cedo e a discussão foi adiada para o próximo GP, em Melbourne.

Fonte: Uol Esportes