14 de abril de 2011

Alonso admite que Vettel está "fora do alcance" neste início de Mundial

Fernando Alonso reconheceu a superioridade de Sebastian Vettel neste início de temporada, mas ressaltou que a Ferrari mostrou melhoras em Sepang, principalmente no ritmo de corrida

Fernando Alonso reconheceu que Sebastian Vettel está fora do alcance neste momento do Mundial de F1. O espanhol da Ferrari afirmou que, mesmo confiante na melhora que a Ferrari apresentou em Sepang, é praticamente impossível chegar no alemão da Red Bull agora.

Vettel venceu as duas primeiras corridas do ano, enquanto a melhor colocação da Ferrari foi o quarto lugar de Alonso na Austrália. “Como já tínhamos visto na Austrália e na Malásia, nosso ritmo de corrida foi muito melhor do que na classificação”, declarou Alonso ao site da Ferrari.

“Em Sepang, tanto eu quanto Felipe (Massa) estávamos correndo com um ritmo bom o suficiente para chegar ao pódio, o que foi uma indicação importante. Obviamente, eu gostaria de lutar sempre pela vitória, mas, no momento, a Red Bull de Vettel está fora do alcance”, admitiu.

Alonso afirmou que ficou um pouco decepcionado por não ter terminado no pódio na Malásia, frisando que a posição seria ótima para o ânimo do time. “Infelizmente, as coisas não funcionam do jeito que queremos, e pagamos um preço muito elevado pela falha no sistema que aciona a asa traseira móvel.”

Para a etapa de Xangai, que acontece neste fim de semana, a Ferrari terá algumas atualizações, incluindo uma nova asa dianteira. “Nosso objetivo neste GP é semelhante ao da Malásia, ou seja, fazer o melhor na classificação e tentar explorar qualquer oportunidade que aparecer no nosso caminho durante a corrida”, finalizou.

Fonte: Warm Up

10 de abril de 2011

Alonso e Hamilton sofrem punições após a corrida

Espanhol da Ferrari não perde posições, mas inglês da McLaren cai para oitavo

A direção de prova anunciou pouco depois do GP da Malásia que Fernando Alonso e Lewis Hamilton foram punidos em 20 segundos.

Os dois pilotos duelavam pela terceira posição a 10 voltas do final.

O espanhol foi penalizado por ter causado o toque na roda traseira do inglês quando tentava o ultrapassar. Ele acabou com a asa dianteira quebrada.

Já Hamilton foi punido porque mudou de direção mais de uma vez na reta quando se defendia do piloto da Ferrari.

Alonso não perdeu nenhuma posição, mas Hamilton caiu de sétimo para oitavo. Kamui Kobayashi herda a posição do inglês.


Fonte: Tazio

Vettel lidera de ponta a ponta e Renault vai ao pódio

Button termina em segundo e pódio é completado por Nick Heidfeld

Sebastian Vettel foi o único dos pilotos a ter feito uma corrida estável, sem grandes riscos. O alemão liderou do início ao fim para vencer pela segunda vez na temporada.

A largada contou com a ousadia dos dois pilotos da Renault. Nick Heidfeld encontrou uma brecha na briga com as Ferraris e pulou de 6º para 2º. Vitaly Petrov foi de 8º para 5º.


Apesar das oscilações durante a prova, Heidfeld conseguiu passar Lewis Hamilton a quatro voltas do fim e ficou com a última vaga no pódio. Hamilton parou quatro vezes para troca de pneus e fez apenas a primeira perna com compostos macios, o que fez com que ele ficasse mais lento que os demais em boa parte da prova. O piloto da McLaren terminou em sétimo após largar em segundo.

Na ponta, Mark Webber começou mal. Fez a pior largada, caindo de 3º para 10º, e o pior início de prova dentre os primeiros colocados. Conseguiu se recuperar e cruzou a linha de chegada em quarto.


Assim como no classificatório, o grande temor das equipes não se concretizou: o GP da Malásia aconteceu com pista seca. No máximo, uma chuva fraca que durou poucas voltas.


GP da Malásia - Resultado da prova:

1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 56 voltas
2°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 3s2
3°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), a 25s0
4°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 26s3
5°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 36s9
6°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 37s2
7°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 49s9
8°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 1min06s4
9°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1min24s8
10°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1min31s5
11°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1 volta
12°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1 volta

13°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
14°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
15°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), a 1 volta
16°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), a 2 voltas


17°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), Abandonou
18°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), Abandonou
19°. Jérome D'Ambrosio (BEL/Virgin-Cosworth), Abandonou
20°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), Abandonou
21°. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), Abandonou
22°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), Abandonou
23°. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) Abandonou
24°. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), Abandonou


Fonte: Tazio

9 de abril de 2011

Pessimista, Massa afirma: 'Teremos de fazer uma corrida mais defensiva'

Após sétimo lugar no grid, brasileiro lamenta mau desempenho da Ferrari

Sétimo colocado no grid do GP da Malásia, Felipe Massa não escondeu a decepção com o mau desempenho da Ferrari no treino classificatório. O brasileiro lamentou largar tão atrás, mas encontrou um consolo pelo resultado ruim neste sábado: largar do lado limpo da pista, assim como Alonso, que sai em quinto.

- Definitivamente, não foi um treino classificatório tranquilo, especialmente se olharmos para os tempos dos quatro primeiros colocados. Lutamos com os outros, mas claramente, comparados aos melhores, teremos de fazer uma corrida mais defensiva no domingo. O quinto lugar era o melhor que poderíamos esperar no sábado, mas não consegui chegar lá porque não fiz uma volta perfeita. Pelo menos vou sair do lado limpo da pista - diz Massa.

O brasileiro acha que, com pista seca, as equipes serão obrigadas a fazer três ou quatro paradas nos boxes. Para ele, o grande problema da Ferrari na Malásia é a falta de pressão aerodinâmica.

- Do ponto de vista da estratégia, se ficar seco, podemos esperar três ou quatro pit stops. Se chover realmente, tudo pode acontecer e teremos de ficar alertas para qualquer eventualidade. Sabemos que precisamos de mais pressão aerodinâmica. Estamos trabalhando nisso, mas só conseguiremos lutar pelas primeiras posições quando evoluirmos neste aspecto.


Fonte: Globo

Vettel atribui pole do GP da Malásia ao uso do Kers no carro da Red Bull

Sebastian Vettel conquistou a 17ª pole de sua carreira neste sábado em Sepang. O piloto da Red Bull disse que o Kers foi fundamental para conseguir tempo suficiente para bater Lewis Hamilton e assegurar a posição de honra no grid

Apenas 0s104 separam os tempos de volta de Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, pole-position e segundo colocado no grid para o GP da Malásia. O atual campeão da Red Bull conquistou a 17ª pole de sua carreira nos segundos finais da classificação deste sábado (9) em Sepang e atribuiu a marca ao Kers do RB7. O piloto afirmou que sem o sistema de recuperação de energia cinética, nem ele, tampouco Mark Webber, o terceiro colocado, estariam na entrevista destinada aos três primeiros do grid.

Questinoado se o Kers desempenhou papel fundamental no seu rendimento em Sepang, Vettel não hesitou. “Eu diria que sim, definitivamente foi um fim de semana desafiador até à classificação”, afirmou o dono do carro de número 1.

O alemão comentou o rendimento do RB7 durante o fim de semana. Ao contrário do companheiro Webber, sempre entre os dois primeiros nos treinos livres, Sebastian foi mais discreto. Entretanto, o piloto deixou claro que sempre teve consciência do potencial do bólido no circuito asiático. “Eu fiquei feliz com o carro, mas nós jamais chegamos a um ritmo tão bom quanto esperávamos ontem e também nessa manhã, sabíamos o que tínhamos no carro, o principal era acreditar nele.”

Se a Red Bull já era forte sem o Kers, como aconteceu na Austrália há duas semanas, os taurinos são ainda competitivos com a bateria instalada perto do motor Renault. Vettel elogiou o trabalho desempenhado pelos funcionários da equipe que desenvolveram a peça, antes, apontada como ‘calcanhar de Aquiles’ do carro projetado por Adrian Newey.

“Fomos criticados da última vez por não correr com ele [o Kers] (na Austrália), viemos até aqui e resolvemos boa parte dos nossos problemas, e acho que se nós não o tivéssemos hoje, então nós não estaríamos aqui, nós dois. Então foi uma grande conquista, parabéns a esses caras. Trabalhamos juntos por isso e estamos satisfeitos”, congratulou.

Por fim, o germânico disse que não houve problema algum no carro que respondesse à pequena margem perante Hamilton, bem diferente do que aconteceu na definição do grid do GP da Austrália. “Não havia nenhum problema com o carro, nada quebrou. Só não foi bom, não fizemos as voltas que nós queríamos. Tivemos um pouco de tráfego, cometi erros, então, as coisas não vão bem. Mas agora, o foco está no amanhã”, concluiu. Fonte:

Grande Prêmio

Hamilton evita falar em decepção e vê McLaren mais perto da Red Bull

Segundo colocado no grid para o GP da Malásia, Lewis Hamilton destacou a melhora da McLaren com relação à rival Red Bull

Foi por muito pouco que Lewis Hamilton não desbancou a supremacia da Red Bull em classificações, mas mesmo perdendo a pole-position na classificação deste sábado (9) para o GP da Malásia, o inglês evitou falar em decepção. Hamilton preferiu destacar a aproximação da McLaren em Sepang, se dizendo orgulhoso pelo trabalho.

“Eu não acho que devemos ficar decepcionados. Nós fizemos um trabalho fantástico para estar acima da Red Bull”, declarou Hamilton na coletiva de imprensa após a formação do grid. “Estou orgulhoso por receber algumas peças novas este fim de semana, podemos ficar felizes com isso. Eu gostaria de estar na pole, mas esses caras ainda têm ligeira vantagem”, completou, referindo-se a Sebastian Vettel e Mark Webber.

“Temos diminuído a distância um pouco, pelo o que temos visto aqui. A volta não foi tão perfeita, tenho de melhorar isso”. Hamilton admitiu, em seguida, que já esperava por uma revanche da rival austríaca na classificação depois de ter liderado o último treino livre.

“A gente sempre espera que eles possam ter um pouco nas mãos, especialmente na última parte, na qual eles tendem a tirar algo da cartola e forçar o ritmo no final do Q3. Na minha volta, perdemos um pouco de tempo em uma curva, por isso não posso estar muito decepcionado”, concluiu.

Fonte: Grande Prêmio

Desanimado, Alonso revela o ponto fraco: 'Carro não é rápido o bastante'

Espanhol, no entanto, confia em um pódio na corrida de domingo na Malásia

Após o quinto lugar no grid do GP da Malásia,Fernando Alonso admitiu que a Ferrari precisa melhorar rapidamente para poder lutar por vitórias em breve. O espanhol chegou em um distante quarto lugar na Austrália, abertura da temporada 2011 e ficou quase um segundo atrás do pole Sebastian Vettel neste sábado. Ele disse que seu carro não é rápido o bastante.

- Os pneus são os mesmos para todos, por isso não acho que eles sejam um problema. O carro não é rápido o bastante. Atualmente, a aerodinâmica corresponde a 90% do desempenho do carro, por isso acho que esta é uma área em que precisamos fazer análises melhores. Alguém está fazendo um trabalho melhor no momento. Infelizmente não fomos velozes na Austrália e aqui de novo. Espero uma corrida difícil, mas vamos ver. É marcar o máximo de pontos - diz Alonso.

Apesar disso, o bicampeão da Fórmula 1 disse que está calmo com a situação atual da Ferrari. Alonso lembrou que o campeonato é muito longo e que a equipe ainda pode reagir.

- Estou muito otimista com as chances no campeonato. Acho que é uma temporada longa, com muitas corridas e tudo pode acontecer. No ano passado, tivemos dificuldades em algumas provs, como na Turquia, onde fiquei fora da superpole. Só que, uma semana depois, estava brigando pela pole em Mônaco. Precisamos estar concentrados. Temos de melhorar nas próximas corridas porque não somos rápidos o bastante no momento.

Alonso admitiu que não esperava estar tão bem no grid de largada. O espanhol disse que espera chegar no pódio na corrida deste domingo, no circuito de Sepang.

- Estávamos esperando mais problemas, talvez, e uma posição pior na classificação. Ficar em quinto, largar no lado limpo e com a corrida à frente é bom. Acho que, se terminarmos a corrida, estaremos no pódio.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Red Bull na frente: Vettel faz a pole do GP da Malásia

A briga entre Red Bull e McLaren foi apertada. Hamilton larga em segundo

Contrariando as preocupações, não choveu durante o treino classificatório para o GP da Malásia. A pista permaneceu seca com temperatura por volta dos 40ºC, a temperatura do ar ficou em torno de 30ºC.

Sebastian Vettel ficou com a pole position depois de uma disputa acirrada com as McLarens tanto de Jenson Button quanto de Lewis Hamilton. A dúvida que pairava no ar durante o treino classificatório era sobre quem estaria de fato escondendo o jogo.

O treino começou às 5h da manhã no horário de Brasília, com grande expectativa em torno desta disputa.


GP da Malásia - Grid de largada:

1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1min34s870
2°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 0s104
3°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 0s309
4°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 0s330
5°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 0s932
6°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), a 1s254
7°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1s381
8°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 1s454
9°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1s939
10°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 1s950
11°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), 1min37s035
12°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), 1min37s160
13°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), 1min37s347
14°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), 1min37s370
15°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), 1min37s496
16°. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), 1min37s528
17°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), 1min37s593
18°. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), 1min38s276
19°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), 1min38s645
20°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), 1min38s791
21°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), 1min40s648
22°. Jérome D'Ambrosio (BEL/Virgin-Cosworth), 1min41s001
23°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), 1min41s549
24°. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) 1min42s574

*107% do tempo do Q1: 1min43s516


Fonte: Tazio

7 de abril de 2011

Para Schumacher, chuva traria ares de loteria para GP da Malásia

Experiente, o heptacampeão disse que a maioria dos pilotos ainda não conhece os pneus de pista molhada

Experiente, o heptacampeão mundial Michael Schumacher crê que a esperada chuva na Malásia torne o GP local, que acontece neste domingo, uma “loteria”. Nesta quinta-feira, choveu forte em Kuala Lumpur, sede da corrida, e os pilotos já esperam ter de correr em pista molhada no fim de semana.

“Chega a corrida e você tem de tomar decisões, e nisso há um pouco de loteria. É difícil em termos de preparação porque eu não corri em pista molhada durante o inverno”, disse Schumacher, piloto da Mercedes, referindo-se aos testes de pré-temporada.

“Tivemos pista molhada em Barcelona, mas estava tão molhada que eu não consegui correr. Será uma experiência interessante se acontecer pela primeira vez no fim de semana. Eu não conheço as diferenças dos pneus intermediários para os de pista molhada, e este será o caso da maioria dos pilotos”, completou.

Schumacher também disse que, em caso de chuva muito forte, começar a prova com Safety Car na pista pode ser uma boa opção.


Fonte: Warm Up

Para Alonso, chuva tornará o fim de semana mais estressante

Espanhol da Ferrari espera que temperaturas mais altas na Malásia ajudem a Ferrari a ter melhor ritmo

Nesta quinta-feira, choveu na Malásia enquanto o espanhol Fernando Alonso falava com a imprensa pela primeira vez no local. De acordo com o piloto da Ferrari, este pode ser um fator que aumentaria ainda mais o trabalho das equipes até domingo.

“A chuva vai tornar o fim de semana mais estressante. Você precisa estar pronto para todas as eventualidades, e seria útil se surgisse na sexta a oportunidade de testar os pneus de pista molhada e os intermediários. Informações que colheremos depois de ver como esses pneus funcionam em altas temperaturas serão úteis, já que não fizemos isso nos testes de inverno”, disse Alonso.

O ferrarista evitou colocar nos pneus a culpa pelo mal desempenho da equipe na estreia. No GP da Austrália, Alonso foi o quarto colocado, enquanto seu companheiro, o brasileiro Felipe Massa, ficou em oitavo. “Se seu carro funciona corretamente, então ele tem de ser bom com pneus macios ou duros, em condições frias e quentes. Talvez o fato da corrida ter sido num dia mais quente tenha algo a ver com o fato de que nós tivemos um ritmo melhor domingo do que no sábado”, opinou o espanhol, que voltou a negar que a estreia da Ferrari tenha sido desastrosa.

“Fiquei em quarto, à frente de Button e Webber. Se quisermos melhorar para chegar ao pódio, teremos de fazer um trabalho melhor”, completou.


Fonte: Grande Prêmio

6 de abril de 2011

Alonso garante que ainda "há muita coisa por vir" na Ferrari este ano

Fernando Alonso afirmou que a Ferrari tem potencial para conseguir um resultado melhor na Malásia, destacando que é inútil fazer previsões para este fim de semana

Fernando Alonso está certo de que o GP da Austrália não mostrou o verdadeiro ritmo da Ferrari, afirmando que ainda há muita coisa por vir na equipe nesta temporada. O espanhol voltou a falar que o resultado em Melbourne não foi nenhum desastre, mas que a equipe pode melhorar ainda mais na Malásia, que recebe a segunda etapa da F1 neste fim de semana.

“Nós sabemos que temos de melhorar nosso desempenho, mas estamos cientes de que, no final, o resultado da corrida na Austrália não foi um desastre”, declarou Alonso no site da Ferrari. “Teremos algumas atualizações menores no carro, nada muito significativo, que possa ser a chave para darmos um salto em termos de desempenho”, salientou.

“Acredito que temos de ficar concentrados no nosso trabalho para entender como tirar todo o potencial do 150º Italia, e tenho certeza de que há muita coisa por vir. Antes de conseguir isso, é inútil fazer previsões sobre como o fim de semana vai ser. Nós apenas temos de enfrentar um dia de cada vez”, acrescentou o asturiano.

Em seguida, Alonso falou sobre as condições climáticas de Sepang, reconhecendo que a incerteza sobre o tempo é sempre uma preocupação a mais para as equipes. “O fato de o clima poder mudar tão rapidamente torna o trabalho de preparação mais estressante.”

“Você precisa estar preparado para qualquer eventualidade. Não é apenas um problema para nós, pilotos, mas afeta toda a equipe. Em alguns casos, você precisa estar preparado com um plano B ou C, ou até talvez um D, pensando em todos os cenários”, finalizou.

Fonte: Grande Prêmio

Räikkönen completa bateria de testes da Truck com Toyota em Gresham

Kimi Raikkonen deu suas primeiras voltas a bordo de um carro da Truck Series, um Toyota Tundra da equipe de Kyle Busch, no oval de meia-milha de Gresham, em Jefferson, na Geórgia


Antes da estreia oficial na Truck Series, em 20 de maio, no tradicional circuito oval de Charlotte, Kimi Räikkönen deu suas primeiras
voltas com um carro da categoria no começo desta semana no oval de meia-milha de Gresham, na Geórgia. O finlandês guiou um Toyota Tundra sem qualquer inscrição de patrocínio entre segunda (4) e terça-feira e teve sua primeira oportunidade de conhecer o trabalho da equipe de Kyle Busch.

Os testes ocorreram com portões fechados, e nem mesmo a imprensa teve acesso aos dados como tempo de volta, por exemplo. No entanto, de acordo com fontes da revista ‘Autosport’, Kimi correu desde a metade da manhã de segunda junto com seu novo patrão, que também completou algumas voltas em Gresham. Já na terça-feira, Räikkönen dividiu os boxes da equipe com o norte-americano Brian Ickler, que fez sua estreia na Truck Series em 2010.

Kyle Busch declarou à publicação no último sábado (2) em Martinsville que não há outros testes agendados para Räikkönen até que o piloto faça sua estreia em Charlotte no próximo mês. O piloto da Nascar também não confirmou oficialmente a quantidade de provas que o campeão mundial de F1 fará pela Truck Series em 2011. Kimi vai aproveitar a ausência no Rali da Itália e no Rali da Argentina para se preparar para seu debute no automobilismo norte-americano.

Fonte: Warm Up

5 de abril de 2011

Massa preocupado com excesso de ultrapassagens

Acionamento da asa móvel nas duas retas de Sepang pode facilitar demais a vida dos pilotos

Em se tratando de Fórmula 1, ouvir alguém dizer que está preocupado com o "excesso de ultrapassagens" é no mínimo curioso. Ultrapassagens não têm sido o forte da era atual.

Mas foi exatamente o que o brasileiro Felipe Massa fez ao comentar, em seu blog no site da Ferrari, o uso da asa móvel no GP da Malásia.

A FIA ainda não anunciou em quais setores da pista de Sepang o dispositivo poderá ser acionado e Massa justificou sua preocupação: "Pessoalmente, eu não tenho certeza se permitir o uso nas duas retas é a melhor opção porque eu acho que isso pode fazer com que ultrapassar seja fácil demais. Você tem que encontrar o equilíbrio entre dar chances de ultrapassagem e ter isso acontecendo em excesso".

"Em Sepang, uma reta se segue à outra e, se você estiver mais rápido que o carro da frente, pode nem tentar passá-lo na primeira reta, preocupando-se apenas em se aproximar o máximo possível para fazer a manobra na reta seguinte", completou.

Massa falou novamente sobre o descontentamento da Ferrari com o resultado na abertura da temporada, na Austrália, e frisou que as condições da Malásia são tão diferentes de Albert Park que certamente o desempenho será diferente.

Há preocupação também com o desempenho do carro com pneus de chuva: "É bem provável que tenhamos aquelas chuvas de fim de tarde e eu só testei um dia com os novos pneus na chuva, ou seja, não tenho como prever exatamente o comportamento dos pneus nestas condições", disse Massa. E completou: "O segredo em Sepang é estar pronto para tudo".

O ferrarista disse ainda que gostaria muito de poder ter um bom resultado no GP da Malásia para que pudesse dedicá-lo a Gustavo Sondermann, morto em acidente durante a etapa da Copa Montana no domingo.


Fonte: Tazio

Acordo de Räikkönen na Nascar prevê pagamento de US$ 100 mil por corrida

De acordo com o jornal canadense 'Rue Frontenac', Kimi Räikkönen vai precisar pagar US$ 100 mil dólares a Kyle Busch toda vez que disputar uma etapa da Truck Series

O acordo entre Kimi Räikkönen e Kyle Busch, que trouxe o finlandês para a Nascar, tem uma cláusula principal: toda vez que o ex-piloto de F1 disputar uma corrida terá que pagar US$ 100 mil para o patrão, é o que revela o jornal canadense ‘Rue Frontenac’. Em troca, Busch deverá oferecer equipamento de qualidade para o novo contratado.

A publicação explica que esse tipo de negócio foi inspirado na contratação de Jacques Villeneuve pela extinta equipe de Bill Davis, em 2007. Para atrair possíveis patrocinadores visando correr Nascar no ano seguinte, o canadense primeiro participou de sete etapas na Truck Series, ostentando as cores do Unicef. Na ocasião, entretanto, a tática não deu certo e Villeneuve abandonou a categoria americana depois de apenas duas etapas no ano seguinte.

O periódico diz ainda que Räikkönen deve participar de três a cinco etapas em 2011 sendo que a estreia está marcada para o dia 20 de maio, em Charlotte com o objetivo de atrair investidores para disputar a Nationwide ou até mesmo a divisão principal já em 2012.

Antes de fechar com Kyle Busch, o jornal afirmou que o próprio finlandês bateu de porta em porta nas equipes da Truck Series, mas que optou pelo time do piloto da Sprint Cup. “Raikkonen tentou arrumar uma vaga em um grande número de equipes, mas nós ganhamos a guerra”, afirmou o piloto do carro número 18.


Fonte: Grande Prêmio

Chefe da RBR garante: seria difícil ter Vettel e Hamilton na mesma equipe

Christian Horner afirma que, como companheiros, pilotos causariam o mesmo tipo de tensão ocorrida entre Hamilton e Alonso, na McLaren

O chefão da RBR, Christian Horner, voltou a minimizar as chances da equipe austríaca contratar Lewis Hamilton, da McLaren. Desta vez, o dirigente não economizou nas palavras e disse que seria um desastre colocar o britânico e Sebastian Vettel no mesmo time. Para Horner, tornar os pilotos companheiros de equipe causaria o mesmo tipo de tensão ocorrida entre Hamilton e Fernando Alonso, na época em que o espanhol corria pela McLaren, em 2007.

- É difícil ver como você poderia ter dois pilotos do calibre de Lewis e Sebastian sob um mesmo teto. Há uma tendência a "fogos de artifício", como vimos com Alonso e Lewis. Então, nós estamos muito felizes com a dupla que temos e vamos ver como as coisas evoluem - garantiu Horner.

No mês passado, o chefe da RBR já havia dito que não pensa em mudar sua dupla de pilotos. Nesta terça-feira, questionado novamente sobre uma nova formação, explicou que Hamilton e Vettel estão em estágios muito próximos de suas carreiras, enquanto a atual dupla de pilotos da escuderia, Vettel e Webber, apresentam padrões diferentes e se complementam.

- Você tem uma diferença de 11 anos de experiência entre Vettel e Webber, e essa diferença de vida é muito valiosa - afirmou Horner à revista inglesa "Autosport".


Fonte: GLOBOESPORTE.COM

2 de abril de 2011

Truck Series: equipe de Kyle Busch anuncia contratação de Räikkönen

Kimi Räikkönen irá disputar pelo menos três corridas da temporada 2011 da Truck Series pela equipe de Kyle Busch. O ex-piloto de F1 será companheiro do patrão e estreia no dia 20 de maio


A equipe de Kyle Busch na Nascar Truck Series anunciou neste sábado (2) a contratação de Kimi Räikkönen para a temporada 2011 da categoria. O finlandês irá disputar algumas provas ao longo do ano e tem a estreia marcada para o dia 20 de maio, em Charlotte, quando será companheiro de equipe do próprio patrão.

Busch se disse muito empolgado em ter sido escolhido pelo ex-piloto da Ferrari para fazer as primeiras etapas na Nascar. “Nós estamos honrados em ver que Kimi Räikkönen, um campeão mundial de F1, escolheu a KBM para iniciar a carreira na Nascar”, declarou.

O americano acrescentou dizendo estar comprometido em ajudar Kimi na transição para os carros de turismo. “Adicionar um dos mais talentosos pilotos do mundo é continuar a construir um time capaz de vencer corridas e campeonatos e eu estou pronto para ajudar Kimi na transição para a Nascar tanto como dono de equipe quanto como companheiro”, afirmou.

O campeão da temporada 2007 da F1 explicou que o fato de Busch ser um dos melhores da categoria o motivou a acertar com o time do piloto na Truck Series. “Eu estou realmente animado em ter a oportunidade de iniciar minha aventura na Nascar pela equipe de Kyle Busch. Ele é um dos melhores na Nascar e poder aprender com o conhecimento dele será fundamental na minha transição para essa nova forma de correr”, revelou.

Normalmente contido, Kimi não poupou elogios ao novo patrão. “Ele montou um experiente time capaz de construir trucks muito rápidos. Eu não vejo a hora de poder fazer parte desse time que já se mostrou um vencedor dentro e fora das pistas”, exaltou.

Räikkönen deve participar de pelo menos três etapas em 2011, correndo sempre pela equipe de Busch. Ao mesmo tempo, o finlandês segue competindo no WRC, onde deverá pular as etapas do Rali da Sardenha e do Rali da Argentina, conforme já havia anunciado no início do ano. A equipe Ice1, do próprio Kimi, segue apenas no rali, enquanto Foster Gillett, especulado como um eventual parceiro do piloto, não foi mencionado pelo time de Kyle Busch.

Fonte: Prêmio

1 de abril de 2011

Vídeo: Kimi Räikkönen Comercial para a Marlboro em 2008



Fonte: Anelise30

Nascar: Räikkönen testa por equipe de Busch na segunda-feira, diz revista

Kimi Räikkönen vai testar pela equipe de Kyle Busch da Nascar Truck Series, no oval de Gresham, nesta segunda-feira (4), diz a revista inglesa 'Autosport'

Kimi Räikkönen irá ter o primeiro contato com o equipamento da Nascar Truck Series em um teste na próxima segunda-feira (4), na pista de Gresham, diz a revista inglesa ‘Autosport’. O finlandês vai participar de um treino privado pilotando um dos trucks da equipe de Kyle Busch.

O americano, que está em Martinsville para a disputa da sexta etapa da temporada da Sprint Cup, se disse bastante animado com o número cada vez maior de pilotos deixando a F1 para tentar a carreira na Nascar, assim como fez Juan Pablo Montoya, Scott Speed e Nelsinho Piquet.

“Eu penso que esses caras da F1, ou, melhor dizendo, que competiram nos monopostos, estarem tentando correr na Nascar é fantástico. Isso dá à Nascar uma presença no mundo todo. Todo mundo pensa que a F1 é o campeonato mundial. Eu acho que a Nascar, grande como ela é, tem um monte de pilotos querendo saber como se sairiam correndo aqui”, afirmou.

Sem confirmar se a equipe do finlandês – a Ice1 – terá algum tipo de aliança técnica com o próprio time, Busch desejou sorte ao ex-piloto de F1 na transição para os Estados Unidos. “Eu acho fantástico e espero que ele consiga fazer as coisas funcionarem da maneira que quiser, para que ele possa vir aqui e correr na Truck Series, ou onde tiver vontade”, declarou.

O americano opinou ainda sobre a decisão de Kimi Räikkönen em estrear em Charlotte, que é considerada uma pista mais difícil que Daytona ou Talladega, onde, geralmente, os debutes acontecem. “Eu vejo que a maioria dos times está localizada na região de Charlotte, então deve ser mais fácil para ele começar lá. Provavelmente uma rota mais barata para fazer a primeira corrida”, explicou.

Busch levantou ainda a possibilidade de que a questão logística também tenha influenciado na decisão sobre onde estrear. “Eu acho que muito provavelmente tenha a ver com o calendário em torno das competições de rali. Eu não sei o quão ocupado esses caras são, pois não presto tanta atenção assim no rali, mas talvez essa seja a única oportunidade dele. Eu não sei”, acrescentou.

A etapa de Charlotte da Nascar Truck Series está marcada para o dia 20 de maio, no final de semana da corrida da Nascar All Star, e acontece entra as etapas do Rali da Sardenha e do Rali da Argentina, do WRC. Entretanto, o finlandês já havia anunciado que não iria participar dessas etapas mesmo antes de acertar com o turismo americano.

Fonte: Grande Prêmio

Hamilton crê que diferenças entre carros serão mais claras na Malásia

Lewis Hamilton declarou seu amor ao circuito de Sepang e elogiou as características do traçado. O britânico, vice-líder do Mundial de Pilotos, entende que o GP da Malásia vai evidenciar o real potencial dos carros

De acordo com Lewis Hamilton, o GP da Malásia representa o primeiro parâmetro real de comparação entre o nível de rendimento dos carros na temporada 2011 da F1. Atual vice-líder do Mundial de Pilotos, o britânico exaltou as características do traçado de Sepang e declarou seu amor pelo circuito asiático.

“Sepang é um circuito que eu amo demais. É grande, rápido e amplo, com algumas curvas de alta velocidade, onde você pode buscar bastante tempo se você tiver um carro capaz de funcionar em toda sua plenitude”, comentou Lewis ao site oficial da McLaren.

O piloto acredita que a equipe de Woking pode andar novamente entre os primeiros em Sepang após realizar boa corrida na Austrália, etapa de abertura do Mundial de F1. Hamilton crê também que o nível verdadeiro dos competidores ficará evidente na etapa malaia da temporada, que será realizada no próximo domingo (10).

“Depois do ritmo que nós mostramos em Melbourne, acho que nós podemos ter outra boa corrida na Malásia”, declarou o dono da McLaren de número 3. “Albert Park é uma grande pista, mas é em um circuito como Sepang onde as diferenças entre os carros começarão a ser mais claras”, salientou Lewis, que por conta das características do circuito, aposta na importância dos novos dispositivos adotados pela F1 para ganho de velocidade, sobretudo, na definição do grid de largada.

“Estou realmente ansioso para usar o Kers e o sistema de redução de arrasto (asa traseira móvel). Acho que ambos os sistemas vão deixar os carros sensacionais, especialmente na classificação”, falou o campeão mundial de 2008.

Por fim, Hamilton comentou sobre o problema no novo assoalho da McLaren durante o GP da Austrália, que praticamente o tirou da luta pela vitória contra Sebastian Vettel. “A equipe estudou a falha no assoalho em Melbourne. Parece que a ligação entre o protetor e o chassi foi danificada, e o dano deixou o fim da corrida muito complicado”, explicou.


Fonte: Grande Prêmio

Massa se preocupa com ritmo e diz que Ferrari tem muito trabalho a fazer

O ritmo da Ferrari no GP da Austrália preocupou Felipe Massa, sétimo colocado na corrida de abertura do Mundial após a desclassificação da dupla da Sauber, Sergio Pérez e Kamui Kobayashi

Quase uma semana após a realização do GP da Austrália, prova que abriu a temporada 2011 da F1, Felipe Massa voltou a falar sobre sua decepção com o ritmo da Ferrari em Albert Park. A escuderia de Maranello ficou longe de apresentar bom rendimento em Albert Park e foi facilmente superada por Red Bull e McLaren, tendo de se contentar com o quarto lugar de Fernando Alonso e o sétimo após a desclassificação da dupla da Sauber do brasileiro. Preocupado, Felipe pediu atenção máxima e muito trabalho para que seu time encontre as razões que expliquem o fraco desempenho no último domingo (27).

“O GP da Austrália não foi da maneira como eu e a equipe esperavávamos, não fomos tão competitivos quanto pensamos que seríamos com base nos testes de inverno”, lamentou o dono da Ferrari de número 6 em seu blog no site do time italiano. “Se há uma lição para tirarmos depois da abertura da temporada na Austrália é que temos muito trabalho a fazer. Precisamos urgentemente descobrir o que aconteceu na Austrália, entender o que fizemos e o que as outras equipes fizeram”, alertou o paulista.

“Nós não viemos [para a Malásia] com muitos pontos como pensávamos que poderíamos ter marcado na primeira corrida, então, nós temos de voltar onde queremos estar na próxima corrida”, acrescentou Massa.

Felipe acredita muito no potencial do 150º Italia e deu a entender que o carro esteve irreconhecível na Austrália. “Nosso carro é melhor do que pareceu em Melbourne e é difícil explicar a razão pela qual nós falhamos por não corresponder, por isso, temos de chegar à Malásia com o carro que nós construímos, não o carro que corremos no último fim de semana.

” Durante a postagem em seu blog, o brasileiro deixou claro que ficou impressionado com o ritmo da Red Bull na primeira prova do Mundial, embora reconheça que a McLaren também evoluiu em relação à pré-temporada. Massa exaltou o desempenho de Sebastian Vettel, que foi supremo no circuito de Albert Park.

“Respondi várias vezes durante o último fim de semana sobre o que mais me surpreendeu, o ritmo da Red Bull ou da McLaren. A resposta é que fiquei mais surpreso com a Red Bull, porque o que Vettel fez na classificação foi muito impressionante. A verdade é que a McLaren pareceu ter dado um passo em frente, mas a Red Bull está realmente muito à frente de todo mundo”, observou o piloto da Ferrari.


Fonte: Warm Up