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14 de abril de 2012

Alonso, nono colocado, mostra preocupação com rivais de trás

Espanhol diz que treino representa posição da Ferrari, mas alerta para Lotus e Red Bull

Fernando Alonso acredita que o resultado obtido no treino classificatório para o GP da China, em Xangai, reflete a atual posição da Ferrari.

O espanhol, líder do Mundial, garantiu a nona posição no grid de largada para a terceira etapa da temporada. Enquanto isso, seu companheiro de equipe, Felipe Massa, foi eliminado na segunda fase do treino e assegurou o 12º lugar.

“A posição foi parecida com o que obtivemos na Malásia”, comparou o bicampeão mundial, que largou em oitavo antes de vencer em Sepang. “Essa é mais ou menos nossa posição em classificações. Na corrida, normalmente melhoramos em ritmo.”

Contudo, Alonso se mostrou alerta com dois rivais que considera mais forte para as corridas: Romain Grosjean, da Lotus, e Sebastian Vettel, da Red Bull. O francês não marcou tempos no Q2, enquanto o atual campeão mundial declarou “não ter sido rápido o suficiente”.

“É verdade que há, atrás de nós, gente que é mais rápida, como Grosjean e Vettel. Mesmo que tentemos fazer ultrapassagens, o pessoal de trás está mais rápido que nós”, disse Alonso.

Mesmo que o alemão tenha sofrido durante o treino classificatório, Alonso não descarta o rival na luta por boas posições no domingo.

“A Red Bull, neste ano, não está mais um segundo à frente de todos, então as classificações e a corrida são mais difíceis”, analisou. “É preciso fazer tudo de maneira perfeita, já que um erro pode te deixar fora do Q3. Talvez este tenha sido o caso. Mas isso não significa que eles não possam fazer uma corrida fantástica. Ele [Vettel] largará em 11º tendo poupado um jogo de pneus novos. Vamos ver.”

Ainda assim, Alonso aponta as favoritas usuais para disputarem novamente o título em 2012. “No momento, temos visto algumas surpresas. A Williams foi muito rápida na Austrália, enquanto a Sauber tem feito um trabalho fantástico neste início de ano.”

“Mas acho que, no final das contas, para lutar pelo campeonato, apenas as equipes de ponta estarão lá. Elas têm a estrutura, o orçamento e a experiência de lutar pelo título. Então, acho que Red Bull, McLaren, Mercedes e, tomara, a Ferrari, estarão na luta.”

Apesar de citar a Ferrari, o espanhol reconhece que o time tem um longo caminho pela frente no trabalho de evolução do F2012. “Acho que o campeonato é a meta para a Ferrari todos os anos por causa de sua história, de sua paixão por vencer. Mas, obviamente, não somos estúpidos.”

“Sabemos que estamos bem atrás e que precisamos trabalhar. Um segundo é uma diferença grande a ser recuperada, mas o carro tem alguns grandes problemas em termos de aerodinâmica. Isso dá o otimismo de que possamos melhorar – talvez não um segundo, mas muito tempo, caso acertemos algumas coisas.”

“Esta é a prioridade. Uma vez que estivermos felizes com o carro, veremos qual é a diferença. No momento, ela é muito grande porque o carro não funciona.”


Fonte: Tazio

28 de outubro de 2011

Higiene vira preocupação na Índia; pilotos usam desinfetantes e até uísque

Por higiene, Bruno Senna leva um frasco de desinfetante sempre que cumprimenta alguém

Enquanto os indianos aguardam para ver pela primeira vez um Grande Prêmio de Fórmula 1 em seu país, os pilotos que farão a festa criam formas cada dia mais originais para se prevenir de possíveis doenças relacionadas à higiene. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, além de não comerem fora, alguns corredores têm escovado os dentes com uísque e até tomado banhos com esparadrapo na boca para evitar qualquer contato com a água corrente da região onde ocorre a prova.

Um dos casos mais curiosos é o de Bruno Senna. Preocupado com a possibilidade de contrair uma gastroenterite, comum em regiões com notória falta de higiene, o piloto da Lotus tem levado um frasco de desinfetante para ser usado toda vez que cumprimenta alguém, ação descrita pelo próprio ao jornal como paranóica, porém necessária.

O caso não é nem de longe uma exceção entre corredores e equipes no país asiático. Segundo a Folha de S. Paulo, o campeão da temporada, Sebastian Vettel, tem feito bochechos com uísque após escovar os dentes, enquanto Rubens Barrichello, menos radical, utiliza água mineral engarrafada para a prática, também temeroso com o conteúdo que vem dos canos indianos.


No meio do nada

Naturalmente, certos preconceitos, nascidos de histórias relativas aos hábitos do país com população mais de seis vezes superior à brasileira - são cerca de 1 bilhão e 200 milhões de habitantes -, colaboraram para a exagerada precaução de pilotos e equipes. Mas o autódromo Buddh International Circuit, construído em uma área isolada, localizada a 50 km da capital Nova Délhi - 1h30 de viagem devido à precariedade da estrada que liga a cidade ao circuito -, fez aumentar ainda mais essa concepção em relação ao país por parte dos envolvidos da Fórmula 1.

Tão logo chegou ao escritório cedido a ela para a semana, funcionários da Williams se depararam com uma surpresa. Uma família composta por seis pessoas - quatro delas crianças - havia feito do local moradia e precisou ser removida para que o espaço fosse usado conforme o inicialmente previsto pela equipe, de acordo com a Folha de S. Paulo. Ainda segundo o mesmo periódico, um forte cheiro de fezes exala da torre de controle do GP, já que, durante sua construção, os trabalhadores precisaram fazer suas necessidades no local por não terem banheiros disponíveis para isso.

Além da falta de higiene e dos contrastes do abismo social em que a população se encontra, o fato de ter sido construído em uma área isolada ainda rende aos profissionais envolvidos com o GP algumas situações no mínimo inusitadas. Segundo o site Autosport, na quinta-feira um morcego invadiu a sala de imprensa e causou apreensão dos presentes, que só ficaram aliviados quando funcionários o colocaram para fora. Também não é incomum a presença de ratos nos arredores do circuito.

A vida selvagem e a cultura local também têm impressionado os profissionais da velocidade. Rubens Barrichello, por exemplo, afirmou ao Estado de S. Paulo que, em sua primeira noite no país, acordou com um estranho barulho vindo da área externa do hotel. Logo constatou: era um elefante.

Apesar das peculiaridades, o chefe da Mercedes, Ross Brawn, defendeu a continuidade da prova no circuito. Em entrevista ao site Autosport, o dirigente disse que no próximo ano haverá uma melhora em todos os aspectos relativos à corrida.

Fonte: Terra

7 de maio de 2011

Hamilton é 4° e admite preocupação com melhor ritmo da Mercedes

Lewis Hamilton admitiu preocupação com o melhor ritmo apresentada pela Mercedes em Istambul e crê em uma largada para se aproximar dos carros da Red Bull

Lewis Hamilton não escondeu a preocupação em ver a Mercedes de Nico Rosberg à sua frente no grid de largada. O alemão vai largar neste domingo em Istambul na terceira posição, enquanto o inglês da McLaren obteve o quarto posto. Hamilton ainda afirmou que, embora largue do lado mais sujo na pista, aposta em um início forte de corrida para alcançar a Red Bull, dona da primeira fila na Turquia.

"Nós vamos começar o GP do lado mais sujo da pista, e esse será o meu maior desafio. Aliás, todo ano aqui eu largo desse lado", brincou o britânico. "A Mercedes e a Ferrari estão em um ritmo muito bom aqui. E parece que vai ser difícil ultrapassar a Mercedes neste circuito, porque eles estão muito rápidos de reta. Definitivamente, precisamos ir para a briga e tentar buscar o máximo possível de posições para não deixar a Red Bull escapar", disse.

"Para amanhã, não temos um jogo extra de pneus novos, mas você nunca sabe que tempo vai fazer. Então, vamos torcer para fazer uma boa largada e conseguir um forte início de corrida. Será uma prova longa e creio que cheia de oportunidades para as ultrapassagens", completou.

Fonte: Grande Prêmio

1 de março de 2011

Vettel e Sutil exibem preocupação com rápido desgaste dos pneus Pirelli

Sebastian Vettel previu que por conta do rápido desgaste dos novos pneus da Pirelli, os carros podem ser mais de 10s mais lentos que o normal, enquanto Adrian Sutil apostou em várias trocas de pneus durante uma corrida

O desgaste acentuado dos novos pneus da Pirelli, percebido nos primeiros testes da pré-temporada da F1 em fevereiro, na Espanha tem preocupado muitos pilotos da categoria. O coro de insatisfação com os compostos italianos foi reforçado por Sebastian Vettel e Adrian Sutil, faltando menos de um mês para a abertura da temporada de 2011 em Melbourne, na Austrália.

“O problema é que eles se desgastam muito rapidamente”, observou o atual campeão mundial em entrevista à emissora austríaca de TV Servus. “Por volta da volta 16 ou 17, eles já estão caindo aos pedaços”, acrescentou o alemão, apostando que o desempenho dos carros pode cair para 10s ou mais por conta do desgaste dos novos pneus durante uma corrida.

Questionado pela emissora se algum piloto com estilo mais conservador, como Jenson Button, poderia ser beneficiado pela degradação apresentada pela Pirelli, Sebastian discordou. “O problema é que após um determinando número de voltas, o pneu está detonado, não importa o que o piloto faça”, advertiu o piloto da Red Bull.

Compatriota de Vettel, Adrian Sutil reforçou o discurso do atual campeão mundial de F1 e disse à revista local ‘Auto Motor und Sport’ que quando os compostos italianos se desgastam, “é como estar em um carro de turismo, ou é como estar com pneus intermediários”, criticou o piloto da Force India. “Provavelmente teremos todos de trocar pneus ao mesmo tempo, e por muitas vezes”, previu.

O germânico, filho de uruguaios, acredita também que o desgaste acentuado dos pneus da Pirelli deve fazer dos treinos livres mera formalidade já que em seu ponto de vista, os pilotos devem ter menos tempo de pista, por conta da restrição de uso dos jogos de pneus. O limite estabelecido pela categoria é de 14 jogos de pneus para pista seca, sendo que quatro são utilizados na sexta-feira, e os outros dez, para o restante do fim de semana. “Depois que os pneus estão destruídos, você não pode testar coisa alguma”, finalizou.


Fonte: Warm Up

26 de setembro de 2010

Webber revela preocupação com estratégia, mas celebra terceiro lugar

Mark Webber admitiu ter questionado a equipe sobre a parada nos boxes durante a primeira entrada do safety-car, mas disse ter ficado tranquilo ao ser ver em nono antes da relargada

Mark Webber conseguiu um importante resultado rumo ao título da temporada 2010 da F1. O australiano terminou o GP de Cingapura, neste domingo (26), na terceira posição, ficando 11 pontos na frente de Alonso na classificação do Mundial.

Para chegar ao pódio, o piloto da Red Bull precisou arriscar ao fazer a parada nos boxes logo na primeira aparição do safety-car – enquanto os demais concorrentes ao título permaneceram na pista – e depois se envolveu em um acidente com Lewis Hamilton, que forçou o abandono do piloto inglês.

Webber revelou que teve dúvidas quanto à efetividade da estratégia de realizar o pitstop ainda nas primeiras voltas, mas que as questões foram sanadas ao se ver na nona posição assim que o pelotão se reuniu atrás do safety-car.

“O começo foi muito bom, graças à equipe e a Vettel, que também ajudou, conseguimos manter um bom ritmo. Depois, a entrada do safety-car atrapalhou um pouco porque tivemos que pensar na estratégia. Questionei a equipe [sobre fazer a parada], vi que teríamos dificuldades ali e quando nos agrupamos atrás do safety-car percebi que a posição não era ruim”, contou.

Webber também explicou o que aconteceu na relargada da volta 36, ao ficar encaixotado atrás dos carros da Virgin e acabar sendo tocado por Hamilton, que abandonara logo em seguida à frustrada tentativa de ultrapassagem.

“É difícil ter uma largada limpa quando você está em torno de muita gente. Foi complicado tentar passar por eles e depois o Hamilton infelizmente teve um contato comigo. Acho que foi uma batida parecida com a que teve com Felipe”, explicou o piloto australiano ao lembrar o acidente semelhante entre Hamilton e Massa no GP da Itália.

O líder do campeonato admitiu ter ficado preocupado com o estado do carro no final da corrida, dizendo que o acidente poderia ter causado problemas no Red Bull. “Acho que poderia ter acontecido com o pneu da frente do meu carro também. Infelizmente, houve esse contato com Hamilton e não tive tempo suficiente para evitá-lo. Depois tive um problema de vibração no carro, mas conseguir trazê-lo até o fim”, afirmou.

Mark Webber finalizou dizendo ter ficado contente por terminar a corrida na terceira posição no que considerou uma das etapas mais complicadas. “Eu estou feliz com o terceiro lugar. Tem sido um final de semana bem difícil para mim, talvez o mais complicado do ano. Eu não me senti mega confortável aqui e estou feliz em como foi a corrida”, encerrou.


Fonte: Grande Prêmio

12 de agosto de 2010

Organização do GP da Bélgica mostra preocupação com prova após 2012

A chegada da F1 em países cada vez mais ricos tem preocupado os organizadores do GP da Bélgica, que admitiram temer pelo futuro da prova após 2012

Os organizadores do GP da Bélgica, próxima etapa do Mundial, estão preocupados com o futuro da tradicional corrida após a temporada de 2012. Apesar da boa venda de ingressos para a prova deste ano, funcionários do circuito de Spa-Francorchamps admitiram que existe uma pressão por conta dos novos autódromos localizados em cidades dispostas a gastar mais pela F1.

“As vendas de bilhetes para este ano estão relativamente bem. Esperamos atingir a cifra de 2007, com 65 mil bilhetes vendidos, para que possamos alcançar uma posição financeira equilibrada”, explicou o porta-voz Christian Lahaye.

De acordo com o jornal “De Morgen”, o futuro de Spa pode depender de o novo Pacto da Concórdia, válido até 2012, aumentar o calendário da F1 para 25 corridas. Com a chegada de novas provas com taxas promocionais muito mais elevadas, há o temor de que o GP da Bélgica tome o mesmo rumo de etapas como França ou San Marino.

“Não há falta de candidatos [para GPs]”, declarou o chefe do circuito de Spa-Francorchamps, Andre Maes.

Fonte: Warm Up