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30 de setembro de 2010

Hamilton acusa RBR de ter usado um carro ilegal para liderar o campeonato

Inglês diz que McLaren reclamou à FIA e a rival precisou refazer seu modelo

Lewis Hamilton, terceiro colocado no Mundial de Pilotos, acusou a RBR de ter usado um carro ilegal durante a maior parte da temporada 2010. Segundo o inglês da McLaren, a enorme vantagem da equipe austríaca acabou depois de a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) aumentar os testes de flexibilidade, após uma reclamação de seu time.

- Boa pergunta. Na Hungria eles estavam dois segundos à frente de todos os outros carros. É simplesmente impossível ter uma liderança como aquela na Fórmula 1. Nós sempre estivemos denro das regras. Nossa equipe começou a se perguntar se o carro deles era ilegal e levamos o questionamento à FIA. Depois disso, a RBR reconstruiu o carro e deu um passo atrás. Foi uma boa decisão da FIA - diz Hamilton, em entrevista ao jornal "Bild".

O inglês negou estar decepcionado após ser superado pelos rivais, especialmente por Fernando Alonso, seu ex-companheiro de McLaren. Ele disse que está pronto para as últimas quatro corridas.
- É normal que, no fim de uma temporada, os jogos mentais comecem. Sou forte o bastante e estou pronto para isso. Não estou preocupado, mas acho que é melhor falar na pista. Depois de Cingapura, voltei à minha casa em Zurique por um dia. Acordei de manhã e fui dar uma corrida na floresta com rap nos meus fones de ouvido. Então, estou de volta.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

29 de abril de 2010

Ferrari nega que faça propaganda ilegal de cigarro

Time italiano publicou nota em seu site explicando parceria com Philip Morris

Após ter sido acusada de fazer publicidade ilegal de cigarros em seus carros, a Ferrari se manifestou através de nota em seu site negando que o código de barras e a cor vermelha estampados em seus carros tenham esse objetivo.

"O assim chamado código de barras é uma parte integrante da pintura do carro e de todas as imagens coordenadas pela Scuderia, como pode ser visto a partir do fato de que ele é modificado a cada ano e, ocasionalmente, até mesmo durante a temporada. Além disso, se fosse um caso de publicidade de marca, a Philip Morris [Fabricante da marca Marlboro] teria que possuir os direitos legais sobre ele", afirmou a equipe.

"A parceria entre a Ferrari e a Philip Morris é agora explorada apenas em determinadas iniciativas, como visitas à fábrica, reuniões com os pilotos, merchandising de produtos, todas realizadas totalmente dentro das leis dos vários países onde estas atividades ocorrem. Não houve nenhum logotipo ou marca nos carros de corrida desde 2007, mesmo em países onde as leis locais ainda permitem", explicou.

No fim da nota, a Ferrari ainda se mostra indignada com a acusação e lembrou que times italianos usam o vermelho desde o início dos GPs.

"A premissa de que simplesmente olhar para uma Ferrari vermelha pode ser um meio mais eficaz de publicidade do que uma propaganda de cigarro parece incrível. Como se pode avaliar a escolha feita por outras equipes de F-1 para correr com um carro com pintura predominantemente vermelha? Talvez essas empresas também queiram anunciar cigarros!"

"Convém salientar que vermelho foi a cor escolhida para carros de corrida italianos desde o início do esporte a motor, no início do século XX. se houver uma associação imediata a ser feita, é com a nossa empresa e não com nosso parceiro", finalizou.

Fonte: Tazio

8 de abril de 2010

FIA diz que punirá times que usarem sistema de suspensão ativa


Com mais uma temporada começando, a adequação das equipes às regras sempre gera discussão. Para findar uma delas, a Federação Internacional de Automobilismo afirmou nesta quinta-feira que sistemas de suspensão que modifiquem a altura do carro não são considerados legais.

A McLaren havia acusado a Red Bull de usar um sistema de suspensão ativa que poderia ter este efeito, o que melhoraria a performance do carro com o banimento do reabastecimento nesta temporada.

No entanto, a equipe de Sebastian Vettel e Mark Webber nega veementemente as acusações. O chefe Christian Horner avisou inclusive que protestará caso algum time vá em frente com suspeitas de modificação na altura do carro entre os treinos classificatórios e corridas.

A entidade que rege a categoria máxima do automobilismo afirmou que qualquer sistema ou dispositivo é uma contravenção a pelo menos duas regulamentações atuais da Fórmula 1. Após vistoriar a Red Bull, no entanto, não foram encontrados problemas.

“Qualquer sistema que produza ou tenha o propósito de causar um efeito que mude a suspensão enquanto o carro está em condições de parque fechado será considerado uma contravenção ao regulamento do esporte”, disse a FIA, em comunicado às equipes, segundo o Autosport.

A Red Bull é uma das equipes mais visadas deste início de campeonato, por seu desempenho acima das outras equipes, principalmente em treinos. Apesar de duas quebras nas provas iniciais, Vettel conseguiu sua primeira vitória no GP da Malásia, o terceiro do ano, no último fim de semana.

Fonte: Uol Esportes

7 de abril de 2010

FIA avisa às equipes que proibirá qualquer sistema de suspensão ativa

A medida foi tomada para responder às equipes que reclamaram bastante sobre um possível sistema maquiado da Red Bull que funcionava entre a classificação e a corrida

Nenhuma irregularidade foi encontrada no carro da Red Bull, mas a FIA resolveu não dar brecha para outras polêmicas parecidas. Por isso, a entidade que rege o automobilismo mundial avisou às equipes da F1 que qualquer sistema inteligente de suspensão ativa que for utilizado entre a classificação e a corrida será considerado ilegal.

A informação foi confirmada por um porta-voz da FIA à revista inglesa “Autosport”. Assim, a Federação Internacional de Automobilismo esclareceu sua posição sobre o uso da suspensão na F1, que vinha se tornando polêmico nos últimos dias com acusações da McLaren e da Mercedes ao trabalho da Red Bull.

“Qualquer sistema ou procedimento com o propósito e/ou o efeito de mudar o acerto da suspensão, enquanto o carro está sob as condições do parque fechado, será considerado como infrator do artigo 34.5 do regulamento esportivo”, diz o comunicado enviado aos times.

O artigo citado diz que se um competidor modificar qualquer parte do carro ou alterar o acerto da suspensão enquanto o carro estiver sob as condições do parque fechado, o piloto terá de iniciar a corrida no pit lane.

Durante a noite do sábado, em Sepang, a FIA realizou uma minuciosa inspeção no RB6, mas nenhuma irregularidade foi constatada. Entretanto, equipes rivais, como a McLaren, demonstraram insatisfação com a falta de clareza sobre o ocorrido e prometeram estudar uma maneira de melhorar a própria suspensão, visando o ganho de velocidade nos treinos classificatórios para as provas.

A Red Bull se mostrou indignada com as acusações, dizendo que também é contra sistemas inteligentes de suspensão ativa. “Se a McLaren tiver um na China iremos protestar contra eles porque, teoricamente, são ilegais. A FIA deu uma boa olhada em nosso carro e estão satisfeitos com o que viram”, falou Christian Horner, chefe da equipe austríaca.

Fonte: Warm Up

27 de março de 2010

McLaren acusa Red Bull de usar sistema ilegal em treinos

Red Bull domina classificatórios, com pole position nas duas provas

O chefe de equipe da McLaren, Martin Whitmarsh, disse que a Red Bull usa um sistema que a regra não permite para ganhar tempo nos treinos. Segundo a BBC, ele afirmou que alguns times, entre eles a Red Bull, estão se utilizando de artifícios para rebaixar os carros nos treinos qualificatórios.

Como o reabastecimento durante os Grandes Prêmios está proibido, os modelos de 2010 foram projetados para carregar gasolina para a prova inteira. Porém, durante o treino que define o grid, com o objetivo de fazer o melhor tempo possível, os carros só vão à pista com combustível suficiente para dar a volta e retornar aos boxes. Com isso, o peso é menor e a distância do asfalto aumenta, diminuindo o desempenho aerodinâmico.

Whitmarsh afirmou que parece que a Red Bull e algumas outras escuderias conseguem correr mais rebaixadas na qualificação do que se poderia esperar de um carro que será posteriormente abastecido. De acordo com ele, as regras originais sugeriam que tais sistemas não seriam permitidos, mas que havia equipes se utilizando deles. O chefe da McLaren disse, ainda, que pretende aplicar a ideia em seus modelos até o GP da China (disputado na segunda quinzena de abril).

Apesar de a entrevista não especificar qual o artifício criado pela Red Bull, especula-se que seria um peso extra, retirado no momento do abastecimento para o domingo. O chefe da escuderia austríaca, Christian Horner, afirmou poder garantir absolutamente que não usa nada que rebaixe seus carros nos treinos.

No começo da temporada, a situação era a inversa. À época, a Red Bull questionou algumas possíveis manobras aerodinâmicas ilegais da McLaren.

Fonte: Terra