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10 de maio de 2011

Webber lamenta proibição de bandeiras e cita Senna: "era uma boa mensagem"


Um dos momentos mais marcantes nas vitórias de Ayrton Senna era quando o piloto, ainda na pista, pegava uma bandeira brasileira para comemorar. Mark Webber lamentou não haver mais este tipo de celebração na Fórmula 1 e, de forma sutil, “alfinetou” o procedimento atual após o fim das corridas.

Há vários anos, a FIA proibiu que, após o fim de uma prova, os pilotos pegassem bandeiras pouco depois de cruzarem a linha de chegada para comemorar. A entidade alegou motivos de segurança para justificar sua decisão.

“Isto era algo bonito. Era sempre um grande momento ver Ayrton Senna com a bandeira brasileira e Nigel Mansell com a do Reino Unido. Era uma boa mensagem para o esporte e para os torcedores, pois mostrava paixão”, afirmou o piloto da Red Bull.

O australiano fez uma leve crítica ao processo atual que os pilotos devem seguir. “Agora, o procedimento nas vitórias é tirar o capacete, correr para o pódio, correr para sair do pódio e ir para casa”, comentou.



Fonte: Uol Esportes

3 de maio de 2011

Kovalainen defende proibição do DRS em Mônaco

Finlandês acredita que sistema não trará benefícios no circuito de Monte Carlo

Heikki Kovalainen endossou a ideia do banimento do uso da asa traseira móvel para o GP de Mônaco, no final do mês.

O finlandês acredita que não haverá grandes benefícios com o sistema, conhecido como DRS (Sistema de Redução de Arrasto, em inglês), devido à falta de pontos de ultrapassagem no estreito circuito de rua monegasco. Além disso, o uso livre do aparato durante os treinos livres podem causar distrações aos pilotos, o que, consequentemente, pode aumentar o risco de acidentes.

"O banimento do uso do DRS em Mônaco não é uma má ideia. Lá é um local onde é difícil ultrapassar de qualquer forma e pode haver potenciais consequências caso o piloto preste atenção em algo que não seja a pista", opinou Kovalainen.

"Então, acho que há muitos fatos que dão suporte à ideia do banimento. Não há muitos benefícios com isso porque simplesmente não há uma longa reta, ou espaço, para um piloto fazer uma ultrapassagem."

Na semana passada, seu companheiro de equipe na Lotus, Jarno Trulli, também se mostrou contrário ao uso do sistema no circuito de Mônaco. A decisão sobre a situação deverá ser tomada neste fim de semana, durante o GP da Turquia.


Fonte: Tazio

12 de dezembro de 2010

Chefe da Ferrari comemora fim da proibição do jogo de equipe na F1

Stefano Domenicali disse que a regra que proibia o jogo de equipe na F1 era uma "hipocrisia sem tamanho", comemorando a exclusão do artigo do regulamento esportivo

Stefano Domenicali, chefe de equipe da Ferrari, comemorou a decisão da FIA – Federação Internacional de Automobilismo – de liberar o jogo de equipe na F1. O time foi punido com uma multa de US$ 100 mil pela entidade após pedir para Felipe Massa deixar Fernando Alonso passar e vencer o GP da Alemanha, disputado em Hockenheim, em julho deste ano.

A Ferrari pediu para a FIA reavaliar a regra que coibia essas táticas, considerando a proibição uma "hipocrisia sem tamanho". Após os acontecimentos da etapa alemã, a federação prometeu rever a regra. A confirmação do fim da proibição veio na última sexta-feira (10).

"Finalmente podemos dizer adeus a essa hipocrisia sem tamanho. Para nós, a F1 é um esporte de equipe e nós sempre defendemos esse ponto de vista", comentou o dirigente ao falar no Bologna Motor Show, evento de carros na cidade italiana.

Apesar de o artigo específico que tratava do jogo de equipe ter sido retirado do regulamento, a FIA ressaltou que ainda pode punir a atividade em casos que coloquem o esporte em segundo plano. Domenicali acredita que a nova interpretação das regras vai garantir uma condição mais igualitária à competição.

"O regulamento prevê alguns tópicos que previnem certas situações por elas serem geridas de forma extrema. Essa decisão é muito importante", finalizou.

A Ferrari já havia utilizado do jogo de equipe de forma descarada quando, em 2002, Rubens Barrichello abriu passagem para Michael Schumacher nos últimos metros do GP da Áustria, na pista de A1 Ring.


Fonte: Grande Prêmio

7 de abril de 2010

FIA avisa às equipes que proibirá qualquer sistema de suspensão ativa

A medida foi tomada para responder às equipes que reclamaram bastante sobre um possível sistema maquiado da Red Bull que funcionava entre a classificação e a corrida

Nenhuma irregularidade foi encontrada no carro da Red Bull, mas a FIA resolveu não dar brecha para outras polêmicas parecidas. Por isso, a entidade que rege o automobilismo mundial avisou às equipes da F1 que qualquer sistema inteligente de suspensão ativa que for utilizado entre a classificação e a corrida será considerado ilegal.

A informação foi confirmada por um porta-voz da FIA à revista inglesa “Autosport”. Assim, a Federação Internacional de Automobilismo esclareceu sua posição sobre o uso da suspensão na F1, que vinha se tornando polêmico nos últimos dias com acusações da McLaren e da Mercedes ao trabalho da Red Bull.

“Qualquer sistema ou procedimento com o propósito e/ou o efeito de mudar o acerto da suspensão, enquanto o carro está sob as condições do parque fechado, será considerado como infrator do artigo 34.5 do regulamento esportivo”, diz o comunicado enviado aos times.

O artigo citado diz que se um competidor modificar qualquer parte do carro ou alterar o acerto da suspensão enquanto o carro estiver sob as condições do parque fechado, o piloto terá de iniciar a corrida no pit lane.

Durante a noite do sábado, em Sepang, a FIA realizou uma minuciosa inspeção no RB6, mas nenhuma irregularidade foi constatada. Entretanto, equipes rivais, como a McLaren, demonstraram insatisfação com a falta de clareza sobre o ocorrido e prometeram estudar uma maneira de melhorar a própria suspensão, visando o ganho de velocidade nos treinos classificatórios para as provas.

A Red Bull se mostrou indignada com as acusações, dizendo que também é contra sistemas inteligentes de suspensão ativa. “Se a McLaren tiver um na China iremos protestar contra eles porque, teoricamente, são ilegais. A FIA deu uma boa olhada em nosso carro e estão satisfeitos com o que viram”, falou Christian Horner, chefe da equipe austríaca.

Fonte: Warm Up