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16 de setembro de 2010

Líder do Mundial, Webber nega ter pedido posto de 1º piloto à Red Bull

Mark Webber reassumiu a liderança do Mundial de Pilotos graças ao sexto lugar conquistado em Monza. Entretanto, o australiano negou ter pedido à Red Bull prioridade na luta pelo título

Após a disputa do GP da Itália no último domingo (12), Mark Webber reassumiu a liderança do Mundial de Pilotos, agora com 187 pontos. O sexto lugar do australiano, bem como o abandono de Lewis Hamilton ainda na primeira volta da corrida em Monza determinaram o novo ponteiro do campeonato. Ainda assim, o piloto de 34 anos não pretende solicitar à Red Bull prioridade de tratamento em relação a seu companheiro, Sebastian Vettel, na luta pelo seu primeiro título.

De acordo com o site ‘Motorsport.com’, Webber insinuou que sua equipe o priorizasse no campeonato, logo após ter conquistado o segundo lugar no GP da Bélgica, prova que foi marcada por uma atuação ruim de Vettel, que sequer pontuou. No entanto, o desfecho da corrida seguinte foi diferente, já que o alemão terminou melhor colocado e diminuiu para 24 pontos a diferença que o separa de seu companheiro de equipe.

Já Helmut Marko, consultor da Red Bull com quem Webber já trocou farpas durante a temporada principalmente no episódio da asa dianteira dada a Vettel no GP da Inglaterra sinalizou com uma possível mudança na filosofia da escuderia rubro-taurina para garantir o primeiro título mundial desde a estreia da equipe na F1 em 2005.

O site ainda diz que dirigente austríaco admitiu uma reunião com toda a equipe para avaliar as chances no campeonato. Por outro lado, o alemão, impressionado com a possibilidade de ser preterido dentro do time, insistiu que as ordens de equipe são banidas na Red Bull.

Entretanto, segundo o jornal espanhol ‘Sport’, o australiano descartou querer qualquer ajuda de Vettel, com quem tem relações estremecidas desde o GP da Turquia, em maio, no qual os dois se envolveram em um acidente que eliminou o germânico da prova.

“Ajuda de Vettel? Depende da equipe. Podem estar certos de que não pedirei nada”, sacramentou Webber, que deu como exemplo o caso da equipe rival. “O mesmo está se passando com a McLaren”, acrescentou.

Recentemente, Flavio Briatore, empresário de Webber, defendeu que a Red Bull elegesse o australiano como primeiro piloto do time e deu como exemplo a Ferrari, que trabalha em prol de Fernando Alonso. Segundo o italiano, a postura adotada pela equipe austríaca pode colocar o título mundial em risco.

Fonte: Grande Prêmio

28 de julho de 2010

Alonso tentou se impor como 1º piloto na McLaren, diz jornal. Agente nega

De acordo com o "The Mirror", Fernando Alonso tentou se impor como primeiro piloto da McLaren em 2007, contra Lewis Hamilton. Seu empresário negou

A ordem da Ferrari para que Felipe Massa cedesse a vitória do GP da Alemanha a Fernando Alonso gerou críticas sobre a conduta da equipe italiana. Mas, em meio a toda a polêmica, o jornal "The Mirror" acrescentou a informação de que o espanhol já havia tentado impor a posição de primeiro piloto para si, na McLaren, em 2007.

De acordo com o diário inglês, na manhã do GP da Hungria daquele ano, Alonso chamou Ron Dennis e Martin Whitmarsh para uma reunião na qual reivindicou privilégios. No dia anterior, o piloto havia conquistado a pole de maneira suspeita, já que bloqueou o companheiro Lewis Hamilton nos boxes, supostamente para impedi-lo de fazer uma última tentativa de volta rápida. Àquele momento, Fernando estava dois pontos atrás de Lewis. Curiosamente, Hamilton venceu aquela prova, com Alonso apenas em quarto.

O empresário de Alonso, Luis García Abad, negou que o episódio tenha acontecido. "Não quero falar sobre isso, mas, de qualquer forma, não é verdade", disse. No GP da Alemanha, enquanto tentava sem sucesso ultrapassar Massa, Fernando disse, pelo rádio, a frase "isso é ridículo". Voltas depois, a equipe orientou Felipe a deixá-lo passar.

Em recente entrevista, Martin Whitmarsh, chefe da McLaren, falou sobre o período com Hamilton e Alonso no time. "Durante aquela fase, eu me lembro de conversar com os pilotos e com seus empresários e dizer que o que um grande piloto gostaria de fazer é se olhar no espelho e dizer: 'Venci este Mundial com os meus méritos', e não com a equipe tendendo para um lado e dando vantagens a um deles", falou.

Fonte: Warm Up

20 de abril de 2010

Vice-líder do Mundial, Rosberg rejeita rótulo de primeiro piloto na Mercedes

Nico Rosberg admitiu surpresa diante do próprio desempenho na temporada de F1 em relação a Michael Schumacher, mas descartou que seja o primeiro piloto da Mercedes

Passadas as quatro primeiras corridas do Mundial de F1, o cenário na Mercedes tem causado surpresa até nos mais ferrenhos críticos de Michael Schumacher. Enquanto o veterano é apenas o décimo colocado com dez pontos, Nico Rosberg soma 50 e é o vice-líder. Tal resultado tem criado rumores de que o jovem alemão possa ser tratado como prioridade pelo time daqui para frente, mas Rosberg tratou de afastar a hipótese, garantindo que não há hierarquia entre ele e Schumacher.

“Esse definitivamente não é o caso”, frisou o germânico. “Eu sempre disse, mesmo quando todos diziam que Michael era o número 1 e eu o número 2, que nós tínhamos as mesmas possibilidades. É claro que eu estou muito feliz pela forma como as coisas estão indo, estou obtendo alguns resultados consistentes, fazendo o melhor possível. Portanto, estou muito satisfeito com minha temporada até agora”, salientou.

Rosberg destacou ainda que o bom relacionamento com os membros da equipe tem sido importante nesta fase, já que o piloto se empenhou para conseguir o respeito de todos. “Eu tenho uma posição muito forte agora, o que é muito bom. Então, é por isso que tenho boas esperanças do que está por vir.”

Agora, por mais que Nico esteja colhendo os frutos de um trabalho árduo com a Mercedes, o piloto confessou que está surpreso com o próprio desempenho em relação ao do companheiro mais famoso. “Antes da temporada, eu esperava estar no nível de Michael, algo que seria fantástico, e, no momento, estou à frente, o que é ótimo”, avaliou.

A torcida, no entanto, é para que Schumacher encontre o ritmo ideal o mais rápido possível e possa lutar por posições melhores nas corridas. “Eu espero que ele se acerte novamente na próxima corrida e, claro, que eu esteja lutando contra ele. Isso seria fantástico para o resto da temporada e seria bom para a equipe. Estou muito confiante de que posso fazer um grande trabalho ao longo ao ano”, encerrou.

Fonte: Grande Prêmio