Christian Horner chamou a atenção para as perdas recentes da F1, afirmando que o congelamento dos motores não é atraente para as fabricantes
As saídas de Honda, BMW e Toyota da F1 fizeram Christian Horner ligar o sinal de alerta com relação aos motores. O chefe de equipe da Red Bull afirmou à publicação alemã “Auto Bild Motorsport” deste domingo (7) que a regra que determina o congelamento dos propulsores, em vigor desde a temporada de 2007, pode fazer com que as montadoras percam o interesse pela categoria com o passar do tempo, já que, na opinião de Horner, não há vantagens em competir sem ter a chance de buscar um diferencial.
"A FIA tem todos os dados na mão para decidir sobre a adaptação dos motores", disse Horner. "Seria um desastre perder outro fabricante no final do ano, pois eles não podem competir com os outros. As regras para o desenvolvimento dos chassis são tão rígidas que o motor tem um papel cada vez mais importante", ressaltou o dirigente.
Em 2009, o motor Mercedes foi considerado o melhor da temporada, mas algumas equipes reclamaram de uma eventual vantagem. Diante do domínio das equipes que usavam os propulsores da montadora alemã, a FIA determinou a redução na potência dos motores este ano para promover uma nova equalização.
Para este Mundial, quatro marcas estarão representadas no grid: Ferrari, Renault, Mercedes e Cosworth. Uma das preocupações destas fabricantes é a proibição do reabastecimento, o que significa que o consumo de combustível de cada motor será um fator determinante durante as corridas deste ano.
Fonte: Warm Up
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